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Guia prático de qualidade em bibliotecas

Guia prático de qualidade em bibliotecas

O Qualibib é um documento técnico, publicado originalmente em 2009, que oferece uma visão geral prática das etapas envolvidas em uma política de melhoria contínua da qualidade para serviços de biblioteca. Ele reúne, em um único documento, as diversas estruturas existentes para a qualidade do serviço e seus objetivos, visando facilitar a implementação de um manual de qualidade em bibliotecas.

Além disso, este documento técnico fornece informações sobre como implementar uma abordagem de qualidade adaptada a qualquer tipo de biblioteca.

#GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://documentation.afnor.cloud-ed.fr/s/SFine47PXade6M8?dir=undefined&openfile=31959874

IA na comunicação exige ética, curadoria e transparência / Observatório de Imprensa

IA na comunicação exige ética, curadoria e transparência / Observatório de Imprensa

O desafio ético central não está em usar ou não IA, mas em compreender como utilizá-la com critérios profissionais, transparência e base legal sólida. A adoção madura da tecnologia depende de três pilares fundamentais: curadoria humana contínua, governança de dados alinhada à legislação e prestação de contas sobre métodos, fontes e limitações.

Sem esses elementos, eficiência se transforma em risco reputacional. Com eles, a tecnologia potencializa o trabalho e gera valor público.

#Jornalismo #IA

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/jornalismo-de-dados/ia-na-comunicacao-exige-etica-curadoria-e-transparencia/

Guia Prático para Avaliação Responsável da Pesquisa – DORA / ABCD – USP

Guia Prático para Avaliação Responsável da Pesquisa – DORA / ABCD – USP

Uma única abordagem para a avaliação da pesquisa certamente não serve para todos, portanto, o Guia foi concebido como uma ferramenta inspiradora. Ele é agnóstico em relação à disciplina, flexível e adaptável a diversos contextos organizacionais e disciplinares.

Prevemos que o Guia Prático será modificado e atualizado ao longo do tempo, e especialmente enriquecido com exemplos reais e por meio do feedback de instituições de pesquisa à medida que começarem a utilizá-lo.

#DORA

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/guia-arp-dora-metricas-2025/

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

O ensino médio brasileiro passa por uma inflexão histórica. Com a homologação das novas diretrizes pelo Ministério da Educação, o país inicia uma reorganização estrutural que afetará currículos, práticas pedagógicas, formas de gestão e a própria identidade dessa etapa de ensino.

As mudanças entram em vigor gradualmente: 1ª série em 2025, a 2ª em 2026 e a 3ª em 2027. Trata-se de um processo que envolve toda a comunidade escolar e que, mais do que alterar documentos, exige reimaginar a função do ensino médio em um país marcado por profundas desigualdades educacionais e sociais.

#EnsinoMédio

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/11/27/reestruturacao-do-ensino-medio/

Mediação da leitura e redes sociotécnicas: sustentabilidade do fandom literário Semideuses de Belém / Infonomy

Mediação da leitura e redes sociotécnicas: sustentabilidade do fandom literário Semideuses de Belém / Infonomy

Os resultados revelam um perfil predominantemente jovem e diverso, com forte presença de identidades LGBTQIAPN+ e uso intensivo de plataformas digitais (100% WhatsApp). Rotinas de Gestão da Informação (cadastro, curadoria, circulação) e de Gestão do Conhecimento (aprendizagem, memória, colaboração) são identificadas e materializadas em novos documentos, como publicações, roteiros e planilhas colaborativas. A leitura influencia a vida pessoal, social e profissional dos participantes, gerando capital informacional e cognitivo compartilhado. Conclusões: O SDB funciona como um “laboratório vivo” para a mediação da leitura, onde a Gestão da Informação e a Gestão do Conhecimento se entrelaçam para produzir pertencimento, memória e sustentabilidade cultural. Sugere-se a realização de pesquisas comparativas adicionais com outros fandoms, bem como o estabelecimento de diálogos entre a mediação formal (bibliotecas, escolas) e a informal (comunidades de fãs).

#MediaçãoDeLeitura

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/118

Pequena reflexão sobre a Biblioterapia / Bibliomar

Pequena reflexão sobre a Biblioterapia / Bibliomar

Partindo do princípio que a literatura possui um potencial devir terapêutico que pode abalar as estruturas do sujeito e o colocar em questionamento sobre suas certezas pessoais e calcado no conceito de biblioterapia elaborado por Caldin (2001) de que o texto literário permite uma terapia e um processo de cura através da leitura e discussão de textos literários. Este ensaio pretende discutir os principais conceitos que envolve a biblioterapia, enquanto mediada por um profissional da informação e sugerir a aplicação de um texto extraído do livro Velhos de Alê Motta (2020) para uso em um encontro biblioterapêutico.

#Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26779

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Pesquisadores brasileiros encerram uma série de três editoriais sobre ciência aberta com uma proposta concreta de aplicação: o ARTE (Article Reprodutibility Template & Environment) Workflow, um modelo escalável que facilita a adoção de práticas abertas, rigorosas e reprodutíveis na pesquisa em administração e ciências sociais aplicadas.

