Arquivos de 29 de março de 2026

‘O maior risco da IA não é substituir, é fazer você parar de pensar’, diz especialista / Exame

‘O maior risco da IA não é substituir, é fazer você parar de pensar’, diz especialista / Exame

Um dos principais pontos do debate foi o impacto da inteligência artificial sobre o comportamento humano, especialmente entre jovens profissionais. Campos trouxe uma reflexão que marcou o encontro: o risco de uma “atrofia cognitiva” diante do uso excessivo da tecnologia.

“Hoje as pessoas usam inteligência artificial até para mandar um WhatsApp. A gente está delegando tudo, inclusive o pensamento”, afirmou. Ela destacou que esse movimento já afeta processos seletivos, em que candidatos utilizam IA em todas as etapas, do currículo às respostas, o que pode comprometer a autenticidade e o desenvolvimento profissional.

#IA #Cognição

via Exame

Disponível em: https://exame.com/carreira/o-maior-risco-da-ia-nao-e-substituir-e-fazer-voce-parar-de-pensar-diz-especialista/

Em busca de aprovação, confrontando a objetividade: a neutralidade no processo de aprovação de cabeçalhos de assunto da Biblioteca do Congresso / In the library with the lead pipe

Em busca de aprovação, confrontando a objetividade: a neutralidade no processo de aprovação de cabeçalhos de assunto da Biblioteca do Congresso / In the library with the lead pipe

Este estudo examina o conceito de neutralidade nos Cabeçalhos de Assunto da Biblioteca do Congresso e o processo de aprovação de assuntos, analisando cabeçalhos propostos que foram rejeitados ao longo de um período de quase 20 anos. Considera o papel da neutralidade nas bibliotecas em geral e argumenta que a equidade, em vez da neutralidade, é a lente apropriada para avaliar as propostas de cabeçalhos de assunto. Por fim, recomenda diversas reformas que poderiam aprimorar o processo de cabeçalhos de assunto e torná-lo mais equitativo. (…)

A LCSH surgiu há mais de um século como uma ferramenta de catalogação temática para a Biblioteca do Congresso e, desde então, evoluiu para um vocabulário que serve milhares de bibliotecas em todo o mundo. Apesar da ampla e diversificada base de usuários, a Biblioteca do Congresso permanece como a única árbitra sobre quais propostas são aceitas na LCSH e qual forma os cabeçalhos assumem. Nas últimas duas décadas, rejeitou diversas propostas temáticas devido a uma preferência por uma suposta neutralidade e objetividade, sob vários disfarces. No entanto, como profissão, a biblioteconomia afirma priorizar a responsabilidade social. Justiça social e equidade são incompatíveis com uma neutralidade indiferente e propositalmente inofensiva que permite cabeçalhos prejudiciais, colonialistas e racistas na LCSH e exclui cabeçalhos que descrevem preconceito ou as experiências vividas por povos marginalizados.

#ListasDeCabeçalhosDeAssunto #LCSH #Neutralidade

via In the library with the lead pipe

Disponível em: https://www.inthelibrarywiththeleadpipe.org/2026/seeking-approval/

O que acontece quando uma biblioteca fica cheia de pessoas? / Biblogtecário

O que acontece quando uma biblioteca fica cheia de pessoas? / Biblogtecário

São os espaços onde as pessoas vêm todas as manhãs para reconstruir sua rotina após uma mudança de vida. Onde alguém que se sente sozinho encontra companhia sem precisar se explicar. Onde as crianças descobrem que podem desfrutar da leitura e viver mil aventuras sem sair da poltrona. Onde pessoas muito diferentes compartilham o mesmo espaço sem que isso seja um problema.

As bibliotecas são um refúgio, sim.
São também pontos de encontro.
E, acima de tudo, são comunidade.

Minha palestra, “Quando a Biblioteca se Torna uma Comunidade”, não tinha a intenção de ser uma teoria sobre o papel das bibliotecas — já existem muitos manuais para isso —, mas sim de dar nome a algo que vivenciamos todos os dias, mas sobre o qual raramente falamos. Porque às vezes tomamos como certo o que fazemos, e não deveríamos.

