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Mais da metade dos professores da rede pública deve se aposentar até 2034 / Folha de S. Paulo

Mais da metade dos professores da rede pública deve se aposentar até 2034 / Folha de S. Paulo

Mais da metade dos professores efetivos (57,5%) das redes estaduais de ensino do país poderá se aposentar até 2034. A projeção feita pelo Movimento Profissão Docente alerta os governos sobre a urgência de planejamento para evitar um apagão desses profissionais nas escolas brasileiras.

O estudo, obtido com exclusividade pela Folha, mostra que o quadro de professores efetivos no país está envelhecendo rapidamente, em parte porque os estados têm reduzido esse tipo de contratação e priorizado os contratos temporários. Só em 2023, por exemplo, 17,8% dos docentes já haviam adquirido o direito à aposentadoria.

via Folha de S. Paulo

#Professores #EducaçãoBásica

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/12/mais-da-metade-dos-professores-da-rede-publica-deve-se-aposentar-ate-2034.shtml

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A polarização política também tem agravado esse cenário. Em um ambiente onde discursos agressivos são normalizados e adversários passam a ser tratados como inimigos, cresce a tolerância social à misoginia e à violência. Mulheres que ocupam espaços públicos tornam-se alvos preferenciais de ataques digitais e ameaças reais, muitas vezes organizadas. A polarização alimenta desinformação, descredibiliza denúncias, enfraquece políticas de igualdade de gênero e cria um clima em que parte da população se sente autorizada a agredir, humilhar ou silenciar mulheres. Quando o debate público se radicaliza, a violência de gênero se expande e ganha novas formas.

Mas apesar desse cenário duro, há algo fundamental: a violência não é inevitável. E países como Espanha, Canadá e Austrália comprovaram isso. Eles reduziram de forma significativa os índices de violência contra mulheres quando decidiram colocar a ciência no centro da política pública. Integraram dados em sistemas nacionais, criaram mecanismos de prevenção baseados em evidências, fortaleceram abrigos e redes de acolhimento, responsabilizaram rapidamente agressores, aprimoraram tecnologias de proteção e investiram em programas educativos sobre masculinidades, direcionados a homens e meninos.

via Jornal da Ciência

#ViolênciaContraAMulher #ViolênciaDeGênero

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-a-urgencia-de-integrar-ciencia-politica-e-sociedade-contra-a-violencia-de-genero/

Bots de IA ameaçam Repositórios Abertos: COAR cria força-tarefa / ABCD

Bots de IA ameaçam Repositórios Abertos: COAR cria força-tarefa / ABCD

Esses bots podem roubar propriedade intelectual, comprometer aplicativos web e identificar vulnerabilidades que resultem em incidentes de segurança ou violações de dados.

Para mitigar esse impacto, diversas medidas estão sendo utilizadas para minimizar ou impedir o acesso de bots de IA aos repositórios. Algumas dessas medidas são consideradas relativamente eficazes na proteção dos repositórios contra interrupções de serviço, mas também é evidente que elas dificultam o acesso aos repositórios por outros agentes mais bem-vindos, como usuários humanos individuais e sistemas benignos [1].

Para impedir bots de IA maliciosos e controlar a varredura e a raspagem de conteúdo, as organizações precisam de uma estratégia de segurança em várias camadas. Essa estratégia combina controles estáticos com recursos mais preditivos, dinâmicos e governança granular.

via ABCD

#Repositórios #Bots

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/repositorios-institucionais-e-os-bots-de-ia-coar-cria-forca-tarefa/

Estruturas metodológicas PICO e PRISMA 2020 na preparação de artigos de revisão sistemática: O que todo pesquisador deve saber e dominar / Ciência Latina

Estruturas metodológicas PICO e PRISMA 2020 na preparação de artigos de revisão sistemática: O que todo pesquisador deve saber e dominar / Ciência Latina

