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Mulheres, ciência e o desafio da equidade / Ciência & Cultura

Mulheres, ciência e o desafio da equidade / Ciência & Cultura

Os números globais, no entanto, mostram que o desafio permanece profundo. Dados da UNESCO indicam que as mulheres representam apenas cerca de um terço dos pesquisadores no mundo — 31,1% em 2022 — um avanço tímido em relação aos 29,4% registrados dez anos antes. Embora jovens mulheres sejam hoje maioria no acesso ao ensino superior em diversas regiões, elas correspondem a apenas 35% dos formados em áreas científicas. A desigualdade se acentua ao longo da carreira, especialmente nos cargos de liderança, nos espaços de decisão e no setor privado, onde os homens continuam amplamente dominantes.

#MulheresNaCiência

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9600

11 de fevereiro – Dia Internaca ional de Mulheres e Meninas na Ciência / Rede Nacional de Ciência Para a Ciência

11 de fevereiro – Dia Internaca ional de Mulheres e Meninas na Ciência / Rede Nacional de Ciência Para a Ciência

Nas últimas décadas, a mídia também tem desempenhado um papel relevante na mudança desse cenário. Mulheres cientistas passaram a aparecer com mais frequência em jornais, programas de televisão, podcasts, plataformas digitais e iniciativas de divulgação científica, falando sobre suas pesquisas, suas trajetórias e sobre os desafios da carreira. Essa presença mostra mulheres reais, atuantes em múltiplas áreas do conhecimento, e ajuda a construir representações mais plurais, especialmente para crianças e adolescentes.

Um estudo de 2025 solicitou especificamente que as crianças desenhassem uma mulher cientista. Enquanto as meninas desenharam mulheres modernas e reais, os meninos tiveram mais dificuldade e criaram figuras sensacionalistas; alguns sequer conseguiram desenhar uma mulher. Portanto, fica o alerta de que é crucial incluir os meninos nessas conversas para normalizar a presença feminina na ciência para todos.

#MulheresNaCiência

via Rede Nacional de Ciência Para a Ciência

Disponível em:https://cienciaparaeducacao.org/2026/02/11/11-de-fevereiro-dia-internacional-de-mulheres-e-meninas-na-ciencia/

Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet / Núcleo

Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet / Núcleo

As denúncias de misoginia na internet aumentaram 224% no Brasil em 2025, segundo levantamento da SaferNet. Na Central de Ajuda, as maiores demandas foram a respeito de exposição de imagens íntimas

Em 2024, foram registradas 2.686 denúncias de violência ou discriminação contra mulheres. Já em 2025, as denúncias mais que triplicaram: foram 8.728 registros. Esse registro é do HotLine da Safernet, que recebe denúncias e as analisa para notificar os prestadores de serviços a removerem o conteúdo.

No HelpLine, serviço de Central de Ajuda da SaferNet em que usuários podem falar diretamente com profissionais para na busca por orientações, o tema mais frequente foi exposição de imagens íntimas, que teve 576 casos, aumentando 115% em um ano.

via Núcleo

#Internet #Misoginia #ViolênciaContraÀMulher

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2026-02-10-misoginia-internet-brasil-safernet/

Curiosidades sobre os arquivos históricos / Leitura e Contexto

Curiosidades sobre os arquivos históricos / Leitura e Contexto

Arquivos históricos são muito mais do que apenas “depósitos de papéis velhos”. Eles são a espinha dorsal da nossa memória coletiva e escondem fatos fascinantes sobre como a humanidade se desenvolveu e organizou sua própria história. Pesquisei sobre algumas das curiosidades mais interessantes do mundo dos arquivos e cito a seguir.

Arquivos nem sempre foram públicos. Por muito tempo, arquivos serviram apenas ao poder do Estado. A ideia de acesso público é relativamente recente e ligada à democracia e ao direito à informação.

#Arquivos

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/02/curiosidades-sobre-os-arquivos.html

Entre estantes e memória: A biblioteca privativa de Francisco Brennand, o artista que criava sonhos / PPGCI – UFPE

Entre estantes e memória: A biblioteca privativa de Francisco Brennand, o artista que criava sonhos / PPGCI – UFPE

A pesquisa apresenta os acervos existentes no Ateliê, exibindo os aspectos infomemoriais do patrimônio bibliográfico da biblioteca privativa e de seu colecionador. Para isso, a pesquisa está embasada na metodologia da Etnografia dos arquivos, proposta por Luciana Quillet Heymann, em seu livro “O Lugar do arquivo” (2012). A pesquisa adota uma abordagem qualitativa quando utilizada para análise dos vestígios, rastros de memória e marcas de proveniência em sua coleção. Quanto aos fins da pesquisa, caracteriza se pelo método descritivo, e no que diz respeito aos meios, será utilizado o método técnico bibliográfico e documental. Como referencial teórico, pretende-se também trazer os estudos de desenvolvimento de coleções a partir de Waldomiro de Castro Santos Vergueiro, abordar tipologias e modelos teóricos. Como resultados, esperamos evidenciar as narrativas infomemoriais possíveis de vida e obra, revelando o patrimônio bibliográfico-documental de Francisco Brennand, especialmente o que consta do ateliê do artista.

