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Ciência cidadã avança para modelos mais inclusivos e transforma a produção do conhecimento científico / CI Express

Ciência cidadã avança para modelos mais inclusivos e transforma a produção do conhecimento científico / CI Express

Em um contexto marcado pela circulação de desinformação, desafios ambientais globais e demandas por maior participação social nas decisões públicas, a ciência cidadã tem se consolidado como uma estratégia capaz de aproximar pesquisadores e sociedade. Nessa abordagem, cidadãos não especialistas colaboram com pesquisas científicas, contribuindo não apenas para a geração de dados, mas também para a construção coletiva de soluções para problemas complexos. Segundo os autores, essa interação fortalece a confiança pública na ciência e amplia a capacidade da sociedade de compreender e utilizar o conhecimento científico (Martins; Valadão, 2026).

#CiênciaCidadã

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/ci%C3%AAncia-cidad%C3%A3-avan%C3%A7a-para-modelos-mais-inclusivos-e-transforma-a-produ%C3%A7%C3%A3o-do-conhecimento-cient%C3%ADfic

Anotações em livros ou marginália / Leitura e Contexto

Anotações em livros ou marginália / Leitura e Contexto

Enquanto a marginália é qualquer rastro que o leitor deixa no papel, a glosa nasceu como uma ferramenta de estudo para tornar um texto compreensível. Sem as glosas dos estudiosos do passado, muito comuns em textos antigos e livros medievais e renascentistas, teriam se tornado completamente ilegíveis para nós hoje.

​Para alguns leitores mais puristas, riscar um livro é quase um crime. No entanto, para historiadores e literatos, a marginália é uma mina de ouro. Pode revelar o processo intelectual de leitores famosos ou fornecer contexto histórico sobre como uma obra foi recebida.

#Leitura #HistóriaDaLeitura

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/06/anotacoes-em-livros-ou-marginalia.html

Negacionismo fez brasileiros “perderem” 3,4 anos de vida na pandemia / Agência Brasil

Negacionismo fez brasileiros “perderem” 3,4 anos de vida na pandemia / Agência Brasil

A expectativa de vida da população brasileira caiu 3,4 anos durante a pandemia de covid-19, após aumento de 27,6% na mortalidade. É o que mostra a análise nacional do Estudo Carga Global de Doenças, maior pesquisa mundial sobre o impacto das doenças e fatores de risco nas populações de mais de 200 países.

Para os pesquisadores que participaram do levantamento, esse retrocesso é resultado da postura negacionista do governo federal da época, sob comando do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os três estados com a maior redução ficam na região Norte:

Rondônia: 6,01 anos;
Amazonas: 5,84 anos;
Roraima: 5,67 anos. 

Na outra ponta, com a menor redução, estão três estados da região Nordeste:

Maranhão: 1,86 anos;
Alagoas: 2,01;
Rio Grande do Norte: 2,11 anos. 

#Negacionismo #Pandemia #GovernoBolsonaro

via Agência Brasil

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia

Desenvolvimento de Projetos em Ciência Aberta / HAL

Desenvolvimento de Projetos em Ciência Aberta / HAL

Esta apresentação oferece uma visão geral operacional de como os princípios da ciência aberta podem ser efetivamente integrados ao planejamento de projetos de pesquisa, enfatizando sua crescente importância nos processos de avaliação e financiamento em níveis nacional e europeu. A ciência aberta é apresentada como um paradigma que aprimora a transparência, a reprodutibilidade e a disseminação dos resultados científicos. A apresentação descreve os requisitos estabelecidos pelas principais agências de fomento à pesquisa, em particular a Agência Nacional de Pesquisa Francesa (ANR) e a Comissão Europeia (Horizon Europe), incluindo o acesso aberto imediato e obrigatório às publicações, o depósito sistemático em repositórios abertos como o HAL e a implementação de um Plano de Gestão de Dados (PGD). É dada especial atenção às estratégias de publicação em acesso aberto (rotas verde, dourada e diamante), à ​​previsão e ao orçamento dos custos de publicação (APCs) e à conformidade com os marcos regulatórios, especialmente no que diz respeito aos dados de pesquisa (princípios FAIR, GDPR). O PGD é apresentado não apenas como um requisito formal, mas também como uma ferramenta estratégica para aprimorar a gestão, a visibilidade e a reutilização de dados. A apresentação também destaca as melhores práticas e as armadilhas comuns na elaboração da seção de “ciência aberta” das propostas de pesquisa, enfatizando a necessidade de uma abordagem estruturada, coerente e com orçamento definido desde os estágios iniciais do projeto. Conclui que a ciência aberta é um fator-chave para a qualidade, a credibilidade e o sucesso dos projetos de pesquisa contemporâneos.

