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Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP

Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP

O presente livro é resultado de um processo iniciado nas discussões da disciplina Feminismos e Teoria Crítica, ofertada no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo. Decorrência de uma construção coletiva da turma, este trabalho surgiu em resposta a uma dupla necessidade, sintetizada como os dois objetivos da obra: por um lado, a ideia de propor um registro das discussões que possibilitasse a ampliação das interlocuções, com vistas a evitar que os debates ali iniciados restassem retidos no espaço da sala de aula; e por outro, para contribuir com a disseminação de discussões feministas, antirracistas e decoloniais contemporâneas.

#Dicionários #Feminismo #EducaçãoAntirracista #Decolonialidade

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1711

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

A proporção de doutores pretos subiu de 1,8% do total em 1996 para 6,2% em 2021, enquanto a dos pardos cresceu de 9,7% para 23,3% no período. O antropólogo Pedro Jaime, autor do livro “Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial”, ficou surpreso com o crescimento observado entre os pardos. Esperava um aumento maior no contingente de pretos. “É que temos observado, do ponto de vista antropológico, um deslocamento identitário ao longo do tempo no Brasil com um número maior de pessoas que se viam como pardas passando a se autodeclarar pretas”, explica.

Entre os homens, os brancos com título de doutor recebiam uma remuneração média de R$ 17.657,98, R$ 1.842 mais do que os pretos e R$ 373 mais do que os pardos. Entre as mulheres, o patamar salarial era significativamente inferior: as brancas com título de doutorado têm remuneração média de R$ 14.756,64, quase o mesmo valor recebido pelas pardas e R$ 483 mais do que as pretas.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira #DesigualdadeRacial #DesigualdadeDeGênero

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/

Desenvolvendo competências informativas na biblioteca escolar – Entrevista com Erica Campos / Divulga-CI

Desenvolvendo competências informativas na biblioteca escolar – Entrevista com Erica Campos / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Erica Silva Campos, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Espírito Santo. Em sua dissertação, Erica analisou o enfrentamento da desinformação por meio do desenvolvimento das competências informativas na biblioteca escolar. Na entrevista, Erica compartilha sua trajetória acadêmica e profissional e reflexões sobre os desafios e potencialidades da biblioteca na formação cidadã.

#Entrevista #CoInfo #BibliotecasEscolares

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-9-set-2025/desenvolvendo-competencias-informativas-na-biblioteca-escolar-entrevista-com-erica-campos/

Kit de ferramentas de IA para bibliotecas / Association of Research Libraries

Kit de ferramentas de IA para bibliotecas / Association of Research Libraries

O Futurescape Libraries AI Toolkit busca preparar as bibliotecas para um futuro em que a inteligência artificial será cada vez mais decisiva. Seu valor não reside em prever o que acontecerá, mas em estimular a capacidade de antecipação, adaptação e inovação institucional. O objetivo é que as bibliotecas se tornem agentes ativos de mudança, em vez de meramente responder às transformações depois que elas já ocorreram.

#IA #Bibliotecas #Guias #Tendências

Disponível em: https://www.arl.org/wp-content/uploads/2025/09/Futurescape-Libraries-AI-Toolkit-accessible.pdf

Talibã proíbe livros escritos por mulheres em universidades afegãs / BBC

Talibã proíbe livros escritos por mulheres em universidades afegãs / BBC

O governo Talibã removeu livros escritos por mulheres do sistema de ensino universitário no Afeganistão como parte de uma nova proibição que também tornou ilegal o ensino de direitos humanos e assédio sexual. Cerca de 140 livros escritos por mulheres — incluindo títulos como “Segurança no Laboratório Químico” — estavam entre os 680 livros considerados “preocupantes” devido às “políticas anti-Sharia e anti-Talibã”.

As universidades foram informadas ainda que não tinham mais permissão para ensinar 18 disciplinas, com um oficial do Talibã dizendo que elas estavam “em conflito com os princípios da Sharia e a política do sistema”. O decreto é o mais recente de uma série de restrições que o Talibã impôs desde que retornou ao poder há quatro anos.

#Talibã #Censura #MulheresNaCiência

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/news/articles/c0kn7yyzrjgo

Diella, a primeira ministra artificial da Albânia: a armadilha da feminização da IA / The Conversation

Diella, a primeira ministra artificial da Albânia: a armadilha da feminização da IA / The Conversation

Atribuir características artificialmente humanas e femininas às máquinas explorando reações inconscientes e automáticas a traços neoténicos (características juvenis associadas a traços femininos como olhos redondos, feições arredondadas) que evocam a inconsciência da inocência e, por consequência, a honestidade e a sinceridade.

