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Impactos cognitivos do uso excessivo das redes sociais: atenção, memória e emoção / Encontros Bibli

Impactos cognitivos do uso excessivo das redes sociais: atenção, memória e emoção / Encontros Bibli

Resultados: Os achados indicam que o uso excessivo das redes sociais está associado a prejuízos na atenção, à sobrecarga e redução da capacidade de memória e a alterações emocionais, como ansiedade e baixa tolerância à frustração. Tais efeitos repercutem na produtividade, na qualidade das interações sociais e no bem-estar geral.

Conclusões: O estudo oferece subsídios para compreender os impactos cognitivos do uso intensivo das redes sociais e para fundamentar estratégias que minimizem efeitos negativos, incentivando práticas digitais mais equilibradas.

#MidiasSociais #Cognição #Memória #Emoção

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/108315

Debate sobre polilaminina poderia elucidar fronteiras da ciência / Folha de S. Paulo

Debate sobre polilaminina poderia elucidar fronteiras da ciência / Folha de S. Paulo

Querendo ou não, Sampaio foi parar numa posição em que justamente a lógica e as fronteiras da ciência –o que é honesto ou não afirmar com base nela– precisam ser discutidas, com compaixão, mas também com a mais absoluta clareza, diante de toda a população.

Quando ela diz que não vê a ciência como o valor humano supremo, sou capaz de assinar embaixo com tranquilidade. Mas ela ainda é de longe o melhor mecanismo para elucidar como o mundo funciona.

Seria uma enorme contribuição se a pesquisadora se dispusesse a liderar o debate, sem desmerecer a fé das pessoas (com cruz e tudo), mas também ajudando-as a entender que a fé não pode ser vista como mágica. No longo prazo, seria um legado tão importante quanto o de um possível novo tratamento.

#Ciência #Polilaminina

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldojoselopes/2026/02/debate-sobre-polilaminina-poderia-elucidar-fronteiras-da-ciencia.shtml

O início das HQs no Brasil / Pesquisa Fapesp

O início das HQs no Brasil / Pesquisa Fapesp

Republicado em 2013 pelo Senado Federal, Nhô Quim antecipou recursos formais que os quadrinhos norte-americanos só viriam a apresentar no início do século XX, como a utilização de um mesmo cenário em quadros consecutivos. No âmbito mundial, a obra tida pela crítica como a primeira HQ moderna é Yellow Kid, do cartunista norte-americano Richard Felton Outcault (1863-1928). Surgida em 1895, quase três décadas após Nhô Quim, Yellow Kid fazia uso de balões de fala, ao contrário da série brasileira, que apresentava legendas posicionadas abaixo de cada quadro.

No Brasil, o estabelecimento de um marco zero das HQ tem gerado controvérsias, uma vez que não existe consenso a respeito do que define uma história em quadrinhos. Em 2024, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro organizou uma exposição em homenagem ao “autor da primeira história em quadrinhos do Brasil”, o artista francês Sébastien Sisson (1824-1898). Sua narrativa pioneira, O namoro, quadros ao vivo, saiu em 15 de outubro de 1855 no jornal O Brasil Ilustrado, 14 anos antes de Nhô Quim.

#HistóriasEmQuadrinhos

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-inicio-das-hqs-no-brasil

O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? / SCiELO

O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? / SciELO

Em Navigating the landscape of AI literacy education: insights from a decade of research (2014–2024)6, a revisão integrativa, conduzida por pesquisadores e publicada na Humanities and Social Sciences Communications, mapeou a evolução do campo de letramento em IA na última década (2014–2024) e identificou uma lacuna persistente: apesar do crescimento exponencial de publicações sobre IA na educação, a formação conceitual permanece secundária em relação ao treinamento técnico-instrumental. O campo evoluiu em volume, mas não necessariamente em profundidade.

Essa constatação tem implicações diretas para as instituições de ensino e pesquisa. Se o letramento em IA é, como sugere a literatura, condição para o uso eficaz e responsável dessas ferramentas, então sua promoção não pode depender apenas de iniciativas individuais de professores sensibilizados. Precisa ser tratada como uma questão institucional integrada a currículos, programas de pós-graduação e políticas de formação docente.

#IALiteracy

via SciELO

Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2026/02/25/o-dilema-do-professor-na-era-da-ia-ensinamos-o-prompt-ou-o-processo-cientifico/

Guia para prevenir e lidar com o assédio sexual em bibliotecas / IberBibliotecas

Guia para prevenir e lidar com o assédio sexual em bibliotecas / IberBibliotecas

O Guia para Abordar e Prevenir o Assédio Sexual em Bibliotecas foi criado em resposta à necessidade de contribuir para a proteção dos direitos de meninas, adolescentes e mulheres, bem como de outros grupos vulneráveis, no âmbito das ações realizadas em espaços culturais, particularmente em bibliotecas.
Duas questões foram levadas em consideração: o entendimento de que outras instituições e autoridades estatais em cada país são diretamente responsáveis ​​por abordar essa questão; e a criação de um documento que não seja um protocolo definitivo, mas sim uma ferramenta com recursos para ajudar cada biblioteca a estabelecer seus próprios mecanismos de resposta a casos de assédio sexual em seus espaços.