#CiênciaAberta #AcessoAberto #GestãoDeDadosDePesquisa #PlanoDeGestãoDeDados

Disponível em: https://hal.science/hal-05608099v1

Os custos de publicação / Horizons

Os custos de publicação / Horizons

No entanto, não podemos simplesmente comparar os custos de forma direta, pois a taxa de publicação (APC) exigida pela PLOS também precisa cobrir os custos incorridos por artigos que não são aceitos para publicação. Na PLOS Medicine, por exemplo, até 97% de todas as submissões são rejeitadas. Já a ORE realiza apenas uma avaliação formal antes de publicar um artigo. Diferentemente de muitas outras editoras, tanto a ORE quanto a PLOS publicam um detalhamento transparente de seus custos de acordo com as diferentes etapas de trabalho envolvidas.

A tendência global é de fato rumo a uma maior abertura, embora a maioria dos artigos acadêmicos ainda esteja atrás de paywalls. Na revista Science, por exemplo, é preciso pagar US$ 30 para baixar um artigo em PDF. O mesmo processo custa € 29 na Nature, embora isso também dê acesso por um mês a todos os artigos de seus mais de 50 periódicos. Mas manter-se atualizado com o conhecimento pode rapidamente se tornar algo caro.

#Periódicos #APC

via Horizon

Disponível em: https://www.horizons-mag.ch/2026/06/04/the-costs-of-publishing/

Revistas predatórias exploram pressão por publicação entre pesquisadores brasileiros / Science Arenas

Revistas predatórias exploram pressão por publicação entre pesquisadores brasileiros / Science Arenas

As revistas predatórias se aproveitam dessa estrutura ao oferecer acesso aberto, retorno rápido e pontuação no Qualis, roupagem científica que oculta processos editoriais deficientes ou inexistentes.

Um estudo publicado em abril de 2026 na revista Scientometrics buscou mapear esse fenômeno de forma sistemática no Brasil. O trabalho, que seus autores descrevem como o mais abrangente já conduzido sobre o tema no país, avaliou a percepção de pesquisadores brasileiros sobre revistas predatórias a partir de três eixos:

– Motivações para publicar nesses periódicos;
– Padrão de conhecimento sobre o fenômeno por região;
– Relação entre experiência internacional e preparo para identificar publicações suspeitas.

#RevistasPredatórias

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/revistas-predatorias-exploram-pressao-por-publicacao-entre-pesquisadores-brasileiros/

A Wiley adquire a Emerald Publishing por 337 milhões de libras / Research Information

A Wiley adquire a Emerald Publishing por 337 milhões de libras / Research Information

A Wiley adquiriu a Emerald Publishing da Cambridge Information Group (CIG) em um negócio avaliado em £337 milhões (US$452 milhões), expandindo seu portfólio de periódicos para aproximadamente 2.500 títulos e fortalecendo significativamente sua posição nas ciências sociais.

A aquisição adiciona quase 500 marcas de periódicos, 8.000 títulos de livros e um acervo substancial de estudos de caso e conteúdo de acervos anteriores ao portfólio da Wiley. Espera-se que a medida fortaleça a presença da Wiley em diversas disciplinas, incluindo economia, negócios, finanças, contabilidade, gestão, estratégia, educação, engenharia, gestão da informação e do conhecimento, operações, políticas públicas e gestão ambiental.

#MercadoEditorial #OligopóliosCientíficos #Wiley #Emerald

Disponível em: https://www.researchinformation.info/news/wiley-acquires-emerald-publishing-in-337m-deal/

Do diamante ao ouro: a alquimia incerta do Acesso Aberto na América Latina / EULAC

Do diamante ao ouro: a alquimia incerta do Acesso Aberto na América Latina / EULAC

Acredito que a discussão não pode mais se concentrar apenas na questão de cobrar ou não pelos periódicos. A verdadeira questão é como construir mecanismos sustentáveis, éticos e equitativos que nos permitam preservar a autonomia editorial latino-americana e evitar o desaparecimento progressivo de periódicos acadêmicos e científicos de alta qualidade. Defender o acesso aberto não significa ignorar os custos reais da comunicação científica contemporânea. Pelo contrário, significa reconhecer que a democratização do conhecimento também exige garantias quanto às condições materiais que tornam possível sua existência, circulação e preservação futura.

