Aplicativo ensina língua indígena considerada “ameaçada”

Aplicativo ensina língua indígena considerada “ameaçada”

Suellen Tobler conta que a ideia de criar o aplicativo surgiu em 2020, após ela receber o livro “Nheengatu Tapajowara” de presente da professora Dailza Araújo, da escola indígena Suraraitá Tupinambá, na Aldeia São Francisco, no Pará.

Ela afirma que percebeu certa semelhança entre o nheengatu e o alemão, língua que estudava através do app Duolingo. Ao pesquisar, descobriu que não existiam cursos da língua indígena disponíveis. Por isso, ela decidiu criar um app que possibilitasse isso.

via Olhar Digital

#PovosIndígenas #LínguasIndígenas

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2024/05/05/pro/aplicativo-ensina-lingua-indigena-considerada-ameacada/

Entrevista com Maria Aparecida Arruda sobre sua pesquisa que estabeleceu diretrizes para gestão e mediação cultural de saberes dos povos indígenas Sul-Mato-Grossense

Entrevista com Maria Aparecida Arruda sobre sua pesquisa que estabeleceu diretrizes para gestão e mediação cultural de saberes dos povos indígenas Sul-Mato-Grossense

Sua tese, intitulada “Diretrizes para a criação de sistemas de gestão e mediação cultural no âmbito dos saberes indígenas” aborda a questão cultural de saberes/conhecimentos indígenas brasileiros, destacando os povos originários como sujeitos informacionais, usuários e produtores de informações e conhecimentos. Na pesquisa, é pontuado que as culturas e saberes indígenas são ativos valiosos para o desenvolvimento sustentável, o desenvolvimento da população indígena e a preservação do meio ambiente, e portanto, é de suma importância serem registradas, preservadas e mediadas por meio das tecnologias digitais informacionais.

#PovosIndígenas #MediaçãoCultural

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-4-abr-2024/entrevista-com-maria-aparecida-arruda-sobre-sua-pesquisa-que-estabeleceu-diretrizes-para-gestao-e-mediacao-cultural-de-saberes-dos-povos-indigenas-sul-mato-grossense/

A construção de um etnojornalismo indígena como ferramenta de luta

A construção de um etnojornalismo indígena como ferramenta de luta

(…) a etnocomunicação indígena assume o papel estratégico em tornar os povos interlocutores de seus próprios interesses e necessidades. Mais do que um resgate cultural e histórico, é uma forma de quebrar antigos estereótipos causados pela falta de informação especializada na imprensa tradicional e de registrarem por conta própria a destruição das florestas.

#Jornalismo #PovosIndígenas

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/objethos/a-construcao-de-um-etnojornalismo-indigena-como-ferramenta-de-luta/

Entrevista com Luma Prado sobre as demandas por liberdade apresentadas por indígenas nos tribunais da Amazônia portuguesa do século XVIII

Entrevista com Luma Prado sobre as demandas por liberdade apresentadas por indígenas nos tribunais da Amazônia portuguesa do século XVIII

Em sua dissertação, intitulada: “Cativos Litigantes: demandas indígenas por liberdade na Amazônia portuguesa (1706-1759)”, Luma aborda as demandas por liberdade apresentadas por indígenas escravizados aos tribunais da Amazônia portuguesa. E demonstra como indígenas, e sobretudo mulheres, foram aos tribunais da época com o objetivo de libertar a si e a seus familiares da escravidão a que estavam submetidas nas regiões do Pará e do Maranhão — e, na maioria das vezes, conseguiram.

via Divulga-CI

#PovosIndígenas #Entrevista

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-4-abr-2024/entrevista-com-luma-prado-sobre-as-demandas-por-liberdade-apresentadas-por-indigenas-nos-tribunais-da-amazonia-portuguesa-do-seculo-xviii/

Entrevista com Cinthia Thamiris Fernandes sobre sua pesquisa com a promoção do acesso à informação indígena nas bibliotecas do Instituto Federal do Ceará

Entrevista com Cinthia Thamiris Fernandes sobre sua pesquisa com a promoção do acesso à informação indígena nas bibliotecas do Instituto Federal do Ceará

Além do arcabouço teórico-cultural fornecido por meio das disciplinas da pós-graduação, adquiri uma compreensão mais aprofundada do âmbito profissional do ser/fazer bibliotecário, tanto em termos da minha identidade como profissional quanto das práticas associadas. Destaco, também, minha contribuição para a pesquisa científica e a relevância de discutir a informação indígena, ressaltando o imperativo de cumprir a legislação que assegura a inclusão do estudo das histórias e culturas indígenas no ensino básico.

