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Integrando Infraestrutura Cívica e Habitação Acessível / Acohen

Integrando Infraestrutura Cívica e Habitação Acessível / Acohen

Um projeto de habitação acessível é eficaz se refletir a realidade econômica da comunidade. Integrar infraestrutura de bibliotecas e habitação exige a compreensão dos dados censitários para entender as motivações da população local. Analisamos as informações estatísticas disponíveis para compreender os pontos fortes da comunidade e suas fragilidades em termos de capacidade financeira e econômica. Avaliações das necessidades da comunidade podem estabelecer prioridades para bibliotecas que atendam idosos, veteranos e famílias com crianças nas faixas de renda mais baixas.

Nesse tipo de projeto arquitetônico, o alinhamento econômico deve se traduzir na integração física do edifício da biblioteca com seu entorno. A relação espacial entre o núcleo residencial e a biblioteca pública/espaço cívico exige arquitetos e engenheiros especializados. Por exemplo, a combinação de serviços de biblioteca pública e moradias resultará em sistemas mecânicos compartilhados, pontos de acesso variados e comodidades comunitárias secundárias.

via Acohen

#BibliotecasPúblicas

Disponível em: https://www.acohen.com/blog/integrating-library-infrastructure-housing-concept/

Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Sustentáveis / ANABAD

Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Sustentáveis / ANABAD

As Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Sustentáveis ​​oferecem uma estrutura prática para bibliotecas que desejam integrar a sustentabilidade às suas operações diárias. Elas auxiliam as bibliotecas a planejar, implementar e avaliar ações ecologicamente responsáveis, adaptadas às necessidades locais e aos recursos disponíveis. Essas diretrizes são voltadas para bibliotecas de todos os portes.

#BibliotecasSustentáveis #BibliotecasVerdes

Disponível em: https://www.anabad.org/las-directrices-de-la-ifla-para-bibliotecas-sostenibles/

A morte do “Engenheiro de Prompt”: entenda qual é a nova habilidade que o mercado exige / Exame

A morte do “Engenheiro de Prompt”: entenda qual é a nova habilidade que o mercado exige / Exame

A mudança coloca uma nova exigência sobre trabalhadores de diferentes áreas. Saber conversar com um chatbot pode ajudar, mas o diferencial está em transformar a ferramenta em parte de um processo que produza um resultado útil.

Isso exige domínio da própria área de atuação. Um profissional de comunicação precisa reconhecer um texto inadequado mesmo que a IA o apresente de maneira convincente. Quem trabalha com finanças deve conferir cálculos e fontes. Na programação, código gerado automaticamente ainda precisa ser testado.

A capacidade de avaliar, revisar e direcionar a IA ganha importância justamente porque o modelo pode produzir uma resposta aparentemente boa e ainda assim estar errado.

#Trabalho #IA #EngenhariaDePrompts #AgentesDeIA

via Exame

Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/a-morte-do-engenheiro-de-prompt-entenda-qual-e-a-nova-habilidade-que-o-mercado-exige/

‘Abundância’ não justifica quadro da desinformação / Revista Educação

‘Abundância’ não justifica quadro da desinformação / Revista Educação

Para as novas gerações, a enorme quantidade de informação disponível já constitui parte natural do ambiente em que vivem. A desinformação não atua apenas sobre essa abundância, mas principalmente sobre a forma como os conteúdos são selecionados, organizados, distribuídos e interpretados. Ela envolve tanto processos intencionais de manipulação quanto falhas de compreensão, ausência de contexto, ausência de estrutura, desigualdades de acesso ao conhecimento e baixa capacidade crítica para avaliar fontes e evidências.

A abundância informacional não explica o momento que vivemos; ela é parte do contexto (exerce influência), mas não tem necessariamente relação causal. A desinformação está diretamente relacionada à qualidade e à equidade da educação básica, às desigualdades sociais, à confiança nas instituições, ao funcionamento das plataformas digitais e às condições concretas de participação na vida pública.