As editoras universitárias latino-americanas continuam sendo atores fundamentais para uma ciência mais aberta, pluralista e socialmente relevante. Mas, para manter essa liderança global, será essencial abandonar a falsa dicotomia entre acesso livre absoluto e mercantilização extrema. O desafio do futuro será encontrar modelos de sustentabilidade compatíveis com a missão da universidade, capazes de proteger simultaneamente o acesso democrático ao conhecimento e a viabilidade estrutural dos periódicos científicos que o possibilitam.

#AcessoAberto #Periódicos #AméricaLatina #EditorasUniversitárias

via EULAC

Disponível em: https://eulac.org/2026/06/del-diamante-al-oro-la-alquimia-incierta-del-acceso-abierto-latinoamericano/

Bibliocídio: O Moloch da Inteligência Artificial / CTXT

Bibliocídio: O Moloch da Inteligência Artificial / CTXT

Não há dúvida de que os livros são um problema: são pesados, ocupam muito espaço e são frágeis. No entanto, talvez melhor do que qualquer outro meio, representam a nossa forma mais acessível de adquirir conhecimento, prazer e vivenciar a beleza. Quando os transformamos numa espécie de matéria-prima ou combustível para máquinas, evaporamos universos inteiros. Chegamos a um ponto em que os magnatas multimilionários da tecnologia prometem construir ideias e argumentos a partir dos destroços da cultura. Não é coincidência que isso esteja acontecendo numa era de censura renovada e proibições de livros, e numa época de genocídio, domicídio e urbicídio. O ímpeto da indústria tecnológica está nos empurrando para a normalização do bibliocídio.

via CTXT

#IA #HistóriaDosLivros

Disponível em: https://ctxt.es/es/20260601/Culturas/53705/Naief-Yehya-bibliocidio-exterminio-cultural-inteligencia-artificial-destruccion-libros.htm

Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa, por Roberto Lopes dos Santos Junior / Divulga-CI

Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa, por Roberto Lopes dos Santos Junior / Divulga-CI

“A partir de 1945, com a URSS consolidada como a segunda superpotência do planeta e imersa na intensa competição científica e tecnológica da Guerra Fria, surgiram discussões no partido comunista sobre como o país deveria lidar com a produção, organização e disseminação de informações no bloco comunista que se delineava.” recorda o pesquisador Prof. Dr. Roberto Lopes dos Santos Junior, da Universidade Federal do Pará.

HistóriaDaCI

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/perspectivas-socialistas-para-a-ciencia-da-informacao-da-informatika-sovietica-a-inovacao-chinesa-por-roberto-lopes-dos-santos-junior/

Como não cair na armadilha das editoras predatórias: lições para pesquisadores em início de carreira / Infolib

Como não cair na armadilha das editoras predatórias: lições para pesquisadores em início de carreira / Infolib

A partir da síntese da literatura e de estudos de caso, emergem várias lições importantes para pesquisadores em início de carreira:

1. Qualidade em vez de quantidade: É melhor publicar menos artigos em periódicos conceituados do que muitos em publicações predatórias.

2. Busque mentoria: A orientação de supervisores, bibliotecários ou colegas mais experientes pode ajudar na avaliação de periódicos.

3. Invista em conscientização: Participar de workshops sobre comunicação acadêmica aumenta a resiliência contra táticas predatórias.

4. Utilize recursos institucionais: Muitas universidades oferecem módulos de treinamento e acesso a bases de dados legítimas de avaliação de periódicos.

#RevistasPredatórias

Disponível em: https://www.einfolib.uz/post/not-falling-into-the-trap-of-predatory-publishers-lessons-for-early-career-researchers

A Ciência da Leitura na Biblioteca: Textos Ideais para Leitores Iniciantes / ALSC

A Ciência da Leitura na Biblioteca: Textos Ideais para Leitores Iniciantes / ALSC

Antes de tudo, um texto adequado deve ser interessante para a criança.

O interesse da criança está relacionado à motivação e ao envolvimento necessários para ler um texto. Por exemplo: se uma criança se interessa por dinossauros, você pode escolher Cachinhos Dourados e os Três Dinossauros em vez de Cachinhos Dourados e os Três Ursos.

Frustração A adequação de um texto depende não apenas do interesse do leitor, mas também se a criança lerá o texto de forma independente, com apoio ou se alguém lerá para ela (ou seja, em voz alta.

Leitura Independente: Um texto ideal para uma criança ler de forma independente é aquele que ela consegue ler com pelo menos 95% de precisão. Ou seja, ela consegue ler 95% ou mais das palavras corretamente. Esses textos podem ser decodificáveis, por níveis ou livros paradidáticos.

#FormaçãoDeLeitores

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2026/04/science-of-reading-in-the-library-just-right-texts-for-emerging-readers/