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Citações “zumbis” e “fantasmas” em IA – são diferentes e qual a sua origem? / SciELO

Citações “zumbis” e “fantasmas” em IA – são diferentes e qual a sua origem? / SciELO

Para diferenciar uma citação fantasma de uma citação zumbi , a principal chave reside na existência real do documento citado e em seu status dentro do registro acadêmico, ou seja, verificando as fontes.

Definição de Citação Fantasma (Referência Inexistente): Trata-se de uma referência a uma obra que simplesmente não existe. Ela é gerada por “alucinações” de inteligência artificial, erros tipográficos humanos, cópias descuidadas de bibliografias ou a fusão acidental de dois artigos reais em um único artigo fictício. Como identificá-la: buscando o original; não é possível localizar, acessar ou verificar o documento fonte em nenhuma base de dados confiável.

Definição de citação zumbi (artigo retratado): É uma citação de uma obra que de fato existe (é real e pode ser localizada), mas que foi retratada pela revista original devido a fraude, erros graves ou falta de integridade.

No entanto, o artigo sobrevive à sua “morte” acadêmica porque outros autores continuam a citá-lo, muitas vezes sem saber que o trabalho foi retratado. Para identificá-lo, é necessário pesquisar o original. O documento estará fisicamente disponível (em formato PDF ou HTML), mas deverá conter um aviso de “Retratado” no site da editora.

#Citação #MásCondutasCientífica #CitaçãoFantasma #CitaçãoZumbi

Disponível em: https://blog.scielo.org/es/2026/04/01/citas-zombis-y-fantasmas-en-la-ia-son-diferentes-y-como-se-originan/

Como organizar uma biblioteca escolar do zero: um guia prático para 2026 / Soy Bibliotecario

Como organizar uma biblioteca escolar do zero: um guia prático para 2026 / Soy Bibliotecario

A biblioteca escolar é o coração pedagógico de uma escola. Não é apenas um repositório de livros: é um espaço para aprendizagem ativa, para o contato com a literatura e para o desenvolvimento de habilidades de busca e avaliação de informações. Uma biblioteca bem organizada tem impacto direto no desempenho acadêmico, fomenta o amor pela leitura e fornece aos professores um recurso valioso para suas aulas.

Etapa 1: Avaliação inicial do espaço e do acervo
Etapa 2: Descarte e preservação do acervo
Etapa 3: Organização e classificação do acervo
Etapa 4: Criação do catálogo
Etapa 5: Sinalização e organização do espaço
Etapa 6: Gestão de empréstimos
Etapa 7: Atividades para ativar a biblioteca

#BibliotecasEscolares #Guias

via Soy Bibliotecario

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2026/04/como-organizar-una-biblioteca-escolar.html

Descobrindo o descobridor Vufind / Otlet

Descobrindo o descobridor Vufind / Otlet

Um guia passo a passo para implementar esta ferramenta de código aberto que unifica catálogos, repositórios e bases de dados em uma única interface de usuário intuitiva.

As bibliotecas sempre se esforçam para oferecer o melhor serviço possível à sua comunidade, facilitando o acesso à informação e utilizando a tecnologia para aprimorá-la. Uma das ferramentas disponíveis no mercado é o Vufind, uma ferramenta de descoberta de código aberto que permite a integração de diversas plataformas, como catálogos de bibliotecas, repositórios, OJS e outros sistemas que podem adaptar a estrutura dos metadados básicos para serem coletados (indexados) pela ferramenta de descoberta.

Se você está se perguntando o que é necessário para implementar o Vufind em sua biblioteca, onde encontrar suporte técnico e algumas dicas essenciais de instalação, nós temos as respostas.

#Vufind #AutormaçãoDeBibliotecas #Metabuscadores

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/descubriendo-al-descubridor-vufind/

MEC Livros

MEC Livros

O MEC Livros – a biblioteca digital do Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital. A plataforma reúne obras em domínio público e obras contemporâneas licenciadas, organizadas em um acervo digital voltado a estudantes, professores, pesquisadores e leitores em geral.

Coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), com a participação de instituições parceiras do campo do livro, da leitura e da literatura, o MEC Livros organiza seu acervo a partir de critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística. A iniciativa amplia o acesso ao patrimônio literário nacional e internacional e apoia práticas pedagógicas na educação básica.

O acesso é público e livre e a leitura das obras ocorre em plataforma própria via login gov.br.

