Home

O peso da desigualdade / Pesquisa Fapesp

O peso da desigualdade / Pesquisa Fapesp

Estudo publicado na revista PLOS Biology por um grupo internacional de pesquisadores mostrou como o gênero, o idioma e a origem econômica dos cientistas afetam, de forma combinada, sua capacidade de publicar trabalhos científicos. Ser mulher está associado a uma redução de até 45% no número de papers publicados em inglês na comparação com os homens. Já o efeito cumulativo de ser mulher, não falante nativa de inglês e de viver em um país de baixa renda leva a uma redução de até 70% na produção científica, em comparação aos homens falantes nativos de inglês de nações de alta renda.

“As mulheres recebem menos citações, ganham menos bolsas e têm menor probabilidade de se envolver em colaborações do que os homens. Elas também são mais propensas a interromper a carreira para cuidar de crianças”, escreveu o primeiro autor do estudo, o biólogo japonês Tatsuya Amano, pesquisador do Centro de Ciências de Biodiversidade e Conservação da Universidade de Queensland em Brisbane, Austrália, em texto publicado no site The Wire.

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-peso-da-desigualdade/

O que afasta os jovens do ensino superior?  / Jornal da Universidade

O que afasta os jovens do ensino superior?  / Jornal da Universidade

Talvez “desinteresse” não seja a palavra certa, mas é fato que a porcentagem de jovens que ocupam o ensino superior é consideravelmente baixa. Segundo o Censo da Educação Superior de 2023, apenas 21,6% dos jovens entre 18 e 24 anos estão nas universidades. O doutorando no Programa de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular João Vitor Borowski frequenta os espaços da UFRGS há sete anos, desde que iniciou a graduação, e percebe um esvaziamento das salas de aula: “Antes tinha 50 alunos numa sala, agora tem 30. Algumas aulas que são mais para frente no curso têm cinco alunos e antes tinham 15, 20”.

De maneira geral, o número de matrículas no ensino superior tem crescido. Em 2014 o número total era de 7,8 milhões e subiu para 10,2 milhões em 2024, de acordo com o Censo da Educação Superior. Apesar dessa crescente – provavelmente causada pelo grande crescimento do ensino superior a distância –, os números ainda representam menos da metade da população brasileira acima dos 18 anos. De acordo com o Censo Demográfico de 2022, apenas 16,75% da população com 18 anos ou mais tem o ensino superior completo, enquanto 35,8% da população tem ensino médio completo ou ensino superior incompleto.

#EnsinoSuperior

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/o-que-afasta-os-jovens-do-ensino-superior/

Ricardo Galvão deixará presidência do CNPq para substituir Boulos na Câmara / Folha de S. Paulo

Ricardo Galvão deixará presidência do CNPq para substituir Boulos na Câmara / Folha deS. Paulo

Galvão assumiu o comando do CNPq em janeiro de 2023. A fundação tem como papel fomentar a pesquisa científica no país. Um exemplo de suas ações é o Conhecimento Brasil, programa que vai atender 567 pessoas, parte delas sendo repatriadas.

Filiado à Rede, o físico foi diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) de 2016 a 2019, quando foi exonerado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), que criticou publicamente o trabalho do Inpe.

#CNPq

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2025/10/ricardo-galvao-deixa-presidencia-do-cnpq-para-substituir-boulos-na-camara.shtml

Acesso aberto em tempos de inteligência artificial / Soy Bibliotecario

Acesso aberto em tempos de inteligência artificial / Soy Bibliotecario

O acesso livre e aberto que oferece pode ser uma faca de dois gumes. Costumamos dizer que:
– Promove a ciência. Mas exige maior participação do usuário na exploração do conteúdo, pois, por estar acessível online, pode ter sido absorvido por outras informações geradas pela IA.
– Preservação digital. As mudanças que ocorrem nos sites, a perda de conteúdo, a expiração de domínios, o envelhecimento de formatos, a falta de manutenção, possíveis hacks e o próprio dinamismo da web realmente levam à perda de informações?

#AcessoAberto

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2025/10/acceso-abierto-en-tiempos-de.html

Usando a contribuição dos alunos para redesenhar a página da web “Perguntas frequentes” da biblioteca / The Reference Librarian

Usando a contribuição dos alunos para redesenhar a página da web “Perguntas frequentes” da biblioteca / The Reference Librarian

Os participantes foram apresentados a uma série de possíveis modelos de páginas Ask Us e perguntaram aonde eles iriam quando apresentados a cenários que cobriam tarefas comuns de pesquisa, questões de circulação, problemas de construção e recursos tecnológicos. Além disso, eles foram questionados sobre o que gostaram e não gostaram e o que acharam confuso. Os alunos preferiram uma página web simples, com cabeçalhos de seção claros, texto mínimo e informações de contato para pontos de serviço. Eles também queriam descrições breves de serviços com os quais não estavam familiarizados, como por que marcar uma consulta com um bibliotecário. Embora outros estudos tenham analisado a nomenclatura e os tipos de serviços disponíveis nas páginas Ask Us, este estudo é único em obter a opinião dos alunos sobre o design, o conteúdo e a linguagem usados ​​para descrever os serviços.

