Arquivos de 19 de abril de 2025

Estereótipos e subalternizações na representação de sujeitos indígenas nas produções audiovisuais humorísticas brasileiras / PPGCOM-UEL

Estereótipos e subalternizações na representação de sujeitos indígenas nas produções audiovisuais humorísticas brasileiras

Observou-se que, ainda que tenha sido percebida uma atualização no discurso proferido pelas personagens nos esquetes mais recentes, a representação visual segue sendo repleta de estereótipos que remetem aos indígenas de 1500. Constatou-se também que, nos últimos anos, os próprios indígenas passaram a produzir humor audiovisual: por meio da subversão, têm se tornado agentes de piadas que, até então, os utilizavam como alvos.

#PovosIndígenas #Esteriótipos

Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/ef3025e6-e271-44b6-89af-9a7187e232b7

Indígenas como sujeitos comunicacionais : revisitando trajetórias em destaque no jornalismo hegemônico / PPGCOM-UEL

Indígenas como sujeitos comunicacionais : revisitando trajetórias em destaque no jornalismo hegemônico

Destaca-se que o giro decolonial da autorrepresentação dos povos indígenas auxiliou na transformação da representação desses povos e possibilitou o maior protagonismo indígena nas produções telejornalísticas. Conclui-se que os povos originários passaram a utilizar a comunicação como arma de luta por direitos, principalmente durante a Constituinte, a partir do momento em que entendem que é fundamental a presença na mídia para alcançar conquistas coletivas. Assim, a visibilidade no telejornalismo é empregada também para reafirmar suas posições como cidadãos brasileiros.

#PovosIndígenas #Jornalismo

Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/dd0973c3-2044-4a3a-94ab-08b12ea7cb02

Povos indígenas refugiados da Amazônia / PublishNews

Povos indígenas refugiados da Amazônia

No livro Vestígios da floresta (Edições Sesc), o autor, biólogo e indigenista Daniel Cangussu conduz o leitor ao âmago da Floresta Amazônica para revelar a complexidade que circunda os povos indígenas que optam pelo isolamento. O afastamento desses grupos não se mantém por desconhecimento, mas se configura uma reação à hostilidade crescente que avança sobre suas terras. Cangussu também explora em detalhe a “ciência mateira”, um saber que decifra rastros, plantas e artefatos deixados por esses povos e que orienta expedições de proteção e monitoramento realizadas por indigenistas.

#PovosIndígenas #Amazônia #ListasDeLivros

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/04/15/povos-indigenas-refugiados-da-amazonia

Por que a ditadura matou povos indígenas — e por que precisamos da Comissão Nacional Indígena da Verdade / Café História

Por que a ditadura matou povos indígenas — e por que precisamos da Comissão Nacional Indígena da Verdade

Aos povos indígenas foi negado o reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos durante a ditadura civil-militar. A CNV apurou, entre 1946 e 1988, as mortes de 8.341 indígenas. Do total, 1.180 pertenciam ao povo Tapayuna, 118 ao Parakanã, 72 ao Araweté, 14 ao Arara, 176 ao Panará, 2.650 ao Waimiri Atroari, 354 ao Yanomami e 85 ao Xavante de Marãiwatsédé. Além disso, antes da ditadura, ocorreram genocídios de aproximadamente 3.500 Cinta-Larga, em 1963, e de 192 Xetá, em data provável entre as décadas de 1950 e 1960.

#PovosIndígenas #Ditadura

via Café História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/povos-indigenas-ditadura-verdade/

Escolas indígenas valorizam diálogo com a comunidade e o respeito à cultura local / Porvir

Escolas indígenas valorizam diálogo com a comunidade e o respeito à cultura local

No mês que celebra os povos originários, conheça escolas no Amazonas, Paraná e Mato Grosso que ampliaram o tempo integral e fortalecem a conexão entre a sala de aula e o território.

“Uma vez por semana temos duas aulas de língua materna para valorização da cultura, da língua. Ensinamos o alfabeto, como se fala o nome dos seres vivos, como em uma disciplina normal, só que tudo baseado na língua materna, por exemplo os números, as cores, os animais.” Ela faz registros para montar um livro didático.

#EducaçãoIndígena #Escolas

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/escolas-indigenas-comunidade-cultura/

Ciência de dados: por um currículo na área da informação /

Com o objetivo geral de se criar um currículo em ciência de dados com o viés da informação no Brasil, levantaram-se as disciplinas oferecidas por seis ischools internacionais e quatro instituições públicas brasileiras, não credenciadas ao consórcio, que oferecem ou irão oferecer a formação em ciência de dados. Classificada quanto aos seus objetivos como descritiva, exploratória, e qualitativa e quantitativa quanto aos seus procedimentos técnicos, a pesquisa, com características documentais, buscou em documentos disponibilizados nos sites das instituições e outras tipologias os seguintes percursos metodológicos para se chegar à construção do currículo com filosofias ischools.

