Home

Criando jogos de RPG de mesa na biblioteca / American Libraries Magazine

Criando jogos de RPG de mesa na biblioteca / American Libraries Magazine

Embora as game jams — eventos de criação acelerada de jogos — tenham surgido como uma forma de desenvolver videogames, elas também são úteis para a criação de jogos de RPG de mesa (TTRPGs). Os TTRPGs mais conhecidos, como Dungeons & Dragons, Pathfinder e Call of Cthulhu, incluem livros de regras que podem ter centenas de páginas e preços elevados, mas existe uma série de jogos menores, desenvolvidos de forma independente, com sistemas simples e compartilháveis.

Por que criar jogos em vez de apenas jogá-los? As game jams abrem o processo de desenvolvimento de jogos e o tornam mais acessível, disse Costello, acrescentando que “o próprio ato de criação é um processo maravilhoso para os participantes”. Organizar game jams é barato (ou até gratuito) e pode promover alfabetização, construção de comunidade e parcerias.

#Jogos #Bibliotecas

via American Libraries Magazine

Disponível em: https://americanlibrariesmagazine.org/2025/11/03/jam-forever/

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Se a confiança nos cientistas permanece alta, por que persiste a sensação de distanciamento entre ciência e sociedade? Horton identifica um ponto sensível revelado no estudo do Pew Research Center: apenas 45% dos americanos consideram os cientistas bons comunicadores — uma queda significativa em relação a 2019.

É neste ponto que o editorial assinado por Horton muda de tom e passa a discutir a urgência de repensar como a ciência se comunica. Inspirado pelo livro “In a Flight of Starlings” (Penguin Press, 2023), escrito pelo físico italiano e Nobel Giorgio Parisi, Horton argumenta que comunicar resultados não é o suficiente. Giorgio Parisi propõe algo mais ambicioso: mostrar o processo científico, com suas incertezas, impasses e surpresas.

#Ciência #DivulgaçãoCientífica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/comunicacao-e-crise-de-confianca-na-ciencia/

Pôster não é bula de remédio / Sobrevivendo na Ciência

Pôster não é bula de remédio / Sobrevivendo na Ciência

Fonte pequena vira borrão a mais de um metro de distância. Contraste e clareza são regras básicas de design. Uma boa escolha de fontes e cores faz toda a diferença na comunicação visual. Teste o seu pôster a dois metros de distância: se não der para ler, ajuste. Não force os olhos de quem você quer atrair.

#Poster

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em:https://marcoarmello.wordpress.com/2025/12/04/pilulas29/

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Os efeitos para o jornalismo já tem sido profundos, com quedas de audiência em veículos que chegam à casa dos 60%, principalmente pelas mudanças do Google. O problema é que a maior parte dos veículos construiu modelos de negócio alicerçados exatamente na audiência proveniente de plataformas. Sem elas, a sustentabilidade financeira dessas empresas tende a ruir de forma acelerada.

Fang pontua que, em geral, as empresas têm seguido dois caminhos para combater esse cenário. O primeiro é realizar inovações incrementais, incorporando a própria IA generativa nos seus fluxos de trabalho e produtos em busca de redução de custos e ganho de eficiência. Ou seja, fazer mais com menos sem ter uma perda significativa de qualidade.

O segundo é a proteção de conteúdo, travando batalhas com as empresas de tecnologia para a proteção de direitos autorais. A estratégia é variável, indo desde acordos comerciais com essas empresas até bloqueio de acesso a sites e processos judiciais para compensação.

#Jornalismo #IA

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/inteligencia-artificial/jornalismo-nao-vai-sobreviver-a-era-da-ia-sem-um-novo-modelo-de-negocio/

Contracolonialismo na classificação / SNBU 2025

Contracolonialismo na classificação / SNBU 2025

É imprescindível que as classificações atribuídas a intelectuais negras(os) atuem ativamente no combate ao epistemicídio e ao racismo estrutural. Isso implica reconhecer essas produções como legítimas, relevantes e fundamentais para a construção do conhecimento. Esse reconhecimento não apenas amplia o acesso à diversidade de literaturas, como também educa a sociedade, fomentando uma perspectiva antirracista que valorize a justiça racial e informacional como princípios norteadores da atuação bibliotecária.A construção de catálogo pluridiverso perpassa sobre a necessidade de registrar a memória dos povos que foram sistematicamente silenciados pela colonialidade de saber que ignora os conhecimentos e os saberes de outros sob o pretexto da neutralidade e imparcialidade.

#Classificação #EscritoresNegros #AcervosNegros

Disponível em: https://portal.febab.org.br/snbu2025/article/view/3903

Neurodivergência em bibliotecas universitárias / ARIST

Neurodivergência em bibliotecas universitárias: uma revisão de descobertas, recomendações e lacunas remanescentes na prática e na pesquisa / Annual Review of Information Science and Technology (ARIST)

As pesquisas existentes sobre o tema têm se concentrado em funcionários e usuários neurodivergentes, bem como em suas respectivas necessidades e experiências com os serviços e espaços da biblioteca. Recomendações foram identificadas para melhor atender às necessidades das partes interessadas — tanto neurodivergentes quanto neurotípicas — por meio da melhoria da acessibilidade e da adaptação da instrução e dos serviços da biblioteca, por exemplo, personalizando os espaços da biblioteca, integrando o design universal para aprendizagem à instrução bibliotecária e oferecendo apoio social para estudantes neurodivergentes. Lacunas ainda persistem em relação a outras condições além do autismo e sobre como fatores demográficos interseccionais afetam a acessibilidade da biblioteca para usuários neurodivergentes.

