“É na convivência diária que cada um de nós contribui para a construção da nação” / Jornal da USP

“É na convivência diária que cada um de nós contribui para a construção da nação” / Jornal da USP

Com uma respeitada carreira marcada pela luta contra o racismo e pela promoção de uma educação inclusiva, a educadora Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva tomou posse como a primeira titular da Cátedra Encontro de Saberes, da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP).

“Ser titular de uma cátedra em uma instituição como a Universidade de São Paulo é uma oportunidade para estreitar o convívio com colegas de diferentes áreas e com diferentes propostas. Espero que esta Cátedra proporcione longas conversas, com algumas brigas, é claro, mas sobretudo que todos possamos contribuir, a partir de cada experiência, para a construção da nação”, afirmou a catedrática Petronilha Gonçalves e Silva.

#Representatividade #CulturaAfroBrasileira #Educação

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/institucional/e-na-convivencia-diaria-que-cada-um-de-nos-contribui-para-a-construcao-da-nacao/

Arte, cultura e educação antirracista: aláfia a (re)encontros formativos ancestrais / Livros Abertos da USP

Arte, cultura e educação antirracista: aláfia a (re)encontros formativos ancestrais / Livros Abertos da USP

Ao tornarem obrigatório o ensino da história e da cultura africanas, do negro e dos povos originários na escola brasileira, essas leis estão justamente buscando a construção de novos caminhos de luta contra o racismo que passariam pela educação antirracista. Mas não ofereceram aos/às educadores/ as receitas prontas a serem aplicadas para atingir seus objetivos. Para tanto, reunimos nesta obra reflexões plurais, que se entrelaçam em torno de um eixo comum: a afirmação de uma Educação Antirracista ancorada na ancestralidade, na arte, na memória e na escuta contemplativa de sabenças tradicionalmente deslegitimadas.

#EducaçãoAntirracista #CulturaAfroBrasileira

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1705

Identidades negras e representação em exposições : a experiência curatorial no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira / CLASCO

Identidades negras e representação em exposições : a experiência curatorial no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira / CLASCO

A dominação branca sobre as formas do fazer e pensar negros são observados nos espaços museológicos em diferentes etapas, que vão desde o acervo institucional até a relação que se estabelece com os públicos. Em outras palavras, definimos como muitos museus e os profissionais que nele atuam como tradicionais, elitistas e com pouca diversidade epistemológica em suas ações.

#Museus #Representatividade

Disponível em: https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/251830

Herança africana no Brasil: Enem destaca a pauta, ainda que pouco abordada por instituições de ensino / Jornal da USP

Herança africana no Brasil: Enem destaca a pauta, ainda que pouco abordada por instituições de ensino

Para Dennis de Oliveira, professor titular na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, a implementação das temáticas de valorização da história e cultura afro-brasileiras nas escolas ainda é pequena por conta do racismo institucional e estrutural. “Também enfrentamos movimentos direitistas na educação, como Escola sem Partido, alguns projetos que visam tecnicização do ensino, como a proposta do Novo Ensino Médio, e outros. A educação escolar é um espaço importante onde se formam gerações futuras e, se queremos combater o racismo, é fundamental pensarmos como formar gerações futuras comprometidas com esta agenda.”

via Jornal da USP

#CulturaAfroBrasileira #EducaçãoAntirracista #ENEM

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/heranca-africana-no-brasil-enem-destaca-a-pauta-ainda-que-pouco-abordada-por-instituicoes-de-ensino/

Mestra Joana Cavalcante e o Maracatu Baque Mulher

Mestra Joana Cavalcante e o Maracatu Baque Mulher : protagonismo e empoderamento feminino na reconstrução da cultura afro-brasileira

Os resultados mostram que as práticas de mestra Joana Cavalcante e do Maracatu Baque Mulher são práticas informacionais socializadoras de elementos memorialísticos da cultura afro-brasileira que contribuem para a construção e preservação da memória e das identidades afrodescendentes. Destaca o protagonismo e empoderamento de mestra Joana nas Nações de baque virado, a partir da tríade informação, cultura e memória, compreendendo-as como complementares na reconstrução das práticas memorialísticas e identitárias das expressões e manifestações culturais de matriz africana.

#PráticasInformacinais #CulturaAfroBrasileira #Empoderamento

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/53811

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