Arquivos de 23 de setembro de 2025

ScriptLattes: Grafos de colaborações entre os docentes da ECA / Biblioteca da ECA – USP

ScriptLattes: Grafos de colaborações entre os docentes da ECA / Biblioteca da ECA – USP

O ScriptLattes é uma ferramenta para visualização de dados relativos à produção científica de pesquisadores com atuação no Brasil. A partir da plataforma Lattes do CNPq, é possível extrair:

(1) produções bibliográficas, (2) produções técnicas, (3) produções artísticas, (4) orientações, (5) projetos de pesquisa, (6) prêmios e títulos, e (7) grafo de colaborações de um conjunto de pesquisadores cadastrados na plataforma Lattes. Associações de Qualis para as produções acadêmicas publicadas em Congressos e Revistas também são considerados (scriptLattes, 2025)

#ScriptLattes #CurrículoLattes

via Biblioteca da ECA – USP

Disponível em: https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2025/09/22/scriptlattes-grafos-de-colaboracoes-entre-os-docentes-da-eca/

Datalogação: avaliação de ferramentas de inteligência artificial para automatizar a catalogação de livros / Infonomy

Datalogação: avaliação de ferramentas de inteligência artificial para automatizar a catalogação de livros / Infonomy

Esta pesquisa analisa o impacto no tempo, custos, qualidade e quantidade de livros catalogados usando aplicativos de inteligência artificial como ChatGPT 3.5, ChatGPT 4.0, Gemini e Copilot em comparação com a catalogação realizada por um catalogador especialista. Os livros selecionados foram três best-sellers e duas obras de primeira linha selecionadas pela equipe do Sistema de Bibliotecas da Universidade Distrital Francisco José de Caldas. Os resultados nos permitiram inferir que o processo médio de catalogação usando aplicativos que usam o Large Language Model é 183 vezes mais rápido, o custo salarial de um catalogador é 64 vezes mais caro do que a IA, e a IA pode catalogar 187 vezes mais livros do que um catalogador.

#Catalogação #IA #ChatGPT #Gemini #CoPilot

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/104

O número médio de palavras por frase nos best-sellers cai para menos da metade (1931–2025) / Universo Abierto

O número médio de palavras por frase nos best-sellers cai para menos da metade (1931–2025) / Universo Abierto

A imagem é de um gráfico publicado pela revista The Economist sob o título “Get to the Point” (Vá direto ao ponto), que analisa a evolução do comprimento médio das frases em livros populares ao longo de quase um século. O eixo horizontal representa os anos, de 1931 até o presente, e o eixo vertical mostra o número médio de palavras por frase em obras que apareceram na lista de best-sellers do New York Times. Os pontos laranja dispersos correspondem a obras individuais, enquanto a linha vermelha representa a tendência geral ao longo desse período.

A primeira coisa que se destaca é uma clara tendência de queda: nas décadas de 1930 e 1940, as frases em livros best-sellers continham, em média, de 20 a 25 palavras, e mesmo casos como Frenchman’s Creek, de Daphne du Maurier, ultrapassaram 30 palavras por frase. No entanto, à medida que as décadas avançam, observa-se uma redução progressiva na complexidade sintática. A partir da década de 1990 e especialmente no século XXI, a média caiu significativamente para uma faixa mais próxima de 12 ou 15 palavras por frase, com exemplos recentes como It Ends With Us, de Colleen Hoover, em que a média é de apenas 10 palavras.

#LeituraEscritaECultura #Literatura

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2025/09/11/el-promedio-de-palabras-por-oracion-en-los-bestsellers-cae-a-menos-de-la-mitad-1931-2025/

O poder da contação de histórias em hospitais / InfoHome

O poder da contação de histórias em hospitais / InfoHome

Você já reparou que tem palavras que combinam? Café combina com pão de queijo, formiga com açúcar e criança com brincadeira. Além de brincadeira, criança combina com escola, parque, risada, cores e curiosidade. A palavra infância casa bem com tudo que esbanja alegria e energia! Mas nem só de palavras que combinam decorre a vida. Às vezes esbarramos com palavras que desafiam a harmonia de uma frase e até a harmonia de uma vida. É o caso das palavras criança e hospital, criança e internação, criança e doença.

Por si só, a internação já impõe uma série de restrições. Quando falamos da internação de uma criança, a situação é ainda mais delicada, afinal os pequenos ainda estão aprendendo a ler o mundo. Por que estão ali? O que é estar doente? São alguns questionamentos que podem surgir. Diante desse cenário, nascem iniciativas para tornar a estadia no hospital menos dura para elas. Uma dessas práticas é a contação de histórias em hospitais, que amenizam as tristezas e as dores e tornam momentos difíceis um pouquinho mais leves.

