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Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

As falas ouvidas iluminam o fato de que a desinformação é algo vivido no dia a dia, mais do que um conceito teórico, assim, o enfrentamento da desinformação e a efetivação da Lei precisam considerar essas dimensões sensíveis. Reforça a urgência de políticas públicas que não fiquem apenas no papel, mas que dialoguem com as vivências reais das comunidades indígenas. Protagonismo, autonomia e garantia de direitos são as premissas que sustentam a análise e reforçam a necessidade de pensar políticas públicas como processos construídos junto com os povos indígenas. Mostra, ainda, que é preciso mudar a forma como se entende os conceitos de informação e desinformação quando se trata dos povos indígenas.

#PovosIndígenas #Desinformação

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/297998

Glossário Visual de Conservação: Um Guia de Danos Comuns em Papéis e Livros / Livros Abertos USP

Glossário Visual de Conservação: Um Guia de Danos Comuns em Papéis e Livros / Livros Abertos USP

A segunda edição do Glossário Visual de Conservação: Um Guia de Danos Comuns em Livros e Obras em Papel apresenta uma versão revista do trabalho de pesquisa de Camila Zanon Paglione, desenvolvido durante seu período de atuação no Laboratório de Conservação e Restauro da BBM. O livro reúne, de forma sintética e ilustrada, os principais tipos de danos observados em livros e documentos, compondo um glossário que apoia o trabalho cotidiano de conservadores e restauradores. Esta nova edição aprimora o conteúdo originalmente publicado, oferecendo maior precisão e clareza nas definições e imagens apresentadas.

#ConservaçãoERestauro #LivrosCI #Glossário

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1727

Divulga-CI – Edição 32

Divulga-CI – Edição 32

Editorial: Chico Alencar – Educação, exclusão e possibilidades de transformação
Entrevistas: Joilson dos Santos Barros, Miriã Santana Veiga e Raíssa Michalsky Martins
Perspectivas: Edgardo Civallero, Helder Guastti, Lucas George Wendt e Mateus Rebouças Nascimento
Outras divulgações: Ana Lúcia Merege – A História do livro : marcos e transformações;
Ilaydiany Oliveira da Silva – Panorama introdutório dos estudos métricos da informação: conceitos, práticas e reflexões
Na foto: Biblioteca da Universidade Federal de Rondonópolis.
Fotografia: Mateus Rebouças Nascimento

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-10-out-2025/capa-32/

Metadados ajudam na defesa dos direitos autorais e da transparência na era da IA Generativa / Observatório de Imprensa

Metadados ajudam na defesa dos direitos autorais e da transparência na era da IA Generativa / Observatório de Imprensa

Se você deseja defender seus direitos autorais e proteger seu conteúdo de notícias contra a extração por Inteligência Artificial (IA) e outros, ter metadados seguros anexados ao seu conteúdo é cada vez mais a única opção, pois eles são legíveis por máquinas, podem viajar com o conteúdo para onde quer que ele vá e são exigidos por algumas regulamentações.

“Alguns artistas, criadores de conteúdo, marcas de mídia e entretenimento, empresas e agências governamentais desejam usar o C2PA para marcar, rastrear e proteger seu conteúdo, para refletir direitos de propriedade intelectual, para indicar consentimento ou restrições relacionadas a dados de treinamento de IA, ou para ajudar a distinguir seus conteúdos como confiáveis. Esses tipos de usuários do C2PA podem querer incorporar suas identidades aos metadados de procedência do C2PA”, afirmou um relatório do Privacy Forum.

#DireitosAutorais #Metadados

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/inteligencia-artificial/metadados-ajudam-na-defesa-dos-direitos-autorais-e-da-transparencia-na-era-da-ia-generativa/

IA, Vibe Coding e uma crônica de um desastre anunciado / Meio Bit

IA, Vibe Coding e uma crônica de um desastre anunciado / Meio Bit

Vibe Coding é um termo bem recente, cunhado em 2025 por Andrej Karpathy, que basicamente significa programar usando LLMs e assistentes de IA, algo que está se tornando cada dia mais comum, e mais eficiente. Estima-se que em 2025 41% de todas as novas linhas de código criadas tenham surgido via IA. Satya Nadella, nosso indiano favorito, revelou que 30% do código produzido na Microsoft vem de IA.

A Vibe Coding é uma calculadora elevada a enésima potência. Não, ela é um sabre de luz. Pode ser uma arma elegante, para tempos mais civilizados, ou mais provavelmente você vai arrancar seus dedos nos primeiros dez minutos. Um programador medíocre ou iniciante vai criar produtos horrendos e inseguros, sequer funcionais. Um programador mediano vai dizer que IA não adianta ou acelera nada, já um programador imaginativo e competente vai ver seu trabalho voa, sua produtividade indo para as nuvens.

A IA é tão inteligente quanto quem está especificando o que quer que ela faça. Ela é boa, mas não faz milagre

#IA #VibeCoding

via Meio Bit

Disponível em: https://meiobit.com/466981/ia-vibe-coding-e-uma-cronica-de-um-desastre-anunciado/

Invisibilidade: uma característica dos profissionais da informação e das instituições de informação / Revista Interamericana de Bibliotecología

Invisibilidade: uma característica dos profissionais da informação e das instituições de informação / Revista Interamericana de Bibliotecología

A invisibilidade do bibliotecário e dos equipamentos informacionais são reflexos do não reconhecimento, por parte do usuário, da importância do fazer do bibliotecário. (…)

Se considerando neutro, apolítico e imparcial, o bibliotecário aceita e acredita que suas ações são meramente um instrumento – ou até mesmo dispositivos – de passagem, e as informações são repassadas e transferidas sem nenhuma interferência, profissional ou não, do bibliotecário. Pensando dessa forma, o bibliotecário está ausente do processo de mediação da informação, não se entende como o “terceiro elemento” desse processo. Assim, sua invisibilidade, embora subjetiva, é concreta, tanto para o campo informacional que a (re)produz, quanto para a sociedade que retroalimenta tal invisibilidade.

