Pesquisador do Futuro: um relatório Elsevier sobre a confiança na pesquisa / ABCD-USP

Pesquisador do Futuro: um relatório Elsevier sobre a confiança na pesquisa / ABCD-USP

De acordo com a Elsevier, o ritmo das descobertas científicas está se acelerando e o cenário da pesquisa está evoluindo rapidamente. Os avanços em inteligência artificial (IA), biotecnologia, sistemas quânticos e outros campos de vanguarda estão redefinindo o que é possível, enquanto a mudança nas prioridades da sociedade, as pressões econômicas e as demandas políticas estão remodelando a forma como a pesquisa é financiada, conduzida e avaliada.

Apenas 45% concordam que têm tempo suficiente para pesquisa.

– Apenas 33% esperam que o financiamento em sua área aumente nos próximos dois a três anos, sendo o otimismo mais baixo na América do Norte e na Europa.
– 68% afirmam que a pressão para publicar suas pesquisas é maior do que há dois ou três anos.
– 74% afirmam que a pesquisa revisada por pares é confiável e consideram a revisão por pares importante para a integridade da pesquisa, para construir confiança e ampliar o impacto.
Pesquisadores adotam IA rapidamente, mas precisam de apoio.

#Cientistas #Ciência #IA #IntegridadeEmPesquisa

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/relatorio-elsevier-pesquisador-do-futuro/

Um guia prático para incorporar IA em revisões sistemáticas / BiblioGeTAFE

Um guia prático para incorporar IA em revisões sistemáticas / BiblioGeTAFE

A inteligência artificial (IA) pode acelerar e fortalecer fases específicas de uma revisão sistemática (RS), mas não substitui o julgamento metodológico ou a verificação humana. Este guia resume quando e como usar a IA com segurança, qual supervisão aplicar e como documentar seu uso em protocolos e manuscritos. Trata-se de um guia prático e aplicado para equipes de revisão sistemática que desejam começar a incorporar ferramentas de IA de forma responsável, em consonância com a Declaração Conjunta Cochrane-Campbell-JBI-CEE e as recomendações RAISE.

#Guias #RevisãoSistemática #IA

via BiblioGETAFE

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2025/11/11/guia-practica-para-incorporar-ia-en-revisiones-sistematicas/

Amazônia IA

Amazônia IA

A Amazônia IA é a Inteligência Artificial do Brasil. Um modelo de linguagem grande (LLM) com potência computacional no mesmo nível dos maiores modelos do mundo. Com uma grande diferença. A Amazônia IA nasceu no Brasil. Criado por pesquisadores brasileiros, nativo em português, treinado com toda cultura, riqueza natural e criatividade brasileiras.

#LLMs #Amazônia #IA

Disponível em: https://amazoniaia.com.br/

Inteligência artificial e automação na pesquisa científica / RDBCI

Inteligência artificial e automação na pesquisa científica: uma proposta de agente computacional para apoio à revisão da literatura / RDBCI

Objetivo: Este estudo tem como objetivo propor e avaliar a utilização de um agente de IA criado pelos autores para a análise semi-automatizada de artigos científicos, com foco na identificação de elementos estruturais como objetivos, lacunas de pesquisa, metodologias, resultados e perspectivas futuras. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa, com delineamento exploratório e técnica de estudo de caso instrumental. Foi implementada uma arquitetura computacional com as bibliotecas CrewAI, langchain_openai e PyPDFLoader, permitindo a leitura autônoma de arquivos PDF e a extração sistemática de informações analíticas. Os dados foram estruturados em formato YAML, assegurando padronização e facilitando a análise posterior. Resultados: O agente identificou corretamente os elementos estruturais dos artigos e produziu resumos compatíveis com interpretações humanas em grande parte das dimensões analisadas. No entanto, apresentou limitações em profundidade analítica e contextualização, reforçando a necessidade de mediação humana.

#IA #RevisãoDeLiteratura

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8679621

IA pode ampliar desigualdades no Sul global, alertam cientistas / Science Arena

IA pode ampliar desigualdades no Sul global, alertam cientistas / Science Arena

“A tecnologia está evoluindo muito rápido, por isso precisamos manter o controle dessas tecnologias”, afirmou o cientista da computação Virgílio Augusto Fernandes Almeida, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenador do escritório regional da América Latina e Caribe da TWAS (TWAS-LACREP).

