Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

A obra apresenta um panorama de projetos estruturados em três eixos inter-relacionados — bem-viver e saúde, formação e educação, e justiça e direitos —, oferecendo aos leitores um mergulho em trabalhos com protagonismo indígena. Mais do que um relato institucional, a história da Rede narra a busca pela indigenização da Psicologia e do conhecimento científico, reafirmando a contribuição essencial dos saberes indígenas para repensar nossos modos de estar no mundo. É nosso desejo que esta obra possa contribuir para os estudos sobre indigenização do conhecimento, políticas de permanência e a construção de uma psicologia plural e efetivamente comprometida com os povos originários.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1761

A arte e a memória dos povos indígenas nos museus brasileiros / Ciência & Cultura

A arte e a memória dos povos indígenas nos museus brasileiros / Ciência & Cultura

A história e a arte dos povos indígenas no Brasil são fundamentais não apenas para compreender a riqueza e a diversidade cultural do país, mas também para valorizar a resistência e a resiliência dessas populações ao longo dos séculos. Nos museus brasileiros, essas histórias são contadas de formas cada vez mais inclusivas e autênticas, com a participação ativa das próprias comunidades indígenas.

Como afirmou a liderança indígena Cícero Pereira, do povo Kanindé, o museu é “a história que tinha lá atrás, é o que a gente tem aqui. O museu pros Kanindé é vida”. Para muitas comunidades, os museus funcionam como centros de documentação que ajudam na preservação e na transmissão dos saberes tradicionais, sendo um ponto de encontro entre as gerações mais velhas, que guardam o conhecimento ancestral, e os mais jovens, que começam a entender sua identidade e herança cultural de forma mais consciente.

#Museus #PovosIndígenas #CulturaIndígena

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8916

A contribuição do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) para o Aquilombamento bibliográfico – Entrevista com Tatiane Salles / Divulga-CI

A contribuição do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) para o Aquilombamento bibliográfico – Entrevista com Tatiane Salles / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Tatiane Salles, bibliotecária do Instituto Federal de São Paulo e mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de São Carlos. Na dissertação, Tatiane Salles aborda a importância de práticas bibliotecárias comprometidas com representatividade, pertencimento e aquilombamento informacional, visando a consolidação de políticas mais inclusivas e responsivas às demandas das comunidades negras e indígenas. Conheça mais sobre o percurso da pesquisadora e sua pesquisa.

#FormaçãoDeColeções #Representatividade #NEABI #PessoasNegras #PovosIndígenas #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/a-contribuicao-do-nucleo-de-estudos-afro-brasileiros-e-indigenas-neabi-para-o-aquilombamento-bibliografico-entrevista-com-tatiane-salles/

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (27) o envio ao Congresso dos projetos de lei que criam a Unind (Universidade Federal Indígena) e a UFEsporte (Universidade Federal do Esporte). Se aprovadas, as medidas ampliarão a rede de ensino superior para 71 universidades federais.

As duas universidades terão como foco os povos originários e a formação ligada ao esporte de rendimento. A previsão inclui oferta de cursos de graduação e pós-graduação, com sede em Brasília e estrutura multicampi.

#UniversidadesPúblicas #PovosIndígenas #Esporte

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/11/governo-envia-projetos-para-criar-universidades-federais-indigena-e-do-esporte.shtml

Papa Leão XIV devolve 62 peças a indígenas do Canadá em acerto de contas com colonialismo / CCA

Papa Leão XIV devolve 62 peças a indígenas do Canadá em acerto de contas com colonialismo / CCA

A entrega ocorre um século depois da exposição que mostrou os objetos pela primeira vez no Vaticano. A hierarquia católica canadiana comprometeu-se a garantir a preservação das peças, que serão encaminhadas para o Museu Canadiano de História, em Gatineau, onde especialistas e comunidades indígenas irão determinar a sua origem e destino final.

A devolução insere-se no processo de revisão histórica do passado colonial da Igreja. Em 2023, o Vaticano repudiou formalmente a chamada “Doutrina da Descoberta”, utilizada para legitimar a apropriação colonial de territórios indígenas.

