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O Brasil é o país que mais estuda e publica sobre a Amazônia / CAPES

O Brasil é o país que mais estuda e publica sobre a Amazônia / CAPES

Os pesquisadores brasileiros são os que mais estudam e publicam sobre a Amazônia. Além disso, os cientistas e pós-graduandos que vivem na região estão entre os principais responsáveis pelo desenvolvimento desses estudos, principalmente nos cursos de mestrado e doutorado. A informação consta em um dos capítulos do livro Impacto da Pós-Graduação Brasileira na Agenda 2030: Contribuição do Sistema Nacional de Pós-Graduação para a COP 30 na Amazônia.
De acordo com a publicação, em 2024, 48% dos artigos científicos sobre a Amazônia tiveram autoria brasileira, 20% foram de autores dos Estados Unidos e 7,8% da China. Essa situação favorável ao Brasil permanece e tem avançado desde 2006. Antes, o cenário era bem diferente. Em 1994, por exemplo, 15% dos artigos relacionados à região eram do Brasil, 27% nos Estados Unidos e 7,4% no Reino Unido.

#Amazônia

via CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/o-brasil-e-o-pais-que-mais-estuda-e-publica-sobre-a-amazonia

Como estamos aplicando os princípios FAIR? Criando uma lista de verificação de autoavaliação FAIR para repositórios de dados /  IASSIST Quarterly

Como estamos aplicando os princípios FAIR? Criando uma lista de verificação de autoavaliação FAIR para repositórios de dados /  IASSIST Quarterly

Nossa conversa proporcionou insights sobre os desafios de explicar os Princípios FAIR para pessoas sem formação em ciência da informação ou de dados. A discussão e a criação desta ferramenta de autoavaliação ajudaram a desenvolver um repositório mais transparente e confiável. Este artigo abordará nosso processo de desenvolvimento da avaliação, os objetivos de utilização da ferramenta e as lições aprendidas.

#FAIR #RepositóriosDeDados

Disponível em: https://iassistquarterly.com/index.php/iassist/article/view/1152

Tendências na liberdade intelectual em bibliotecas: Análise de estudos desde os anos 2000 / Journal of Librarianship and Information Science

Tendências na liberdade intelectual em bibliotecas: Análise de estudos desde os anos 2000 / Journal of Librarianship and Information Science

A liberdade intelectual é reconhecida há muito tempo como um valor fundamental no campo das bibliotecas, pois garante o direito dos usuários de acessar informações e se expressar. No entanto, os estudos existentes têm se concentrado principalmente em questões de liberdade intelectual individual e raramente analisaram os discursos sobre liberdade intelectual de forma abrangente. (…) Os estudos foram categorizados em quatro grandes categorias temáticas: (1) Liberdade intelectual e controle tecnológico, (2) Liberdade intelectual em contextos institucionais específicos, (3) Censura geral e respostas institucionais e (4) Fundamentos teóricos e institucionalização da liberdade intelectual. Em particular, tópicos como o impacto dos avanços tecnológicos — incluindo filtragem, privacidade e inteligência artificial —, o aumento da censura em ambientes educacionais correcionais, as respostas legais à censura e a interseção da liberdade intelectual com equidade, diversidade e inclusão (EDI) emergiram como cruciais.

#LiberdadeIntelectual

Disponível em: https://doi.org/10.1177/09610006251369128

A influência dos booktubers nas bibliotecas  – Entrevista com Raíssa Michalsky Martins / Divulga-CI

A influência dos booktubers nas bibliotecas  – Entrevista com Raíssa Michalsky Martins / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Raissa Michalsky Martins, bibliotecária da Universidade Federal de Minas Gerais. Em seu mestrado, em Gestão e Organização do Conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais, Raíssa Martins abordou o impacto dos influenciadores digitais literários nas atividades de bibliotecas públicas e escolas particulares de Belo Horizonte. Na entrevista, conheça mais sobre o processo de escrita da dissertação, as dificuldades, produções e projetos da pesquisadora.