Almeida destacou que a IA, como sistema algorítmico complexo, já molda a economia, a política e o poder geopolítico global. O principal desafio de governança seria o “hiato de ritmo” — a velocidade da inovação supera a capacidade dos governos de criar políticas públicas adequadas.

“Parte do problema é que, no nível individual, os impactos parecem sutis e dispersos”, comentou Almeida. “Um conteúdo político impulsionado por algoritmos pode não causar grande dano a uma pessoa isolada. Mas, em escala macro, as consequências dessas interações locais se tornam visíveis.”

#IA #Desigualdade #MediaçãoAlgorítmica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/ia-pode-ampliar-desigualdades-no-sul-global-alertam-cientistas/

Carta aberta de educadores que recusam o apelo por uso da I.A. generativa na educação / Tarcizio Silva

Carta aberta de educadores que recusam o apelo por uso da I.A. generativa na educação / Tarcizio Silva

I.A. Gen é uma ameaça ao aprendizado e bem-estar de estudantes. Há evidências insuficientes que o uso da I.A. Gen apoie ganhos genuínos no aprendizado, mas há uma ofensiva massiva de marketing para posicionar tais produtos como essenciais para a subsistência dos estudantes. Jovens que usam chatbots antropomorfizados estão vulneráveis à dependência psicológica e emocional. “Relacionamentos” com I.A. Gen continuam a gerar crises de saúde mental, conflitos de relacionamento humano e, nos piores casos, tentativas e realizações de suicídio.

Adicionalmente, a adoção de I.A. Gen no mercado é fortemente direcionada a automatizar e substituir esforço humano, geralmente com a expectativa que a futura “AGI” vai tornar obsoleto o trabalho humano criativo e intelectual. Essa é uma narrativa na qual não participaremos.

#IA #Educação

via Tarcizio Silva

Disponível em: https://tarciziosilva.com.br/blog/carta-aberta-de-educadores-que-recusam-o-apelo-por-uso-da-i-a-generativa-na-educacao/

Infocracia, colonialismo de dados e a “arapuca da inteligência artificial” / Arte, Cultura e Informação

Infocracia, colonialismo de dados e a “arapuca da inteligência artificial” / Arte, Cultura e Informação

Quando Edward Snowden, o arquétipo moderno do dissidente na era da vigilância total, adverte que “tudo o que se informa ao robô é lido, analisado e pode ser empregado ou vendido pela OpenAI – cuja parceria com a Casa Branca, a NSA e a CIA é cada vez mais notória”,[1] não estamos diante de um mero alerta sobre privacidade. Estamos, isto sim, perante a peça final de um quebra-cabeças sinistro que encaixa perfeitamente nas diagnoses mais lúcidas sobre o nosso tempo. A denúncia de Snowden não é sobre um falha de segurança ou uma brecha de ética pontual; é a expressão sintomática de um novo regime de poder global – um regime que podemos compreender através da tríade conceitual do “colonialismo de dados, do dataísmo e da infocracia”. Este artigo argumenta que a sedutora interação com um modelo de linguagem como o ChatGPT é a fronteira final de um projeto de extração e dominação que ameaça corroer os alicerces da autonomia humana, da soberania democrática e da própria noção de um futuro comum. Através das lentes críticas de Shoshana Zuboff, Nick Couldry e Ulises A. Mejías, iremos desvendar como a promessa de uma inteligência artificial benévola esconde a realidade de um golpe de estado epistemológico em andamento.

#Infocracia #IA

Disponível em: https://clinicadotexto.wordpress.com/2025/10/29/infocracia-colonialismo-de-dados-e-a-arapuca-da-inteligencia-artificial/

Inteligência artificial no levantamento bibliográfico em bases de dados científicos: comparando expressões de busca no ChatGPT, Copilot e Gemini / RDBCI

Inteligência artificial no levantamento bibliográfico em bases de dados científicos: comparando expressões de busca no ChatGPT, Copilot e Gemini / RDBCI

Resultados: Os testes demonstraram um entendimento melhor do ChatGPT em relação aos demais. Foi possível observar erros em operadores booleanos e demais operadores avançados de pesquisa. Conclusão: A pesquisa apresenta caráter inovador ao expor na prática o potencial de uso das ferramentas de Inteligência Artificial Generativa no auxílio à construção de expressões de busca para pesquisa científica em bases de dados. Além de configurar-se como grande aliada de bibliotecários e pesquisadores em tarefas repetitivas e corretivas.