Segundo o Vaticano, o gesto de hoje conclui o percurso iniciado com esse reconhecimento.

#Papa #PovosIndígenas

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/papa-leao-xiv-devolve-62-pecas-a-indigenas-do-canada-em-acerto-de-contas-com-colonialismo/

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

Semeadora de sonhos que busca realizar um ‘acordamento das memórias’ de diferentes povos indígenas. Essa é a homenageada deste ano do Prêmio Top Educação 2025*, Cristine Takuá, do povo Maxakali. Formada em filosofia pela Unesp, lecionou em escola indígena e, atualmente, é coordenadora do projeto Escolas Vivas, o qual atua com cinco comunidades indígenas de diferentes regiões do país fortalecendo seus saberes tradicionais. A seguir, conheça um pouco mais a homenageada.

#PovosIndígenas #EducaçãoIndígena

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/10/01/cristine-takua-top-educacao-2025/

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

As falas ouvidas iluminam o fato de que a desinformação é algo vivido no dia a dia, mais do que um conceito teórico, assim, o enfrentamento da desinformação e a efetivação da Lei precisam considerar essas dimensões sensíveis. Reforça a urgência de políticas públicas que não fiquem apenas no papel, mas que dialoguem com as vivências reais das comunidades indígenas. Protagonismo, autonomia e garantia de direitos são as premissas que sustentam a análise e reforçam a necessidade de pensar políticas públicas como processos construídos junto com os povos indígenas. Mostra, ainda, que é preciso mudar a forma como se entende os conceitos de informação e desinformação quando se trata dos povos indígenas.

#PovosIndígenas #Desinformação

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/297998

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

Os saberes das comunidades indígenas e quilombolas carregam uma riqueza cultural e epistemológica capazes de transformar o ensino superior brasileiro. Apesar de sua relevância, continuam frequentemente marginalizados em currículos marcados pela hegemonia de saberes eurocêntricos. Hoje o desafio é abrir espaço para que esses povos se tornem protagonistas na universidade. Quem começa explicando é a professora Mille Rodrigues, da Faculdade de Educação da USP.

#PovosIndígenas #ComunidadesQuilombolas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/o-que-a-universidade-tem-a-aprender-com-povos-indigenas-e-quilombolas/

O que o mundo pode aprender com os povos indígenas / Ciência & Cultura

O que o mundo pode aprender com os povos indígenas / Ciência & Cultura

Celebrado em 9 de agosto, o Dia Internacional dos Povos Indígenas é mais do que uma data simbólica. É um chamado global à escuta, ao respeito e à ação. Em 2025, o tema definido pelo Fórum dos Povos Indígenas no FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) — “O direito à autodeterminação dos povos indígenas: um caminho para a segurança e soberania alimentar” — reforça uma pauta urgente: os povos indígenas não são apenas vítimas das crises climática e alimentar, mas agentes fundamentais para enfrentá-las.

Com cerca de 476 milhões de pessoas vivendo em mais de 90 países, os povos indígenas representam menos de 6% da população mundial, mas falam mais da metade das línguas vivas do planeta e detêm vastos conhecimentos sobre agricultura, biodiversidade e adaptação ecológica. Em tempos de colapso ambiental, não há futuro sustentável sem o reconhecimento da autonomia, dos saberes e dos direitos dessas populações.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8670

Biblioteca na USP lança catálogo de filmes brasileiros sobre povos indígenas / Jornal da USP

Biblioteca na USP lança catálogo de filmes brasileiros sobre povos indígenas / Jornal da USP

Elaborado por meio de uma parceria entre a biblioteca e a Comissão de Inclusão e Pertencimento (CIP) da ECA, o catálogo contou com a curadoria da bibliotecária Marina Macambyra e o apoio de Mayza Bendinskas, estudante de Publicidade e Propaganda e estagiária da CIP. Marina conta que o processo demorou apenas algumas semanas para ser finalizado, entre a seleção do conteúdo por meio do sistema Dedalus, de consulta às bibliotecas da USP, e a diagramação do catálogo. Ela destaca que houve etapas de revisão e reestruturação de algumas sinopses, para melhorar o entendimento do conteúdo de algumas obras.