#PovosIndígenas #AcessoÀInformação

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-4-abr-2024/entrevista-com-cinthia-thamiris-fernandes-sobre-sua-pesquisa-com-a-promocao-do-acesso-a-informacao-indigena-nas-bibliotecas-do-instituto-federal-do-ceara/

Pesquisadora cria site que combate o apagamento da presença indígena em cidade do Sul do Brasil 

Pesquisadora cria site que combate o apagamento da presença indígena em cidade do Sul do Brasil 

“São imagens, textos, músicas e vídeos feitos pelos indígenas, com trilha sonora guarani, a fim de criar uma atmosfera que pode sensibilizar e conectar os estudantes com as subjetividades indígenas”, detalha a professora. O site foi batizado com o título da dissertação (Presença Indígena em São José da Terra Firme) e pode ser acessado aqui.

#PovosIndígenas #FontesDeInformação

via Café História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/combate-contra-apagamento-indigena/

Comissão de Anistia reconheceu povos indígenas como sujeitos coletivos, opina historiador

Comissão de Anistia reconheceu povos indígenas como sujeitos coletivos, opina historiador

Os povos indígenas há décadas lutam por uma justiça de transição que reconheça as sistemáticas violações de direitos cometidas contra eles, em processos de espoliação de terras. Nesse sentido, o pesquisador considera que os próximos passos do Estado brasileiro devam ser a extensão das anistias a outros povos, além dos Krenak e Kaiowá, o pagamento de indenizações, a demarcação de terras e o reconhecimento dos crimes contra indígenas não aldeados – em especial, aqueles que migraram para as periferias das capitais durante a ditadura e estiveram sujeitos à atuação dos esquadrões da morte.

#PovosIndígenas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/etnico-racial/comissao-de-anistia-reconheceu-povos-indigenas-como-sujeitos-coletivos-opina-historiador/

Politização feminista e indígena em Abya Yala

Politização feminista e indígena em Abya Yala

Este ensaio trata da politização feminista na América Latina e no Caribe/Abya Yala, a partir de sua relação com as mulheres do “movimento indígena plural”. Reflete sobre as condições históricas e as construções genealógicas sobre as quais a questão do sujeito do feminismo está sendo atualmente discutida ou contestada.

#Feminismo #PovosIndígenas

Disponível em: https://eulac.org/2024/03/politizacao-feminista-e-indigena-em-abya-yala/

Livro resgata luta judicial indígena contra colonização

Livro resgata luta judicial indígena contra colonização

A obra é resultado da dissertação de mestrado da historiadora Luma Ribeiro Prado, apresentada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Em 2020, Luma foi a vencedora do Prêmio História Social da USP com a apresentação de seu estudo intitulado Cativos litigantes: demandas indígenas por liberdade na Amazônia portuguesa, 1706-1759.

#PovosIndígenas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/livro-resgata-luta-judicial-indigena-contra-colonizacao/

Resgate da memória e resistência indígena

Resgate da memória e resistência indígena

Professora do Departamento de Saúde Comunitária da Universidade Federal do Ceará recomenda obra que resgata história da população indígena no período da ditadura

#PovosIndígenas #HistóriaDoBrasil

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/leitura-indicada/resgate-da-memoria-e-resistencia-indigena/

6 ativistas e intelectuais negras e indígenas para você se conectar

6 ativistas e intelectuais negras e indígenas para você se conectar

Entre os temas mais urgentes para a sociedade, da luta antirracista e dos direitos humanos à preservação do meio ambiente e enfrentamento à crise climática, mulheres negras e indígenas lideram a produção e o compartilhamento de conhecimentos, bem como estão à frente de ações concretas na construção de um Brasil e um mundo melhor para todas as pessoas.

#PovosIndígenas #Representatividade

via EI

Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/6-ativistas-e-intelectuais-negras-e-indigenas-para-voce-se-conectar/

Mattel lança Barbie indígena, inspirada em Maira Gomez no aniversário de 65 anos da boneca

Mattel lança Barbie indígena, inspirada em Maira Gomez no aniversário de 65 anos da boneca

A influenciadora indígena, da tribo Tatuyo, recebeu uma Barbie feita à sua semelhança. Conhecida nas redes sociais como Cunhaporanga, Maira coleciona mais de 486 mil seguidores no Instagram e 6,6 milhões no Tik Tok com as histórias de tribo, a rotina, costumes e crenças.

#PovosIndígenas #Representatividade

via Exame

Disponível: https://exame.com/pop/mattel-lanca-barbie-indigena-inspirada-em-maira-gomez-no-aniversario-de-65-anos-da-boneca/