#Memória #Proveniência #BibliotecasParticulares

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68111

Dez exemplos de casos de uso de IA na gestão de bibliotecas / Interbibliotecas

Dez exemplos de casos de uso de IA na gestão de bibliotecas / Interbibliotecas

A implementação generalizada da Inteligência Artificial (IA) abre um novo capítulo na gestão social do conhecimento, mas seu impacto não é homogêneo nem neutro: manifesta-se em territórios específicos, moldados por desigualdades de acesso, diversas condições institucionais e práticas culturais únicas de cada comunidade. Nesse contexto, as bibliotecas públicas e comunitárias da América Latina enfrentam um desafio estratégico: não se limitar a adotar tecnologias de forma acrítica, mas participar ativamente da discussão sobre como, por que e para quem a IA é implementada.

#IA #Bibliotecas #GestãoDeBibliotecas

via Interbibliotecas

Disponível em: https://www.iberbibliotecas.org/decalogo-de-casos-de-usos-de-ia-en-la-gestion-bibliotecaria/

Sua pesquisa bibliográfica é realmente exaustiva? / Bibliogetafe

Sua pesquisa bibliográfica é realmente exaustiva? / Bibliogetafe

Em uma revisão sistemática, buscamos alta sensibilidade, mas isso frequentemente aumenta o “ruído” (resultados irrelevantes). Não existe um limiar universal de 100%, portanto, a equipe de revisão deve decidir quando a busca é “suficientemente boa”.

Fórmula de sensibilidade (recall):

Sensibilidade = (Estudos do conjunto encontrados) / (Número total de estudos do conjunto indexados no banco de dados)

Exemplo prático: Se o seu conjunto de referência consiste em 5 artigos indexados no Scopus e sua busca retorna 4 deles: Cálculo: 4 / 5 = 0,8 Resultado: Sensibilidade de 80%.

Interpretação: 20% da literatura principal é “invisível” para a sua busca atual, o que exige uma justificativa técnica para determinar se esse nível de risco é aceitável ou se requer refinamento.

#PesquisaBibliográfica #RevisãoSistemática #EstratégiasDeBusca

via Bibliogetafe

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/02/09/tu-busqueda-bibliografica-es-realmente-exhaustiva/

Metadados como a ‘Alma Digital’: O sucesso de um livro agora depende da conversa com a IA? / PublishNews

Metadados como a ‘Alma Digital’: O sucesso de um livro agora depende da conversa com a IA? / PublishNews

O ano de 2026 marca um ponto de inflexão para o mercado editorial mundial. Nos últimos meses estamos discutindo o impacto de IAs que redigem textos e são assistentes criativos, ferramentas como o Ask This Book, que permitem “conversar” com uma obra, e ainda a problemática fundamental do respeito dos direitos autorais.
Hoje quero falar sobre um outro aspecto estratégico do mercado, a discoverability, ou a possibilidade de seu livro ser encontrado em uma loja online.

A Amazon está lançando o Amazon Rufus. É um assistente de compras, movido por IA generativa que age não apenas como um sistema de busca, mas como um novo curador cultural que altera a lógica de sobrevivência de qualquer título no oceano digital. Importante: o recurso é usado para todo tipo de produtos, não só para livros.

#Metadados #IA #MercadoEditorial #Curadoria #MediaçãoAlgorítmica

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2026/02/09/metadados-como-a-alma-digital-o-sucesso-de-um-livro-agora-depende-da-conversa-com-a-ia

Prompts para diminuir os marcadores de escrita por IA / Rafael Sampaio

Prompts para diminuir os marcadores de escrita por IA / Rafael Sampaio

Abaixo, estão 3 prompts para evitar que as inteligências artificiais generativas “lavem” seu texto, deixando-o com “cara de IA” (Floridi, 2025; Sampaio, 2025). Cole uma das versões logo depois de seu prompt de geração ou revisão de texto, que ele tenderá a seguir essas regras ao longo do chat. Frequentemente, mesmo com os prompts, as IAs vão usar os termos proibidos (para mais sobre prompts, veja Sampaio, Figueiredo, 2025). Lembre-a então para seguir as restrições de linguagem.

