Lançada nova edição da Divulga-CI

Lançada nova edição da Divulga-CI

Editorial: Trudruá Dorrico Makuxi – É Sempre Ritual de Iniciação: Abya Yala
Entrevistas: Diego Leonardo de Souza Fonseca, Lilian Aguilar Teixeira e Priscila Maria Ferreira Guarate
Perspectivas: Carina Pataxó, Carlos Alexandre Barros Trubiliano, Fábio Alkmin e Francisco Aquinei Timóteo Queirós
Outras divulgações: Rodrigo Lins Barbosa – Indígenas e ditadura militar: crimes e corrupção no Serviço de Proteção aos Índios e Funai; Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro – Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas
Na foto: Arte de Raysse Tupinambá no corredor da Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Federal do Pará
Fotografia: João Arlindo dos Santos Neto

#PovosIndígenas #CulturaIndígena #RevistasCI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/category/v-4-n-04-abr-2026/

Vozes de Abya Yala: perspectivas indígenas sobre identidade e ancestralidade / Zenodo

Vozes de Abya Yala: perspectivas indígenas sobre identidade e ancestralidade / Zenodo

Vozes de Abya Yala reúne oito entrevistas com intelectuais indígenas de diferentes territórios e povos do continente, resultado da segunda temporada do projeto Caminhos de Abya Yala, coordenado por Alessandra Seixlack, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ao longo dessas conversas, emergem pensamentos e modos de (re)existências que, embora diversos, dialogam entre si ao desafiar as narrativas ocidentais que historicamente reduziram os povos indígenas a uma história única e linear.

As vozes aqui reunidas inspiram outros caminhos para conhecer e habitar o planeta. Suas reflexões desestabilizam os centros tradicionais de produção do saber, abrindo espaço para mudanças de paradigma que tensionam o antropocentrismo ainda dominante na disciplina da História e nas Humanidades. Pensar a partir de Abya Yala é, aqui, reconhecer a potência de epistemologias que recolocam as vidas humanas e não humanas em redes de relação, responsabilidade e cuidado.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

Disponível em: https://zenodo.org/records/18474003

Políticas de preservação do patrimônio cultural indígena: estudo etnográfico na Aldeia Ketyjug Tegtu (Três Soitas) de Santa Maria, RS / PPGCI – UFSC

Políticas de preservação do patrimônio cultural indígena: estudo etnográfico na Aldeia Ketyjug Tegtu (Três Soitas) de Santa Maria, RS / PPGCI – UFSC

Os resultados revelam que, apesar das leis que reconhecem o patrimônio cultural imaterial, ainda há fragilidades nas ações que garantam o protagonismo das comunidades indígenas. A preservação da língua Kaingang, a valorização dos anciãos como guardiões dos saberes e a integração das tradições no cotidiano escolar foram destacadas como fundamentais para a sustentabilidade cultural. Verificou-se também que centros culturais e museus indígenas podem ser espaços estratégicos de salvaguarda, desde que autogestionados e alinhados às suas formas de organização e prioridades. A partir dessa análise, foi desenvolvido um Modelo Orientador de Preservação do Patrimônio Cultural Indígena, concebido como referência para comunidades, gestores culturais e formuladores de políticas públicas. Esse modelo articula dimensões normativas, teóricas e vivenciais, propondo diretrizes que fortalecem a oralidade, a língua materna, a participação comunitária, os espaços de memória e a presença da cultura indígena nos currículos escolares. A tese conclui que a preservação do patrimônio cultural indígena exige não apenas normativas legais, mas o reconhecimento da autonomia das comunidades na condução desses processos. Valorizar os saberes Kaingang é essencial para construir políticas culturais plurais e superar os paradigmas coloniais ainda presentes nas práticas de preservação.

#PatrimônioCultural #PovosIndígenas #CulturaIndígena

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272041

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

A obra apresenta um panorama de projetos estruturados em três eixos inter-relacionados — bem-viver e saúde, formação e educação, e justiça e direitos —, oferecendo aos leitores um mergulho em trabalhos com protagonismo indígena. Mais do que um relato institucional, a história da Rede narra a busca pela indigenização da Psicologia e do conhecimento científico, reafirmando a contribuição essencial dos saberes indígenas para repensar nossos modos de estar no mundo. É nosso desejo que esta obra possa contribuir para os estudos sobre indigenização do conhecimento, políticas de permanência e a construção de uma psicologia plural e efetivamente comprometida com os povos originários.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1761

A arte e a memória dos povos indígenas nos museus brasileiros / Ciência & Cultura

A arte e a memória dos povos indígenas nos museus brasileiros / Ciência & Cultura

A história e a arte dos povos indígenas no Brasil são fundamentais não apenas para compreender a riqueza e a diversidade cultural do país, mas também para valorizar a resistência e a resiliência dessas populações ao longo dos séculos. Nos museus brasileiros, essas histórias são contadas de formas cada vez mais inclusivas e autênticas, com a participação ativa das próprias comunidades indígenas.

Como afirmou a liderança indígena Cícero Pereira, do povo Kanindé, o museu é “a história que tinha lá atrás, é o que a gente tem aqui. O museu pros Kanindé é vida”. Para muitas comunidades, os museus funcionam como centros de documentação que ajudam na preservação e na transmissão dos saberes tradicionais, sendo um ponto de encontro entre as gerações mais velhas, que guardam o conhecimento ancestral, e os mais jovens, que começam a entender sua identidade e herança cultural de forma mais consciente.