Nesse contexto, o objetivo geral desta pesquisa foi aprofundar as estruturas metodológicas PICO (População, Intervenção, Comparação, Desfecho) e PRISMA (Elementos principais para o desenvolvimento de revisões sistemáticas e meta-análises) para o desenvolvimento de uma questão de pesquisa adequada e para a busca de artigos científicos para a revisão sistemática, servindo como guia por meio da apresentação da teoria e exemplos de sua aplicabilidade. A metodologia consistiu em uma revisão da literatura científica utilizando a metodologia PRISMA na base de dados Scopus, complementada com o SciELO, obtendo-se um total de 15 artigos para análise. Os resultados permitiram aprofundar e fornecer exemplos da aplicação das metodologias PICO, relacionadas ao desenvolvimento da questão de pesquisa, e PRISMA, relacionadas à busca sistemática de artigos científicos.

#PICO #PRISMA #RevisãoSistemática

Disponível em: https://doi.org/10.37811/cl_rcm.v9i1.16491

Criando jogos de RPG de mesa na biblioteca / American Libraries Magazine

Criando jogos de RPG de mesa na biblioteca / American Libraries Magazine

Embora as game jams — eventos de criação acelerada de jogos — tenham surgido como uma forma de desenvolver videogames, elas também são úteis para a criação de jogos de RPG de mesa (TTRPGs). Os TTRPGs mais conhecidos, como Dungeons & Dragons, Pathfinder e Call of Cthulhu, incluem livros de regras que podem ter centenas de páginas e preços elevados, mas existe uma série de jogos menores, desenvolvidos de forma independente, com sistemas simples e compartilháveis.

Por que criar jogos em vez de apenas jogá-los? As game jams abrem o processo de desenvolvimento de jogos e o tornam mais acessível, disse Costello, acrescentando que “o próprio ato de criação é um processo maravilhoso para os participantes”. Organizar game jams é barato (ou até gratuito) e pode promover alfabetização, construção de comunidade e parcerias.

#Jogos #Bibliotecas

via American Libraries Magazine

Disponível em: https://americanlibrariesmagazine.org/2025/11/03/jam-forever/

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Se a confiança nos cientistas permanece alta, por que persiste a sensação de distanciamento entre ciência e sociedade? Horton identifica um ponto sensível revelado no estudo do Pew Research Center: apenas 45% dos americanos consideram os cientistas bons comunicadores — uma queda significativa em relação a 2019.

É neste ponto que o editorial assinado por Horton muda de tom e passa a discutir a urgência de repensar como a ciência se comunica. Inspirado pelo livro “In a Flight of Starlings” (Penguin Press, 2023), escrito pelo físico italiano e Nobel Giorgio Parisi, Horton argumenta que comunicar resultados não é o suficiente. Giorgio Parisi propõe algo mais ambicioso: mostrar o processo científico, com suas incertezas, impasses e surpresas.

#Ciência #DivulgaçãoCientífica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/comunicacao-e-crise-de-confianca-na-ciencia/

Pôster não é bula de remédio / Sobrevivendo na Ciência

Pôster não é bula de remédio / Sobrevivendo na Ciência

Fonte pequena vira borrão a mais de um metro de distância. Contraste e clareza são regras básicas de design. Uma boa escolha de fontes e cores faz toda a diferença na comunicação visual. Teste o seu pôster a dois metros de distância: se não der para ler, ajuste. Não force os olhos de quem você quer atrair.

#Poster

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em:https://marcoarmello.wordpress.com/2025/12/04/pilulas29/

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Os efeitos para o jornalismo já tem sido profundos, com quedas de audiência em veículos que chegam à casa dos 60%, principalmente pelas mudanças do Google. O problema é que a maior parte dos veículos construiu modelos de negócio alicerçados exatamente na audiência proveniente de plataformas. Sem elas, a sustentabilidade financeira dessas empresas tende a ruir de forma acelerada.

Fang pontua que, em geral, as empresas têm seguido dois caminhos para combater esse cenário. O primeiro é realizar inovações incrementais, incorporando a própria IA generativa nos seus fluxos de trabalho e produtos em busca de redução de custos e ganho de eficiência. Ou seja, fazer mais com menos sem ter uma perda significativa de qualidade.

