Academia enfrenta desafio de se adaptar a demandas geradas pelo crescimento do número de estudantes com autismo / Jornal da Unesp

Academia enfrenta desafio de se adaptar a demandas geradas pelo crescimento do número de estudantes com autismo / Jornal da Unesp

Desde 2007, por decisão da Assembleia Geral da ONU, celebra-se em 2 de abril o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a população global que se insere no Transtorno do Espectro Autista (TEA) alcança cerca de 70 milhões de pessoas. No Brasil, o total de pessoas com diagnóstico de TEA é de 2,4 milhões, ou 1,2% da população, segundo dados coletados pelo IBGE no Censo Demográfico de 2022.

Em 2008, entrou em vigor no Brasil a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, com status de emenda constitucional. A nova legislação inseriu, no texto da Constituição, a condenação à discriminação contra indivíduos PCDs e o reconhecimento à sua diversidade.

#Autismo #EnsinoSuperior

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2026/04/02/academia-enfrenta-desafio-de-se-adaptar-a-demandas-geradas-pelo-crescimento-do-numero-de-estudantes-com-autismo/

Compartilhamento de dados sobre autismo: benefícios, desafios e recomendações / PLOS

Compartilhamento de dados sobre autismo: benefícios, desafios e recomendações / PLOS

Discutimos os principais benefícios e desafios do compartilhamento de dados sobre autismo e argumentamos que as perspectivas das pessoas autistas devem ser centrais nas discussões sobre seus aspectos éticos e tecnológicos. Apresentamos recomendações para práticas éticas e responsáveis ​​de compartilhamento de dados e destacamos os principais desenvolvimentos na área, incluindo o compartilhamento federado de dados e plataformas e registros comunitários.

#DadosDePesquisa #Autismo

Disponível em: https://journals.plos.org/digitalhealth/article?id=10.1371/journal.pdig.0001249

Paracetamol e vacinas não são as causas do autismo / Jornal da UNESP

Paracetamol e vacinas não são as causas do autismo / Jornal da UNESP

Pronunciamento de Presidente dos Estados Unidos e do Secretário de Saúde divulgou informações incorretas sobre eventuais causas para o Transtorno do Espectro Autista. Consulta aos artigos científicos evocados para embasar falas revela evidências frágeis e resultados inconclusivos. Postura negacionista ameaça conquistas alcançadas na saúde pública do país. (…)

Temo pelo que possa vir a ocorrer. Se, em menos de um ano, tanto estrago já foi feito na saúde, variando de explosões nos casos de doenças decorrentes da falta de vacinas, passando pela tentativa de ressuscitar uma “alimentação ancestral” e, agora, prescrevendo medicamentos não comprovados para um transtorno cuja causa alegam conhecer, não consigo sequer imaginar o que o futuro reserva.

Mas uma coisa fica clara: coloque um negacionista da ciência no comando de um órgão cujo principal instrumento de trabalho é a própria ciência e, surpresa, ele consegue destruir anos de esforço e conquistas duramente alcançadas.

#Autismo #GovernoTrump #Negacionismo

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2025/09/24/paracetamol-e-vacinas-nao-sao-as-causas-do-autismo/

Bibliotecários autistas no processo de contratação / College & Research Libraries

Bibliotecários autistas no processo de contratação / College & Research Libraries

A literatura bibliotecária acadêmica contém diversos estudos sobre a experiência de estudantes autistas navegando pelo mundo do ensino superior e suas bibliotecas. No entanto, muito pouco é publicado sobre as experiências de emprego de bibliotecários acadêmicos autistas. Este estudo tenta examinar as barreiras de emprego para pessoas autistas atualmente ou anteriormente empregadas em bibliotecas acadêmicas na Austrália e nos Estados Unidos. Ele emprega o uso de uma pesquisa para examinar o processo de recrutamento para empregos em bibliotecas acadêmicas em ambos os países. O estudo analisa as respostas da pesquisa para revelar as barreiras que existem para bibliotecários autistas que buscam emprego em um ambiente de biblioteca de ensino superior.

#Bibliotecários #Trabalho #Autismo

Disponível em: https://crl.acrl.org/index.php/crl/article/view/26933

Impacto da disseminação da informação sobre transtorno do espectro autista / PCI

Impacto da disseminação da informação sobre transtorno do espectro autista

Em relação ao canal de comunicação preferido para receber informações, os participantes indicam o WhatsApp (72,6%) e o Instagram (46,6%). Pelo exposto, a disseminação da informação sobre autismo trouxe um impacto positivo para os participantes, agregando a eles ainda a vontade de seguir estudando ou aprendendo sobre o tema.

#Autismo #PráticaInformacional

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/53838

Escassez de dados sobre a população autista dificulta o desenvolvimento de políticas públicas / Jornal da USP

Escassez de dados sobre a população autista dificulta o desenvolvimento de políticas públicas

Criada em 2019, a lei 13.861 determina que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inclua perguntas sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos Censos demográficos. No entanto, dados sobre a população autista obtidos pelo Censo 2022 ainda não foram disponibilizados. A escassez de dados precisos sobre a população autista tem dificultado o desenvolvimento de políticas públicas relativas ao transtorno e a situação é ainda mais preocupante porque um dos poucos dados conhecidos mostra um aumento na procura por atendimento de saúde por esta população.

via Jornal da USP

#Autismo #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/escassez-de-dados-sobre-a-populacao-autista-dificulta-o-desenvolvimento-de-politicas-publicas/

Como padrões de conversa podem ajudar a identificar sinais precoces de autismo / BBC

Como padrões de conversa podem ajudar a identificar sinais precoces de autismo

As principais características da fala autista podem incluir pouco contato visual, concentração nos detalhes e não na essência geral da conversa e valorização do significado literal – as pessoas autistas podem ter dificuldade de entender se algo está implícito e não diretamente expresso.

