Negacionismo fez brasileiros “perderem” 3,4 anos de vida na pandemia / Agência Brasil

Negacionismo fez brasileiros “perderem” 3,4 anos de vida na pandemia / Agência Brasil

A expectativa de vida da população brasileira caiu 3,4 anos durante a pandemia de covid-19, após aumento de 27,6% na mortalidade. É o que mostra a análise nacional do Estudo Carga Global de Doenças, maior pesquisa mundial sobre o impacto das doenças e fatores de risco nas populações de mais de 200 países.

Para os pesquisadores que participaram do levantamento, esse retrocesso é resultado da postura negacionista do governo federal da época, sob comando do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os três estados com a maior redução ficam na região Norte:

Rondônia: 6,01 anos;
Amazonas: 5,84 anos;
Roraima: 5,67 anos. 

Na outra ponta, com a menor redução, estão três estados da região Nordeste:

Maranhão: 1,86 anos;
Alagoas: 2,01;
Rio Grande do Norte: 2,11 anos. 

#Negacionismo #Pandemia #GovernoBolsonaro

via Agência Brasil

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia

Parcela de brasileiros que culpam Bolsonaro pelas mortes por Covid cai 21,5 pontos / Folha de S. Paulo

Parcela de brasileiros que culpam Bolsonaro pelas mortes por Covid cai 21,5 pontos / Folha de S. Paulo

A parcela de brasileiros que considera que outra postura do governo Jair Bolsonaro teria reduzido as mortes por Covid caiu de 62% para 40,5% entre 2023 e 2026, queda de 21,5 pontos percentuais em três anos.

O dado é de pesquisa do Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conduzida pelo Instituto Ideia entre 26 de fevereiro e 1º de março de 2026, com 1.500 entrevistados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e 95% de confiança.

A pesquisa aponta ainda que a adesão às campanhas nacionais de vacinação permanece estabilizada em 72,1%, patamar semelhante ao de 2023, mas bem abaixo dos níveis históricos do PNI (Programa Nacional de Imunizações), que chegou a registrar coberturas próximas a 100% em alguns imunizantes antes de 2016.

Dos 28% fora da adesão plena, cerca de um terço é declaradamente antivacina (9,9%), um terço deixou de se vacinar após a pandemia e um terço é formado por indecisos e indiferentes.

#Pandemia #Covid19 #GovernoBolsonaro #Vacinação

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/05/brasileiros-que-culpam-bolsonaro-por-mortes-na-covid-caem-215-pontos-diz-pesquisa.shtml

Estudo revela como ONGs feministas enfrentaram a violência de gênero durante a Covid-19 / Bori

Estudo revela como ONGs feministas enfrentaram a violência de gênero durante a Covid-19

Durante a pandemia de Covid-19, a violência contra mulheres no Brasil aumentou em meio ao isolamento social e ao colapso das políticas públicas de proteção. Só em 2021, o Brasil registrou 1.437 casos de feminicídio, sendo mais de 60% das vítimas mulheres negras, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Nesse contexto de retração estatal, organizações feministas assumiram um papel essencial no enfrentamento dessa violência, como revela um estudo publicado nesta quarta (21) na revista Cadernos Gestão Pública e Cidadania.

#ViolênciaDeGênero #Pandemia

via Bori

Disponível em: https://abori.com.br/genero/ongs-feministas-pandemia-violencia/

Narrativas em disputa: desinformação, pós-verdade e o desafio informacional na pandemia / Divulga-CI

Narrativas em disputa: desinformação, pós-verdade e o desafio informacional na pandemia

“A pandemia da Covid-19 destacou de forma evidente o perigo que a disseminação de informações falsas representa para a sociedade, especialmente em situações caóticas e imprevisíveis, como uma pandemia global. As notícias falsas emergiram como protagonistas neste cenário, tornando-se ferramentas de poder e influência, capazes de se disseminarem rapidamente pelas redes sociais, onde a cultura de compartilhamento de informações entre as pessoas era altamente ativa. Isso ressalta a importância de lidar com a desinformação de maneira eficaz, a fim de mitigar seus efeitos prejudiciais”, explica Daiana Almeida, egressa do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFC e autora do estudo.

#Desinformação #Pandemia

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-4-abr-2025/narrativas-em-disputa-desinformacao-pos-verdade-e-o-desafio-informacional-na-pandemia/

As práticas informacionais das pessoas idosas na pandemia – Entrevista com Andreza de Morais Batista / Divulga-CI

As práticas informacionais das pessoas idosas na pandemia – Entrevista com Andreza de Morais Batista

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Andreza de Morais Batista, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Paraíba e arquivista da Universidade Estadual da Paraíba. Em sua dissertação, Andreza aponta que as práticas informacionais de pessoas idosas durante a pandemia da Covid-19 foram moldadas por experiências, valores e saberes cotidianos. Na entrevista, conheça detalhes sobre a pesquisa e trajetória da arquivista.