via Jornal da USP

#Filmes #PovosIndígenas

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/biblioteca-lanca-catalogo-de-filmes-brasileiros-sobre-povos-indigenas/

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGCI – UFAL

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGH – UFAL

Quanto às fontes históricas, trabalhamos nesta pesquisa com entrevistas, jornais, documentos oficiais, documentos produzidos por órgãos de apoio à causa indígena e buscamos intercâmbios entre a Antropologia e a História social e cultural, baseando-se na Teoria Decolonial (Seligmann-Silva, 2022), que, em conjunto com as outras epistemologias, consegue responder nossas questões, ou pelo menos chegar o mais próximo possível delas. As narrativas ao longo desta dissertação demonstram traços da nossa realidade de luta e adaptabilidades políticas, sociais e culturais no tempo presente enquanto indígenas pertencentes ao povo Xokó da Ilha de São Pedro/Caiçara, do Município de Porto da Folha, no Estado de Sergipe.

#PovosIndígenas #Decolonialidade

Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/14951

Povos indígenas e informação / Otlet

Povos indígenas e informação

A criação de uma unidade ou seção de informação indígena em uma biblioteca pública, escolar ou de outro tipo sempre envolverá a consideração de suas necessidades de informação — ou seja, suas necessidades reais (expressas) e potenciais (aquelas não expressas no momento em que se deslocam à biblioteca para solicitar informações). Portanto, ao desenvolver um acervo de informação indígena, será necessária a participação ativa dos futuros usuários do acervo. Como isso será feito? Uma das ações mais importantes é por meio de entrevistas, conversas ou diálogo ativo com as comunidades onde uma biblioteca ou outro tipo de centro de informação estará localizado.
Os estudos comunitários são uma das principais ferramentas para compreender as necessidades de informação de uma comunidade indígena, o que nos permitirá compreender o nível ou o status de suas demandas de informação em diversas áreas.

#PovosIndígenas #Informação #BibliotecasIndígenas

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/los-pueblos-indigenas-y-la-informacion/

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO) / RBBD

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO)

O objetivo deste trabalho é investigar a promoção do conhecimento amazônico e da informação étnico-racial científica no âmbito das obras publicadas pela EDUFRO. Para tanto, foi contextualizada a EDUFRO, a partir de seu Regimento interno e sua Política Editorial, abordada a informação étnico-racial científica e o combate às injustiças epistêmicas no campo editorial. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva. Foram mapeadas e avaliadas as obras publicadas pela EDUFRO entre 2001 e 2023. Como resultados, foram encontradas 61 obras distribuídas entre os enfoques temáticos que atendem ao objetivo da pesquisa: Amazônia e Rondônia, Povos indígenas, Povos imigrantes e Estudos de Gênero e sexualidade.

#EditorasUniversitárias #UNIR #Amazônia #Representatividade #PovosIndígenas

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2129

Guardiões do pensar indígena no noroeste amazônico / SciELO

Guardiões do pensar indígena no noroeste amazônico

Seja em que tempo for e com ou sem recursos tecnológicos de ponta, observar e registrar cenas e fatos com foco na reflexão sobre as relações de povos indígenas e não indígenas é algo estrutural para a existência humana. Ainda mais verdadeiro na Amazônia, região que está na pauta do dia em escala mundial por causa da questão ambiental à social.

Assim, ainda na primeira metade da década de 1950, o antropólogo e etnógrafo Eduardo Galvão e a mulher dele, a bibliotecária Clara Galvão, empreenderam expedições históricas pelo noroeste da Amazônia, ao longo do rio Negro, e legaram para a humanidade um acervo de textos, testemunhos e fotografias raros sobre as relações de poder entre povos naquela região do Brasil, especialmente no sistema de aviamento no ciclo da borracha.

#PovosIndígenas

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/02/17/guardioes-do-pensar-indigena-no-noroeste-amazonico/

Proudly powered by WordPress | Theme: Content by SpiceThemes

Acessar o conteúdo