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Câmara aprova regras para bolsista de pós-graduação acessar benefícios previdenciários / Jornal da Ciência

Câmara aprova regras para bolsista de pós-graduação acessar benefícios previdenciários / Jornal da Ciência

A Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (18), o Projeto de Lei (PL) nº 6.894/2013, que garante a inclusão de pesquisadores e bolsistas de pós-graduação no Regime Geral de Previdência Social. A proposta seguirá para o Senado.

A decisão beneficia cerca de 150 mil profissionais dedicados à produção científica no país e corrige uma lacuna histórica na política científica brasileira.

Com a aprovação, o período de formação científica financiado por agências oficiais de fomento, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), será reconhecido como tempo de contribuição para fins previdenciários.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/camara-aprova-regras-para-bolsista-de-pos-graduacao-acessar-beneficios-previdenciarios/

As bibliotecas são um dos indicadores de desenvolvimento democrático, afirma N. Ram / The Hindu

As bibliotecas são um dos indicadores de desenvolvimento democrático, afirma N. Ram / The Hindu

“Hoje, a biblioteca não é apenas um repositório de livros; é um ponto de acesso digital, um centro de alfabetização midiática, um núcleo de aprendizagem comunitária, um arquivo de conhecimento local e um instrumento, uma força para combater um grande mal que temos hoje: a desinformação e a informação falsa”, disse N. Ram, diretor do The Hindu Group, na cerimônia de abertura da quarta edição do Congresso de Bibliotecas da Índia (ILC), realizada na Biblioteca Centenária Anna na segunda-feira.

#Bibliotecas #Democracia #ImpactoDasBibliotecas

via Hindu

Disponível em: https://www.thehindu.com/news/cities/chennai/libraries-stand-as-one-of-the-indicators-of-democratic-development-says-n-ram/article70638589.ece

Inteligência artificial e acessibilidade em bibliotecas (I): Orientação e sinalização inteligente para pessoas com deficiência visual / Biblogtecarios

Inteligência artificial e acessibilidade em bibliotecas (I): Orientação e sinalização inteligente para pessoas com deficiência visual / Biblogtecarios

As bibliotecas já incorporam há muito tempo diversas tecnologias de identificação e localização, como RFID e beacons Bluetooth, principalmente para gerenciamento de acervos, autoatendimento e ativação de informações contextuais em seus espaços.

Essas mesmas tecnologias podem se tornar ferramentas muito úteis para aprimorar a orientação espacial em edifícios. Este artigo mostra como a inteligência artificial e as tecnologias de orientação inteligente podem contribuir para melhorar a sinalização e a orientação espacial em bibliotecas.

#Acessibilidade #PessoasComDeficiência #Bibliotecas

via Biblogtecarios

Disponível em: https://www.biblogtecarios.es/susanapeix/inteligencia-artificial-y-accesibilidad-en-bibliotecas-i-orientacion-y-senalizacion-inteligente-para-personas-con-discapacidad-visua/

Liberdade acadêmica sob pressão: o que as editoras acadêmicas podem fazer / Scholarly Kitchen

Liberdade acadêmica sob pressão: o que as editoras acadêmicas podem fazer / Scholarly Kitchen

A liberdade acadêmica é mais do que um princípio abstrato. Ela é o fundamento da inovação e do intercâmbio acadêmico e, portanto, constitui um pré-requisito para a publicação acadêmica e a revisão por pares. Sem liberdade acadêmica, os pesquisadores se autocensuram, a inovação estagna e as universidades deixam de ser espaços de investigação crítica e produção de conhecimento. Quando os pesquisadores não podem buscar livremente respostas para seus problemas e questões de pesquisa, a produção de conhecimento fica limitada.

via Scholarly Kitchen

#ComunicaçãoCientífica #LiberdadeIntelectual #Censura

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/03/17/guest-post-academic-freedom-under-pressure-what-academic-publishers-can-do/

Crescem os apelos por novas diretrizes sobre restos mortais em museus / Museums Journal

Crescem os apelos por novas diretrizes sobre restos mortais em museus / Museums Journal

Segundo o jornal The Guardian, “dos 28.914 itens com restos humanos que se sabe terem origem fora da Europa, 11.856 foram identificados como provenientes da África, 9.550 da Ásia, 3.252 da Oceania, 2.276 da América do Norte e 1.980 da América do Sul”.