#LevantamentoBibliográfico #FontesDeInformação #IA

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8678378

Answerthis

Answerthis

– Deixe a IA ajudar você a redigir, revisar e resumir conteúdos acadêmicos com rapidez e clareza.
– Descubra como os artigos se relacionam, citam e influenciam uns aos outros por meio de um mapa interativo que revela a visão geral do seu tema de pesquisa.
– Acompanhe tendências de citações, identifique os principais autores e periódicos e explore padrões influentes para embasar seu trabalho com insights bibliométricos em tempo real.
– Crie e personalize ferramentas de IA para suas tarefas específicas de pesquisa.
– Explore, organize e sintetize artigos acadêmicos com ferramentas que tornam as revisões de literatura estruturadas, perspicazes e simples de realizar.

#FerramentasOnline #IA #RevisãoDeLiteratura #PesquisaCientífica

Disponível em: https://answerthis.io/

As universidades estão adotando a IA: os alunos ficarão mais inteligentes ou pararão de pensar? / Nature

As universidades estão adotando a IA: os alunos ficarão mais inteligentes ou pararão de pensar? / Nature

Alguns pesquisadores e educadores disseram à Nature que desejam ver uma liderança mais forte das universidades em suas interações com empresas de tecnologia. Muitas empresas, por exemplo, têm sido amplamente criticadas por desenvolver ferramentas de IA que perpetuam viés e desinformação, exploram o trabalho de terceiros como dados de treinamento e têm altos custos ambientais. “Não são empresas com as quais queremos que as universidades estabeleçam parcerias acriticamente”, afirma Guest.

Siemens afirma que “o setor universitário tem uma responsabilidade incrivelmente pesada com a sociedade de ser uma voz contrária que molda a maneira como a IA é implantada em processos sociais e de aprendizagem”. Coletivamente, as instituições poderiam exigir das empresas de IA ferramentas com qualidades específicas, como uma “que tenha as proteções certas para proteger o anonimato [e] seja representativa de múltiplas populações”, ou uma que reflita certos valores e tente proteger os alunos de potenciais danos. Mas isso não está acontecendo, afirma Siemens.

As universidades estão “literalmente sentadas, como peixes em um barril, esperando que essas organizações muito bem financiadas apareçam” para então assinar contratos milionários com elas, afirma. “É uma abdicação absoluta da liderança.”

#IA #EnsinoSuperior

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-025-03340-w

IA em revisões sistemáticas: onde ela contribui e como pode ser bem utilizada? / BiblioGETAFE

IA em revisões sistemáticas: onde ela contribui e como pode ser bem utilizada? / BiblioGETAFE

Uma revisão de escopo (n=196 relatórios; 37 focados em LLMs) constatou que os LLMs já são utilizados em 10 das 13 etapas da RS (principalmente busca, seleção e extração). O GPT foi o LLM mais comum. Metade dos estudos classificou seu uso como promissor, um quarto como neutro e um quinto como pouco promissor. A busca foi, de longe, a etapa mais questionada; no RoB, a concordância com humanos foi apenas leve a aceitável (Lieberum JL et al., 2024).

#RevisãoSistemática #IA

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2025/10/22/ia-en-revisiones-sistematicas-donde-aporta-y-como-usarla-bien/

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

O avanço da inteligência artificial (IA) generativa ameaça inflacionar a “economia do prestígio” na ciência, desafiando a autenticidade e a qualidade do texto como medida de sucesso para pesquisadores. Para o biólogo Helder Nakaya, pesquisador sênior do Einstein Hospital Israelita, a IA – capaz de gerar palavras e frases que fazem sentido – impacta diretamente a profissão de cientista, especialmente na execução de tarefas repetitivas e baseadas em dados.

#Ciência #IA

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/ia-na-ciencia-curiosidade-dos-cientistas-nao-sera-automatizada/