Home

A Open Journals Collective é lançada para oferecer às bibliotecas uma “saída fácil” de grandes contratos / Research Information

A Open Journals Collective é lançada para oferecer às bibliotecas uma “saída fácil” de grandes contratos / Research Information

A OJC tem como objetivo devolver o controle da publicação acadêmica à comunidade acadêmica, permitindo que as bibliotecas invistam coletivamente em três coleções iniciais, abrangendo 284 periódicos de acesso aberto indexados no DOAJ nas áreas de artes, humanidades e ciências sociais (AHSS) e ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).

Em vez de negociar inúmeros pequenos acordos, as bibliotecas participam por meio de um modelo único de adesão em níveis, projetado para proteger a bibliodiversidade e sustentar periódicos que sejam gratuitos para leitura e publicação.

#OpenJournalsCollective #FormaçãoDeColeções

via Research Information

Disponível em: https://www.researchinformation.info/news/open-journals-collective-launches-to-give-libraries-exit-ramp-from-big-deals/

Curiosidade como habilidade profissional / RIPS Law Librarian Blog

Curiosidade como habilidade profissional / RIPS Law Librarian Blog

A curiosidade não é apenas um traço de personalidade, mas uma habilidade que podemos desenvolver e praticar. Assim como aprendemos a usar a busca booleana e a conduzir uma entrevista de referência, podemos aprender a ser mais curiosos.

Curiosidade profissional significa fazer perguntas proativamente para as quais não temos respostas. Significa perceber quando algo não corresponde às nossas expectativas e questionar o porquê. Significa investigar quando há algo mais a descobrir (embora o bom senso profissional também signifique saber quando o bom já é bom o suficiente!). 

Todos nós temos um nível básico de curiosidade, mas a curiosidade profissional é diferente. É a curiosidade combinada com a capacidade de saber onde procurar e como persistir quando as coisas se complicam. Requer discernimento para saber quais perguntas são mais importantes. Essa combinação é o que a torna uma habilidade profissional desenvolvida, e não apenas uma característica inata.

#Curiosidade

via RIPS Law Librarian Blog

Disponível em: https://ripslawlibrarian.wordpress.com/2026/01/27/curiosity-as-a-professional-skill/

Dimensões da sustentabilidade das mídias digitais nativas / Cuadernos.info

Dimensões da sustentabilidade das mídias digitais nativas / Cuadernos.info

Os resultados confirmam o consenso entre os especialistas sobre três aspectos-chave que moldam a sustentabilidade dos meios de comunicação: 1) promover iniciativas concretas, como a reconexão com o público por meio de projetos voltados para as comunidades locais; 2) vincular a sustentabilidade financeira à inovação e à diversificação; e 3) priorizar a responsabilidade social corporativa com base na ética, na transparência da informação, na proteção de dados e na promoção da diversidade.

#Jornalismo

Disponível em: https://cuadernosinfo.uc.cl/index.php/cdi/article/view/97654

Retratações científicas no YouTube: informação, ambiguidade e desinformação na circulação de artigos retratados em vídeos de divulgação científica / PPGCI – UFSC

Retratações científicas no YouTube: informação, ambiguidade e desinformação na circulação de artigos retratados em vídeos de divulgação científica / PPGCI – UFSC

Foram empregadas técnicas de altmetria e análise de conteúdo, com categorização informacional dos vídeos em informação científica, ambiguidade científica e desinformação científica. As menções indiretas apresentaram maior ocorrência (525; 60%) em comparação às menções diretas (354; 40%). Esses artigos apresentaram média de 1,06 menção por vídeo, abrangendo, sobretudo, áreas das Ciências da Saúde e da Vida. (…) Conclui-se que a retratação científica não interrompe a circulação social dos artigos no YouTube. A maior ocorrência de menções indiretas e de enquadramentos desinformativos ou ambíguos indica que a correção científica não regula automaticamente o uso da informação em plataformas digitais, nas quais conteúdos menos alinhados à evidência tendem a alcançar maior engajamento, impondo desafios à divulgação científica contemporânea.

#Retratação #YouTube #DivulgaçãoCientífica #Desinformação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271970

Acordos transformativos no Brasil: avanço necessário ou dependência ampliada? / SciELO

Acordos transformativos no Brasil: avanço necessário ou dependência ampliada? / SciELO

A partir de 2024, a CAPES intensificou sua política de acordos transformativos com editoras científicas internacionais, firmando contratos com Springer Nature, Wiley, Elsevier, IEEE, American Chemical Society (ACS) e Royal Society Publishing. Esses acordos permitem que pesquisadores brasileiros vinculados a mais de 430 instituições publiquem em acesso aberto sem custear individualmente as taxas de processamento de artigos (article processing charges, APCs). A iniciativa representa um investimento significativo, estimado em mais de US$ 43 milhões anuais, e levanta questões importantes sobre os rumos da comunicação científica no país.

O presente texto propõe uma análise dessa política, considerando três dimensões: o contexto internacional de críticas aos acordos transformativos, as experiências de países e instituições que optaram por caminhos alternativos e a posição singular do Brasil como líder histórico no acesso aberto não comercial por meio da Rede SciELO.

via SciELO

#AcordosTransformativos #OligolópiosCientíficos

Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2026/01/28/acordos-transformativos-no-brasil-avanco-necessario-ou-dependencia-ampliada/

Universidades de Sheffield, Lancaster e Surrey são as mais recentes a optar por não participar do novo acordo com a Elsevier / Times Higher Education

Universidades de Sheffield, Lancaster e Surrey são as mais recentes a optar por não participar do novo acordo com a Elsevier / Times Higher Education

Mais três universidades do Reino Unido confirmaram que não assinarão mais periódicos da Elsevier, com uma instituição do Russell Group criticando os termos “financeiramente insustentáveis” do acordo firmado em nível nacional.