#Bibliotecários #Invisibilidade #AtuaçãoProfissional

Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/RIB/article/view/360064

Por que a transparência da IA ​​não é suficiente / Leiden Madtrics

Por que a transparência da IA ​​não é suficiente / Leiden Madtrics

Chamar a genAI de “ferramenta” tornou-se a maneira padrão de se referir ao que é, de fato, uma tecnologia política. As ferramentas são vistas como neutras e irresponsáveis. Essa noção se baseia em várias suposições falsas: ferramentas são indispensáveis; ferramentas não têm falhas humanas; tecnologia é igual a progresso e melhoria. De fato, uma calculadora gera cálculos sem falhas, mas a genAI não é ” uma calculadora para palavras “, como Sam Altman, da OpenAI, gracejou. Não há consenso sobre o que ela realmente é, mas certamente é mais do que um pouco de software. Dan McQuillan sugeriu chamar a IA de “aparelho”, uma vez que consiste em várias camadas de tecnologia, instituições e ideologia (McQuillan, Resisting AI , 3). Kate Crawford nos incentiva a ver a IA como “incorporada e material, feita de recursos naturais, combustível, trabalho humano, infraestruturas, logística, histórias, classificações” ( Atlas of AI , 8).

#IA #MediaçãoAlgorítmica #Neutralidade #Transparência #EscritaAcadêmica #Ética

Disponível em: https://www.leidenmadtrics.nl/articles/why-ai-transparency-is-not-enough

Do acesso à informação até às métricas de avaliação da ciência / Julia

Do acesso à informação até às métricas de avaliação da ciência / Julia

Este texto apresenta uma descrição e reflexão elaborada no âmbito da unidade curricular Pesquisa e Utilização de Recursos de Informação, do Mestrado em Ciências da Documentação e Informação, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Aborda a Web of Science e a Scopus, através de um estudo comparativo, dinâmico e empírico com foco na utilização da Web of Science e da Scopus em artigos académicos publicados entre 2004 e 2018 (Zhu & Liu, 2020). Assim, o estudo demonstra que a Scopus está a desafiar o papel dominante da Web of Science, embora os principais produtores de artigos relacionados sejam de países com economias desenvolvidas, os resultados apontaram para padrões diferentes na utilização destas duas bases de dados.

#WebOfScience #Scopus

Disponível em: https://julialopwz.substack.com/p/024-do-acesso-a-informacao-ate-as

Mês do(a) Professor(a): o que a ciência revela sobre quem ensina o Brasil / Revista Educação

Mês do(a) Professor(a): o que a ciência revela sobre quem ensina o Brasil / Revista Educação

A pesquisa revelou que o desenvolvimento profissional docente parece não ser linear. Ele acontece em ritmos e dimensões diferentes ao longo da carreira, influenciado não só pelo tempo de docência, mas também pela idade e até por desafios de cada gênero. Nos primeiros 10 anos de experiência, a comunicação e a apresentação melhoram e tanto a experiência quanto a idade ajudam a gerir melhor a sala de aula e a buscar de forma intencional engajar os estudantes. Por outro lado, a resiliência ao estresse parece demonstrar uma tendência de queda após 15 anos de carreira e professores mais velhos (não necessariamente os mais experientes) costumam ter visões menos otimistas sobre o potencial de crescimento dos estudantes (mindset de crescimento); já as professoras, em média, relataram mais empatia e habilidades relacionais.

#Professores

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/mes-do-professor/

O professor e a palavra: ler para se emancipar / Emilia

O professor e a palavra: ler para se emancipar / Emilia

Ser professor leitor é, antes de tudo, assumir uma responsabilidade ética. É testemunhar, diante das crianças e dos estudantes, que a leitura é uma maneira de de ampliar horizontes, reconhecer outras possibilidades de mundos e criar relações de empatia. Alberto Manguel, em sua confissão de leitor, lembra que escrever pode ser uma atividade secundária, mas ler é vital. Essa urgência não é um luxo intelectual; é o reconhecimento de que sem livros não respiramos. Ler é, portanto, um gesto de sobrevivência. E se o professor não experimenta essa necessidade visceral, como pode convocar os estudantes para ela?

#Professores #Leitura

via Emilia

Disponível em: https://emilia.org.br/o-professor-e-a-palavra-ler-para-se-emancipar/

Liberdade acadêmica no mundo e na França: uma necessidade básica / The Conversation

Liberdade acadêmica no mundo e na França: uma necessidade básica / The Conversation

Defender a liberdade acadêmica não é um reflexo corporativo: pelo contrário, trata-se de proteger um bem comum precioso e a própria condição de uma democracia vibrante. Esse direito pertence a poucos, certamente, mas beneficia a todos, como a liberdade de imprensa, garantida pela lei de 1881. Ao contrário da crença popular, os acadêmicos costumam ser os últimos a defender seus direitos profissionais, enquanto os jornalistas, com razão, protegem ativamente os seus.

via The Conversation

#LiberdadeAcadêmica

Disponível em: https://theconversation.com/la-liberte-academique-dans-le-monde-et-en-france-un-bien-de-premiere-necessite-267450