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As políticas editoriais de periódicos científicos brasileiros em Ciência da Informação e os desafios do direito autoral / PPGCI – UFPE

As políticas editoriais de periódicos científicos brasileiros em Ciência da Informação e os desafios do direito autoral / PPGCI – UFPE

Os resultados demonstram que existem diferenças significativas na abordagem das políticas editoriais dos periódicos quanto às dimensões do direito autoral referentes aos termos de propriedade intelectual, autoria, licenças, má conduta e retratação, pois enquanto uns apresentam informações e orientações sobre determinada dimensão, outros nem sequer a mencionam em suas políticas. Apesar de alguns periódicos mencionarem que seguem determinada diretriz, a pesquisa mostra que na prática algumas orientações de boas práticas não são seguidas, contribuindo para erros que podem impactar de forma negativa tanto no processo de submissão, quanto posteriormente após a publicação. Logo, a orientação referente às boas práticas nas políticas editoriais relacionadas ao direito autoral em periódicos não é apenas uma formalidade, mas uma necessidade imperativa, contribuindo para a proteção e reconhecimento dos direitos autorais e para a integridade e confiabilidade da publicação científica.

#PolíticasEditoriais #RevistasCI #DireitosAutorais

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64479

Chamado urgente pela Leitura, pelas Bibliotecas, pela Democracia / FEBAB

Chamado urgente pela Leitura, pelas Bibliotecas, pela Democracia

Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas de Informação e Instituições (FEBAB) é constituída por pessoas engajadas na defesa do direito à leitura, no fortalecimento das bibliotecas e na promoção do acesso ao conhecimento, com o apoio do Sistema CFB/CRB, Abecin e Ancib, convidam todas as pessoas bibliotecárias e demais profissionais da área do livro, leitura e literatura a participarem da Consulta Pública do Plano Nacional do Livro, Leitura e Bibliotecas – 2025–2035 (PNLLB).

Este é um momento decisivo: precisamos garantir que as bibliotecas públicas, escolares e comunitárias estejam fortemente contempladas no PNLLB – instrumento fundamental para transformar o cenário da leitura no Brasil, valorizar espaços de cultura e ampliar políticas públicas que promovam o acesso democrático à informação. Para isso, é fundamental que a sociedade civil se manifeste de forma expressiva e articulada. Sua voz é essencial! Participe, opine, compartilhe!

#FEBAB #PNLLB #Bibliotecas

via FEBAB

Disponível em: https://febab.org/2025/07/18/chamado-urgente-pela-leitura-pelas-bibliotecas-pela-democracia/

Plano Estratégico da ALA / ALA

Plano Estratégico da ALA

O novo Plano Estratégico da ALA é um roteiro ousado e voltado para o futuro, projetado para fortalecer nossa organização, expandir oportunidades, ajudar a priorizar nosso trabalho e garantir nossa liderança contínua no setor de bibliotecas.

Este plano estabelece prioridades claras que gerarão um impacto significativo para os membros da ALA, o setor de bibliotecas e a comunidade em geral que a ALA atende.

via ALA

#ALA #PlanejamentoEstratégico #MovimentoAssociativo

Disponível em: https://www.ala.org/Strategic-Plan-2025

UE publica diretrizes para IA e aumenta pressão sobre Big Techs / Núcleo

UE publica diretrizes para IA e aumenta pressão sobre Big Techs

A União Europeia lançou novas diretrizes de boas práticas para modelos de inteligência artificial de propósito geral, como o ChatGPT. O documento, que acompanha a implementação do AI Act, estabelece diretrizes para garantir que a IA operada no bloco seja segura, confiável e centrada no ser humano.
O AI Act é a regulação geral da União Europeia para sistemas de inteligência artificial. Tanto a lei quanto o novo conjunto de normas têm sido alvo de críticas de big techs como a Meta, mesmo ao estabelecer compromissos voltados à prevenção de riscos sistêmicos associados à tecnologia.