A pesquisa revelou que o Museu de História Natural de Londres possui a maior coleção de restos mortais não europeus, com pelo menos 11.215 itens, enquanto a Universidade de Cambridge tem a segunda maior, com pelo menos 8.740 itens em seu laboratório Duckworth, incluindo 6.223 restos mortais que se sabe serem originários da África.

Cerca de 100 museus conseguiram divulgar um número exato ou estimado de indivíduos representados em suas coleções, totalizando aproximadamente 79.334. As demais instituições não puderam fornecer uma estimativa devido à mistura de restos mortais ou lacunas na documentação.

#Museus #RestosMortais

via Museums Journal

Disponível em: https://www.museumsassociation.org/museums-journal/news/2026/03/growing-calls-for-new-guidance-on-human-remains-in-museums/#

Universidades, governos e entidades europeias usam rede social alternativa na busca de soberania digital / ComCiência

Universidades, governos e entidades europeias usam rede social alternativa na busca de soberania digital / ComCiência

O Governo da Holanda e a rede de educação e pesquisa do país abriram seus próprios servidores na rede social descentralizada Mastodon. A plataforma de código aberto é uma alternativa às mídias sociais das big techs, especialmente ao X (antigo Twitter). Ambos são microblogs com características similares – mas também importantes diferenças. No Mastodon, qualquer um pode pegar, replicar e adaptar sua interface sempre que tenha seu próprio servidor; não está nas mãos de um CEO por ser uma iniciativa sem fins lucrativos; e não tem anúncios nem algoritmos de perfilamento. Tudo isso traz, para quem abre uma instância do Mastodon, o controle sobre a rede, desde os dados que são coletados, à privacidade e moderação do conteúdo.

Por essas características do Mastodon, governos da Europa como França, Alemanha e instituições governamentais como a Comissão Europeia seguiram a Holanda. Uma das universidades mais importantes da Áustria também aderiu ao Mastodon, como forma de diversificar sua comunicação e quebrar aos poucos a dependência das plataformas comerciais.

#SoberaniaDigital #Universidades #Mastodon

Disponível em: https://www.comciencia.br/universidades-governos-da-europa-e-comissao-europeia-usam-rede-social-alternativa-na-busca-de-soberania-digital/

Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso / BBC

Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso / BBC

Kaley ficava no Instagram até pegar no sono. Ela acordava no meio da noite para checar as notificações. Abria o aplicativo assim que acordava. Um dia, passou 16 horas nessa rede social. “Parei de interagir com minha família porque passava todo o meu tempo nas redes sociais”, relatou Kaley a um júri em Los Angeles, nos EUA, durante um processo histórico contra a Meta e o Google, duas das maiores empresas do mundo.

O TikTok e o Snapchat, que também foram citados no processo original, fizeram um acordo extrajudicial. Conhecida apenas por seu primeiro nome, ou as iniciais KGM, para proteger sua privacidade, a história de Kaley se tornou o caso exemplar para mais de 2 mil processos semelhantes que buscam responsabilizar as empresas de redes sociais pelos supostos danos à saúde mental de seus usuários mais jovens.

#MídiasSociais #EconomiaDaAtenção #Instagram #SaúdeMental

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly207x2323o

A internacionalização da produção científica das Coordenações de Ciências da Terra e Ecologia e de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi / Bibliomar

A internacionalização da produção científica das Coordenações de Ciências da Terra e Ecologia e de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi / Bibliomar

Os pesquisadores das coordenações analisadas possuem uma rede ampla de colaboração com instituições internacionais, além de possuírem expressiva projeção no cenário internacional por meio de publicações em periódicos estrangeiros e com alta visibilidade. Os artigos publicados com pesquisadores estrangeiros foram mais citados em relação às coautorias puramente nacionais. As coordenações de Ciências da Terra e Ecologia e de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi apresentaram inserção internacional em indicadores diversificados.