#MECLivros

Disponível em: https://meclivros.mec.gov.br/

Uso de IA na pesquisa científica pode prejudicar formação de novos pesquisadores / Science Arena

Uso de IA na pesquisa científica pode prejudicar formação de novos pesquisadores / Science Arena

O cotidiano de um pesquisador envolve tarefas diversas — da escrita de artigos à análise de dados. A IA pode ajudar nessas frentes, liberando tempo para atividades de maior complexidade intelectual. O problema, segundo especialistas, está em como esse auxílio é incorporado ao processo de aprendizagem.

A distância entre gerações de pesquisadores torna isso evidente: enquanto muitos doutores consolidados desenvolveram suas habilidades de escrita e análise de forma manual, estudantes de doutorado que ingressam agora já têm acesso irrestrito a plataformas de IA — e podem nunca precisar exercitar essas competências de forma independente.

#EscritaCientífica #PesquisaCientífica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/uso-de-ia-na-pesquisa-cientifica-pode-prejudicar-formacao-de-novos-pesquisadores/

Responsabilizar sem formar é só metade do trabalho / Limongi

Responsabilizar sem formar é só metade do trabalho / Limongi

O CNPq publicou em março de 2026 a Portaria nº 2.664 — a política de integridade científica mais abrangente já produzida por uma agência de fomento brasileira. Quarenta artigos. Oito capítulos. Um sistema que vai da advertência formal à suspensão do Currículo Lattes. Vale a leitura.

Mas o que me interessa aqui não é o que a portaria proíbe. É o que ela escolheu não fazer.

Em nenhum momento o texto menciona ferramentas de detecção de IA. Nenhuma referência a Turnitin, GPTZero ou qualquer mecanismo de rastreamento tecnológico. A IA generativa aparece no Art. 9 como um item dentro de uma política mais ampla de conduta — não como o problema central.

Essa escolha não é omissão. É posição. E é a posição correta.

#IntegridadeEmPesquisa #IntegridadeCientífica #IA #CNPq

via Limongi

Disponível em: https://substack.com/home/post/p-193131983

Indicadores bibliométricos de produção científica e de relação da literatura científica nacional no domínio da Cannabis sativa / PPGCI – UFBA

Indicadores bibliométricos de produção científica e de relação da literatura científica nacional no domínio da Cannabis sativa / PPGCI – UFBA

Os resultados revelaram crescimento consistente da produção científica nacional no domínio da Cannabis sativa a partir da década de 2010. Observou-se uma concentração majoritária das pesquisas nas áreas biomédicas, especialmente neurociências, farmacologia e clínica, com menor presença de estudos sociológicos, antropológicos, jurídicos e históricos. Essa convergência para temas neurocientíficos é um ponto forte na busca por evidências de eficácia e mecanismos de ação, principalmente do Canabidiol (CBD), mas simultaneamente, gera uma assimetria significativa ao negligenciar as dimensões sociais e legais do tema, essenciais para uma política pública abrangente. A conclusão aponta que o desenvolvimento científico brasileiro sobre Cannabis sativa evolui em diálogo estreito com o contexto regulatório e com o histórico de criminalização da planta, que por décadas limitou a legitimidade e o financiamento do tema no campo acadêmico. Embora tenha havido avanços significativos e maior abertura institucional após a ação regulatória da Anvisa, persistem assimetrias na produção do conhecimento e lacunas temáticas, indicando a necessidade de agendas de pesquisa mais amplas, interdisciplinares e socialmente situadas, que contemplem as Ciências Humanas e Sociais para uma compreensão holística.

#ProduçãoCientífica #CannabisSativa

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44335

Implementando o Tratado de Marraquexe: rumo à leitura da justiça na biblioteca escolar / Cerlalc

Implementando o Tratado de Marraquexe: rumo à leitura da justiça na biblioteca escolar / Cerlalc

Todos os dias, ao abrir as portas da biblioteca da minha escola, tomo uma decisão ética consciente: não perpetuarei a exclusão passiva resultante da espera por solicitações. O Tratado de Marraquexe me forneceu a estrutura legal; este curso me deu as ferramentas técnicas concretas. Como bibliotecária escolar, reconheço-me como guardiã do direito à leitura para todos. E esse direito não pode esperar que alguém o solicite; ele deve estar proativamente disponível, constantemente visível e estruturalmente garantido. Meu compromisso é claro: implementar o Tratado de Marraquexe a partir de agora, aplicar as habilidades técnicas que aprendi, tornar a acessibilidade visível como um valor fundamental da biblioteca e garantir que todos os alunos — atuais e futuros — tenham plena visibilidade e a oportunidade de acessar materiais educacionais no formato de que precisam. A justiça na leitura não espera por solicitações. Nem eu esperarei mais.