#Biblioterapia #ContaçãoDeHistórias

via Infohome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=818

O que é extrativismo de dados e o que a cultura brasileira tem a ver com isso / Folha de S. Paulo

O que é extrativismo de dados e o que a cultura brasileira tem a ver com isso / Folha de S. Paulo

A diversidade e a abundância da produção cultural brasileira fazem do país um pote de ouro para as ferramentas de treinamento da IA generativa. Reportagem da Folha mostrou que pelo menos três empresas de americanas usaram livros de autores brasileiros para treinar seus sistemas sem pedir autorização ou pagar por isso, apelando a cópias piratas que circulam na internet. Pesquisadores da área chamam isso de extrativismo de dados.

Por outro lado, o Brasil está longe de ser líder na produção tecnológica de IA. Apesar de sermos líderes na América Latina, a comparação com Estados Unidos, Europa e China é desproporcional.

“Se a gente não tem uma indústria de IA nacional robusta e também tem exploração das obras brasileiras sem remuneração, estamos numa situação de perde-perde”, diz Mariana Valente, diretora do InternetLab, que pondera que ter acesso à tecnologia é, sim, uma vantagem, mas uma vantagem muito limitada da perspectiva de autonomia econômica e tecnológica.

#ExtrativismoDeDados

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/09/o-que-e-extrativismo-de-dados-e-o-que-a-cultura-brasileira-tem-a-ver-com-isso.shtml

Co-criador do RSS lança novo protocolo para licenciamento de dados de IA / Tech Crunch

Co-criador do RSS lança novo protocolo para licenciamento de dados de IA / Tech Crunch

Do ponto de vista jurídico, a equipe da RSL criou uma organização de licenciamento coletivo, a RSL Collective , que pode negociar termos e arrecadar royalties, semelhante à ASCAP para músicos ou à MPLC para filmes. Assim como na música e no cinema, o objetivo é oferecer aos licenciadores um ponto de contato único para o pagamento de royalties e aos detentores de direitos uma maneira de definir termos com dezenas de potenciais licenciadores simultaneamente.

Vários editores da web já aderiram ao coletivo, incluindo Yahoo, Reddit, Medium, O’Reilly Media, Ziff Davis (proprietária do Mashable e Cnet), Internet Brands (proprietária do WebMD), People Inc. e The Daily Beast. Outros, como Fastly, Quora e Adweek, estão apoiando o padrão sem aderir ao coletivo.

#RSL #IA

via Tech Crunch

Disponível em: https://techcrunch.com/2025/09/10/rss-co-creator-launches-new-protocol-for-ai-data-licensing/

Apple, Google e Meta tentam aperfeiçoar um gadget de ficção científica: o tradutor universal / CNBC

Apple, Google e Meta tentam aperfeiçoar um gadget de ficção científica: o tradutor universal / CNBC

– Apple, Google e Meta estão capitalizando os avanços em IA para trazer novos recursos de tradução para seus dispositivos de hardware mais recentes.
– Para a Apple, a Tradução ao Vivo é um ponto-chave de venda para os AirPods Pro 3, que a empresa revelou na terça-feira. Os novos fones de ouvido por US$ 250 estarão à venda na próxima semana.
– A tradução está emergindo como um campo de batalha fundamental na indústria de tecnologia, à medida que a inteligência artificial se torna eficiente o suficiente para traduzir idiomas tão rapidamente quanto as pessoas falam.

#Traduação

via CNBC

Disponível em: https://www.cnbc.com/2025/09/12/apple-google-meta-universal-translator.html

Bibliotecários são solicitados a encontrar livros alucinados por IA / 404

Bibliotecários são solicitados a encontrar livros alucinados por IA / 404

O bibliotecário de referência Eddie Kristan disse que, desde o lançamento do GPT-3.5 no final de 2022, os usuários da biblioteca onde trabalha têm pedido que ele encontre livros que não existem, sem perceber que foram alucinados por IA. Mas o problema se agravou durante o verão, após receber solicitações de usuários pelos mesmos títulos falsos de autores reais — as consequências de uma lista de leitura de verão gerada por IA, circulada em edições especiais do Chicago Sun-Times e do The Philadelphia Inquirer no início deste ano. Na época, o freelancer disse à 404 Media que usou IA para produzir a lista sem verificar os fatos antes da distribuição.