Se preferir, cole diretamente na memória da IA que está utilizando, pois isso minimiza tais repetições. Sugiro a “versão cotidiano” para prompts e tarefas diretas e a versão light para a memória. Use a versão completa para revisões maiores, pois ela é extensa e gasta muitos tokens da janela de contexto da IA.

O objetivo não é “humanizar” o texto ou disfarçar que ele foi escrito ou revisado por IA (o que não é ético!), mas que a máquina não padronize seu texto do jeito dela, imprimindo os estilos dela e de seus dados de treinamento (Floridi, 2025).

#EngenhariaDePrompts #EscritaCientífica #IA

via Rafael Sampaio

Disponível em: https://substack.com/home/post/p-187421115

“A biblioteca deve ser um ato de rebelião permanente contra o esquecimento.” Entrevista com Fernando Baez, autor de A Nova História Universal da Destruição de Livros / Otlet

“A biblioteca deve ser um ato de rebelião permanente contra o esquecimento.” Entrevista com Fernando Baez, autor de A Nova História Universal da Destruição de Livros / Otlet

Fernando Báez mencionou em diversas entrevistas que, quando criança, morou em San Félix de Guayana, cidade próxima ao rio Caroní, afluente do rio Orinoco, na Venezuela. Havia uma biblioteca pública onde ele passava muito tempo e que era como um lar para ele. Até que um dia o Caroní transbordou e levou embora aquele lugar que ele tanto amava. Essa catástrofe marcaria sua vida para sempre, a ponto de hoje ele ser um renomado defensor do patrimônio cultural e um dos pesquisadores mais citados e traduzidos em questões de biblioclasmo. Em 2003, viajou ao Iraque como membro de uma missão internacional para avaliar os danos ao patrimônio cultural daquele país. Ele também obteve um doutorado em Biblioteconomia e, em 2008, tornou-se diretor da Biblioteca Nacional da Venezuela. A respeito da recente intervenção dos EUA em seu país natal, entramos em contato com ele para obter sua opinião.

#HistóriaDoLivros

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/la-biblioteca-debe-ser-un-acto-de-rebelion-permanente-contra-el-olvido-entrevista-a-fernando-baez-autor-de-la-nueva-historia-universal-de-la-destruccion-de-libros/

A influência da Competência em Informações na intenção de uso de tecnologias digitais por estudantes de graduação / RISC

A influência da Competência em Informações na intenção de uso de tecnologias digitais por estudantes de graduação / RISC

Os resultados indicaram a relação dos itens da competência em informações com a variável dependente intenção de uso. As hipóteses testadas indicaram que a facilidade de uso percebida quanto ao tratamento de busca e uso da informação são significativos. No entanto, não foi comprovada a relação direta entre a utilidade percebida e a competência em informação, somente comprovada quando está relacionada indiretamente através a facilidade de uso. Pode-se concluir que quanto maior for a facilidade de uso das informações obtidas maior será a intenção de uso de tecnologias digitais.

#CoInfo #TecnologiasDigitais

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/38530

Opinião local: Bibliotecários são guerreiros destemidos pela liberdade de leitura / Tucson Opinion

Opinião local: Bibliotecários são guerreiros destemidos pela liberdade de leitura / Tucson Opinion

O filme “The Librarians”, que foi exibido no The Loft e pela AzPM no campus da Universidade do Arizona, deveria ser visto por todos que prezam a liberdade intelectual. O filme destaca a coragem e a integridade dos bibliotecários escolares que defendem os valores da biblioteca e mostra a vulnerabilidade profissional e pessoal desses guerreiros destemidos pelo direito à leitura. (…) Bibliotecários profissionais aderem a valores que defendem os ideais da nossa democracia e fortalecem o tecido das nossas comunidades. Esses valores incluem o acesso equitativo de todos a ideias e informações; acervos bibliotecários que oferecem diversas perspectivas; e uma programação que inclui as múltiplas vozes da comunidade. Esses três valores — equidade, diversidade e inclusão — são a base da liberdade intelectual.

#LiberdadeIntelectual #LiberdadeDeExpressão #Censura #Bibliotecários

via Tucson Opinion

Disponível em: https://tucson.com/opinion/column/article_a6d4d383-e029-4a58-b201-08a26d4f4357.html