#Eleições #Desinformação #Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/09/03/abundancia-nao-justifica-quadro-da-desinformacao/

“Bibliotecas que não se calam”: monitoramento e ações de conscientização da censura de livros no Brasil / PPGCI – UDESC

“Bibliotecas que não se calam”: monitoramento e ações de conscientização da censura de livros no Brasil / PPGCI – UDESC

A partir dos resultados obtidos foram elaborados dois produtos a serem incluídos em seções específicas da campanha “Bibliotecas que não se calam”: a “Linha do Tempo da Censura de Livros no Brasil a partir de 1989”, na seção “Linha do Tempo da Censura”, e o “Guia para Bibliotecários: ações de conscientização para prevenção e combate à censura de livros”, na seção “Guia para Bibliotecários”. O monitoramento da censura de livros pode contribuir com a sistematização dos casos, ao reuni-los, organizá-los e armazená-los em um único local, possibilitando uma maior visibilidade e um melhor dimensionamento da situação no país, além de identificar padrões, como as temáticas mais atingidas, os principais agentes censores, as modalidades de censura e as motivações para a censura. Pode também servir de evidência para a criação de ações coletivas de conscientização tanto dos profissionais afetados quanto dos próprios leitores. As ações de conscientização podem contribuir para a atuação do bibliotecário ao incentivá-lo a refletir sobre seu papel como mediador da informação e seu compromisso com o código de ética profissional, além de oferecerem estratégias sobre como podem atuar em situações de questionamento e tentativa de censura, a se posicionar de forma assertiva no âmbito de suas instituições, a evitar a autocensura por receio de conflitos e represálias e a perceber a importância da organização coletiva por meio do movimento associativo, para fortalecimento profissional perante a sociedade.

#Censura

Disponível em: https://repositorio.udesc.br/entities/publication/b41317e1-7345-41c5-bca7-de223c577ff6

O Cerlalc apresenta o “Espaço Ibero-Americano do Livro”: uma nova ferramenta para compreender a produção editorial na América Latina / Cerlalc

O Cerlalc apresenta o “Espaço Ibero-Americano do Livro”: uma nova ferramenta para compreender a produção editorial na América Latina / Cerlalc

Na quinta-feira, 3 de setembro, o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc) apresentará “O Espaço Ibero-Americano do Livro” (*El espacio iberoamericano del libro*), um painel digital que oferece uma análise visual das bases de dados de ISBN de países latino-americanos. O painel, que será atualizado anualmente, abrange o período de 2010 a 2025 e fornece uma visão geral descritiva de uma base de dados que conta atualmente com cerca de 3,5 milhões de registros. Essa ferramenta, desenvolvida em colaboração com a Universidade EAFIT, em Medellín, dá continuidade ao trabalho iniciado pelo Cerlalc em 2006 com a publicação do relatório bienal *O Espaço Ibero-Americano do Livro*. Nesta nova fase, as informações são apresentadas por meio de um painel interativo que permite aos usuários explorar diversas dimensões da produção editorial latino-americana.

#MercadoEditorial #AméricaLatina #Livros

via Cerlalc

Disponível em: https://cerlalc.org/cerlalc-presenta-el-espacio-iberoamericano-del-libro-una-nueva-herramienta-para-conocer-la-produccion-editorial-en-america-latina/

Quem lê livros digitais​ passa a ler mais, diz pesquisa inédita / Publishnews

Quem lê livros digitais​ passa a ler mais, diz pesquisa inédita / Publishnews

Uma pesquisa inédita realizada pela Nielsen BookData e divulgada pelo Skeelo nesta quarta-feira (2) revelou que a leitura de livros digitais serve como estímulo para mais leitura: quem começa a ler livros no ambiente digital, passa a ler muito mais de maneira geral. Segundo a pesquisa Perfil e Hábito do Leitor Digital Brasileiro, 49% da população de mais de 10 anos teve contato com a leitura digital nos últimos 12 meses — aqui, não apenas de livros digitais, mas também de textos informativos em portais, newsletters, quadrinhos, fanfics e PDFs, entre outros conteúdos. Falando apenas em livros digitais — e-books e audiolivros —, o percentual é de 25% da população: ou seja, cerca de 47 milhões de pessoas leram ou consumiram um livro digital no último ano no Brasil.

#Ebooks #Leitura #FormaçãoDeLeitores

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2026/09/02/quem-le-livros-digitais-passa-a-ler-mais-diz-pesquisa-inedita

Novo estudo analisa o impacto do empréstimo de livros digitais por bibliotecas nos mercados comerciais de livros / Association of American Publishers

Novo estudo analisa o impacto do empréstimo de livros digitais por bibliotecas nos mercados comerciais de livros / Association of American Publishers

Este estudo apresenta uma análise empírica rigorosa do impacto que o empréstimo de obras literárias em formato eletrônico por bibliotecas públicas — prática que cresceu de forma constante na última década — exerce sobre o mercado editorial comercial. De fato, o volume de empréstimos digitais de e-books e audiolivros disparou nos últimos anos, à medida que as bibliotecas reestruturaram seus orçamentos para priorizar formatos digitais e os usuários descobriram a facilidade de obter empréstimos digitais por meio de aplicativos de biblioteca intuitivos e descomplicados. Conforme demonstrado por este estudo, essas mudanças no cenário das bibliotecas influenciaram o comportamento do consumidor e os mercados comerciais. Mesmo quando o formato impresso continua sendo a preferência para compra, alguns leitores podem optar pela leitura digital quando o acesso via biblioteca torna essa alternativa fácil, imediata e gratuita.