#TratadoDeMarraqueche

via Cerlalc

Disponível em: https://cerlalc.org/la-implementacion-del-tratado-de-marrakech-hacia-una-justicia-lectora-en-la-biblioteca-escolar/

Escrevo-lhe da Mesopotâmia, há 4000 anos / Le Journal

Escrevo-lhe da Mesopotâmia, há 4000 anos / Le Journal

A correspondência privada mais antiga da história da humanidade relata casamentos e divórcios, comércio e evasão fiscal, o trabalho de uma pastora ou de uma tecelã. Vozes de mulheres impressas na argila por 4.000 anos, revelando histórias perturbadoramente relevantes.
Seus nomes eram Suhkana, Kunnaniya, Lamasha e Hattitum; eram esposas, viúvas, pastoras, contadoras e mulheres devotas, e viviam na Mesopotâmia… há 4.000 anos. Arqueólogos desenterraram milhares de cartas escritas em tabuletas de argila. A leitura desses textos, enviados ou recebidos por essas mulheres, evoca em nós emoções como tristeza, raiva, cansaço, entusiasmo e preocupação.

Cécile Michel , historiadora e arqueóloga especializada na Mesopotâmia, reuniu a correspondência privada mais antiga da história da humanidade. Ela também organizou parte dessa correspondência de forma que os leitores possam acompanhar cerca de trinta mulheres em uma jornada e compartilhar seu cotidiano.

#EscritaCuneiforme #LeituraEscritaECultura #HistóriaDaEscrita

via Le Journal

Disponível em: https://lejournal.cnrs.fr/articles/je-vous-ecris-de-mesopotamie-il-y-a-4000-ans

FAIR Check

FAIR Check

Localizáveis, acessíveis, interoperáveis ​​e reutilizáveis ​​(FAIR) – é assim que os dados de pesquisa devem ser. Parece ótimo, mas não é tão fácil? Faça nossa verificação FAIR online e avalie seus dados de pesquisa.

Esta autoavaliação FAIR tem como objetivo ajudá-lo a avaliar melhor a qualidade dos dados culturais digitais. Podem ser dados de um projeto de pesquisa, uma coleção, um museu etc. Se desejar, fique à vontade para compartilhar seus resultados conosco posteriormente.

#FAIR #FerramentasOnline

Disponível em: https://nfdi4culture.de/services/fair-check

Sobre a “desinformação científica” / Open Science

Sobre a “desinformação científica” / Open Science

A revista Nature publicou recentemente um artigo que lança um sério alerta sobre os riscos da inteligência artificial na circulação de informação científica: a reportagem “Scientists invented a fake disease. AI told people it was real” mostra como sistemas de IA passaram a tratar como verdadeira uma “nova” doença.

A doença foi batizada como “bixonimania”. Mas esta não aparece em nenhuma literatura médica, simplesmente porque… não existe! Tratou-se de uma “invenção” de uma equipa da Universidade de Gothenburg, na Suécia, que publicou dois estudos “falsos” em formatos de “pre-print”, conforme descreve a Nature. Ainda assim, diversos chatbots e assistentes de IA responderam a perguntas de utilizadores descrevendo‑a como uma condição médica real, com sintomas, causas e até recomendações para procurar especialistas.

#DesinformaçãoCientífica

via Open Science

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/sobre-a-desinformacao-cientifica/

Big techs: A era do monopólio total / Outras palavras

Big techs: A era do monopólio total / Outras palavras

A hipótese central deste artigo é que o que distingue as big techs dos monopólios históricos não é apenas a escala, mas a existência de um mecanismo de retroalimentação entre as camadas que controlam. Cada dado extraído do comportamento dos usuários fortalece a infraestrutura tecnológica, que atrai mais usuários, que geram mais dados. Essa flywheel cria uma vantagem que se compõe de forma exponencial — algo que monopólios de recurso fixo, como petróleo, patentes de medicamentos ou espectro eletromagnético jamais conseguiram replicar. E porque esse loop atravessa simultaneamente camadas econômicas, epistêmicas e políticas, ele escapa das categorias regulatórias desenhadas para mercados de produto único. E tem na liberdade de expressão sua principal mercadoria.

#BigTechs

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/big-techs-a-era-do-monopolio-total/