#ProduçãoCientífica

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26555

A biblioteca do século XXI: onde a leitura, a tecnologia e as pessoas se encontram / Julian Marquina

A biblioteca do século XXI: onde a leitura, a tecnologia e as pessoas se encontram / Julian Marquina

A biblioteca do século XXI não precisa justificar sua aparência moderna. Sua força reside em outro aspecto: na capacidade de conectar conhecimento, tecnologia e mediação profissional de forma útil, crítica e centrada nas pessoas. O mundo digital não é mais o horizonte; faz parte da paisagem. A diferença está em como ele é organizado, como é explicado e como é colocado a serviço da comunidade.

Em última análise, o que continua a definir o valor de uma biblioteca não é a quantidade de ferramentas que ela incorpora, mas sim sua capacidade de tornar o complexo acessível, o valioso visível e a informação envolvente. E em uma época em que quase tudo compete pela nossa atenção, esse trabalho importa mais do que nunca.

#Bibliotecas #Tendências

Disponível em: https://www.julianmarquina.es/la-biblioteca-del-siglo-xxi-donde-la-lectura-la-tecnologia-y-las-personas-se-encuentran/

UNESCO/IFLA: Educação Ecológica – Pilares e Documentos de Referência / RBE

UNESCO/IFLA: Educação Ecológica – Pilares e Documentos de Referência / RBE

No âmbito da Parceria para uma Educação Ecológica (GEP – Greening Education Partnership), resultante da Cimeira Transformar a Educação (ONU, 2022) e presidida pela UNESCO, realizou-se, no passado 11 e 12 de fevereiro, o 18º Fórum Internacional de ONGs em Parceria Oficial com a UNESCO, subordinado ao tema Parceria para Educação Verde: ONGs envolvidas para um impacto sustentável (Greening Education Partnership: NGOs engaged for sustainable impact) [1].

Neste encontro foi lançado o Guia para Comunidades Ecológicas: Aprendizagem ao Longo da Vida para Ações Climáticas e de Sustentabilidade [2], do qual a IFLA (Federação Internacional de Bibliotecas e Bibliotecas), parceira da Rede de Bibliotecas Escolares, é coautora.

A Parceria para uma Educação Ecológica, cujo lema é Preparar todos os alunos para as alterações climáticas (Getting every learner climate-ready) [3], visa apoiar os países a integrarem o clima e a sustentabilidade no ensino e na escola.

via RBE

#Bibliotecas #MudançasClimáticas #IFLA #EducaçãoEcológica

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/unescoifla-educacao-ecologica-pilares-3064743

O que eu aprendi rejeitando bons manuscritos / Limongi

O que eu aprendi rejeitando bons manuscritos / Limongi

Há uma diferença decisiva entre afirmar “há escassez de estudos sobre X” e demonstrar “há uma tensão conceitual em aberto sobre X e este artigo ajuda a resolvê-la”. A primeira formulação aponta ausência. A segunda aponta necessidade intelectual. A primeira abre espaço para mais um estudo. A segunda razão para ler aquele estudo.

Muitos autores aprenderam a construir introduções que enfatizam a relevância prática e o crescente interesse. Mas poucos param para formular, com rigor, a natureza do problema teórico. O resultado é uma introdução funcional, porém fraca: o leitor entende que o tema importa, mas não entende por que aquele artigo precisa existir.

#EscritaCientífica

via Limongi

Disponível em: https://substack.com/home/post/p-190947403

Como o ECA Digital impacta o dia a dia escolar / Revista Educação

Como o ECA Digital impacta o dia a dia escolar / Revista Educação

A Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) passa a vigorar a partir de hoje, 17. O documento estabelece novas regras para proteger a presença desse público no ambiente online — passo fundamental, por exemplo, por conta da presença massiva em canais do universo virtual: segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, 83% das crianças e adolescentes que usam internet no Brasil têm contas em redes sociais e quase 30% delas já relataram alguma situação de desconforto na internet.

Vale contextualizar que, recentemente, um episódio de exposição e adultização de crianças ganhou repercussão nas mídias sociais, acendendo o debate sobre a utilização das imagens desse público para gerar engajamento e lucro. E, dentro da discussão sobre a responsabilidade das plataformas e das famílias e a necessidade de políticas públicas, ganhou força o consenso de que o Estatuto da Criança e do Adolescente, de 35 anos atrás (criado em 1990), precisava ser atualizado para o contexto da digitalização.

#ECADigital

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/03/17/eca-digital-escolas/