A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

A educadora indígena que tem feito um ‘acordamento das memórias’ / Revista Educação

Semeadora de sonhos que busca realizar um ‘acordamento das memórias’ de diferentes povos indígenas. Essa é a homenageada deste ano do Prêmio Top Educação 2025*, Cristine Takuá, do povo Maxakali. Formada em filosofia pela Unesp, lecionou em escola indígena e, atualmente, é coordenadora do projeto Escolas Vivas, o qual atua com cinco comunidades indígenas de diferentes regiões do país fortalecendo seus saberes tradicionais. A seguir, conheça um pouco mais a homenageada.

#PovosIndígenas #EducaçãoIndígena

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/10/01/cristine-takua-top-educacao-2025/

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

Indigenizar a luta contra a desinformação : percursos decoloniais para a Lei 11.645/2008 / PPGCI – UFRGS

As falas ouvidas iluminam o fato de que a desinformação é algo vivido no dia a dia, mais do que um conceito teórico, assim, o enfrentamento da desinformação e a efetivação da Lei precisam considerar essas dimensões sensíveis. Reforça a urgência de políticas públicas que não fiquem apenas no papel, mas que dialoguem com as vivências reais das comunidades indígenas. Protagonismo, autonomia e garantia de direitos são as premissas que sustentam a análise e reforçam a necessidade de pensar políticas públicas como processos construídos junto com os povos indígenas. Mostra, ainda, que é preciso mudar a forma como se entende os conceitos de informação e desinformação quando se trata dos povos indígenas.

#PovosIndígenas #Desinformação

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/297998

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

Os saberes das comunidades indígenas e quilombolas carregam uma riqueza cultural e epistemológica capazes de transformar o ensino superior brasileiro. Apesar de sua relevância, continuam frequentemente marginalizados em currículos marcados pela hegemonia de saberes eurocêntricos. Hoje o desafio é abrir espaço para que esses povos se tornem protagonistas na universidade. Quem começa explicando é a professora Mille Rodrigues, da Faculdade de Educação da USP.

#PovosIndígenas #ComunidadesQuilombolas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/o-que-a-universidade-tem-a-aprender-com-povos-indigenas-e-quilombolas/

O que o mundo pode aprender com os povos indígenas / Ciência & Cultura

O que o mundo pode aprender com os povos indígenas / Ciência & Cultura

Celebrado em 9 de agosto, o Dia Internacional dos Povos Indígenas é mais do que uma data simbólica. É um chamado global à escuta, ao respeito e à ação. Em 2025, o tema definido pelo Fórum dos Povos Indígenas no FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) — “O direito à autodeterminação dos povos indígenas: um caminho para a segurança e soberania alimentar” — reforça uma pauta urgente: os povos indígenas não são apenas vítimas das crises climática e alimentar, mas agentes fundamentais para enfrentá-las.

Com cerca de 476 milhões de pessoas vivendo em mais de 90 países, os povos indígenas representam menos de 6% da população mundial, mas falam mais da metade das línguas vivas do planeta e detêm vastos conhecimentos sobre agricultura, biodiversidade e adaptação ecológica. Em tempos de colapso ambiental, não há futuro sustentável sem o reconhecimento da autonomia, dos saberes e dos direitos dessas populações.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8670

Biblioteca na USP lança catálogo de filmes brasileiros sobre povos indígenas / Jornal da USP

Biblioteca na USP lança catálogo de filmes brasileiros sobre povos indígenas / Jornal da USP

Elaborado por meio de uma parceria entre a biblioteca e a Comissão de Inclusão e Pertencimento (CIP) da ECA, o catálogo contou com a curadoria da bibliotecária Marina Macambyra e o apoio de Mayza Bendinskas, estudante de Publicidade e Propaganda e estagiária da CIP. Marina conta que o processo demorou apenas algumas semanas para ser finalizado, entre a seleção do conteúdo por meio do sistema Dedalus, de consulta às bibliotecas da USP, e a diagramação do catálogo. Ela destaca que houve etapas de revisão e reestruturação de algumas sinopses, para melhorar o entendimento do conteúdo de algumas obras.

via Jornal da USP

#Filmes #PovosIndígenas

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/biblioteca-lanca-catalogo-de-filmes-brasileiros-sobre-povos-indigenas/

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGCI – UFAL

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGH – UFAL

Quanto às fontes históricas, trabalhamos nesta pesquisa com entrevistas, jornais, documentos oficiais, documentos produzidos por órgãos de apoio à causa indígena e buscamos intercâmbios entre a Antropologia e a História social e cultural, baseando-se na Teoria Decolonial (Seligmann-Silva, 2022), que, em conjunto com as outras epistemologias, consegue responder nossas questões, ou pelo menos chegar o mais próximo possível delas. As narrativas ao longo desta dissertação demonstram traços da nossa realidade de luta e adaptabilidades políticas, sociais e culturais no tempo presente enquanto indígenas pertencentes ao povo Xokó da Ilha de São Pedro/Caiçara, do Município de Porto da Folha, no Estado de Sergipe.