Estas diferenças podem dificultar parte da comunicação entre as crianças autistas e os adultos ao seu redor. Mas compreender as dificuldades pode ajudar.

#Autismo

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgj75nl46l1o

Seleção de obras literárias infantis para crianças com Transtorno do Espectro Autista / Ciência da Informação em Revista

Seleção de obras literárias infantis para crianças com Transtorno do Espectro Autista

Por fim, com o apoio do referencial teórico, se concluiu que livros de plástico, em tecido e papel cartonado, são mais adequados para crianças pe-quenas e que para crianças maiores se deve atentar para o tamanho e formato da fonte adotada no livro, as questões visuais de cor e brilho do papel e a não sobreposição de ilustrações.

#Autismo #ListaDeLivros #FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://www.seer.ufal.br/index.php/cir/article/view/15494

Número de autistas matriculados em escolas regulares aumenta 50% em um ano / Jornal da USP

Número de autistas matriculados em escolas regulares aumenta 50% em um ano

Além dos desafios enfrentados pelos pais e professores, os alunos autistas também enfrentam outras dificuldades, como a resistência ou falta de compreensão de outros alunos e até mesmo da comunidade escolar como um todo. Segundo Luciana, a melhor forma para enfrentar esses desafios é resistir e desconstruir crenças. 

#Autismo #Escolas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/numero-de-autistas-matriculados-em-escolas-regulares-aumenta-50-em-um-ano/

Impacto da disseminação da informação sobre o Transtorno Do Espectro Autista / PPGCI – UFSCar

Impacto da disseminação da informação sobre o Transtorno Do Espectro Autista: estudo misto exploratório / PPGCI – UFSCar

 No processo de disseminação, os acompanhantes avaliaram cada um dos conteúdos, perfazendo um total de 584 avaliações referentes aos oito conteúdos informacionais disseminados. Dentre os achados mais expressivos, destaca-se que os participantes do estudo alegam que a informação disseminada lhes ensinou algo novo (319, 54,6%), lhes incentivou a aprender mais sobre o assunto (251, 43,0%), lhes ajudou a compreender melhor o autismo (435, 74,6%) e lhes preparou para discutir o autismo com outras pessoas (361, 61,9%). Como contribuição para o campo da Ciência da Informação, foram explicitados e sistematizados conhecimentos que poderão nortear instituições, serviços e sistemas de informação que priorizem o atendimento da comunidade envolvida com o transtorno do espectro autista.

#Autismo #InformaçãoEmSaúde #DisserminaçãoSeletivaDaInformação #DSI

Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/20324

Gestão da Informação e do Conhecimento em redes sociais virtuais: proposição de um modelo explicativo para busca de informação e geração de conhecimento para lidar com o autismo

Gestão da Informação e do Conhecimento em redes sociais virtuais: proposição de um modelo explicativo para busca de informação e geração de conhecimento para lidar com o autismo

Pode-se concluir que ficou demonstrada a importância da contribuição do modelo para a sociedade, uma vez que descreve teoricamente o percurso dos indivíduos para obtenção de conhecimento, boas práticas e apoio para lidar com um transtorno que aflige um grande número de famílias. Também vale destacar as contribuições desta pesquisa para a ciência, pois a validação do modelo como ferramenta de explicação de um fenômeno permite que se possa ser replicado e testado em outros contextos, ambientes e plataformas nas diversas áreas do conhecimento. Como lacuna, fica posto que a literatura ainda careça de ampliação do número de estudos que abordem questões de Gestão do Conhecimento e que envolvam o Contexto Capacitante.

#Autismo #GestãoDaInformação #GestãoDoConhecimento

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/69364

Entrevista com Natasha Coutinho sobre sua pesquisa que investigou as práticas informacionais do Grupo de Apoio a Mães de Autistas de Maricá, Rio de Janeiro

Entrevista com Natasha Coutinho sobre sua pesquisa que investigou as práticas informacionais do Grupo de Apoio a Mães de Autistas de Maricá, Rio de Janeiro

Em sua dissertação, intitulada “Redes sociais, mediação e práticas de informação: o Grupo de Apoio a Mães de Autistas de Maricá, RJ (GAMAM)”, Natasha teve como objetivo compreender como os processos de mediação, as interações e as práticas de informação do grupo se organizam para apoiar, construir conhecimentos, promover a cidadania das mães que compõem o Grupo e para favorecer o acesso ao tratamento, cuidado e inclusão dos autistas do município de Maricá.

#Entrevista #Autismo #PráticasInformacionais

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-4-abr-2024/entrevista-com-natasha-coutinho-sobre-sua-pesquisa-que-investigou-as-praticas-informacionais-do-grupo-de-apoio-a-maes-de-autistas-de-marica-rio-de-janeiro/