Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

A Escrita 2.0 inaugura a era em que pensar bem vale mais do que redigir bem.
Quanto mais automatizada a escrita, mais escassa se torna a originalidade.
O que separa o criador do repetidor é o tipo de prompt que cada um prepara.
A Escrita 2.0 exige menos dedos e mais discernimento.
Os textos do futuro não serão medidos pela forma, mas pela profundidade da inovação que provocam.
Originalidade é o novo capital simbólico da era pós-escrita.

#Escrita #IA

via Nepost

Disponível em: https://nepo.com.br/2025/10/14/escrever-ficou-facil-o-dificil-agora-e-ser-original/

IA já escreve 90% do código da Anthropic, mas CEO considera engenheiros essenciais / Exame

IA já escreve 90% do código da Anthropic, mas CEO considera engenheiros essenciais / Exame

O cenário da Anthropic reflete uma tendência maior. Em março, Garry Tan, CEO da incubadora Y Combinator, relatou que cerca de um quarto das startups de seu lote de inverno de 2025 gera até 95% do códigos com IA. No entanto, um estudo recente de Stanford identificou um impacto negativo direto no mercado de trabalho para jovens desenvolvedores. O avanço das ferramentas de codificação por IA afeta principalmente os cargos de nível de entrada.

#IA #Programação

via Exame

Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/ia-escreve-90-do-codigo-da-anthropic-mas-ceo-nao-demite-engenheiros/

IA, Vibe Coding e uma crônica de um desastre anunciado / Meio Bit

IA, Vibe Coding e uma crônica de um desastre anunciado / Meio Bit

Vibe Coding é um termo bem recente, cunhado em 2025 por Andrej Karpathy, que basicamente significa programar usando LLMs e assistentes de IA, algo que está se tornando cada dia mais comum, e mais eficiente. Estima-se que em 2025 41% de todas as novas linhas de código criadas tenham surgido via IA. Satya Nadella, nosso indiano favorito, revelou que 30% do código produzido na Microsoft vem de IA.

A Vibe Coding é uma calculadora elevada a enésima potência. Não, ela é um sabre de luz. Pode ser uma arma elegante, para tempos mais civilizados, ou mais provavelmente você vai arrancar seus dedos nos primeiros dez minutos. Um programador medíocre ou iniciante vai criar produtos horrendos e inseguros, sequer funcionais. Um programador mediano vai dizer que IA não adianta ou acelera nada, já um programador imaginativo e competente vai ver seu trabalho voa, sua produtividade indo para as nuvens.

A IA é tão inteligente quanto quem está especificando o que quer que ela faça. Ela é boa, mas não faz milagre

#IA #VibeCoding

via Meio Bit

Disponível em: https://meiobit.com/466981/ia-vibe-coding-e-uma-cronica-de-um-desastre-anunciado/

Por que a transparência da IA ​​não é suficiente / Leiden Madtrics

Por que a transparência da IA ​​não é suficiente / Leiden Madtrics

Chamar a genAI de “ferramenta” tornou-se a maneira padrão de se referir ao que é, de fato, uma tecnologia política. As ferramentas são vistas como neutras e irresponsáveis. Essa noção se baseia em várias suposições falsas: ferramentas são indispensáveis; ferramentas não têm falhas humanas; tecnologia é igual a progresso e melhoria. De fato, uma calculadora gera cálculos sem falhas, mas a genAI não é ” uma calculadora para palavras “, como Sam Altman, da OpenAI, gracejou. Não há consenso sobre o que ela realmente é, mas certamente é mais do que um pouco de software. Dan McQuillan sugeriu chamar a IA de “aparelho”, uma vez que consiste em várias camadas de tecnologia, instituições e ideologia (McQuillan, Resisting AI , 3). Kate Crawford nos incentiva a ver a IA como “incorporada e material, feita de recursos naturais, combustível, trabalho humano, infraestruturas, logística, histórias, classificações” ( Atlas of AI , 8).

