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IA nas redações: um teste para identificar o nível de utilização / Observatório de Imprensa

IA nas redações: um teste para identificar o nível de utilização / Observatório de Imprensa

Volta e meia, navegando pela internet com minha caravela digital, descubro alguns sites que utilizam o bordão “Conteúdo 100% feito por humanos”, mas será que vai ser assim pra sempre? O fato é que, hoje, a maioria dos jornalistas está usando IA. Uns mais outros menos. Existem níveis de utilização e isso pode ser mapeado. Pensando nesta ideia, resolvi criar um teste simples, que se realizado com um grande número de veículos de imprensa pode revelar muitas coisas interessantes.

via Observatório de Imprensa

#Jornalismo #IA

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/tecnologia/ia-nas-redacoes-um-teste-para-identificar-o-nivel-de-utilizacao/

Por que os espaços silenciosos estão desaparecendo? / The Honest Broker

Por que os espaços silenciosos estão desaparecendo? / The Honest Broker

Isso é ótimo para dar risada, mas agora sinto falta daqueles bibliotecários que faziam silêncio. Bibliotecas não são mais lugares silenciosos. São tão barulhentas quanto um bar depois de uma partida de futebol.
Os livros são removidos e substituídos por cafeterias e espaços para socialização. Caso as pessoas não entendam a mensagem, os bibliotecários agora colocam placas desencorajando o estudo silencioso.
Dê uma olhada nesta “sala de leitura” na Universidade de Columbia — pelo menos é o que dizem as palavras gravadas na janela. Mas uma atualização colada abaixo informa que as pessoas podem esperar videoconferências e conversas em grupo se realmente planejarem ler na sala.
Mas isso levanta uma questão óbvia: se perdermos as bibliotecas como o último espaço público para leitura silenciosa e reflexão, o que poderá substituí-las?

#Bibliotecas #Silêncio

Disponível em: https://www.honest-broker.com/p/why-are-quiet-spaces-disappearing

Critérios de qualidade na avaliação e no apoio institucional a revistas científicas / InCID

Critérios de qualidade na avaliação e no apoio institucional a revistas científicas / InCID

Os resultados mostram que as ações da Unesp resultaram em um aumento significativo na qualificação das revistas, evidenciado pela promoção de periódicos para categorias superiores ao longo dos anos. A distribuição de recursos foi equilibrada entre o fortalecimento das revistas já consolidadas e a indução de novas publicações de qualidade. As ações institucionais, incluindo o apoio financeiro e a capacitação dos editores, foram eficazes na melhoria da reputação científica das revistas da Unesp. A continuidade dessas iniciativas promete consolidar ainda mais a posição da Unesp como um polo de excelência na comunicação científica.

#GestãoEditorial #Periódicos #UNESP

Disponível em: https://revistas.usp.br/incid/article/view/231255

O Ex-líbris na era da Inteligência Artificial / Caçadores de Ex-Libris

O Ex-líbris na era da Inteligência Artificial / Caçadores de Ex-Libris

A escolha entre um ex-líbris tradicional e um criado por IA envolve mais do que o custo financeiro. Um ex-líbris feito por um artista carrega sua história, seu toque pessoal e, muitas vezes, sua própria narrativa de vida. Já um ex-líbris produzido por IA é produto de algoritmos, referências coletadas e processamento de dados: é belo, mas a “alma” humana por trás dele está ausente. Quem valoriza a conexão afetiva, o gesto artístico e a singularidade do objeto pode preferir investir em um ex-líbris feito à mão, mesmo que mais caro, enquanto a IA oferece praticidade e economia, mas com outro tipo de significado.

via Caçadores de Ex-Libris

#ExLibris #IA

Disponível em: https://www.cacadoradeexlibris.com/post/o-ex-l%C3%ADbris-na-era-da-intelig%C3%AAncia-artificial