#Booktubers #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-10-out-2025/a-influencia-dos-booktubers-nas-bibliotecas-entrevista-com-raissa-michalsky-martins/

XML elementar, meu caro Watson, XML elementar / The Bibliomagician

XML elementar, meu caro Watson, XML elementar / The Bibliomagician

Para bibliometristas, pesquisadores ou bibliotecários que dependem de metadados bibliométricos, as APIs do OpenAlex e do Crossref são recursos excelentes. Recentemente, realizei uma pesquisa sobre a precisão dos atributos de título, resumo e idioma, comparando as respostas das APIs do Crossref e do OpenAlex. O OpenAlex atualmente possui apenas um idioma, assim como a API REST do Crossref, mas este nem sempre é incluído na resposta se não houver valor para ele. Recorri então ao endpoint da API XML do Crossref, utilizando-o em conjunto com a API REST e a API do OpenAlex para aprimorar minha coleta de dados.

#XML #OpenAlex #Crossref

via The Bibliomagician

Disponível em: https://thebibliomagician.wordpress.com/2025/09/29/xml-ementary-my-dear-watson-xml-ementary/

Fios da Memória. Um Olhar Museológico sobre Fragmentos do Passado / U. Porto

Fios da Memória. Um Olhar Museológico sobre Fragmentos do Passado / U. Porto

Mais do que mostrar objetos, esta proposta procura revelar o trabalho meticuloso – e tantas vezes invisível – de estudo e documentação de coleções. A proposta não se limita a exibir um conjunto de objetos: procura ligá-los por um fio, ténue mas resistente, tecido de vidas, de usos, de olhares. Um fio que entrelaça, com sobriedade e emoção, a missão de preservar a memória social e a história. E é nesse gesto atento, feito de rigor, respeito e humanidade, que o museólogo dá voz ao passado e constrói, com delicadeza, pontes para o futuro.

#Memória #Exposições

Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/169512

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

Semeadora de sonhos que busca realizar um ‘acordamento das memórias’ de diferentes povos indígenas. Essa é a homenageada deste ano do Prêmio Top Educação 2025*, Cristine Takuá, do povo Maxakali. Formada em filosofia pela Unesp, lecionou em escola indígena e, atualmente, é coordenadora do projeto Escolas Vivas, o qual atua com cinco comunidades indígenas de diferentes regiões do país fortalecendo seus saberes tradicionais. A seguir, conheça um pouco mais a homenageada.

#PovosIndígenas #EducaçãoIndígena

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/10/01/cristine-takua-top-educacao-2025/

O desafio educacional dos bibliotecários dos Institutos Federais de Educação Profissional  – Entrevista com Miriã Santana Veiga / Divulga-CI

O desafio educacional dos bibliotecários dos Institutos Federais de Educação Profissional  – Entrevista com Miriã Santana Veiga / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Miriã Santana Veiga, bibliotecária do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia. Em seu doutorado, em Educação Escolar da Universidade Federal de Rondônia, Miriã investigou como as bibliotecas multiníveis e seus profissionais contribuem para a formação dos estudantes. Na entrevista, conheça a trajetória da pesquisadora, a escrita da tese e suas reflexões sobre o papel educativo das bibliotecas na educação profissional.

#Entrevista #IF #BibliotecasMultiníveis

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/wp-content/uploads/2025/10/ENTREVISTA-Miria-Santana-Veiga.pdf

A arte de preservar a arte: a ciência por trás da conservação de obras-primas / Ciência e Cultura

A arte de preservar a arte: a ciência por trás da conservação de obras-primas / Ciência e Cultura

or trás das pinturas, esculturas, murais e artefatos históricos, existe um sofisticado conjunto de saberes que une história da arte, química, física, biologia e tecnologia de ponta. A conservação e o restauro de obras artísticas deixaram há muito de ser apenas uma prática empírica: trata-se, hoje, de um campo altamente especializado da ciência.

