Arquivos de 12 de setembro de 2025

Apoiando práticas de ciência aberta: Por que compartilhar seus dados de pesquisa? / ABCD

Apoiando práticas de ciência aberta: Por que compartilhar seus dados de pesquisa? / ABCD

Dados abertos estão rapidamente se tornando um componente essencial da comunicação acadêmica.
O mais recente Relatório “State of Open Data” sugere que dados abertos estão prestes a se tornar uma produção acadêmica padrão, reconhecida e apoiada globalmente, e que o compartilhamento de dados ajuda a criar um ecossistema de pesquisa mais equitativo, justo e com menos desperdício.
Aqui, analisamos por que compartilhar seus dados de pesquisa beneficia você e a comunidade científica em geral, e oferecemos dicas práticas sobre por onde começar.

#DadosDePesquisa

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/apoiando-praticas-de-ciencia-aberta-por-que-compartilhar-seus-dados-de-pesquisa/

O Estado dos Dados Abertos / Springer Nature

O Estado dos Dados Abertos / Springer Nature

O State of Open Data é uma pesquisa global que fornece insights sobre as atitudes e experiências de pesquisadores em relação a dados abertos. Temos o prazer de firmar parceria com a Digital Science e a Figshare para a pesquisa e análise mais antiga sobre dados abertos.

Relatório Especial State of Open Data 2024 © Springer Nature. O relatório especial de 2024 “Unindo políticas e práticas no compartilhamento de dados” analisa em profundidade o que está impulsionando boas práticas de compartilhamento de dados globalmente e já foi publicado.
Este ano, as práticas de compartilhamento direto entre autores foram analisadas em nível de financiador, país e instituição. Os dados resultantes mostram as principais tendências que impulsionam o compartilhamento aberto bem-sucedido e o crescimento da adoção global, além de permitir a elaboração de recomendações para ajudar a preencher as lacunas restantes entre políticas e práticas.

#DadosDePesquisa

Disponível em: https://www.springernature.com/gp/researchers/campaigns/state-of-open-data

Como identificar a quantidade de registros de um Repositório indexado no Google Acadêmico?

Como identificar a quantidade de registros de um Repositório indexado no Google Acadêmico?

Faça como no exemplo:

  1. Acesse o Google Acadêmico
  2. Coloque como no exemplo: site:ri.unir.br

Exemplo: https://scholar.google.com/scholar?hl=pt-BR&as_sdt=0%2C5&q=site%3Ari.unir.br&oq=

Dica do Prof. Isidro F. Aguillo

via RED IRIS

#GoogleAcadêmico #Repositórios

Disponível em: https://listserv.rediris.es/cgi-bin/wa?A2=2509b&L=IWETEL&D=0&P=24754373

Cobertura das bases de dados bibliométricas / ABCD

Cobertura das bases de dados bibliométricas / ABCD

Mais recente edição (setembro de 2025) da Tabela de cobertura para as principais bases de dados bibliométricas. Trata-se do número de registros em milhões, indicando quantos registros são de acesso aberto (todos os tipos).

Apesar do tamanho do Google Scholar, há cerca de 300 a 400 repositórios indexados no passado que não são mais indexados, resultando em perda de visibilidade para os autores depositantes.

#BasesDeDados #AcessoAberto

via ABCD

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/cobertura-bases-bibliometricas/

“Liberar desinformação pode ter consequências diretas na segurança das pessoas”, afirma especialista / Observatório do Jornalismo Ambiental

“Liberar desinformação pode ter consequências diretas na segurança das pessoas”, afirma especialista / Observatório do Jornalismo Ambiental

Nesta entrevista, concedida no âmbito da disciplina Jornalismo e Meio Ambiente da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) da UFRGS, Jaqueline Sordi destaca as implicações da desinformação climática e maneiras de combatê-la.

#Entrevista #Desinformação #MeioAmbiente

Disponível em: https://jornalismoemeioambiente.com/2025/09/05/liberar-desinformacao-pode-ter-consequencias-diretas-na-seguranca-das-pessoas-afirma-especialista/

IA nas redações: um teste para identificar o nível de utilização / Observatório de Imprensa

IA nas redações: um teste para identificar o nível de utilização / Observatório de Imprensa

Volta e meia, navegando pela internet com minha caravela digital, descubro alguns sites que utilizam o bordão “Conteúdo 100% feito por humanos”, mas será que vai ser assim pra sempre? O fato é que, hoje, a maioria dos jornalistas está usando IA. Uns mais outros menos. Existem níveis de utilização e isso pode ser mapeado. Pensando nesta ideia, resolvi criar um teste simples, que se realizado com um grande número de veículos de imprensa pode revelar muitas coisas interessantes.

via Observatório de Imprensa

#Jornalismo #IA

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/tecnologia/ia-nas-redacoes-um-teste-para-identificar-o-nivel-de-utilizacao/

Por que os espaços silenciosos estão desaparecendo? / The Honest Broker

Por que os espaços silenciosos estão desaparecendo? / The Honest Broker

Isso é ótimo para dar risada, mas agora sinto falta daqueles bibliotecários que faziam silêncio. Bibliotecas não são mais lugares silenciosos. São tão barulhentas quanto um bar depois de uma partida de futebol.
Os livros são removidos e substituídos por cafeterias e espaços para socialização. Caso as pessoas não entendam a mensagem, os bibliotecários agora colocam placas desencorajando o estudo silencioso.
Dê uma olhada nesta “sala de leitura” na Universidade de Columbia — pelo menos é o que dizem as palavras gravadas na janela. Mas uma atualização colada abaixo informa que as pessoas podem esperar videoconferências e conversas em grupo se realmente planejarem ler na sala.
Mas isso levanta uma questão óbvia: se perdermos as bibliotecas como o último espaço público para leitura silenciosa e reflexão, o que poderá substituí-las?