#BibliotecasUniversitárias #Neurodivergentes #Neurodiversidade

Disponível em: https://asistdl.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/asi.70030

Desinformação e Desafios na Busca por Informações em Situações de Emergência / Brajis

Desinformação e Desafios na Busca por Informações em Situações de Emergência / Brajis

A desinformação impacta diferentes fases do processo informacional, dificultando a identificação, avaliação e seleção de fontes confiáveis, aumentando a incerteza, a sobrecarga cognitiva e a desconfiança em canais institucionais, além de comprometer a tomada de decisão. Observa-se que, diante da circulação de conteúdos enganosos, as vítimas percorrem caminhos próprios de busca, recorrendo a redes interpessoais e a estratégias de verificação baseadas em experiências prévias ou na credibilidade percebida de determinados emissores. Esse cenário evidencia a fragilidade dos fluxos informacionais em contextos críticos e reforça a necessidade de estratégias de comunicação mais integradas, transparentes e adaptadas às dinâmicas reais de busca e uso da informação em momentos de crise.

#Desinformação #PráticasInformacionais

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/18098

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Esta análise examina o papel das plataformas de mídia social de interesse geral (especificamente X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky e LinkedIn) como espaços para a disseminação da ciência. Parte-se do paradoxo de que o acesso a explicações científicas nunca foi tão fácil, mas o contexto em que esse conteúdo circula nunca foi tão frágil. A análise identifica públicos que depositam mais confiança na ciência com base na afinidade do que na lógica puramente informativa, e algoritmos que atuam como editores silenciosos, priorizando a emoção em detrimento da verificabilidade. Esta análise propõe que a avaliação da comunicação científica nas mídias sociais incorpore critérios qualitativos que levem ao debate público.

#MídiasDigitais #ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/119

A leitura no mundo digital / RBE

A leitura no mundo digital / RBE

As práticas de leitura das crianças e jovens mudaram profundamente ao longo da última década. Entre manuais digitais, plataformas educativas, pesquisas online, redes sociais, jogos e mensagens instantâneas, o contacto com textos digitais tornou-se parte integrante do quotidiano. A escola, e muito particularmente a biblioteca escolar, é hoje chamada a compreender este novo ecossistema e a preparar os alunos para ler, compreender e avaliar a informação num ambiente cada vez mais complexo e dinâmico.

A evolução acelerada da tecnologia tornou a leitura digital mais presente, mas também mais exigente. A partir dos contributos de Teaching Reading Comprehension in a Digital World, é possível identificar linhas essenciais que ajudam a compreender este novo território de literacia.

#LeituraDigital #LeituraEscritaECultura

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/a-leitura-no-mundo-digital-3026953

Como a Inteligência Artificial virou disciplina obrigatória para alunos no Piauí / G1

Como a Inteligência Artificial virou disciplina obrigatória para alunos no Piauí / G1

Implementado no início de 2024, o programa “Piauí Inteligência Artificial” colocou o estado ao lado de países como China, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, nações que vem apostando no ensino de IA. Segundo o governo do Piauí, o projeto alcança, atualmente, mais de 120 mil estudantes da rede pública, resultado da capacitação de aproximadamente 800 professores em 540 unidades escolares.

O programa foi desenvolvido em parceria com o Instituto Federal Farroupilha (IFFar), a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), instituições com experiência na formação docente e na elaboração de referenciais curriculares alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

#IALiteracy #EducaçãoBásica #BNCC

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2025/12/01/como-a-inteligencia-artificial-virou-disciplina-obrigatoria-para-alunos-no-piaui.ghtml

Google Scholar Metrics e OpenAlex: construção de indicadores para medir impacto e visibilidade de periódicos / PPGCI – UFSC

Google Scholar Metrics e OpenAlex: construção de indicadores para medir impacto e visibilidade de periódicos / PPGCI – UFSC

O Google Scholar Metrics apresenta-se como uma alternativa para a avaliação de impacto de periódicos, especialmente por sua ampla cobertura em áreas como Ciências Humanas e Sociais. No entanto, o sistema possui limitações significativas, como a ausência de uma API, a falta de uma lista mestre de periódicos que dificulta sua utilização em análises de larga escala. Diante desse cenário, a presente pesquisa teve como objetivo propor um framework (GSM-ALEX_metrics) para análise em grande escala dos periódicos indexados no Google Scholar Metrics, fundamentado na integração com dados bibliográficos abertos do OpenAlex. O método combinou procedimentos de extração automatizada de dados do Google Scholar Metrics com técnicas de integração de metadados provenientes do OpenAlex. Foram desenvolvidos scripts para coleta, tratamento e validação das informações. 

#GoogleAcadêmico #OpenAlex #FerramentasOnline #Bibliometria

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270439

O que os estudantes universitários perdem quando as bibliotecas são ignoradas? / The Scholarly Kitchen

O que os estudantes universitários perdem quando as bibliotecas são ignoradas? / The Scholarly Kitchen

Com muita frequência, a biblioteca não é totalmente incluída nas discussões que orientam a aprendizagem dos alunos e o apoio acadêmico. Seja no planejamento curricular, na implementação de tecnologias acadêmicas ou em iniciativas de apoio ao estudante, as bibliotecas e os bibliotecários são, por vezes, deixados de lado. Quando a biblioteca é tratada como infraestrutura de fundo, em vez de um ambiente ativo de aprendizagem, toda a missão acadêmica fica enfraquecida. Os alunos perdem o acesso ao ensino da pesquisa. Os docentes perdem colaboradores que podem reforçar o pensamento crítico e a avaliação de fontes. As instituições perdem um espaço fundamental onde a integridade acadêmica, a inclusão e a curiosidade intelectual são cultivadas, e a comunidade de pesquisa em geral perde uma base vital para sustentar esses princípios.

#BibliotecasUniversitárias

via The Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2025/12/02/guest-post-what-do-college-students-lose-when-libraries-are-ignored/