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Motivos pelos quais periódicos não são encontrados no DOAJ / Nordlyd

Motivos pelos quais periódicos não são encontrados no DOAJ / Nordlyd

O DOAJ (Directory of Open Access Journals) é considerado por muitos a principal base de dados de periódicos acadêmicos de acesso aberto. Ainda assim, muitos desses periódicos não constam nela. Com base em dados de rejeição do DOAJ, este artigo busca esclarecer algumas das principais razões pelas quais as solicitações de periódicos são rejeitadas. Compreender os motivos dessas rejeições pode indicar o que pode ser feito para melhorar a situação. Os dados apontam a falta de recursos como um problema importante. Muitas solicitações provêm de periódicos que não atendem aos critérios ou são predatórios, mas muitas também vêm de periódicos que certamente mereceriam figurar no DOAJ — eles apenas não conseguem concluir a solicitação com todas as informações relevantes devidamente apresentadas.

#DOAJ #Indexadores

Disponível em: https://septentrio.uit.no/index.php/nordlyd/article/view/8707

Como usar diretrizes internacionais e inteligência artificial na auditoria metodológica de pesquisas clínicas / Science Arena

Como usar diretrizes internacionais e inteligência artificial na auditoria metodológica de pesquisas clínicas / Science Arena

Uma abordagem para mitigar esses riscos foi apresentada por João Brainer, médico neurologista e pesquisador clínico do Einstein Hospital Israelita, em encontro virtual promovido pelo Science Arena. O especialista defende que a estratégia central está em alimentar os modelos de linguagem com os principais guidelines internacionais da área, como o PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses, para revisões sistemáticas) ou o CONSORT (Consolidated Standards of Reporting Trials, para ensaios clínicos randomizados), antes de iniciar qualquer análise.

Ao cruzar os requisitos dessas diretrizes com os dados preliminares do estudo, a IA passa a funcionar como ferramenta de auditoria prévia. O objetivo é que o pesquisador possa refinar elementos como o tamanho amostral, os desfechos (outcomes) e as subanálises antes de submeter o trabalho à avaliação por pares.

#IA #EscritaCientífica #RevisãoDeLiteratura

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/como-usar-diretrizes-internacionais-e-inteligencia-artificial-na-auditoria-metodologica-de-pesquisas-clinicas/

Research Rabbit: A IA que faz sua revisão de literatura render / Psicometriaonline

Research Rabbit: A IA que faz sua revisão de literatura render / Psicometriaonline

Se você já se pegou às 2 da manhã, com 47 abas abertas, pulando das referências de um artigo pras citações de outro e sem lembrar mais por que começou tudo aquilo, tenho então uma boa notícia. Esse buraco de coelho tem nome, e agora tem também uma ferramenta que transforma o caos em algo até divertido: o Research Rabbit.

Pense num “Spotify para artigos científicos”. O Research Rabbit é uma ferramenta gratuita de mapeamento de literatura baseado em citações. Em vez de você digitar palavra-chave e encarar uma lista infinita no Google Scholar, ele parte de artigos que você já conhece e vai te sugerindo o que está conectado — quem cita quem, quais ideias andam juntas, quem são os autores centrais daquele debate. Tudo isso num mapa visual bonitão.

#IA #RevisãoDeLiteratura #ResearchRabbit

Disponível em: https://www.blog.psicometriaonline.com.br/research-rabbit-a-ia-que-faz-sua-revisao-de-literatura-render

Seleção de literatura infantojuvenil africana e afro-brasileira para biblioteca escolar / Biblionline

Seleção de literatura infantojuvenil africana e afro-brasileira para biblioteca escolar / Biblionline

Logo, não basta a biblioteca escolar não ser racista, é preciso ser antirracista, significa
que todos os profissionais que ali atuam tenham atitudes neste rumo, fazer com que a lei que
obriga o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira indígena sejam aplicadas nas
escolas, e a reserva de vagas na educação e empresas, promovam políticas públicas capazes de
combater privilégios sociais e combater toda forma de opressão.
De nada adianta não ser racista se o livro que bibliotecários/as selecionam não tem
protagonismo negro. O trabalho de seleção de literatura africana e afro-brasileira exige do/a
bibliotecário/a critérios práticos, mas também posicionamento político frente à diversidade
cultural da biblioteca que está inserida, fundamental para que a função dos acervos se realize
no sentido de que diferentes grupos étnico-raciais se sintam representados e possam se
reconhecer neste repertório.