#Bibliotecas #ImpactoDasBibliotecas

via Biblogtecário

Disponível em: https://www.biblogtecarios.es/leticiamoya/lo-que-ocurre-cuando-una-biblioteca-se-llena-de-personas/

Quatro futuros possíveis (e um cenário extremo) para a publicação científica / Aula Magna 2.0

Quatro futuros possíveis (e um cenário extremo) para a publicação científica / Aula Magna 2.0

Dois eixos de incerteza são usados ​​para construir os cenários. O primeiro corresponde à infraestrutura e governança: determina se as ferramentas e a confiança do sistema permanecem sob o controle de plataformas proprietárias ou se baseiam em padrões abertos e governança comunitária (Bergstrom et al., 2024; Plantin et al., 2018; POSI Adopters, 2025). O segundo eixo diz respeito à agência epistêmica, entendida aqui como o grau em que a IA apoia tarefas verificáveis ​​sem substituir a deliberação editorial e avaliativa, ou desloca o julgamento humano em processos de triagem e revisão para maximizar velocidade e volume (Ebadi et al., 2025; Hoyt et al., 2025; Pontille & Torny, 2015). A interseção desses eixos resulta em quatro cenários, além de um cenário limite.

Cenário 1: Dependência proprietária e controle humano
Cenário 2: Dependência proprietária e automação delegada
Cenário 3: Soberania aberta e automação delegada
Cenário 4: Soberania aberta e controle humano
Cenário 5: Soberania aberta e controle humano
Cenário final: Autonomia científica artificial

#Publicação #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://cuedespyd.hypotheses.org/21506

DOAB reformulada: uma nova identidade visual para melhor representar nossa comunidade em crescimento / DOAB

DOAB reformulada: uma nova identidade visual para melhor representar nossa comunidade em crescimento / DOAB

O novo logotipo é simples, claro e, mais importante, incorpora a cordialidade que acreditamos que a DOAB e sua comunidade transmitem. Nossa decisão de abandonar o laranja tradicional, historicamente associado ao acesso aberto (e à DOAB), nos dá a oportunidade de expandir a associação da DOAB como uma comunidade global consolidada. Assim como uma estante de livros reflete os interesses de um leitor, o logotipo da DOAB reflete nosso compromisso com a bibliodiversidade, a inclusão e a colaboração.

#DOAB #Rebranding

via DOAB

Disponível em: https://doabooks.org/en/article/doab-rebranded-a-refreshed-look-to-better-represent-our-growing-community

A defesa da “marca” universidade pública / Questão de Ciência

A defesa da “marca” universidade pública / Questão de Ciência

O texto começa: “Ignorar o consumidor, fechar os olhos para a concorrência e improvisar a identidade visual da marca são caminhos rápidos para comprometer um negócio”. Aplicada às universidades públicas, a frase requer adaptações. Mas é possível associar o consumidor à sociedade, principal destinatária dos benefícios produzidos pela universidade; a concorrência, às universidades privadas e até ao pragmatismo de empresas que não veem necessidade de recrutar profissionais formados em curso superior; e a identidade visual, a uma curadoria cuidadosa daquilo que a universidade divulga nos seus canais oficiais. Comento a seguir as seis regras empresariais.

#Marcas #UniversidadesPúblicas #Marketing

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/03/27/defesa-da-marca-universidade-publica

Geração Z já lidera níveis de estresse e se torna a que mais registra burnout; aponta estudo / Exame

Geração Z já lidera níveis de estresse e se torna a que mais registra burnout; aponta estudo / Exame

Dados do estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 indicam que 55% da Geração Z e dos Millennials relatam níveis crescentes de estresse ano após ano, enquanto o índice cai para 47% na Geração X e 38% entre Baby Boomers.

A ausência de limites claros entre vida profissional e pessoal aparece como um dos principais fatores por trás do esgotamento. Jornadas prolongadas, hiperconectividade e dificuldade em desconectar criam um ambiente de sobrecarga constante.

