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As redes já não são sociais: uma autópsia de uma promessa quebrada / Story Baker

As redes já não são sociais: uma autópsia de uma promessa quebrada / Story Baker

Foi desenhado um cenário em que as redes sociais democratizariam a capacidade dos utilizadores de expressarem os seus sentimentos sem discriminação ou enviesamento. Hoje, as opiniões são segmentadas e condicionadas tanto pelo número de seguidores que temos como pelo que o algoritmo decide.

É mentira que a opinião de uma pessoa importa tanto como a de outra. Dada a relação direta entre alcance, popularidade e monetização, os utilizadores deixaram de publicar conteúdo e, em vez disso, geraram conteúdo que interessa às plataformas.

#MídiasSociais

via Story Baker

Disponível em: https://www.storybaker.co/p/las-redes-ya-no-son-sociales-autopsia

Por que os modelos de linguagem alucinam? / OpenIA

Por que os modelos de linguagem alucinam? / OpenIA

A persistência das alucinações se deve em parte aos incentivos oferecidos pelos métodos de avaliação que estão sendo usados. Embora as avaliações não provoquem as alucinações diretamente, a maioria delas mede o desempenho do modelo de uma forma que favorece adivinhações, em vez de reconhecer uma incerteza.

É como se fosse um teste de múltipla escolha. Se você não sabe, mas chuta uma resposta, pode acabar acertando. Mas vai ser pura sorte. Além disso, você sabe que deixar a resposta em branco é sinônimo de nota zero. Assim, quando os modelos são avaliados somente pela precisão, ou pelas perguntas com respostas exatas, eles são estimulados a adivinharem — e não a dizerem “não sei”.

#ChatGPT #Alucinação

via OpenIA

Disponível em: https://openai.com/pt-BR/index/why-language-models-hallucinate/

A construção do conceito de informação para inovação: abordagens a partir de uma revisão sistemática de literatura / RDBCI

A construção do conceito de informação para inovação: abordagens a partir de uma revisão sistemática de literatura / RDBCI

A informação para inovação foi caracterizada como dinâmica, complexa, relevante, oportuna, de alta qualidade e benefício. Envolve fontes internas e externas, incluindo colaboradores, P&D, fornecedores, clientes, universidades, patentes e tendências de mercado. A gestão eficaz e a integração dessas diversas fontes de informação são cruciais para impulsionar a inovação e obter vantagem competitiva. Conclusão: o estudo propõe que a informação para inovação é um recurso estratégico que apoia todas as etapas do processo de inovação, desde a identificação de oportunidades até a implementação de soluções.

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8680161

Plataforma colaborativa de imagens usa ciência da informação para divulgar patrimônio cultural lusófono / Jornal da USP

Plataforma colaborativa de imagens usa ciência da informação para divulgar patrimônio cultural lusófono / Jornal da USP

O campo da biblioteconomia e ciência da informação possui uma área dedicada a produzir vocabulários controlados que representam um determinado domínio do conhecimento. No caso da equipe do Experiência Arquigrafia 4.0, projeto temático apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU), o foco está na arquitetura e urbanismo.

Nesse sentido, há um esforço dos pesquisadores do projeto em contribuir com o Getty Vocabulary Program (Programa de Vocabulário do Getty, em tradução livre), do Getty Research Institute (GRI), localizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, a partir do vocabulário controlado construído para a plataforma colaborativa Arquigrafia, que permite recuperar as fotografias digitais de edificações e espaços urbanos compartilhadas pela comunidade de países de língua portuguesa.

#PatrimônioCultural #Portugal #VocabulárioControlado

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/universidade/plataforma-colaborativa-de-imagens-usa-ciencia-da-informacao-para-divulgar-patrimonio-cultural-lusofono/

O declínio da leitura por prazer ao longo de 20 anos / iScience

O declínio da leitura por prazer ao longo de 20 anos / iScience

Medimos a leitura por prazer e a leitura com crianças de 2003 a 2023, usando uma amostra nacionalmente representativa da American Time Use Survey (n = 236.270). Encontramos declínios acentuados na proporção de indivíduos que leem por prazer diariamente nos EUA, com reduções de 3% ao ano (razão de prevalência = 0,97, intervalo de confiança de 95% = 0,97, 0,98, p < 0,001). Houve disparidades entre os grupos populacionais, com lacunas crescentes para aqueles da raça negra (vs. branca), com níveis educacionais mais baixos e menor renda anual. Nossas descobertas demonstram a necessidade de estratégias mais direcionadas para aumentar as oportunidades de leitura por prazer. Monitorar a leitura diária e os fatores que influenciam a leitura será vital para entender os impactos de políticas futuras.

via iScience

Disponível em: https://www.cell.com/iscience/fulltext/S2589-0042(25)01549-4

Políticas de plágio em periódicos da área de Ciências Humanas na América Latina / SciELO

Políticas de plágio em periódicos da área de Ciências Humanas na América Latina / SciELO

No estudo publicado em 2023, as autoras também identificaram práticas mais graves, como plágio direto e envio de traduções de trabalhos alheios sem atribuição. Um caso exemplar envolveu a submissão, em inglês, de artigo já publicado anos antes em francês, com autoria distinta, evidenciando apropriação indevida. “Atualmente, há uma política de ‘tolerância zero’ ao plágio”, ressalta Vasconcelos (2007, p. 4), destacando a seriedade com que a comunidade científica vem tratando o problema.

O estudo classifica também os diferentes tipos de plágio — do mosaico ao inadvertido, passando pelo plágio por negligência, além da chamada “publicação salame” — e reforçou que muitas dessas condutas podem decorrer da ausência de formação ética adequada durante a trajetória acadêmica. Ações educativas desde os níveis iniciais da formação científica são estratégicas como prevenção à prática de plágio de qualquer tipo.