#IA #PráticasInformacionais #Bibliotecas

via 404

Disponível em: https://www.404media.co/librarians-are-being-asked-to-find-ai-hallucinated-books/

Todos aqueles livros que acumulamos e nunca leremos: “Acabei entendendo que é menos um fardo do que uma forma de riqueza.” / Le Monde

Todos aqueles livros que acumulamos e nunca leremos: “Acabei entendendo que é menos um fardo do que uma forma de riqueza.” / Le Monde

É insensato pensar que seja preciso ler todos os livros que compramos, assim como criticar aqueles que compram mais livros do que conseguirão ler, como disse Umberto Eco. Na vida, há coisas das quais é preciso sempre ter uma reserva abundante, mesmo que, no fim, só se use uma parte delas. Ao longo das décadas, eu próprio acumulei alguns milhares de livros; eles têm tanto valor para mim que chego a me sacrificar para enviá-los além-mar sempre que preciso me mudar – mesmo aqueles que não li, mas cuja presença me conforta todas as vezes em que meu olhar recai sobre o dorso familiar. Acabei entendendo que isso é menos um fardo do que uma forma de riqueza, no sentido literal do termo.

#Tsundoku

via Le Monde

Disponível em: https://www.lemonde.fr/series-d-ete/article/2025/08/22/tous-ces-livres-qu-on-accumule-et-qu-on-ne-lira-jamais-j-ai-fini-par-comprendre-que-c-est-moins-un-fardeau-qu-une-forme-de-richesse_6633307_3451060.html

Ver também: https://www.ufrgs.br/bibliotecacentral/todos-esses-livros-que-acumulamos-e-que-jamais-leremos/

A desinformação na sociedade moçambicana: caminhos para a mudança de paradigma / RECIN

A desinformação na sociedade moçambicana: caminhos para a mudança de paradigma / RECIN

Os resultados da pesquisa indicam que o analfabetismo, a pobreza, os mitos e boatos criam um ambiente favorável para a disseminação de informações falsas que promovem o medo, violência e até luto dentro das comunidades. Por conseguinte, a revisão da literatura mostrou que a educação de qualidade das pessoas, a vigilância constante, a filtragem e o cruzamento da informação que se recebe podem contribuir para a prevenção da desinformação e minimizar os seus impactos negativos.

#Desinformação #Moçambique #Educação

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/414

Lançamento oficial: Carta Brasileira do Patrimônio Cultural e Mudanças Climáticas / ICOM

Lançamento oficial: Carta Brasileira do Patrimônio Cultural e Mudanças Climáticas / ICOM

Com cerca de 200 assinaturas de instituições, coletivos e grupos culturais — reunidas recentemente por meio de chamada pública —, a Carta é resultado de um processo colaborativo iniciado nas oficinas do ciclo “Diálogos sobre Patrimônio Cultural e Ações Climáticas”. O documento apresenta um conjunto de ações estratégicas voltadas à salvaguarda do patrimônio cultural diante das mudanças climáticas, com enfoque nos seis biomas brasileiros. Propõe-se como instrumento de formulação de políticas públicas e referência para profissionais e instituições do setor.

#PatrimônioCultural #MudançasClimáticas

via ICOM

Disponível em: https://www.icom.org.br/lancamento-oficial-carta-brasileira-do-patrimonio-cultural-e-mudancas-climaticas/

SBPC repudia ataques às universidades públicas e à democracia / Jornal da Ciência

SBPC repudia ataques às universidades públicas e à democracia / Jornal da Ciência

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entidade que reúne a ciência brasileira há 8 décadas e que lutou pela democratização e redemocratização de nosso país, vem a público manifestar o seu repúdio em relação aos atos recentemente ocorridos em espaços de importantes universidades públicas, como a UFPR, USP e UNIFESP. São instituições que, ao lado de outras universidades e institutos de pesquisa, vêm desenvolvendo ensino e pesquisas de excelência, que atuam para a formação e o desenvolvimento científico e econômico, além de serem agentes da transformação social.

Repudiamos o ataque sofrido pela Profa. Dra. Melina Facchin na UFPR, pelos estudantes e trabalhadores na FFLCH/USP e na UNIFESP. Verificamos que foram várias ações violentas e provocadoras que grupos de ultradireita, ligados a vereadores e deputados estaduais que vêm produzindo não só ameaças como agressões físicas. Como se não bastasse, houve também situações junto à UNIFESSPA, UFRGS e UFMT. Chama-nos a atenção que todos esses atos tenham ocorrido nos dias subsequentes ao julgamento e condenação dos réus que praticaram crimes contra a Constituição Federal pela tentativa de golpe contra a Democracia de nosso país.

#UniversidadesPúblicas #SBPC

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-repudia-ataques-as-universidades-publicas-e-a-democracia/