Em um comunicado divulgado em 27 de janeiro, a Universidade de Sheffield revelou que estava firmando contratos de três anos com a Taylor & Francis, a Springer Nature, a Wiley e a Sage, mas que estava recusando uma oferta da Elsevier, a maior editora acadêmica do mundo.

“Infelizmente, o acordo com a Elsevier continua sendo financeiramente insustentável e não teremos condições de aderir a ele”, explicou a empresa.

A Universidade de Lancaster e a Universidade de Surrey também confirmaram que não assinarão um novo acordo com a Elsevier, juntando-se às universidades de Essex, Kent e Sussex entre aquelas que abriram mão do acesso direto aos 2.800 periódicos da editora.

#OligopóliosCientíficos #Elsevier

via Times Higher Education

Disponível em: https://tagteam.harvard.edu/hub_feeds/3997/feed_items/17209728

O relatório MAHA foi atualizado para substituir citações que não existiam / NOTUS

O relatório MAHA foi atualizado para substituir citações que não existiam / NOTUS

A Casa Branca está minimizando os problemas de citação do relatório da Comissão “Make America Healthy Again”, mesmo enquanto se esforça para corrigi-los.

Uma investigação da NOTUS publicada na quinta-feira constatou que pelo menos sete das citações do relatório aparentemente não existiam. A Casa Branca atribuiu publicamente quaisquer problemas com o relatório a “problemas de formatação”.

Horas depois, uma nova versão do relatório MAHA foi publicada no site da Casa Branca com todas as sete citações substituídas — cinco por referências completamente diferentes e duas por referências a estudos reais escritos pelos mesmos autores das citações anteriores inexistentes.

#Citação #GovernoTrump #InformaçãoEmSaúde

via NOTUS

Disponível em: https://www.notus.org/health-science/maha-report-update-citations

Linguagem e construção do conhecimento acadêmico / Jornal da Universidade

Linguagem e construção do conhecimento acadêmico / Jornal da Universidade

Iniciar-se num campo do conhecimento requer, assim, dominar a dinâmica dos códigos, numa espécie de “alfabetização continuada obrigatória (ou necessária)”. Isso significa que a alfabetização é mais do que saber um conjunto de signos; é, antes, adentrar gradualmente em processos de significação que se constituem com a produção do pensamento – em atos de fala, na identificação de objetos, enfim, nos registros de pesquisa –, afinal, a pesquisa é, também, um texto, um assentamento.

#Linguagem #Ciência

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/linguagem-e-construcao-do-conhecimento-academico/

Wikipédia 25 anos: um reforço à ciência aberta no Brasil / Science Arena

Wikipédia 25 anos: um reforço à ciência aberta no Brasil / Science Arena

“A enciclopédia e outras plataformas da Wikimedia funcionam como um ponto de partida (muitas vezes despertado por vídeos curtos vistos nas redes sociais) para aprofundamentos com base sólida”, avalia Rusenbeck Filho.

Para Arrigo, da USP, é fundamental que pesquisadores ocupem plataformas comerciais, como as redes sociais, a fim de divulgar seus trabalhos e combater a desinformação. No entanto, ele ressalva, é também preciso refletir sobre o impacto real das plataformas com fins lucrativos e as possíveis implicações de modelos comerciais para a difusão do conhecimento.

#Wikipedia #CiênciaAberta

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/wikipedia-25-anos-um-reforco-a-ciencia-aberta-no-brasil/

Lançada nova edição da Perspectivas em Gestão & Conhecimento

Lançada nova edição da Perspectivas em Gestão & Conhecimento

A edição contempla Artigo de revisão, Relatos de pesquisa e textos que compõem a seção Memória de Eventos Científico-Profissional com os melhores do XXV Enancib, além do Editorial em que se discute o uso da IA e a sua transparência na produção científica.

#RevistasCI

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/pgc/issue/view/3333

Biblioteconomia crítica no Brasil / ACB

Biblioteconomia crítica no Brasil: origem, terminologia e abordagem / ACB

A perspectiva nacional sobre Biblioteconomia Crítica começa a se desenvolver recentemente. Embora encontre-se menção à expressão desde 2010, a primeira ocorrência no título aconteceu somente em 2018 e, após este, somente outros dois trabalhos abordam direta e objetivamente a temática. Contudo, há conceitos que demonstraram forte correlação com a Biblioteconomia Crítica: a Biblioteconomia Social, a Biblioteconomia Progressista e a Biblioteconomia Política. Todos têm em comum a perspectiva de destacar a atuação consciente, reflexiva e problematizadora do bibliotecário como protagonista de mudanças sociais.

#BiblioteconomiaCrítica #Biblioteconomia

Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/2236

Terceiros Espaços em Bibliotecas Universitárias / RUSA

Terceiros Espaços em Bibliotecas Universitárias / RUSA

O que é um Terceiro Espaço? Esta é uma boa pergunta, e uma que as bibliotecas vêm considerando há anos. Na Biblioteca Edith Garland Dupré, no campus da Universidade da Louisiana em Lafayette, temos refletido sobre esse conceito e explorado como ele molda a maneira como interagimos com o conhecimento, a comunidade e a criatividade. O que apresentamos aqui não é um relatório exaustivo ou excessivamente definitivo, mas sim informações suficientes para ilustrar nosso processo de pensamento e destacar os tipos de pesquisa que orientaram, e continuam a orientar, o desenvolvimento de nossos programas.

#TerceiroLugar #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://journals.ala.org/index.php/rusq/article/view/8609