#Ebooks #Empréstimos #ColeçõesDigitais #BibliotecasPúblicas

Disponível em: https://secretariat-intl.com/wp-content/uploads/2026/09/An-Empirical-Study-of-the-Impact-of-Library-E-Lending-on-the-Book-Economy.pdf

Distribuição de livros didáticos em escolas ainda preocupa associação do setor / Folha de S. Paulo

Distribuição de livros didáticos em escolas ainda preocupa associação do setor / Folha de S. Paulo

A Abrelivros, associação que representa os editores de livros didáticos e produtos educacionais, divulga seu anuário de balanço na sexta (4), dia de abertura da Bienal do Livro de São Paulo.

Como diz o título do artigo assinado pelo presidente da entidade, Ângelo Xavier, o ano foi de “copo meio cheio e meio vazio” para o Programa Nacional do Livro e do Material Didático do Ministério da Educação.

Se o documento celebra números como os 127 milhões de livros didáticos distribuídos em 2025, Xavier também aponta que “os dois últimos anos têm sido extremamente difíceis” para o PNLD.

via Folha de S. Paulo

#LivrosDidáticos

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/walter-porto/2026/09/distribuicao-de-livros-didaticos-em-escolas-ainda-preocupa-associacao-do-setor.shtml

Racismo ambiental é denunciado na obra dos Racionais MC’s / Jornal da USP

Racismo ambiental é denunciado na obra dos Racionais MC’s / Jornal da USP

De acordo com a autora, a obra é baseada no disco Sobrevivendo no Inferno, dos Racionais MC’s, de 1997. Julia lembra que o álbum foi produzido durante um período de mudanças sociopolíticas no Brasil, com a transição do País para políticas neoliberais após décadas de ditadura militar.

“Esta é uma história que relaciona a cultura e pedagogia Hip-Hоp, educomunicação e justiça socioambiental a partir de um território específico: a Zona Sul de São Paulo”, conta a pesquisadora, que nasceu no Capão Redondo, em 1999. “Naquele período, a região formada por Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís era conhecida como Triângulo da Morte”, lembra. “Nos anos 1990, o Jardim Ângela chegou a ser apontado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das regiões urbanas mais violentas do mundo”, cita a autora e pesquisadora. “Pois é! Décadas depois, muitas coisas mudaram, mas outras nem tanto”, analisa.

#RacismoAmbiental

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/racismo-ambiental-e-denunciado-na-obra-dos-racionais-mcs/

Fora de Circulação: A Censura em Expansão nas Bibliotecas Públicas / PEN

Fora de Circulação: A Censura em Expansão nas Bibliotecas Públicas / PEN

Não se trata apenas de livros: as bibliotecas públicas estão se tornando, cada vez mais, campos de batalha da censura, o que resulta em interferências na exposição de obras, exigências de reorganização inadequada de acervos e interrupções de eventos.

Ameaças políticas vêm desgastando os sistemas de bibliotecas por meio de mudanças na governança e cortes de verbas.

O assédio e a intimidação de bibliotecários são táticas de pressão comuns, especialmente quando esses profissionais resistem à censura.

Como pilares da sociedade civil, as bibliotecas públicas são espaços de busca voluntária pelo conhecimento e devem servir como portas de acesso irrestritas ao universo do saber.

#Censura #EUA #BibliotecasPúblicas

via Pen

Disponível em: https://pen.org/report/out-of-circulation/

OpenAlex: uma alternativa aberta para sua pesquisa bibliográfica / CRNS

OpenAlex: uma alternativa aberta para sua pesquisa bibliográfica / CRNS

Após uma revisão das principais funcionalidades e atualizações da interface, você descobrirá diferentes maneiras de pesquisar publicações: por título, DOI, autor, instituição ou fonte. O modo de busca avançada também permitirá refinar suas consultas e explorar as possibilidades oferecidas pelo OQL (OpenAlex Query Language, uma linguagem que possibilita consultas mais abrangentes e precisas).

#OpenAlex

Disponível em: https://www.inist.fr/nos-actualites/openalex-une-alternative-ouverte-pour-vos-recherches-bibliographiques/