Paranoia da revisão por pares / The Chronicle

Paranoia da revisão por pares / The Chronicle

O sistema de Revisão Por Pares se baseia na confiança entre acadêmicos. A IA está minando isso.
A revisão por pares é construída, fundamentalmente, com base na confiança e na rotina. Como instituição, a revisão por pares clama por uma comunidade horizontal de investigação. O sistema é falho em muitos aspectos para listar e sujeito a todos os tipos de abuso, mas — idealmente — é bastante surpreendente. Alguém que você talvez nunca conheça, alguém com um nível acadêmico superior ou inferior ao seu, deve dar à sua pesquisa e argumento uma audiência justa, julgando-o com base na força de suas alegações principais, não em seu prestígio ou pedigree.
Este sistema não apenas facilita a produção de conhecimento válido, mas também ajuda a forjar acadêmicos e colegas confiáveis. Alguns acreditam que podemos gerar novos conhecimentos e prosperidade compartilhada sem reproduzir os humanos cujo trabalho torna esse conhecimento e prosperidade possíveis em primeiro lugar. Tais sonhos tecno-utópicos me parecem um tanto improváveis.

#RevisãoPorPares #IA

Disponível em: https://www.chronicle.com/article/peer-review-paranoia

Alternativo: https://archive.ph/Ql5au

O “Efeito Gollum” na ciência / Questão de Ciência

O “Efeito Gollum” na ciência / Questão de Ciência

Inspirado no personagem de Senhor dos Anéis, os pesquisadores John Gould e Jose W. Valdez cunharam em publicação na Frontiers in Ecology and Evolution o termo “Efeito Gollum” para descrever um comportamento presente em diferentes áreas do meio acadêmico (e fiquei maravilhado e triste pela perfeita aplicação do termo à situação da paleontologia): a apropriação possessiva de recursos, espécies, sítios de pesquisa ou mesmo campos inteiros de investigação por parte de cientistas que passam a se ver como donos exclusivos desses temas. Meu orientador, Felipe Pinheiro, pensa que na paleontologia existe ainda o “Efeito Smaug”, que discutimos aqui.

Temas inteiros, dados, e recursos tornam-se propriedade, “preciosos anéis” de poder na mão de cientistas que, tal como Gollum, que escondia o Um Anel nas profundezas da montanha, agem como guardiões de territórios de pesquisa, restringindo o acesso a oportunidades que deveriam ser coletivas, colaborativas e, acima de tudo, servir ao avanço do conhecimento. Todos nós, cientistas, sabemos da prevalência desse fenômeno, que embora ainda pouco discutido de forma aberta, tem consequências sérias para a qualidade da ciência e para a vida dos cientistas, sobretudo aqueles em início de carreira.

#Ciência #EfeitoGollum

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/09/08/o-efeito-gollum-na-ciencia

Pílulas de comunicação científica #2: comece forte / Sobrevivendo na Ciência

Pílulas de comunicação científica #2: comece forte / Sobrevivendo na Ciência

O público decide se presta atenção em você nos primeiros 30 segundos.

É nesse instante que você precisa causar impacto. Uma pergunta intrigante, uma imagem poderosa ou um dado inesperado cumprem esse papel. Se a sua abertura for fraca, ninguém se conectara ao que vier depois. Se ela for memorável, até detalhes técnicos viram aprendizado.

#EscritaCientífica

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em: https://marcoarmello.wordpress.com/2025/09/02/pilulas2/

Uma análise da produção científica brasileira em torno do tema da biblioterapia indexada na Brapci – Base de Dados em Ciência da Informação (1975-2024) / Bibliomar

Uma análise da produção científica brasileira em torno do tema da biblioterapia indexada na Brapci – Base de Dados em Ciência da Informação (1975-2024) / Bibliomar

A análise de autoria revelou que os dez autores mais produtivos do corpusassinam entre 3 e 16 trabalhos. Clarice Fortkamp Caldin lidera com 16 publicações, seguida por Lucas Veras de Andrade (9) e Carla Sousa (8). No total, o corpuscontém 137 estudos assinados por 203 pesquisadores, resultando em uma média de 0,67 estudos por autor. Esse dado sugere uma tendência de colaboração acadêmica, reforçada pelo fato de que 31,4% dos trabalhos possuem autoria única, enquanto a maioria apresenta múltiplos autores.