#AssédioSexual #Bibliotecas #Guias

Disponível em: https://travesia.mcu.es/items/63a2efeb-540a-407c-91c6-d2dc0a2d48bb

Weak Signals Report 2026: Desenvolvimentos emergentes que podem influenciar o futuro imediato das bibliotecas e seu ambiente / IFLA

Weak Signals Report 2026: Desenvolvimentos emergentes que podem influenciar o futuro imediato das bibliotecas e seu ambiente / IFLA

“Weak Signals” é um termo da área de Pensamento Futuro, usado para descrever tendências em estágio inicial. Diferentemente de uma “tendência”, um sinal fraco é um desenvolvimento ou fenômeno que ainda não se generalizou e pode nunca vir a se generalizar. No entanto, se isso acontecer, poderá ter impactos significativos no tema em estudo — em nosso caso, bibliotecas e o ambiente mais amplo de conhecimento e informação.

Buscamos identificar sinais fracos para levar em consideração possíveis desenvolvimentos futuros que possam afetar a adequação e o sucesso de nossos planos e estratégias. Alguns — a maioria — não se transformarão em tendências consolidadas, mas se tivermos considerado aqueles que se consolidarem, estaremos mais bem preparados para um mundo moldado por eles.

via IFLA

#Tendências #Bibliotecas #IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/2a9a423b-9038-4cb2-b98e-af7b1d919971

Conjunto de dados sobre gestão de dados de pesquisa na biodiversidade / Encontros Bibli

Conjunto de dados sobre gestão de dados de pesquisa na biodiversidade / Encontros Bibli

A Gestão de Dados de Pesquisa (GDP) é um tema importante na era da Ciência Aberta, podendo ser aplicada a diversas áreas do conhecimento. A Ciência Aberta promove princípios de transparência e colaboração entre áreas do conhecimento, incentivando práticas que tornam os dados mais acessíveis e reutilizáveis (Silva, 2019). No entanto, a implementação de boas práticas de GDP enfrenta desafios, como a falta de infraestrutura para pesquisa, limitações técnicas e resistência cultural. Segundo Cox e Verbaan (2018), essas práticas envolvem o conjunto de processos e políticas que são implementadas para garantir que os dados integrantes de uma atividade de pesquisa possam ser gerenciados de forma eficiente, assegurando sua integridade, acesso e reprodutibilidade ao longo do seu ciclo de vida.

#GestãoDeDadosDePesquisa

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/108047

Como a saúde mental pode ser prejudicada no meio acadêmico? Entenda / Science Arena

Como a saúde mental pode ser prejudicada no meio acadêmico? Entenda / Science Arena

Muitos alunos de mestrado e doutorado enfrentam uma série de situações que intensificam o estresse, como prazos rígidos, cobranças por produtividade e preocupações com os financiamentos dos projetos.

Em entrevista ao Science Arena, a neurocientista Elisa Harumi Kozasa, pesquisadora do Einstein Hospital Israelita, destacou que considera as taxas de transtornos mentais entre estudantes acima da média da população em geral.

Outro problema que costuma afetar a saúde mental dos acadêmicos é o sentimento de isolamento, já que muitas pessoas acabam focando mais na carreira nessa fase e deixam de sair com a família e os amigos.

Além desse efeito no círculo social, Kozasa complementou que muitos ambientes desse meio podem ser competitivos. Para reduzir os níveis de estresse, vale aderir a alguns hábitos capazes de proporcionar mais bem-estar e, consequentemente, estimular a produtividade.

#PósGraduação #SaúdeMental

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/como-a-saude-mental-pode-ser-prejudicada-no-meio-academico-entenda/

PKP mostra o caminho do OJS: novas versões reforçam visibilidade e eficiência editorial / Open Science

PKP mostra o caminho do OJS: novas versões reforçam visibilidade e eficiência editorial / Open Science

O Public Knowledge Project (PKP) tem realizado uma série de webinares com o objetivo de apresentar as novas funcionalidades previstas para as versões mais recentes do Open Journal Systems (OJS), nomeadamente 3.5 e a futura versão 3.6.

As sessões abordaram melhorias técnicas e editoriais que visam tornar o fluxo de publicação mais flexível, eficiente e interoperável, respondendo às necessidades atuais das revistas científicas em acesso aberto.