#ServiçosDeReferência

Disponível em: https://doi.org/10.1080/02763877.2025.2525800

IA em revisões sistemáticas: onde ela contribui e como pode ser bem utilizada? / BiblioGETAFE

IA em revisões sistemáticas: onde ela contribui e como pode ser bem utilizada? / BiblioGETAFE

Uma revisão de escopo (n=196 relatórios; 37 focados em LLMs) constatou que os LLMs já são utilizados em 10 das 13 etapas da RS (principalmente busca, seleção e extração). O GPT foi o LLM mais comum. Metade dos estudos classificou seu uso como promissor, um quarto como neutro e um quinto como pouco promissor. A busca foi, de longe, a etapa mais questionada; no RoB, a concordância com humanos foi apenas leve a aceitável (Lieberum JL et al., 2024).

#RevisãoSistemática #IA

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2025/10/22/ia-en-revisiones-sistematicas-donde-aporta-y-como-usarla-bien/

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

O avanço da inteligência artificial (IA) generativa ameaça inflacionar a “economia do prestígio” na ciência, desafiando a autenticidade e a qualidade do texto como medida de sucesso para pesquisadores. Para o biólogo Helder Nakaya, pesquisador sênior do Einstein Hospital Israelita, a IA – capaz de gerar palavras e frases que fazem sentido – impacta diretamente a profissão de cientista, especialmente na execução de tarefas repetitivas e baseadas em dados.

#Ciência #IA

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/ia-na-ciencia-curiosidade-dos-cientistas-nao-sera-automatizada/

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

A Escrita 2.0 inaugura a era em que pensar bem vale mais do que redigir bem.
Quanto mais automatizada a escrita, mais escassa se torna a originalidade.
O que separa o criador do repetidor é o tipo de prompt que cada um prepara.
A Escrita 2.0 exige menos dedos e mais discernimento.
Os textos do futuro não serão medidos pela forma, mas pela profundidade da inovação que provocam.
Originalidade é o novo capital simbólico da era pós-escrita.

#Escrita #IA

via Nepost

Disponível em: https://nepo.com.br/2025/10/14/escrever-ficou-facil-o-dificil-agora-e-ser-original/

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira / Divulga-CI

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira / Divulga-CI

“Dentre a produção científica analisada, destacamos duas ações realizadas pelo CFB, que foram inspiradas nas pesquisas analisadas no livro que são: a Campanha #SouBibliotecaEscolar (…) e a Resolução CFB Nº 220/2020, uma contribuição do Grupo de Pesquisa liderado pela professora Bernadete Campello da UFMG ao definir os parâmetros para organização e funcionamento das Bibliotecas Escolares.” recorda a pesquisadora Profa. Ms. Maria Lourdes Blatt Ohira.

#BibliotecasEscolares #Lei12244/2010

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-9-set-2025/biblioteca-na-escola-e-a-lei-no-12-244-2010-mapeamento-da-producao-cientifica-e-academica-por-maria-lourdes-blatt-ohira/

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Os diagnósticos arquivísticos realizados, revelaram a inexistência de políticas públicas de arquivos, descumprimento dos preceitos constitucionais e da legislação arquivística. Como resultado, apresenta-se um modelo de observatório de políticas públicas de arquivos, indicando seus elementos essenciais: conceituação, características, estruturas, formas de governança, processos, atores-chaves, produtos e serviços. Conclui-se que o observatório proposto é um agente de advocacy arquivística, em defesa do campo arquivístico que pode contribuir para influenciar o fomento à formação de agendas governamentais, a implementação, o monitoramento e avaliação de políticas públicas de arquivos nos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

#Arquivos #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40515

Fundo Histórico de Ciência e Tecnologia / UPC

Fundo Histórico de Ciência e Tecnologia / UPC

A biblioteca da Coleção Histórica de Ciência e Tecnologia da Escola Superior de Engenharia Industrial de Barcelona contém cerca de 11.000 livros e 5.000 volumes de periódicos especializados em ciência e tecnologia, publicados entre o século XVI e 1950.

#FontesDeInformação #História #Ciência

Disponível em: https://upcommons.upc.edu/collections/5cd35ab7-8ad4-4eee-b79d-ed0cada1a7ef/browse/dateissued

Métricas que governam: da sociologia digital à avaliação responsável / CI Express

Métricas que governam: da sociologia digital à avaliação responsável / CI Express

Do ponto de vista sociológico, dados altmétricos são artefatos sociotécnicos: dependem de infraestruturas privadas, coleta automatizada, algoritmos opacos e sistemas de plataformas que não são neutras (Couldry; Mejias, 2019). A consequência é conhecida por quem atua no Brasil: uma nova camada de colonialidade algorítmica sobre o já desigual mercado global de atenção científica (Silveira et al.; 2025, Alperin, 2015; Vessuri; Guédon; Cetto, 2014).

Mas isso não implica descartar a altmetria. Pelo contrário: quando situada em princípios de avaliação responsável, ela pode complementar indicadores tradicionais, qualificar debates públicos e visibilizar impactos sociais, educacionais e midiáticos da pesquisa, especialmente em agendas locais e de interesse público.

#MediaçãoAlgorítmica #SociologiaDigital #Altmetria

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/m%C3%A9tricas-que-governam-da-sociologia-digital-%C3%A0-avalia%C3%A7%C3%A3o-respons%C3%A1vel