#Plágio

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/09/10/politicas-de-plagio-em-periodicos-da-area-de-ciencias-humanas-na-america-latina/

Resiliência informacional de gênero : práticas informacionais de professoras do ensino superior durante a pandemia de covid-19 / PPGCI – UFPB

Resiliência informacional de gênero : práticas informacionais de professoras do ensino superior durante a pandemia de covid-19 / PPGCI – UFPB

Esta pesquisa contribuiu para a ampliação do conceito de resiliência informacional, a partir de uma perspectiva de gênero. Discutiu implicações sociais e informacionais da pandemia de covid-19, um fenômeno social de proporção global, na saúde e na educação, por meio da percepção de professoras de uma universidade pública no nordeste brasileiro. Ao mesmo tempo, propiciou revelar os impactos na prática docente durante o ERE, com o rompimento das fronteiras entre o espaço público e o espaço privado, já que o espaço doméstico foi invadido pela sala de aula virtual.

#Gênero #Covid19 #PráticasInformacionais #ResiliênciaInformacional

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/35603

Concepção de chatbots: perspectivas e interseções na Ciência da Informação / RDBCI

Concepção de chatbots: perspectivas e interseções na Ciência da Informação / RDBCI

Para orientar a revisão, foram formuladas quatro questões principais: Quais são as metodologias utilizadas no desenvolvimento de chatbots? Quais são as principais tecnologias e plataformas utilizadas? Quais são os principais domínios de aplicação dos chatbots?, que guiaram a análise dos estudos selecionados, bem como as categorias de análise, a saber: Metodologias, Modelos, Linguagens, Plataformas e Técnicas de PNL. As categorias foram desenhadas com o intuito de explorar a diversidade de abordagens e técnicaspresentes na literatura, além de compreender como as diferentes áreas estão utilizando os chatbotspara otimizar processos e serviços.

#ChatBots

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8679339

Curadoria de conteúdo: uma necessidade na era da IA / Roser Mante

Curadoria de conteúdo: uma necessidade na era da IA / Roser Mante

Lucas de Calvo con barba, lembra que nos bons velhos tempos das mídias sociais, seguíamos as pessoas pelo que elas nos traziam, não porque um algoritmo decidia isso. Acho que, aos poucos, estamos voltando a esse ponto. Buscamos aqueles que sabem conectar pessoas e ideias, que se tornam catalisadores de conversas, não aqueles que acumulam mais visualizações ou seguidores.

E isso envolve curadores de conteúdo. Envolve-os em uma responsabilidade ética e cultural: a de construir espaços de informação, de valorizar o tempo do leitor, de contribuir para uma cultura de conhecimento significativa. Profissionais que conseguem conectar os pontos entre conteúdos diversos, contextualizar e facilitar sua compreensão se tornarão figuras-chave dentro das organizações.

#CuradoriaDeConteúdo

Disponível em: https://www.rosermante.cat/curacio-temps-ia/

O Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas adota a norma bibliográfica APA rumo a padrões internacionais / SciELO

O Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas adota a norma bibliográfica APA rumo a padrões internacionais / SciELO

A mudança proposta facilitou a internacionalização do periódico e agilizou o processo editorial, uma vez que ferramentas automáticas de citação e referência podem ser utilizadas tanto pelos autores quanto pela equipe técnica. Segundo a editora Jimena Felipe Beltrão, essa adaptação contribui para tornar o periódico “mais acessível, moderno e alinhado às práticas internacionais”.

#GestãoEditorial #APA #Normalização

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/09/09/o-bgoeldi-adota-a-norma-bibliografica-apa/

Quando o navegador te mira a ti: procurando Comet e Dia, e a tentativa de convertê-lo tudo em contexto / Enrique Dans

Quando o navegador te mira a ti: procurando Comet e Dia, e a tentativa de convertê-lo tudo em contexto / Enrique Dans

Meu veredito provisório: “navegadores de IA” como Comet e Dia são laboratórios para ideias potencialmente interessantes, como a ideia de o navegador ser um parceiro sensível ao contexto, mas seu sucesso no mercado dependerá de três fatores: segurança compatível com o novo poder que estamos dando a eles, valor cotidiano que supere o atrito cognitivo de “perguntar” ao navegador e custo que não os empurre para um nicho de entusiastas. Enquanto isso, veremos Chrome, Edge, Brave e Opera absorverem rapidamente o que funciona e torná-lo a opção padrão.

#NavegadoresWeb

Disponível em: https://www.enriquedans.com/2025/09/cuando-el-navegador-te-mira-a-ti-probando-comet-y-dia-y-la-tentacion-de-convertirlo-todo-en-contexto.html

Gasto por aluno no Brasil é menos de um terço do investimento de países ricos / Folha de S. Paulo

Gasto por aluno no Brasil é menos de um terço do investimento de países ricos / Folha de S. Paulo

Enquanto esses países investem, em média, US$ 12.438 por aluno, o Brasil gasta US$ 3.872 —o que representa 31% do gasto dessas nações. Os dados são do relatório Education at a Glance 2025, divulgado nesta terça-feira (9).

O relatório inclui nesse cálculo todos os investimentos públicos na educação pública, divididos pelo número de matrículas do ensino fundamental ao médio. Os valores são calculados em dólar com paridade de poder de compra, que reflete o custo de vida de cada país.

O relatório também mostra que o salário inicial dos professores dos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) no Brasil é quase a metade da média dos países membros da OCDE. O valor praticado no país é também o terceiro menor de todos os analisados.

#EducaçãoBásica #Educação

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/09/gasto-por-aluno-no-brasil-e-menos-de-um-terco-do-investimento-de-paises-ricos.shtml