#ProduçãoCientífica #Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/25439

As bibliotecas e a alfabetização / Leitura e Contexto

As bibliotecas e a alfabetização / Leitura e Contexto

O que as bibliotecas podem fazer pela alfabetização de crianças e adultos? Eu respondo, muito. Mas, como? Eu respondo a seguir.

A alfabetização não se resume a decodificar letras e palavras. Trata-se de se apropriar da linguagem para se expressar, entender o mundo e participar ativamente da sociedade. Nesse sentido, a biblioteca pode tarde nas duas frentes, tanto junto às crianças, que estão em idade regular, como junto aos adultos, que por algum motivo forte não se alfabetizaram.

#Bibliotecas #Alfabetização

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/09/as-bibliotecas-e-alfabetizacao.html

Estratégias nacionais de identificadores persistentes / White Paper & Report From the Research Data Alliance

Estratégias nacionais de identificadores persistentes / White Paper & Report From the Research Data Alliance

As estratégias nacionais de PID são abordagens coordenadas que os países desenvolvem para implementar e gerenciar PIDs sistematicamente em seus ecossistemas de pesquisa. Apresentando histórias reais de adoção na França, Irlanda, República Tcheca e EUA, este white paper destaca como estratégias nacionais coordenadas de PID melhoram a eficiência da pesquisa e como o 
Guia e a Lista de Verificação de Estratégias de PID da RDA fornecem uma estrutura flexível e globalmente alinhada para ações políticas.

#IdentificadoresPersistentes

Disponível em: https://www.rd-alliance.org/news/the-value-of-rda-for-national-persistent-identifier-pid-strategies-white-paper/

Mundo vive alta histórica de diploma superior, mas barreiras financeiras ainda persistem, aponta a OCDE / Revista Educação

Mundo vive alta histórica de diploma superior, mas barreiras financeiras ainda persistem, aponta a OCDE / Revista Educação

O nível de escolaridade atingiu um patamar histórico, com cerca de metade (48%) dos jovens adultos nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) concluindo o ensino superior, contra apenas 27% no ano 2000. Esses graduados tendem a desfrutar de rendimentos mais altos, empregos mais estáveis e melhor saúde, de acordo com o relatório recém-lançado da OCDE, Education at a Glance 2025.

Os dados mostram que, apesar do crescimento geral na obtenção de diplomas de ensino superior, o fator socioeconômico continua a influenciar fortemente quem segue para a universidade. Apenas 26% dos jovens adultos de famílias com baixa escolaridade possuíam um diploma superior, contra 70% daqueles de lares com alta escolaridade, em 2023. Barreiras financeiras e falta de apoio acadêmico e social frequentemente impedem o avanço de estudantes em desvantagem.

via Revista Educação

#EnsinoSuperior #OCDE

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/09/09/ocde-diploma-superior/

Brain rot: ou como o absurdo pode distribuir discurso de ódio / COMeIN

Brain rot: ou como o absurdo pode distribuir discurso de ódio / COMeIN

O interesse em compreender os efeitos do uso de serviços digitais nos usuários também cresceu nos últimos anos. Desde preocupações com vícios tecnológicos até outros tipos de consequências. Nesse contexto, entende-se que, em dezembro de 2024, a Universidade de Oxford anunciou a palavra do ano “Brain Rot” , acompanhada da seguinte definição: “a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material (agora particularmente conteúdo online) considerado trivial ou pouco desafiador. Também: algo caracterizado como suscetível de levar a tal deterioração”.

via COMeIN

#BrainRot #DiscursoDeÓdio

Disponível em: https://comein.uoc.edu/divulgacio/comein/ca/numero157/articles/s-martinez-brain-rot-o-com-l-absurd-pot-distribuir-un-discurs-d-odi.html