#LiteraturaInfantoJuvenil #BibliotecasEscolares #LiteraturaAfroBrasileira

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/77772

Paperpal, uma ferramenta de apoio à escrita acadêmica / Enredadera

Paperpal, uma ferramenta de apoio à escrita acadêmica: adicionada ao catálogo de serviços da Rede de Bibliotecas e Arquivos do CSIC / Enredadera

A Rede de Bibliotecas e Arquivos do CSIC acaba de adicionar o Paperpal, uma solução baseada em inteligência artificial para auxiliar na escrita acadêmica, ao seu catálogo de serviços. Este artigo descreve suas funções, seu processo de adoção e os dados iniciais de uso, que refletem uma recepção inicial positiva e a necessidade de treinamento adicional para otimizar sua utilização.

#Inovação #IA #Bibliotecas #ProdutosEServiços

Disponível em: https://enredadera.csic.es/index.php/enredadera/article/view/746

Inteligência Artificial e Arquivologia: transformações conceituais e desafios para os regimes contemporâneos de informação, por Charlley Luz / Divulga-CI

Inteligência Artificial e Arquivologia: transformações conceituais e desafios para os regimes contemporâneos de informação, por Charlley Luz / Divulga-CI

“Em um cenário no qual a produção de conhecimento é cada vez mais mediada por sistemas algorítmicos, garantir a inteligibilidade, a autenticidade e a preservação da informação torna-se não apenas uma função técnica, mas uma condição essencial para a manutenção da memória social, da transparência institucional e da própria democracia.” afirma o arquivista e pesquisador Prof. Dr. Charlley Luz, Sócio-fundador da Feed Consultoria e Serviços LTDA.

#IA #Arquivologia

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/inteligencia-artificial-e-arquivologia-transformacoes-conceituais-e-desafios-para-os-regimes-contemporaneos-de-informacao-por-charlley-luz/

O pesquisador como curador na era da IA / E-LIS

O pesquisador como curador na era da IA / E-LIS

Esta apresentação introduz uma proposta de aplicação da metodologia de curadoria de conteúdo à publicação científica no contexto atual da disrupção causada pela inteligência artificial. O método dos 4S para curadoria de conteúdo (Buscar, Selecionar, Interpretar, Compartilhar), desenvolvido por Guallar e Leiva-Aguilera (2013), é adaptado do conteúdo profissional para o científico. Argumenta-se a utilidade da estrutura conceitual e prática da curadoria de conteúdo para lidar com os riscos que os pesquisadores enfrentam em relação à IA, como a preguiça epistêmica e a perda de autonomia intelectual. Por fim, são apresentadas propostas práticas para a curadoria científica, incluindo o funil de filtragem crítica e técnicas de interpretação acadêmica, enfatizando consistentemente o papel central e diretor do pesquisador-curador.

#CuradoriaDeConteúdo

Disponível em: http://eprints.rclis.org/47885/

Saberes indígenas, desafios brasileiros / Jornal da Ciência

Saberes indígenas, desafios brasileiros / Jornal da Ciência

A criação da primeira Universidade Federal Indígena do Brasil (Unind), instituída pela Lei nº 15.418/2026 e sancionada pela Presidência da República no final de maio, representa um dos avanços mais expressivos da educação superior brasileira nas últimas décadas. Ela amplia o acesso dos povos indígenas à universidade e, sobretudo, reconhece institucionalmente que o Brasil produz ciência e conhecimento muito além dos limites da tradição acadêmica ocidental.

O Brasil reúne mais de três centenas de povos indígenas, centenas de línguas originárias e uma das maiores biodiversidades do planeta. Poucos países concentram uma riqueza tão extraordinária de saberes sobre seus territórios, ecossistemas e modos de vida. Fortalecer o diálogo entre esses saberes e a produção científica amplia as possibilidades da pesquisa, enriquece a formação acadêmica, impulsiona a inovação e qualifica as respostas da ciência brasileira aos desafios do desenvolvimento nacional.