#PráticasInformacionais #Pandemia #Idosos #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-4-abr-2025/as-praticas-informacionais-das-pessoas-idosas-na-pandemia-entrevista-com-andreza-de-morais-batista/

Melhores práticas de gestão do conhecimento nos processos organizacionais do serviço de referência das Bibliotecas da PUC-Rio / RBBD

Melhores práticas de gestão do conhecimento nos processos organizacionais do serviço de referência das Bibliotecas da PUC-Rio

As melhores práticas apresentadas reforçam acertos, registram erros para que elesnãosejam reproduzidos, em um processo contínuode aprendizado, para que o ciclo de gerar e compartilhar conhecimentos semultiplique e gere resultados positivos na organização. Aprendem aspessoas, a organização cresce, os processos amadurecem e os usuários recebem serviços mais consolidados e completos. Por fim, é possível afirmar que todos ganham.

#GestãoDoConhecimento #ProdutosEServiços #BibliotecasUniversitárias #Pandemia

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2038

Diretrizes de espaço para bibliotecas públicas resilientes na era pós-COVID-19: uma revisão sistemática /

Diretrizes de espaço para bibliotecas públicas resilientes na era pós-COVID-19: uma revisão sistemática

O estudo também observou maior ênfase em espaços ao ar livre e serviços digitais. Esta revisão fornece insights para profissionais de bibliotecas que navegam pelos desafios pós-pandemia, concluindo que os projetos futuros de bibliotecas devem priorizar flexibilidade, segurança e adaptabilidade, preservando as funções principais. Mais pesquisas sobre impactos de longo prazo e experiências do usuário são recomendadas.

#BibliotecasPúblicas #Pandemia

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/03400352251317714?mi=ehikzz

Redação Enem: pandemia pode ser a causa do menor número de notas máximas em 10 anos / Revista Educação

Redação Enem: pandemia pode ser a causa do menor número de notas máximas em 10 anos

“É preciso levar em consideração que esta é a primeira turma de ensino médio formada após a pandemia, ou seja, uma geração de alunos que finalizou a formação básica no modelo remoto. Outro aspecto é a influência da linguagem digital, a qual possibilita e permite marcas de oralidade e desvios da norma padrão, bem como de todas as ferramentas que facilitam o ato de pensar e o plano da expressão”, ressalta Maitê Ferreira.

via Revista Educação

#EducaçãoBásica #ENEM #Pandemia

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/02/13/pmc-setor-de-livros-jornais-e-revistas-registra-queda-de-77-em-2024

Desinformação e vacinas nas redes: Comportamento de boatos no Twitter

Desinformação e vacinas nas redes: Comportamento de boatos no Twitter

São oferecidos padrões comportamentais de discurso antivacina no Twitter, que podem ajudar a gerenciar futuros fenômenos semelhantes. Dado o tamanho significativo da amostra e as técnicas utilizadas, pode-se concluir que este trabalho estabelece uma base sólida para outros estudos comparativos sobre desinformação e saúde nas redes sociais.

#Twitter #Desinformação #Pandemia

Disponível em: https://nuevaepoca.revistalatinacs.org/index.php/revista/article/view/1820

Comunicação da informação em saúde: um panorama pós-pandêmico de (des)informação

Comunicação da informação em saúde: um panorama pós- pandêmico de (des)informação

(…) o objetivo geral da dissertação é analisar os efeitos da comunicação da informação em saúde referentes a vacinação, durante a pandemia ocasionada pela Covid-19, no comportamento informacional dos usuários do Twitter.

#InformaçãoEmSaúde #Desinformação #Twitter #Pandemia

Disponível em: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=14392569

Pandemia foi um marco no contexto da alfabetização de crianças no Brasil

Pandemia foi um marco no contexto da alfabetização de crianças no Brasil

De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, realizada pelo Ministério da Educação, apenas quatro em cada dez crianças do 2º ano do Ensino Fundamental estavam alfabetizadas em 2021. Esse dado é ainda mais preocupante quando comparado ao de 2019, no qual seis em cada dez eram alfabetizadas.

via Jornal da Jornal da USP

#Alfabetização #Pandemia

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/pandemia-foi-um-marco-no-contexto-da-alfabetizacao-de-criancas-no-brasil/

Desinformação na Pandemia: análise da influência nas declarações de Bolsonaro

Desinformação na Pandemia: análise da influência nas declarações de Bolsonaro

Para combater a desinformação, o estudo propõe a implementação de políticas de transparência nas plataformas sociodigitais, juntamente com um controle mais rigoroso na gestão dos dados. Destacando a necessidade de submeter a lógica política e capitalista desse cenário às regras do bem viver, ética e cidadania.

via Divulga-CI

#Desinformação #Pandemia #GovernoBolsonaro

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-2-fev-2024/desinformacao-na-pandemia-analise-da-influencia-nas-declaracoes-de-bolsonaro/