#Museus #PovosIndígenas #CulturaIndígena

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8916

A contribuição do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) para o Aquilombamento bibliográfico – Entrevista com Tatiane Salles / Divulga-CI

A contribuição do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) para o Aquilombamento bibliográfico – Entrevista com Tatiane Salles / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Tatiane Salles, bibliotecária do Instituto Federal de São Paulo e mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de São Carlos. Na dissertação, Tatiane Salles aborda a importância de práticas bibliotecárias comprometidas com representatividade, pertencimento e aquilombamento informacional, visando a consolidação de políticas mais inclusivas e responsivas às demandas das comunidades negras e indígenas. Conheça mais sobre o percurso da pesquisadora e sua pesquisa.

#FormaçãoDeColeções #Representatividade #NEABI #PessoasNegras #PovosIndígenas #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/a-contribuicao-do-nucleo-de-estudos-afro-brasileiros-e-indigenas-neabi-para-o-aquilombamento-bibliografico-entrevista-com-tatiane-salles/

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (27) o envio ao Congresso dos projetos de lei que criam a Unind (Universidade Federal Indígena) e a UFEsporte (Universidade Federal do Esporte). Se aprovadas, as medidas ampliarão a rede de ensino superior para 71 universidades federais.

As duas universidades terão como foco os povos originários e a formação ligada ao esporte de rendimento. A previsão inclui oferta de cursos de graduação e pós-graduação, com sede em Brasília e estrutura multicampi.

#UniversidadesPúblicas #PovosIndígenas #Esporte

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/11/governo-envia-projetos-para-criar-universidades-federais-indigena-e-do-esporte.shtml

Papa Leão XIV devolve 62 peças a indígenas do Canadá em acerto de contas com colonialismo / CCA

Papa Leão XIV devolve 62 peças a indígenas do Canadá em acerto de contas com colonialismo / CCA

A entrega ocorre um século depois da exposição que mostrou os objetos pela primeira vez no Vaticano. A hierarquia católica canadiana comprometeu-se a garantir a preservação das peças, que serão encaminhadas para o Museu Canadiano de História, em Gatineau, onde especialistas e comunidades indígenas irão determinar a sua origem e destino final.

A devolução insere-se no processo de revisão histórica do passado colonial da Igreja. Em 2023, o Vaticano repudiou formalmente a chamada “Doutrina da Descoberta”, utilizada para legitimar a apropriação colonial de territórios indígenas.

Segundo o Vaticano, o gesto de hoje conclui o percurso iniciado com esse reconhecimento.

#Papa #PovosIndígenas

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/papa-leao-xiv-devolve-62-pecas-a-indigenas-do-canada-em-acerto-de-contas-com-colonialismo/

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

Semeadora de sonhos que busca realizar um ‘acordamento das memórias’ de diferentes povos indígenas. Essa é a homenageada deste ano do Prêmio Top Educação 2025*, Cristine Takuá, do povo Maxakali. Formada em filosofia pela Unesp, lecionou em escola indígena e, atualmente, é coordenadora do projeto Escolas Vivas, o qual atua com cinco comunidades indígenas de diferentes regiões do país fortalecendo seus saberes tradicionais. A seguir, conheça um pouco mais a homenageada.

#PovosIndígenas #EducaçãoIndígena

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/10/01/cristine-takua-top-educacao-2025/

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

As falas ouvidas iluminam o fato de que a desinformação é algo vivido no dia a dia, mais do que um conceito teórico, assim, o enfrentamento da desinformação e a efetivação da Lei precisam considerar essas dimensões sensíveis. Reforça a urgência de políticas públicas que não fiquem apenas no papel, mas que dialoguem com as vivências reais das comunidades indígenas. Protagonismo, autonomia e garantia de direitos são as premissas que sustentam a análise e reforçam a necessidade de pensar políticas públicas como processos construídos junto com os povos indígenas. Mostra, ainda, que é preciso mudar a forma como se entende os conceitos de informação e desinformação quando se trata dos povos indígenas.

#PovosIndígenas #Desinformação

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/297998

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

Os saberes das comunidades indígenas e quilombolas carregam uma riqueza cultural e epistemológica capazes de transformar o ensino superior brasileiro. Apesar de sua relevância, continuam frequentemente marginalizados em currículos marcados pela hegemonia de saberes eurocêntricos. Hoje o desafio é abrir espaço para que esses povos se tornem protagonistas na universidade. Quem começa explicando é a professora Mille Rodrigues, da Faculdade de Educação da USP.

#PovosIndígenas #ComunidadesQuilombolas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/o-que-a-universidade-tem-a-aprender-com-povos-indigenas-e-quilombolas/

O que o mundo pode aprender com os povos indígenas / Ciência & Cultura

O que o mundo pode aprender com os povos indígenas / Ciência & Cultura

Celebrado em 9 de agosto, o Dia Internacional dos Povos Indígenas é mais do que uma data simbólica. É um chamado global à escuta, ao respeito e à ação. Em 2025, o tema definido pelo Fórum dos Povos Indígenas no FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) — “O direito à autodeterminação dos povos indígenas: um caminho para a segurança e soberania alimentar” — reforça uma pauta urgente: os povos indígenas não são apenas vítimas das crises climática e alimentar, mas agentes fundamentais para enfrentá-las.

Com cerca de 476 milhões de pessoas vivendo em mais de 90 países, os povos indígenas representam menos de 6% da população mundial, mas falam mais da metade das línguas vivas do planeta e detêm vastos conhecimentos sobre agricultura, biodiversidade e adaptação ecológica. Em tempos de colapso ambiental, não há futuro sustentável sem o reconhecimento da autonomia, dos saberes e dos direitos dessas populações.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8670