#BigTechs #Regulamentação #UniãoEuropéia

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2025-07-18-ue-publica-diretrizes-para-ia-e-aumenta-pressao-sobre-big-techs/

Por que a IA Literacy é agora uma competência essencial na educação / World Economic Forum

Por que a IA Literacy é agora uma competência essencial na educação

O Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2025 do Fórum projeta que quase 40% das habilidades exigidas pela força de trabalho global mudarão em cinco anos.
Preparar os alunos para esse futuro significa ir além dos currículos tradicionais e incluir habilidades específicas de IA, como pensamento algorítmico, engenharia ágil e compreensão de vieses em sistemas de dados. Mas, mais do que conhecimento técnico, os alunos precisarão de habilidades humanas que a IA não consegue replicar: empatia, julgamento, raciocínio ético e colaboração.
O AILit Framework incorpora esses valores em sua estrutura, promovendo uma abordagem de aprendizagem centrada na ética e nas habilidades na era da IA.

via World Economic Forum

#AILiteracy #CompetênciaAlgorítmica

Disponível em: https://www.weforum.org/stories/2025/05/why-ai-literacy-is-now-a-core-competency-in-education/

Recomendações para mitigar as desigualdades de gênero persistentes na avaliação das carreiras académicas / Clacso

Recomendações para mitigar as desigualdades de gênero persistentes na avaliação das carreiras acadêmicas / Clacso

Revisão dos critérios de avaliação e do tipo de informação utilizada

– Incorporar informações aos critérios de avaliação que permitam a justificativa qualitativa de interrupções ou adiamentos devido à sobrecarga de cuidadores e aos papéis de gênero, por exemplo, incorporando currículos narrativos.
– Ampliar as informações disponíveis sobre as características sociodemográficas dos candidatos para avaliar a interação entre os papéis de gênero e as carreiras acadêmicas ao longo da vida dos pesquisadores.
– Valorizar e recompensar diversas formas de divulgação e atividades científicas, além da produtividade medida por publicações revisadas por pares, e considerar os contextos pessoais e familiares nos níveis de produção, entre outros.

#MulheresNaCiência #AvaliaçãoDaCiência #DesigualdadeDeGênero

via Clacso

Disponível em: https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/251720

A mulher na biblioteca: produtoras literárias nas bibliotecas universitárias brasileiras / RIBES

A mulher na biblioteca: produtoras literárias nas bibliotecas universitárias brasileiras / RIBES

Este artigo analisa a presença de escritoras brasileiras de ficção nas bibliotecas universitárias do Brasil. Foram selecionadas 27 bibliotecas de universidades públicas federais, uma por estado. A escolha das autoras considerou sua presença em seleções críticas e comerciais sobre literatura brasileira e em publicações que destacam mulheres na produção literária. O estudo abrange obras do século XIX à contemporaneidade, totalizando 57 escritoras. (…)  Apenas duas autoras do século XIX foram encontradas, e a maioria publicou na segunda metade do século XX. Muitas das autoras estão representadas por poucos títulos, com algumas limitadas a um único livro. As escritoras negras são ainda mais invisibilizadas, com menor presença e número de títulos. 

#LiteraturaBrasileira #Escritoras #EscritorasNegras #Representatividade #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://revistas.ucm.es/index.php/RIBE/article/view/101820

Um diálogo necessário sobre o devir de uma nova ontologia do saber / Jornal da USP

Um diálogo necessário sobre o devir de uma nova ontologia do saber

Estamos diante de um contraponto perturbador: Biblioteconomia e Ciência da Informação não são campos que precisam de reconciliação ou demarcação, mas sim conceitos que devem ser superados em favor de uma nova ontologia do saber — uma ciência pós-disciplinar da “gestão do caos informacional”. Em vez de lutar por autonomia ou coexistência, deveríamos perguntar: o que significa organizar, preservar e dar acesso ao conhecimento em um mundo onde a informação não está mais contida em livros ou bancos de dados, mas pulverizada em fluxos algorítmicos, redes descentralizadas e memórias efêmeras? (Edison Luís dos Santos)

#FundamentosDaCI #Biblioteconomia

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/um-dialogo-necessario-sobre-o-devir-de-uma-nova-ontologia-do-saber/

Por que Arquivos, Bibliotecas e GLAMs Devem Priorizar Software Livre? Uma Questão Ética, Jurídica e de Soberania Informacional / GED/A – UFAL

Por que Arquivos, Bibliotecas e GLAMs Devem Priorizar Software Livre? Uma Questão Ética, Jurídica e de Soberania Informacional

O debate sobre o software livre não é apenas técnico: é político, ético e jurídico. As instituições públicas não podem tratar a questão da tecnologia como mera contratação de soluções de mercado. É preciso pensar em soberania informacional, em preservação da memória e em respeito à legislação brasileira.