O segundo é a proteção de conteúdo, travando batalhas com as empresas de tecnologia para a proteção de direitos autorais. A estratégia é variável, indo desde acordos comerciais com essas empresas até bloqueio de acesso a sites e processos judiciais para compensação.

#Jornalismo #IA

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/inteligencia-artificial/jornalismo-nao-vai-sobreviver-a-era-da-ia-sem-um-novo-modelo-de-negocio/

Contracolonialismo na classificação / SNBU 2025

Contracolonialismo na classificação / SNBU 2025

É imprescindível que as classificações atribuídas a intelectuais negras(os) atuem ativamente no combate ao epistemicídio e ao racismo estrutural. Isso implica reconhecer essas produções como legítimas, relevantes e fundamentais para a construção do conhecimento. Esse reconhecimento não apenas amplia o acesso à diversidade de literaturas, como também educa a sociedade, fomentando uma perspectiva antirracista que valorize a justiça racial e informacional como princípios norteadores da atuação bibliotecária.A construção de catálogo pluridiverso perpassa sobre a necessidade de registrar a memória dos povos que foram sistematicamente silenciados pela colonialidade de saber que ignora os conhecimentos e os saberes de outros sob o pretexto da neutralidade e imparcialidade.

#Classificação #EscritoresNegros #AcervosNegros

Disponível em: https://portal.febab.org.br/snbu2025/article/view/3903

Neurodivergência em bibliotecas universitárias / ARIST

Neurodivergência em bibliotecas universitárias: uma revisão de descobertas, recomendações e lacunas remanescentes na prática e na pesquisa / Annual Review of Information Science and Technology (ARIST)

As pesquisas existentes sobre o tema têm se concentrado em funcionários e usuários neurodivergentes, bem como em suas respectivas necessidades e experiências com os serviços e espaços da biblioteca. Recomendações foram identificadas para melhor atender às necessidades das partes interessadas — tanto neurodivergentes quanto neurotípicas — por meio da melhoria da acessibilidade e da adaptação da instrução e dos serviços da biblioteca, por exemplo, personalizando os espaços da biblioteca, integrando o design universal para aprendizagem à instrução bibliotecária e oferecendo apoio social para estudantes neurodivergentes. Lacunas ainda persistem em relação a outras condições além do autismo e sobre como fatores demográficos interseccionais afetam a acessibilidade da biblioteca para usuários neurodivergentes.

#BibliotecasUniversitárias #Neurodivergentes #Neurodiversidade

Disponível em: https://asistdl.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/asi.70030

Desinformação e Desafios na Busca por Informações em Situações de Emergência / Brajis

Desinformação e Desafios na Busca por Informações em Situações de Emergência / Brajis

A desinformação impacta diferentes fases do processo informacional, dificultando a identificação, avaliação e seleção de fontes confiáveis, aumentando a incerteza, a sobrecarga cognitiva e a desconfiança em canais institucionais, além de comprometer a tomada de decisão. Observa-se que, diante da circulação de conteúdos enganosos, as vítimas percorrem caminhos próprios de busca, recorrendo a redes interpessoais e a estratégias de verificação baseadas em experiências prévias ou na credibilidade percebida de determinados emissores. Esse cenário evidencia a fragilidade dos fluxos informacionais em contextos críticos e reforça a necessidade de estratégias de comunicação mais integradas, transparentes e adaptadas às dinâmicas reais de busca e uso da informação em momentos de crise.

#Desinformação #PráticasInformacionais

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/18098

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Esta análise examina o papel das plataformas de mídia social de interesse geral (especificamente X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky e LinkedIn) como espaços para a disseminação da ciência. Parte-se do paradoxo de que o acesso a explicações científicas nunca foi tão fácil, mas o contexto em que esse conteúdo circula nunca foi tão frágil. A análise identifica públicos que depositam mais confiança na ciência com base na afinidade do que na lógica puramente informativa, e algoritmos que atuam como editores silenciosos, priorizando a emoção em detrimento da verificabilidade. Esta análise propõe que a avaliação da comunicação científica nas mídias sociais incorpore critérios qualitativos que levem ao debate público.

#MídiasDigitais #ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/119