Medidas como controle de temperatura, umidade relativa e iluminação são apenas os primeiros passos para evitar a degradação de vernizes, pigmentos e substratos. Em ambientes mal regulados, por exemplo, esculturas de bronze podem oxidar rapidamente, enquanto pinturas antigas podem escurecer ou descascar. Ainda assim, nem sempre as ações preventivas são suficientes. Algumas obras demandam intervenções mais profundas, como remoção de vernizes deteriorados ou reintegração de pigmentos, sempre com o cuidado de manter a integridade da obra original.

#ConservaçãoERestauro #Arte

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9064

O que é inteligência cultural? / The Conversation

O que é inteligência cultural? / The Conversation

Foi na esteira do trabalho de Sternberg que surgiu o conceito de inteligência cultural (IQ). Proposto por Earley e Ang em 2003, refere-se à capacidade de compreender diferenças culturais, adaptar-se a elas e interagir efetivamente em ambientes multiculturais. O objetivo inicial era explicar por que alguns expatriados apresentam melhor desempenho do que outros em missões internacionais. Os pesquisadores identificaram, assim, quatro dimensões complementares da inteligência cultural.

A dimensão metacognitiva corresponde à capacidade de tomar consciência dos próprios preconceitos culturais e ajustar sua maneira de pensar e interagir de acordo com o contexto. Por exemplo, um gerente francês pode estar acostumado a expressar críticas de forma muito direta. Ao se deparar com interlocutores de um contexto cultural onde elas são formuladas de forma mais implícita, ele percebe que esse estilo pode ser percebido como muito abrupto. Ele então revisa sua abordagem para facilitar a cooperação.

#Cultura #InteligênciaCultural

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/quest-ce-que-lintelligence-culturelle-265803

Como enfrentar trolls e bots na mídia: oito recomendações importantes / Laboratorio de Periodismo

Como enfrentar trolls e bots na mídia: oito recomendações importantes / Laboratorio de Periodismo

O surgimento massivo de trolls, bots e contas falsas em espaços digitais colocou as equipes de moderação de mídia diante de um desafio que afeta não apenas a qualidade do debate, mas também a própria sustentabilidade de suas comunidades.

Esses perfis automatizados ou manipuladores conseguem distorcer pesquisas, envenenar conversas, roubar conteúdo e, às vezes, alterar as métricas de tráfego apresentadas aos anunciantes. Nesse sentido, a revista Turi2 publicou um documento com oito recomendações para redações e editoras retomarem o controle sobre essas ameaças digitais.

#Jornalismo #Bots

Disponível em: https://laboratoriodeperiodismo.org/como-enfrentar-a-trolls-y-bots-en-medios-ocho-recomendaciones-clave/

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

Uma pesquisa, realizada no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, aponta que adolescentes transgêneros, seus pais e cuidadores veem a Resolução nº 2.427/2025 do Conselho Federal de Medicina (CFM) como um retrocesso, uma regra ideologicamente motivada e sem embasamento científico. Promulgada em abril deste ano, a resolução veta a terapia hormonal para menores de 18 anos e proíbe a prescrição de bloqueadores hormonais da puberdade em crianças e adolescentes com disforia de gênero.

A Resolução nº 2.427/2025 também invalida uma regra anterior. Trata-se da Resolução nº 2.265/2019, também do CFM, que ampliou o acesso a tratamentos hormonais em adolescentes transgêneros. Para especialistas envolvidos na pesquisa, “restringir o acesso a esses cuidados pode agravar ainda mais as vulnerabilidades estruturais e psicossociais vivenciadas por essa população”. Os resultados foram descritos em artigo disponibilizado em versão preprint, que aguarda a revisão por pares.

#LGBTQIAP+ #PessoasTrans

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/eu-me-sinto-atacada-o-que-pensam-adolescentes-trans-sobre-as-restricoes-do-conselho-federal-de-medicina/