Exemplos de Softwares Livres para GLAMs
AtoM (Access to Memory) – Sistema de descrição arquivística.
DSpace – Repositório digital para bibliotecas e museus.
Omeka – Plataforma de exposição e curadoria digital.
ICA-AtoM e Archivematica – Preservação e acesso aos documentos digitais.
Koha – Sistema integrado de bibliotecas (ILS).
CollectiveAccess – Sistema de gestão de coleções museológicas.

#AutomaçãoDeBibliotecas #SoftwareLivre #Atom #Dspace #Omeka #ICAAtoM #Koha #CollectiveAcess

via Ged/A – UFAL

Disponível em: https://documentosarquivisticosdigitais.blogspot.com/2025/07/por-que-arquivos-bibliotecas-e-glams.html

Resenha: “Ciência com Impacto: Como Engajar Pessoas, Mudar Práticas e Influenciar Políticas” / Jcom

Resenha: “Ciência com Impacto: Como Engajar Pessoas, Mudar Práticas e Influenciar Políticas” / JCom

Ao longo do livro, Toomey oferece conselhos práticos para pesquisadores. Essas orientações incluem recomendações sobre como elaborar narrativas convincentes que ressoem com públicos diversos, orientações sobre como construir confiança por meio da transparência e do reconhecimento da incerteza, conselhos para dialogar em vez de depender da abordagem unilateral do “modelo do déficit” e ênfase na colaboração com as comunidades para cocriar conhecimento e soluções. Com humildade, um pouco de humor e uma voz sábia, “Ciência com Impacto” serve como um chamado à ação para que os cientistas alcancem além da esfera acadêmica e comuniquem suas pesquisas de uma forma que faça a diferença.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://jcom.sissa.it/article/pubid/JCOM_2404_2025_R01/

Ciência sob ataque: alerta global parte dos EUA e preocupa Brasil / Jornal da Ciência

Ciência sob ataque: alerta global parte dos EUA e preocupa Brasil

O Brasil sobreviveu a anos de ataques à ciência em plena pandemia. Enfrentou negacionismo, desmonte institucional, cortes orçamentários e tentativas de deslegitimar universidades e pesquisadores. Mas, com união entre entidades científicas, sociedade civil e população, resistiu e resiste. Agora, os Estados Unidos vivem um momento semelhante. Donald Trump voltou à presidência e, com ele, reaparece – e com mais força – uma agenda ideológica contra a diversidade e a ciência, que intimida instituições de ensino e compromete políticas públicas globais de saúde e inovação. Este foi o tom da discussão da mesa “A reviravolta na política científica norte-americana e seu impacto global”, realizada na última quinta-feira, 17 de julho, durante a 77ª Reunião Anual da SBPC, em Recife.

#Ciência #GovernoTrump

via Jornal da Ciência

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/ciencia-sob-ataque-alerta-global-parte-dos-eua-e-preocupa-brasil/

Abrindo a ciência para um futuro compartilhado / CLASCO

Abrindo a ciência para um futuro compartilhado / CLASCO

Em sua análise, a autora defende a ciência aberta como um mecanismo transformador. Ela examina iniciativas como a abertura de escritórios regionais do ICSU, debates sobre conhecimento tradicional em fóruns como Trieste-Pequim e a subsequente integração das ciências sociais por meio da fusão do ICSU e do ISSC. Ela também enfatiza a importância de promover infraestruturas de conhecimento acessíveis, inclusivas e distribuídas, capazes de responder às demandas locais e regionais.

Finalmente, Cetto propõe uma visão da ciência que reconhece sua natureza pública e política. Ela argumenta que critérios de excelência, frequentemente orientados por padrões globais, devem ser repensados a partir de perspectivas plurais e contextuais. A ciência aberta não implica apenas acesso a publicações ou dados, mas também uma reavaliação de quem produz, como é avaliado e para quais propósitos. Ela promove uma ciência com consciência social que potencializa a democratização do conhecimento e coloca a multidisciplinaridade a serviço dos desafios globais. (Universo Abierto).

#Ciência #ComunicaçãoCientífica #CiênciaAberta #AcessoAberto

Disponível em: https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/bitstream/CLACSO/253261/1/Abriendo-la-ciencia.pdf