#CulturaIndígena #SaberesAncestrais

Disponivel em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-saberes-indigenas-desafios-brasileiros/

AMALIA não é o ChatGPT — O que é realmente a primeira IA soberana portuguesa / TIC, Web e Educação

AMALIA não é o ChatGPT — O que é realmente a primeira IA soberana portuguesa / TIC, Web e Educação

Portugal lançou a AMALIA (Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial) – o primeiro grande modelo de linguagem em português europeu – mas quem esperava um rival do ChatGPT encontrou apenas silêncio digital: sem site, sem app. É, na verdade, uma infraestrutura de código aberto, de 9 mil milhões de parâmetros, treinada com 195 terabytes de dados do Arquivo.pt, destinada a hospitais, escolas e forças armadas que precisam de processar dados sensíveis sem os exportar para servidores estrangeiros. Custou 7 milhões de euros, supera rivais como o Llama e o Mistral nos exames nacionais, mas fica aquém em matemática – e o seu verdadeiro veredicto dependerá dos próximos 24 meses.

#LLMs #Portugal #IA

via TIC, Web e Educação

Disponível em: https://jfborges.com/2026/07/02/amalia-nao-e-o-chatgpt-o-que-e-realmente-a-primeira-ia-soberana-portuguesa/

Ciência da Informação, Estudos de Gênero e Estudos Queer: relações existentes, por Abe Muniz Pinto / Divulga-CI

Ciência da Informação, Estudos de Gênero e Estudos Queer: relações existentes, por Abe Muniz Pinto / Divulga-CI

“Nos trabalhos de conclusão dos cursos de Pós-Graduação em CI no Brasil, até 2023, foram recuperados 18 trabalhos sobre gênero e comunidade LGBTQIAPN+, das teses e dissertações analisadas, as três autorias mais citadas sobre a questão de gênero são: Guacira Louro, Judith Butler e Michel Foucault.” aponta a pessoa pesquisadora Me. Abe Muniz Pinto, estudante do doutoramento em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Pernambuco.

#PPGCI #Gênero #Queer

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/ciencia-da-informacao-estudos-de-genero-e-estudos-queer-relacoes-existentes-por-abe-muniz-pinto/

A cooperação entre as bibliotecas públicas e as bibliotecas escolares: práticas e perspetivas de futuro / UC – CI

A cooperação entre as bibliotecas públicas e as bibliotecas escolares: práticas e perspetivas de futuro / UC – CI

Os resultados do trabalho de campo permitiram retirar conclusões sobre o conceito de cooperação, as práticas de cooperação entre as bibliotecas públicas e as escolares; as vantagens e os obstáculos que enfrenta a cooperação; o processo de adaptação das bibliotecas públicas e das escolares às formas de cooperação, através da institucionalização do SABE; o espaço, os recursos humanos e financeiros a formação contínua e os serviços e os produtos decorrentes da cooperação. Por último, apresentou-se uma proposta de modelo de cooperação que assenta em soluções locais.

#BibliotecasEscolares #BibliotecasPúblicas #Cooperação #Portugal

Disponível em: https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/122571

Governança da informação nas organizações / Archeion

Governança da informação nas organizações / Archeion

Os resultados indicam que a Governança da Informação passou de uma abordagem associada à gestão documental e à conformidade regulatória para uma perspectiva estratégica, interdisciplinar e orientada ao uso da informação como ativo organizacional; os principais contextos de aplicação envolvem gestão documental, governança organizacional, transformação digital, governança de dados, segurança da informação, privacidade, proteção de dados e ambientes interorganizacionais; e sua contribuição para a qualificação dos processos decisórios ao estabelecer políticas, responsabilidades, fluxos, tecnologias e mecanismos de controle capazes de assegurar qualidade, confiabilidade, integridade e uso responsável da informação.

#GovernançaDaInformação

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/archeion/article/view/79310