Entre as principais novidades apresentadas destacam-se:

Versionamento de artigos, possibilitando distinguir claramente versões preliminares, preprints e a versão final publicada;

Citações estruturadas, que melhoram a qualidade dos metadados e a indexação automática dos artigos;

Novas ferramentas de workflow, incluindo tarefas e discussões integradas para facilitar a comunicação editorial;

Melhorias na indexação, DOIs e depósitos automáticos, reforçando a interoperabilidade com serviços externos;

Evoluções no sistema de temas e templates, com maior flexibilidade na personalização visual das revistas;

Avanços na edição de texto e produção editorial, tornando o processo mais eficiente.

#OJS

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/pkp-mostra-o-caminho-do-ojs-novas-versoes-reforcam-visibilidade-e-eficiencia-editorial/

Orçamento de CT&I na LOA 2026: recomposição parcial, equilíbrio necessário e o futuro do sistema científico brasileiro / Jornal da Ciência

Orçamento de CT&I na LOA 2026: recomposição parcial, equilíbrio necessário e o futuro do sistema científico brasileiro / Jornal da Ciência

O orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) alcança R$ 15,195 bilhões em 2026, com crescimento nominal de 10,76% em relação ao ano anterior. Trata-se de um avanço relevante, sobretudo após anos de compressão orçamentária. Contudo, esse aumento ocorre em ambiente de forte restrição fiscal e não se traduz automaticamente em ampliação da capacidade operacional do sistema científico. A questão central, portanto, não é apenas o volume de recursos, mas sua qualidade, estabilidade e coerência com as prioridades estratégicas nacionais.

Destaca-se a expansão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que atinge cerca de R$ 17,7 bilhões, consolidando-se como principal instrumento de financiamento da CT&I. O fortalecimento do fundo representa uma conquista institucional importante e sinaliza o reconhecimento do papel estruturante da ciência e da inovação para o desenvolvimento do País.

Entretanto, a dinâmica orçamentária revela um desequilíbrio relevante. O crescimento dos instrumentos vinculados convive com a compressão do orçamento discricionário — responsável por sustentar as Unidades de Pesquisa, as agências de fomento e as atividades científicas permanentes. Esse descompasso ajuda a explicar por que a recomposição agregada do orçamento não se traduz, necessariamente, em fortalecimento estrutural do sistema científico.

#CiênciaBrasileira

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/orcamento-de-cti-na-loa-2026-recomposicao-parcial-equilibrio-necessario-e-o-futuro-do-sistema-cientifico-brasileiro/

A gigante de publicações científicas Elsevier apresentou uma ferramenta de IA que analisa milhões de artigos protegidos por paywall. Vale a pena? / Science

A gigante de publicações científicas Elsevier apresentou uma ferramenta de IA que analisa milhões de artigos protegidos por paywall. Vale a pena? / Science

As ferramentas de inteligência artificial (IA) para analisar a literatura científica proliferaram nos últimos anos, prometendo aos pesquisadores uma maneira melhor de resumir descobertas e gerar hipóteses. Agora, a Elsevier, a maior editora de artigos científicos, entrou na disputa com sua própria ferramenta de IA — e, em um pacto inédito, uniu-se a outros quatro grupos editoriais para disponibilizar o texto completo de milhões de artigos de periódicos pagos para análise por seu algoritmo.

O LeapSpace, um produto pago lançado oficialmente pela empresa holandesa no mês passado, utiliza um modelo de linguagem abrangente (LLM) para analisar os artigos e responder às perguntas dos usuários. Durante uma demonstração recente, por exemplo, um usuário perguntou ao LeapSpace se medicamentos existentes poderiam ser reaproveitados para retardar a progressão da doença de Parkinson e como isso poderia ser testado. O algoritmo forneceu respostas com citações que corroboravam os trabalhos originais.

#LeapSpace #Elsevier #FontesDeInformação

Disponível em: https://www.science.org/content/article/journal-giant-elsevier-unveiled-ai-tool-scans-millions-paywalled-papers-it-worth-it

O Sistema CFB/CRB apresenta seu novo rebranding / CFB

O Sistema CFB/CRB apresenta seu novo rebranding / CFB

Com a nova identidade visual, o Sistema CFB/CRB está mais preparado para enfrentar os desafios do futuro, mantendo-se firme em sua missão de garantir o acesso à informação e fortalecer a Biblioteconomia como campo essencial para a democracia e a cidadania.

A mudança foi pensada para não apenas fortalecer a marca, mas também para aumentar a presença institucional e garantir que o Sistema continue a ser uma referência nacional em políticas públicas, orientação profissional e desenvolvimento da área.

#CFB #Rebranding

via CFB

Disponível em: https://cfb.org.br/noticias/o-sistema-cfb-crb-apresenta-seu-novo-rebranding-um-passo-importante-para-o-futuro-da-biblioteconomia/