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Preservando a história dos videogames / I love libraries

Preservando a história dos videogames / I love libraries

Lançada em janeiro de 2025, a Video Game History Foundation (VGHF) é uma organização sem fins lucrativos dedicada a preservar, celebrar e ensinar a história dos videogames. De acordo com seu site, a VGHF “acredita na busca por um mundo onde as pessoas sejam inspiradas a descobrir e celebrar as histórias da história dos videogames, [ao] conectar fãs de videogames, historiadores, acadêmicos, instituições, colecionadores e a indústria”.

Uma das missões da VGHF é construir a primeira biblioteca de pesquisa dedicada ao estudo da história dos videogames, com coleções quase completas da maioria das revistas de videogames norte-americanas desde o final da década de 1970, além de publicações internacionais, revistas em língua estrangeira, livros de história e arte e uma ampla gama de material histórico raro.

#VídeoGame #FontesDeInformação

via I love libraries

Disponível em: https://ilovelibraries.org/article/preserving-video-game-history/

Da assistência ao direito: confira o infográfico do Porvir sobre os principais aspectos da educação infantil no Brasil / Porvir

Da assistência ao direito: confira o infográfico do Porvir sobre os principais aspectos da educação infantil no Brasil / Porvir

A educação infantil, direito previsto na Constituição Federal de 1988, tornou-se obrigatória apenas em 1996, com a chegada da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). A etapa, que compreende os anos iniciais (creche e pré-escola), é decisiva para o desenvolvimento integral, para a formação socioemocional e para os percursos futuros de aprendizagem.

A primeira infância, que vai do nascimento aos seis anos, é um período decisivo na vida humana. Cerca de 90% das conexões cerebrais se formam nessa fase, e os estímulos vivenciados influenciam diretamente a construção de competências futuras.

#EducaçãoInfantil #PrimeiraInfância

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/infografico-panorama-educacao-infantil/

O futuro dos bibliotecários: relatórios técnicos sobre a relação entre bibliotecários e estudantes na era digital / ABCD – USP

O futuro dos bibliotecários: relatórios técnicos sobre a relação entre bibliotecários e estudantes na era digital / ABCD – USP

Em 2025, a Technology from Sage lançou uma série de relatórios técnicos intitulados Librarian Futures que exploram a relação entre bibliotecários e usuários na era digital.

Os relatórios buscam expandir pesquisas anteriores sobre o “futuro da biblioteca”, particularmente ideias de a biblioteca se inserir “na vida do usuário” para manter a relevância e o impacto de sua missão na era digital em rede.

Seu foco está em bibliotecas acadêmicas e seus usuários, mas esperamos que as descobertas também sejam de interesse mais amplo.

Analisa as tendências atuais nas interações e na compreensão entre bibliotecários e usuários, ao mesmo tempo que apresenta algumas “provocações de inovação” para ajudar a vislumbrar o futuro.

O projeto Librarian Futures [1] também buscou explorar como essa “identidade digital” poderia ser, posicionando o bibliotecário no centro de nossa análise. É o resultado da pesquisa mais abrangente já realizada com bibliotecários e usuários sobre fluxos de trabalho de usuários – com mais de 4.000 entrevistados.

#Bibliotecários #Tendências

via ABCD-USP

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/noticias/futuro-dos-bibliotecarios-technology-from-sage/

A inteligência artificial (IA) é uma substituta, uma ameaça ou uma aliada para bibliotecários especializados? / BiblioGETAFE

A inteligência artificial (IA) é uma substituta, uma ameaça ou uma aliada para bibliotecários especializados? / BiblioGETAFE

Qual seria o papel da IA?
A IA é especialmente útil nos estágios iniciais da pesquisa. Sua força reside na geração de quantidade: ela propõe termos, sugere combinações, elabora estratégias de busca e automatiza tarefas tediosas, como adaptar consultas a diferentes plataformas ou expandir sinônimos. Ela é rápida e eficiente no processamento de grandes volumes de informação.

Qual a contribuição do bibliotecário?
O bibliotecário, por sua vez, contribui com qualidade. Ele não apenas refina a terminologia e valida conceitos relevantes, como também domina o uso de tesauros, compreende a lógica de indexação de cada base de dados e detecta inconsistências que a IA não identifica. Além disso, garante o rigor metodológico: sabe quando um termo é muito amplo, quando um operador pode distorcer a questão de pesquisa e como documentar adequadamente uma estratégia reproduzível.