#Bibliotecas #Silêncio

Disponível em: https://www.honest-broker.com/p/why-are-quiet-spaces-disappearing

Critérios de qualidade na avaliação e no apoio institucional a revistas científicas / InCID

Critérios de qualidade na avaliação e no apoio institucional a revistas científicas / InCID

Os resultados mostram que as ações da Unesp resultaram em um aumento significativo na qualificação das revistas, evidenciado pela promoção de periódicos para categorias superiores ao longo dos anos. A distribuição de recursos foi equilibrada entre o fortalecimento das revistas já consolidadas e a indução de novas publicações de qualidade. As ações institucionais, incluindo o apoio financeiro e a capacitação dos editores, foram eficazes na melhoria da reputação científica das revistas da Unesp. A continuidade dessas iniciativas promete consolidar ainda mais a posição da Unesp como um polo de excelência na comunicação científica.

#GestãoEditorial #Periódicos #UNESP

Disponível em: https://revistas.usp.br/incid/article/view/231255

O Ex-líbris na era da Inteligência Artificial / Caçadores de Ex-Libris

O Ex-líbris na era da Inteligência Artificial / Caçadores de Ex-Libris

A escolha entre um ex-líbris tradicional e um criado por IA envolve mais do que o custo financeiro. Um ex-líbris feito por um artista carrega sua história, seu toque pessoal e, muitas vezes, sua própria narrativa de vida. Já um ex-líbris produzido por IA é produto de algoritmos, referências coletadas e processamento de dados: é belo, mas a “alma” humana por trás dele está ausente. Quem valoriza a conexão afetiva, o gesto artístico e a singularidade do objeto pode preferir investir em um ex-líbris feito à mão, mesmo que mais caro, enquanto a IA oferece praticidade e economia, mas com outro tipo de significado.

via Caçadores de Ex-Libris

#ExLibris #IA

Disponível em: https://www.cacadoradeexlibris.com/post/o-ex-l%C3%ADbris-na-era-da-intelig%C3%AAncia-artificial

Paranoia da revisão por pares / The Chronicle

Paranoia da revisão por pares / The Chronicle

O sistema de Revisão Por Pares se baseia na confiança entre acadêmicos. A IA está minando isso.
A revisão por pares é construída, fundamentalmente, com base na confiança e na rotina. Como instituição, a revisão por pares clama por uma comunidade horizontal de investigação. O sistema é falho em muitos aspectos para listar e sujeito a todos os tipos de abuso, mas — idealmente — é bastante surpreendente. Alguém que você talvez nunca conheça, alguém com um nível acadêmico superior ou inferior ao seu, deve dar à sua pesquisa e argumento uma audiência justa, julgando-o com base na força de suas alegações principais, não em seu prestígio ou pedigree.
Este sistema não apenas facilita a produção de conhecimento válido, mas também ajuda a forjar acadêmicos e colegas confiáveis. Alguns acreditam que podemos gerar novos conhecimentos e prosperidade compartilhada sem reproduzir os humanos cujo trabalho torna esse conhecimento e prosperidade possíveis em primeiro lugar. Tais sonhos tecno-utópicos me parecem um tanto improváveis.

#RevisãoPorPares #IA

Disponível em: https://www.chronicle.com/article/peer-review-paranoia

Alternativo: https://archive.ph/Ql5au

O “Efeito Gollum” na ciência / Questão de Ciência

O “Efeito Gollum” na ciência / Questão de Ciência

Inspirado no personagem de Senhor dos Anéis, os pesquisadores John Gould e Jose W. Valdez cunharam em publicação na Frontiers in Ecology and Evolution o termo “Efeito Gollum” para descrever um comportamento presente em diferentes áreas do meio acadêmico (e fiquei maravilhado e triste pela perfeita aplicação do termo à situação da paleontologia): a apropriação possessiva de recursos, espécies, sítios de pesquisa ou mesmo campos inteiros de investigação por parte de cientistas que passam a se ver como donos exclusivos desses temas. Meu orientador, Felipe Pinheiro, pensa que na paleontologia existe ainda o “Efeito Smaug”, que discutimos aqui.

Temas inteiros, dados, e recursos tornam-se propriedade, “preciosos anéis” de poder na mão de cientistas que, tal como Gollum, que escondia o Um Anel nas profundezas da montanha, agem como guardiões de territórios de pesquisa, restringindo o acesso a oportunidades que deveriam ser coletivas, colaborativas e, acima de tudo, servir ao avanço do conhecimento. Todos nós, cientistas, sabemos da prevalência desse fenômeno, que embora ainda pouco discutido de forma aberta, tem consequências sérias para a qualidade da ciência e para a vida dos cientistas, sobretudo aqueles em início de carreira.

#Ciência #EfeitoGollum

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/09/08/o-efeito-gollum-na-ciencia

Pílulas de comunicação científica #2: comece forte / Sobrevivendo na Ciência

Pílulas de comunicação científica #2: comece forte / Sobrevivendo na Ciência

O público decide se presta atenção em você nos primeiros 30 segundos.

É nesse instante que você precisa causar impacto. Uma pergunta intrigante, uma imagem poderosa ou um dado inesperado cumprem esse papel. Se a sua abertura for fraca, ninguém se conectara ao que vier depois. Se ela for memorável, até detalhes técnicos viram aprendizado.

#EscritaCientífica

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em: https://marcoarmello.wordpress.com/2025/09/02/pilulas2/