Essa manipulação simples pode facilitar a tomada de decisões algorítmicas potencialmente problemáticas. Uma IA feminizada nos faz acreditar que ela é mais humana, mais empática, mais “confiável”. Ou, não podemos esquecer que se trata de um programa de informação, sem emoções ou consciência – o que vem a ser discutido –, pois as decisões não podem ser tendenciosas ou mesmo instrumentalizadas.

#IA #Gênero

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/diella-premiere-ministre-artificielle-en-albanie-le-piege-de-la-feminisation-des-ia-265608

Arte, cultura e educação antirracista: aláfia a (re)encontros formativos ancestrais / Livros Abertos da USP

Arte, cultura e educação antirracista: aláfia a (re)encontros formativos ancestrais / Livros Abertos da USP

Ao tornarem obrigatório o ensino da história e da cultura africanas, do negro e dos povos originários na escola brasileira, essas leis estão justamente buscando a construção de novos caminhos de luta contra o racismo que passariam pela educação antirracista. Mas não ofereceram aos/às educadores/ as receitas prontas a serem aplicadas para atingir seus objetivos. Para tanto, reunimos nesta obra reflexões plurais, que se entrelaçam em torno de um eixo comum: a afirmação de uma Educação Antirracista ancorada na ancestralidade, na arte, na memória e na escuta contemplativa de sabenças tradicionalmente deslegitimadas.

#EducaçãoAntirracista #CulturaAfroBrasileira

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1705

Sentidos sobre o passado e disputas simbólicas no presente / TPBCI

Sentidos sobre o passado e disputas simbólicas no presente / TPBCI

Os resultados apresentam como o termo Regime Militar é disputado em torno das discussões sobre a Justiça de Transição e a necessidade de mediação terminológica do termo no protótipo do tesauro. As considerações finais confirmam que há uma disputa simbólica sobre o termo Regime Militar e a importância da garantia cultural para identificação de elementos de difícil compreensão sobre a Justiça de Transição.

#DitaduraMilitar #Memória #OrganizaçãoDoConhecimento

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/767

Sequestro de periódicos científicos: um alerta aos pesquisadores / Einstein (2016)

Sequestro de periódicos científicos: um alerta aos pesquisadores / Einstein (2016)

O sequestro de periódicos científicos é caracterizado por websitescriados por hackers em nome de periódicos acadêmicos reais, que copiam seus títulos, endereços, fatores de impacto e número de publicações internacionais, com o objetivo de roubar a produção científica e os pagamentos feitos aos periódicos para publicação.

#PeriódicosSequestrados

Disponível em: https://www.scielo.br/j/eins/a/jD4Qb4n9cbWrCpq5nwWFN7F/?lang=pt

Overlay Journals: esquecidos ou emergentes? / Proceedings of the Annual Conference of CAIS 

Overlay Journals: esquecidos ou emergentes? / Proceedings of the Annual Conference of CAIS 

Overlay Journals (Periódicos sobrepostos) não são um conceito novo, mas têm experimentado um ressurgimento recente devido ao aumento do número de servidores de pré-impressão e ao aumento do número de pré-impressões sobre tópicos relacionados à doença do coronavírus 2019 (COVID-19). Este estudo examina periódicos sobrepostos em vários estágios de maturidade em busca de características únicas, incluindo se os autores submeteram seus artigos ao periódico e se as revisões do artigo são publicadas pelo periódico sobreposto. Sejam considerados negligenciados ou emergentes, os periódicos sobrepostos estão se tornando uma contribuição importante para a comunicação acadêmica.

#Periódicos #OverlayJournals #Preprints

Disponível em: https://journals.library.ualberta.ca/ojs.cais-acsi.ca/index.php/cais-asci/article/view/1199

Como os bibliotecários escolares na Escócia estão abordando os problemas de desinformação e informação errada / Universo Abierto

Como os bibliotecários escolares na Escócia estão abordando os problemas de desinformação e informação errada / Universo Abierto

Embora os bibliotecários escolares na Escócia já realizem esforços significativos para combater a desinformação, sua capacidade de fazê-lo de forma eficaz é severamente limitada por lacunas estruturais e institucionais de reconhecimento. O relatório enfatiza que, para que desempenhem plenamente seu papel, é essencial fornecer-lhes apoio contínuo, recursos adequados, oportunidades de treinamento e uma estrutura estável para colaboração com o restante da comunidade educacional.

#BibliotecasEscolares #Desinformação

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2025/09/22/de-que-manera-los-bibliotecarios-escolares-en-escocia-abordan-los-problemas-de-la-desinformacion-y-la-informacion-erronea/