#RecuperaçãoDaInformação #IA #Bibliotecários

via BiblioGETAFE

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2025/12/01/es-la-ia-un-sustituto-una-amenaza-o-un-aliado-para-los-bibliotecarios-especializados/

A guerra cultural chega às bibliotecas dos EUA / Jornal da USP

A guerra cultural chega às bibliotecas dos EUA / Jornal da USP

Quem diria que seriam as bibliotecárias a defender o que resta de liberdade nos Estados Unidos? A questão, que parece retórica, é a dura realidade retratada no documentário The Librarians (2025), recentemente exibido sem alarde na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e aqui traduzido como Os Bibliotecários. O filme expõe a fratura de valores civilizatórios que assola o país e reverbera mundo afora, a partir da censura a livros em bibliotecas – escolares e públicas. (…)

É importante destacar que a real liberdade de expressão, de pensamento e de associação já consta das cartas mais antigas e o acesso à informação estabelecido no artigo 19 desta última e igualmente reconhecido pela Constituição Federal do Brasil (1988). Afinal, as eleições presidenciais de 2026 no Brasil serão decisivas para o futuro da nossa própria democracia, e a história dos EUA serve de alerta imediato.

#Censura #TheLibrarians

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/a-guerra-cultural-chega-as-bibliotecas-dos-eua/

Altmetria na avaliação do impacto acadêmico: uma revisão sistemática e crítica da literatura / Frontiers in Research Metrics and Analytics

Altmetria na avaliação do impacto acadêmico: uma revisão sistemática e crítica da literatura / Frontiers in Research Metrics and Analytics

Este artigo examina criticamente se as altmétricas podem servir como substitutas das métricas tradicionais, explorando seus pontos fortes, limitações, variações disciplinares e correlação com indicadores convencionais. Por meio de uma revisão de estudos empíricos recentes e debates teóricos, o artigo argumenta que, embora as altmétricas ofereçam insights valiosos sobre o impacto e o engajamento social, elas ainda não são suficientemente maduras ou padronizadas para substituir completamente as métricas tradicionais. Em vez disso, um modelo híbrido que integre ambos os sistemas pode oferecer uma medida mais holística e inclusiva da influência da pesquisa.

#Altmetria

Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/research-metrics-and-analytics/articles/10.3389/frma.2025.1693304/full

Livro discute repressão intelectual nas universidades / Questão de Ciência

Livro discute repressão intelectual nas universidades / Questão de Ciência

A despeito da ampla defesa da ciência e do pensamento crítico, normalmente feita em declarações institucionais, o que se observa no dia a dia são práticas de intimidação intelectual em que as evidências e o conhecimento científico são desconsiderados e colocados no mesmo nível das paixões políticas e das opiniões pessoais. Em meio aos ataques ao dissenso e à liberdade de expressão, o livro The War on Science, recém-lançado pela Post Hill Press e ainda sem tradução para o português, chama atenção para esse clima de medo, e como ele pode ser perigoso para o futuro da livre investigação e do progresso científico.

O livro reúne uma série de ensaios escritos por vários cientistas – muitos deles já envolvidos em polêmicas públicas –, entre os quais Richard Dawkins, Steven Pinker e Alan Sokal. Os textos abordam temas como liberdade de expressão, influência de ideologias políticas na ciência, efeitos da institucionalização de escritórios de diversidade na universidade, e ao final, apresentam algumas sugestões para reduzir a politização da ciência. As análises concentram-se principalmente em situações ocorridas em universidades dos Estados Unidos e do Reino Unido, embora seja fácil reconhecer paralelos com o contexto brasileiro.

#Universidades #Censura #Autocensura #LiberdadeDeExpressão #LiberdadeIntelectual

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/12/01/livro-discute-repressao-intelectual-nas-universidades

O que é ‘rage bait’, palavra do ano segundo Oxford / Exame

O que é ‘rage bait’, palavra do ano segundo Oxford / Exame

Rage bait é o termo usado para descrever conteúdos feitos para provocar raiva e gerar engajamento nas redes sociais. Em tradução livre, significa “isca da raiva”. A estratégia se baseia em publicações deliberadamente ofensivas, divisivas ou frustrantes que incentivam reações intensas — e, consequentemente, mais cliques, comentários e compartilhamentos.

Segundo Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, o crescimento da expressão mostra como o ambiente digital passou de chamar atenção por curiosidade para manipular emoções. “Antes, a internet queria nossos cliques. Agora, ela quer nossa raiva”, afirmou.