#PovosIndígenas #Decolonialidade

Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/14951

Povos indígenas e informação / Otlet

Povos indígenas e informação

A criação de uma unidade ou seção de informação indígena em uma biblioteca pública, escolar ou de outro tipo sempre envolverá a consideração de suas necessidades de informação — ou seja, suas necessidades reais (expressas) e potenciais (aquelas não expressas no momento em que se deslocam à biblioteca para solicitar informações). Portanto, ao desenvolver um acervo de informação indígena, será necessária a participação ativa dos futuros usuários do acervo. Como isso será feito? Uma das ações mais importantes é por meio de entrevistas, conversas ou diálogo ativo com as comunidades onde uma biblioteca ou outro tipo de centro de informação estará localizado.
Os estudos comunitários são uma das principais ferramentas para compreender as necessidades de informação de uma comunidade indígena, o que nos permitirá compreender o nível ou o status de suas demandas de informação em diversas áreas.

#PovosIndígenas #Informação #BibliotecasIndígenas

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/los-pueblos-indigenas-y-la-informacion/

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO) / RBBD

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO)

O objetivo deste trabalho é investigar a promoção do conhecimento amazônico e da informação étnico-racial científica no âmbito das obras publicadas pela EDUFRO. Para tanto, foi contextualizada a EDUFRO, a partir de seu Regimento interno e sua Política Editorial, abordada a informação étnico-racial científica e o combate às injustiças epistêmicas no campo editorial. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva. Foram mapeadas e avaliadas as obras publicadas pela EDUFRO entre 2001 e 2023. Como resultados, foram encontradas 61 obras distribuídas entre os enfoques temáticos que atendem ao objetivo da pesquisa: Amazônia e Rondônia, Povos indígenas, Povos imigrantes e Estudos de Gênero e sexualidade.

#EditorasUniversitárias #UNIR #Amazônia #Representatividade #PovosIndígenas

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2129

Guardiões do pensar indígena no noroeste amazônico / SciELO

Guardiões do pensar indígena no noroeste amazônico

Seja em que tempo for e com ou sem recursos tecnológicos de ponta, observar e registrar cenas e fatos com foco na reflexão sobre as relações de povos indígenas e não indígenas é algo estrutural para a existência humana. Ainda mais verdadeiro na Amazônia, região que está na pauta do dia em escala mundial por causa da questão ambiental à social.

Assim, ainda na primeira metade da década de 1950, o antropólogo e etnógrafo Eduardo Galvão e a mulher dele, a bibliotecária Clara Galvão, empreenderam expedições históricas pelo noroeste da Amazônia, ao longo do rio Negro, e legaram para a humanidade um acervo de textos, testemunhos e fotografias raros sobre as relações de poder entre povos naquela região do Brasil, especialmente no sistema de aviamento no ciclo da borracha.

#PovosIndígenas

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/02/17/guardioes-do-pensar-indigena-no-noroeste-amazonico/

Fontes de informação governamentais em saúde sobre povos indígenas / PPGCI – UFSC

Fontes de informação governamentais em saúde sobre povos indígenas

O levantamento dos órgãos e repartições públicas que produzem e disponibilizam informações sobre indígenas resultou em três Ministérios subdivididos em secretarias que cumprem funções relacionadas aos povos indígenas: Ministério do Meio Ambiente e Mudança de Clima, Ministério dos Povos Indígenas e Ministério da Saúde. Quanto à disponibilização de informações em saúde, o estudo identificou a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) como a principal fonte de informações oficiais sobre a saúde indígena. A caracterização da SESAI como fonte de informação em saúde para indígenas indica que a maior parte das informações disponibilizadas no site oficial da secretaria são classificadas como informação-técnica e/ou científica dos serviços e atendimentos prestados a população indígena, e estão disponíveis apenas no idioma português, não contemplando a tradução para nenhuma língua indígena. A discussão dos resultados traz a reflexão de que a SESAI, enquanto fonte de informação não é, necessariamente, voltada aos indígenas, mas uma fonte que disponibiliza dados e informações relacionadas a essa população, não a comunicando em formatos que tenham essa população como público.

#FontesDeInformação #PovosIndígenas #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265213

Projeto da Unesp aproxima jovens estudantes do universo das culturas indígenas / Jornal da UNESP

Projeto da Unesp aproxima jovens estudantes do universo das culturas indígenas

Iniciativa levou jovens para conhecerem o cotidiano de aldeias, e experimentarem a riqueza da troca de conhecimento entre povos diferentes. Pesquisas e atividades resultaram na produção de artigos, teses, podcasts, materiais didáticos e em proposta para a criação de uma política pública permanente de aproximação entre escolas e indígenas do estado de SP.

#PovoIndígenas #ExtensãoUniversitária #Unesp

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2025/04/18/projeto-da-unesp-aproxima-jovens-estudantes-do-universo-das-culturas-indigenas/

12 indígenas que inspiram a Educação Integral Antirracista / EI

12 indígenas que inspiram a Educação Integral Antirracista

Conheça quem são Ailton Krenak, Alice Pataxó, Alva Rosa Tukano, Daniel Munduruku, Edson Kayapó, Eliane Potiguara, Ely Macuxi, Gersem Baniwa, Graça Graúna, Melvino Fontes Olímpio, Sonia Guajajara e Txai Suruí — do chão da floresta aos espaços acadêmicos e governamentais, suas lutas e conquistas são faróis para quem acredita que outro futuro é possível.

#PovosIndígenas #EducaçãoAntirracista

via EI

Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/12-indigenas-que-inspiram-educacao-integral-antirracista/