#ischools #CiênciaDeDados

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/81645

Reduzindo o custo dos periódicos de Acesso Aberto Diamante / Arxiv

Reduzindo o custo dos periódicos de Acesso Aberto Diamante

Estimamos que nosso custo para publicar este periódico seja de aproximadamente US$ 705 por ano, mais US$ 1 por artigo e cerca de 10 minutos de trabalho voluntário por artigo. Nos beneficiamos de dois fatores: o fato de os autores em nossa disciplina usarem LaTeX para preparar seus manuscritos e a mão de obra voluntária para desenvolver o software e administrar o periódico.

#GestãoEditorial #AcessoAbertoDiamante

Disponível em: https://arxiv.org/abs/2504.10424

Declaração de Barcelona – destaques de um ano

Declaração de Barcelona – destaques de um ano

Ao longo do último ano, diversas outras iniciativas também foram lançadas nas quais a informação de pesquisa aberta desempenha um papel crucial. Exemplos incluem a Iniciativa de Monitoramento da Ciência Aberta (OSMI) e a Força-Tarefa Colaborativa para Enriquecimento de Metadados (COMET) . Além disso, em conjunto com colegas de diversas outras iniciativas de reforma, foi realizado um trabalho sobre critérios para bases de dados bibliográficas favoráveis ​​à inovação.

Um ano após seu lançamento, a Declaração de Barcelona alcançou progressos significativos. É claro que ainda há desafios importantes, especialmente para tornar os grupos de trabalho o mais produtivos possível e para impulsionar o desenvolvimento e a adoção de princípios de informação de pesquisa aberta em mais países.

#DeclaraçãoDeBarcelona

Disponível em: https://barcelona-declaration.org/news/20250416_barcelona_declaration_one_year_highlights/

Influência dos princípios de governança de dados indígenas na gestão do conhecimento indígena / IFLA Journal

Influência dos princípios de governança de dados indígenas na gestão do conhecimento indígena

Os princípios FAIR (encontrável, acessível, interoperável, reutilizável) e CARE (benefício coletivo, autoridade para controlar, responsabilidade, ética) foram utilizados como princípios norteadores da governança de dados. Os resultados destacam a importância de protocolos de dados culturalmente sensíveis, processos de tomada de decisão orientados pela comunidade e parcerias recíprocas entre comunidades indígenas e gestores de bancos de dados. Esta pesquisa oferece insights sobre abordagens transformadoras para o avanço da soberania do conhecimento indígena.

#ConhecimentoIndígena #PatrimônioImaterial #GovernançaDeDados

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/03400352251331471?mi=ehikzz

Leitura na primeira infância como direito e seu impacto no desenvolvimento das crianças / Revista Educação

Leitura na primeira infância como direito e seu impacto no desenvolvimento das crianças

Embora 83% das unidades de educação infantil possuam livros de histórias, apenas 10% oferecem acesso livre; 39% das creches e pré-escolas não incluem atividades literárias na rotina, e só 27% fomentam atividades de leitura compartilhada, destaca pesquisa.

#PrimeiraInfância #FormaçãoDeLeitores

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/04/17/leitura-na-primeira-infancia/

A gestão do conhecimento indígena: proposta de um modelo conceitual para o contexto amazônico / PPGCI – UEL

A gestão do conhecimento indígena: proposta de um modelo conceitual para o contexto amazônico / PPGCI – UEL

Os resultados culminaram na proposição de um modelo conceitual que incorpora as dimensões física (humano) e espiritual (outros humanos) do conhecimento indígena, reconhecendo a relação inseparável entre o material e o imaterial na transmissão e preservação dos saberes. O modelo final contribui significativamente para a Ciência da Informação ao promover um diálogo intercultural que valoriza epistemologias indígenas, oferecendo uma base teórica e prática para novas pesquisas. Além disso, destaca-se a possível aplicabilidade do modelo conceitual como ferramenta para a amplificação de pesquisas voltadas a preservação cultural e social de comunidades indígenas.

#GestãoDoConhecimento #ConhecimentoIndígena #PovosIndígenas

Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/8090e4cd-9d55-40fe-bd83-ebab5efe1ced

Um novo conceito para o financiamento direto e avaliação de periódicos científicos

Um novo conceito para o financiamento direto e avaliação de periódicos científicos

O modelo proposto é baseado no Diamond Open Access, que se diferencia por ser gratuito tanto para autores quanto para leitores. Diferentemente do modelo de acesso aberto “ouro”, em que o autor assume os custos da publicação, o modelo diamante estabelece que o financiamento venha exclusivamente de recursos públicos concedidos por meio de editais específicos. Assim, o controle editorial e financeiro permaneceria nas mãos da comunidade científica, e componentes do processo editorial (como revisão, diagramação e disseminação) poderiam ser contratados a terceiros por meio de procedimentos abertos e competitivos.

Para implementar esse novo sistema, o relatório recomenda envolver ativamente as sociedades científicas que já gerenciam publicações para calcular o orçamento necessário e elaborar adequadamente o processo de solicitação de financiamento. Também propõe lançar um projeto piloto nacional para testar a viabilidade do modelo e aprimorar seus mecanismos.

#AcessoAbertoDiamante #Periódicos

Disponível em: https://www.leopoldina.org/fileadmin/redaktion/Publikationen/Nationale_Empfehlungen/2025_Leo_Diskussionspapier_zur_Finanzierung_EN.pdf