A escolha de “rage bait” como Palavra do Ano sucede “brain rot” (“mente podre”), eleita em 2024, que refletia o esgotamento causado pelo excesso de estímulos digitais. As duas palavras, segundo os os organizadores, formam um ciclo: a raiva engaja, o algoritmo amplifica e o cansaço mental se instala.

#RageBait #Palavras #Oxford

via Exame

Disponível em: https://exame.com/pop/o-que-e-rage-bait-palavra-do-ano-segundo-oxford/

Aplicação da IA em bibliotecas / Leitura e Contexto

Aplicação da IA em bibliotecas / Leitura e Contexto

Depois de analisar as aplicações da IA, podemos perceber que a integração fortalece o papel da biblioteca na era digital, proporcionando muitos benefícios aos usuários e ao bibliotecário:

  • eficiência operacional com a redução do tempo gasto em tarefas repetitivas, com velocidade e precisão, tornando o trabalho dos bibliotecários mais focado e significativo; 
  • experiência personalizada oferecendo serviços mais relevantes e sob medida para cada usuário, melhorando a satisfação e o engajamento; 
  • acesso ampliado e equitativo, ajudando a tornar os recursos mais pesquisáveis e acessíveis, independentemente de o usuário saber a palavra-chave exata; 
  • capacitação usando a IA para oferecer recursos de treinamento em tecnologia e habilidades digitais à sua comunidade, posicionando-se como centros de educação tecnológica.

#AI #Bibliotecas

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/11/aplicacao-da-ia-em-bibliotecas.html

Fatores-chave na prática da Ciência Aberta: uma análise multivariada no contexto universitário / Información, cultura y sociedad

Fatores-chave na prática da Ciência Aberta: uma análise multivariada no contexto universitário / Información, cultura y sociedad

Foram identificados três segmentos de usuários: indiferentes, potenciais e engajados. Constatou-se também que mulheres e pesquisadores em início de carreira demonstram maior interesse em aprender sobre o conceito e que sua prática é predominante no campo da ciência. O estudo conclui que, para fomentar a prática da ciência aberta, é crucial estabelecer políticas institucionais específicas, desenvolver repositórios de dados abertos e relatórios abertos, oferecer treinamento em planos de gestão de dados e disseminar as vantagens da ciência aberta, o que contribuirá para o avanço do conhecimento compartilhado e o progresso acadêmico e social da comunidade.

#CiênciaAberta #Universidades

Disponível em: https://revistascientificas.filo.uba.ar/index.php/ICS/article/view/14804

Produção científica em gestão da informação: diálogo entre Ciência da Informação e Administração / PPGCI – UFSC

Produção científica em gestão da informação: diálogo entre Ciência da Informação e Administração / PPGCI – UFSC

(…) como resultado o presente trabalho, evidencia as principais aproximações entre os domínios e autores de cada área, com ênfase aos domínios da Gestão da Informação, Ciência da Informação, Gestão do Conhecimento, e Gestão Documental, presentes em ambas as áreas e apresentando fortes ligações entre si. Por fim sobre a convergência entre os autores das áreas, observa-se que alguns autores transitam por ambas as áreas; sendo traçado um paralelo, por meio dos seus principais conceitos, e concluindo-se de maneira geral que a definição de Gestão da Informação, trata-se de um conjunto de atividades que visam cuidar e gerir a informação da melhor forma possível, buscando por sua máxima eficiência.

#ProduçãoCientífica #Administração #GestãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270172

Alterações diacrônicas nos títulos de artigos de pesquisa médica (1920–2020): extensão, conteúdo, formatos e estruturas sintáticas / Scientometrics 

Alterações diacrônicas nos títulos de artigos de pesquisa médica (1920–2020): extensão, conteúdo, formatos e estruturas sintáticas / Scientometrics 

Os resultados mostraram que o comprimento médio dos títulos aumentou ao longo do tempo. Em relação ao conteúdo dos títulos, a menção ao contexto clínico foi a mais frequente (em todos os momentos analisados), e a menção ao método, à população de pacientes e ao tratamento aumentou significativamente. Quanto aos formatos, os títulos com duas unidades aumentaram significativamente (ultrapassando os títulos com uma unidade desde 2010), e o uso de dois pontos apresentou o maior aumento entre os seis tipos de títulos com duas unidades. Sintaticamente, o uso de “grupo nominal uni-head” diminuiu significativamente (embora continue sendo a estrutura dominante). Essas mudanças observadas nos títulos de artigos médicos podem estar relacionadas ao surgimento de algoritmos de busca online, bem como ao desenvolvimento e à profissionalização da área médica.

#EscritaCientífica #Bibliometria #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05495-9