#GeraçãoZ #SaúdeMental

via Exame

Disponível em: https://exame.com/carreira/geracao-z-ja-lidera-niveis-de-estresse-e-se-torna-a-que-mais-registra-burnout-aponta-estudo/

Carta de Salvador: Em defesa das bibliotecas públicas brasileiras como política de Estado / CFB

Carta de Salvador: Em defesa das bibliotecas públicas brasileiras como política de Estado / CFB

A biblioteca pública deve ser reconhecida, ainda, como espaço de memória, pertencimento e inclusão. Não se trata apenas de garantir acesso ao livro, mas de assegurar acesso qualificado à informação, à cultura, às tecnologias, à mediação leitora e à cidadania. Em um país atravessado por desigualdades, fortalecer bibliotecas públicas significa ampliar possibilidades de participação social, formação cidadã e justiça informacional.
Esta Carta de Salvador conclama o poder público, os sistemas de bibliotecas, os conselhos profissionais, as entidades biblioteconômicas, as universidades e a sociedade a assumirem um compromisso efetivo com a biblioteca pública brasileira. Não como equipamento periférico, secundário ou acessório, mas como equipamento cultural essencial à democratização do conhecimento, à promoção da leitura, à circulação da cultura, à preservação da memória e ao fortalecimento da vida democrática. Defender sua existência material é indispensável; defender sua visibilidade pública é urgente. Uma biblioteca reconhecida socialmente tem mais condições de ser protegida, financiada e fortalecida.

#BibliotecasPúblicas #CFB

via CFB

Disponível em: https://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1465

Movimentos associativos de bibliotecários no Brasil / TPBCI

Movimentos associativos de bibliotecários no Brasil / TPBCI

O objetivo do estudo é compreender como essas entidades se estruturam, quais as pautas orientaram sua atuação e de que maneira contribuíram para a organização da categoria profissional. Metodologicamente, a pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza histórica e documental, fundamentada na análise documental e bibliográfica. Os resultados indicam que as associações desempenharam papel central na regulamentação da profissão, na defesa de interesses coletivos, embora sua atuação tenha sido influenciada pelos contextos políticos e econômicos de cada período.

#MovimentoAssociativo

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/799

Odorrico / IBICT

Odorrico / IBICT

Odorico é um sistema de informação criado para auxiliar a gestão de Programas de Pós Graduação (PPG) no Brasil.

O objetivo central é agilizar o preenchimento da Plataforma Sucupira, com o registro de docentes e discente e sua produção acadêmica através da importação automatizada dos dados registrados pelos pesquisadores na Plataforma Lattes. Dessa forma, o registro fica menos propenso a erros e estará integrado com o Qualis e com os projetos de pesquisa dos PPGs. Ao centralizar toda a produção acadêmica do programa em uma única base de dados, o Odorico permitirá cruzamentos e relatórios gerenciais que auxiliem a coordenação do PPG a registrar os dados no Sucupira.Além disso, o Odorico procura oferecer alguns serviços para a comunidade acadêmica (alunos e professores).

#PPGCI #RevistasCI

Disponível em: https://odorico.ibict.br/

Gestão da qualidade na biblioteca: conceber um sistema de gestão da qualidade baseado na norma ISO 9001 / UOC

Gestão da qualidade na biblioteca: conceber um sistema de gestão da qualidade baseado na norma ISO 9001 / UOC

As bibliotecas são organizações de serviços e operam em ambientes dinâmicos, onde os usuários são cada vez mais exigentes. Isso apresenta desafios para a gestão de bibliotecas: uma abordagem sistemática é necessária, e uma maneira de enfrentar esse desafio é adotando um sistema de gestão da qualidade (SGQ). Este livro oferece orientações práticas para ajudar as bibliotecas que desejam implementar um sistema de gestão da qualidade.

#LivrosCI #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://openaccess.uoc.edu/items/8b23aa7d-9907-495d-99b7-0b177744a821#page=1

Mapeamento Crítico da Literatura Brasileira Contemporânea / UnB

Mapeamento Crítico da Literatura Brasileira Contemporânea / UnB

O objetivo é chamar a atenção para um grande conjunto de obras que estão deixando de ser lidas, seja porque não são reeditadas, seja porque o volume de novas publicações lança uma sombra sobre elas, seja porque o esquecimento é uma marca dominante na cultura nacional. O que não significa que esses livros e autores não tenham ainda muito a nos dizer.

#LiteraturaBrasileira #Bibliografias

Disponível em: https://pracaclovis.com/