Entre os resultados, destaca-se a criação de um fluxo de trabalho que organiza projetos de forma transparente, documentada e escalável, permitindo níveis graduais de rigor — desde a mínima até a completa reprodutibilidade. O ARTE não é apenas uma estrutura técnica, mas também uma ferramenta pedagógica: permite que cientistas iniciem com práticas simples e avancem conforme desenvolvem habilidades. Com isso, o estudo contribui para fortalecer a integridade científica, combater a crise de reprodutibilidade e democratizar o acesso à ciência aberta na prática.

#CiênciaAberta

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/12/01/fundamentos-pratica-e-implementacao-da-ciencia-aberta/

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

A obra apresenta um panorama de projetos estruturados em três eixos inter-relacionados — bem-viver e saúde, formação e educação, e justiça e direitos —, oferecendo aos leitores um mergulho em trabalhos com protagonismo indígena. Mais do que um relato institucional, a história da Rede narra a busca pela indigenização da Psicologia e do conhecimento científico, reafirmando a contribuição essencial dos saberes indígenas para repensar nossos modos de estar no mundo. É nosso desejo que esta obra possa contribuir para os estudos sobre indigenização do conhecimento, políticas de permanência e a construção de uma psicologia plural e efetivamente comprometida com os povos originários.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1761

Recomendações sobre o uso adequado de assistentes de inteligência artificial generativa / La science ouverte

Recomendações sobre o uso adequado de assistentes de inteligência artificial generativa / La science ouverte

O documento aborda especificamente:

  • recomendações gerais (confidencialidade, precisão do conteúdo, risco de “alucinações”, transparência, impacto ambiental – pp. 6-8 do Guia);
  • questões legais e éticas (direitos autorais, proteção de dados, integridade científica);
  • princípios e ferramentas disponíveis para diversos casos de uso: recuperação de informações, redação, tradução, revisão bibliográfica, geração de imagens ou figuras científicas, desenvolvimento de código, etc.;
  • um resumo de possíveis soluções de IA com base na sensibilidade dos dados (p. 10 do Guia e nota nº 2).

#BoasPráticas #IA

via La science ouverte

Disponível em: https://science-ouverte.inrae.fr/fr/actualites/recommandations-sur-le-bon-usage-des-assistants-base-dintelligences-artificielles-generatives

Se o Brasil não fortalecer suas políticas de Ciência e Educação, se tornará um país vulnerável, apontam especialistas / Ciência & Cultura

Se o Brasil não fortalecer suas políticas de Ciência e Educação, se tornará um país vulnerável, apontam especialistas / Ciência & Cultura

Outro ponto alertado por Garcia foi sobre a dependência do Brasil de soluções internacionais, principalmente no gerenciamento de seus próprios dados públicos. “Dados e infraestrutura digital é algo que nós precisamos governar. Porque governar dados quer dizer governar o nosso futuro. Então, é preciso que a gente tenha não só a condição de manter centros nacionais de computação avançada, mas também várias infraestruturas públicas de universidades. O Brasil, ainda nesse aspecto, também precisa avançar sobre a inteligência artificial e entender que a inteligência artificial pode contribuir com a justiça social.”

#SoberaniaDigital #CiênciaBrasileira

via Ciência & Cultura

Disponível em: Se o Brasil não fortalecer suas políticas de Ciência e Educação, se tornará um país vulnerável, apontam especialistas – Revista

Idosos na era da informação / Bibliomar

Idosos na era da informação: desenvolvendo competências para um mundo conectado / Bibliomar

Considerando o avanço da sociedade digital, destaca-se a importância de garantir que os idosos desenvolvam habilidades para utilizar as tecnologias de forma crítica e autônoma, favorecendo sua participação ativa na vida social. A competência informacional é abordada como elemento central nesse processo, por envolver a capacidade de identificar necessidades de informação, bem como localizar, avaliar e utilizar informações de maneira eficaz. Conclui-se que a promoção da inclusão digital dos idosos, mediada por bibliotecas públicas, pode contribuir para o exercício da cidadania, o desenvolvimento humano e a melhoria da qualidade de vida.

#Idosos #Inclusão #CoInfo

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26212

O que medimos por meio de coautorias? / Research Evaluation

O que medimos por meio de coautorias? / Research Evaluation

Entrevistas com cientistas sobre o conteúdo e a recompensa das colaborações, bem como a classificação das contribuições de coautores e cientistas citados nos agradecimentos, identificaram seis tipos de colaborações de pesquisa com padrões distintos de recompensas; mostraram que cerca de metade das colaborações são invisíveis nos canais formais de comunicação porque não são recompensadas; e mostraram que cerca de um terço das colaborações são recompensadas apenas por meio de agradecimentos.

#CoAutoria #ColaboraçãoCientífica

Disponível em: https://doi.org/10.3152/147154402781776961