#IA #MediaçãoAlgorítmica #Neutralidade #Transparência #EscritaAcadêmica #Ética

Disponível em: https://www.leidenmadtrics.nl/articles/why-ai-transparency-is-not-enough

IA e a profissão de bibliotecário no Reino Unido: resultados da pesquisa — um relatório para o CILIP

IA e a profissão de bibliotecário no Reino Unido: resultados da pesquisa — um relatório para o CILIP

O resultado mais impressionante é que 65% dos participantes reconheceram o uso de ferramentas de IA em seu trabalho diário. Entre as mais citadas estão o ChatGPT e o Copilot, usados ​​principalmente para tarefas de escrita, busca de informações e automação de processos rotineiros. O uso é mais difundido em bibliotecas universitárias e de saúde, enquanto em bibliotecas públicas é ainda mais moderado. Apesar dessa presença crescente, apenas um terço das instituições pesquisadas já possuía uma política específica de IA, e um quarto estava em processo de desenvolvimento de uma, indicando que o arcabouço regulatório e estratégico ainda é insuficiente.

As principais aplicações da IA ​​pelas bibliotecas dos entrevistados foram “promover a IA Literacy (e dados) para os usuários” (58, 36%) e “usar IA generativa para apoiar tarefas como a elaboração de documentos” (41, 25%). Outros usos, como chatbots ou na descoberta de conhecimento, foram muito menos evidentes. Apenas 10 entrevistados do ensino superior relataram que sua biblioteca não estava envolvida em nenhuma aplicação de IA; mas 19 (59%) da saúde e 22 (69%) das bibliotecas públicas não reconheceram nenhum uso.

#IA #Bibliotecários #Bibliotecas

Disponível em: https://cdn.ymaws.com/www.cilip.org.uk/resource/resmgr/cilip/research/tech_review/airesearchsurvey25/aisurveyreport2025web.pdf

Decálogo para o uso ético da inteligência artificial em periódicos científicos e acadêmicos / E-LIS

Decálogo para o uso ético da inteligência artificial em periódicos científicos e acadêmicos / E-LIS

  1. Indicar sempre que ferramentas de IA forem utilizadas na produção de textos, imagens, dados ou código.
  2. Atribuir autoria apenas a pessoas; IAs não podem ser autoras nem coautoras.
  3. Informar de forma clara quais ferramentas foram usadas, como, para quê e com que parâmetros.
  4. Verificar se os conteúdos gerados não plagiam, inventam fontes ou distorcem evidências.
  5. Assumir responsabilidade pelos conteúdos e revisar cuidadosamente tudo que for gerado por IA.
  6. Especificar se foram criados, modificados ou processados com IA e evitar manipulações enganosas.
  7. Evitar treinar ou alimentar IAs com dados pessoais sem consentimento e respeitar a legislação vigente.
  8. Avaliar criticamente os outputs das IAs, reconhecendo limitações e possíveis discriminações.
  9. Evitar reforçar desigualdades; ampliar o acesso às ferramentas de forma justa.
  10. Adaptar práticas e políticas editoriais frente às transformações contínuas da IA.

#IA #EscritaCientífica

Disponível em: http://eprints.rclis.org/47159/

Academ-AI

Academ-AI

O Academ-AI documenta os efeitos adversos da inteligência artificial (IA) no meio acadêmico, particularmente casos suspeitos de IA sendo usada para criar pesquisas sem a declaração apropriada.

Os artigos listados neste site foram identificados com base em frases que sugerem fortemente o uso de IA (destacadas em cada trecho citado). Se você acredita que um artigo foi incluído incorretamente, informe-me pelo e-mail acai@academ-ai.info.
Se você suspeitar do uso de IA em um artigo de pesquisa publicado, entre em contato com:
1. A citação (em qualquer estilo); inclua um URL ou DOI, se possível
2. A(s) passagem(ões) que parecem ser geradas por IA
3. Seu nome se você deseja ser creditado por sua contribuição

#IA #FerramentasOnline #MásCondutasCientíficas

Disponível em: https://www.academ-ai.info/

Os cuidados com o uso da Inteligência Artificial na pesquisa acadêmica / Biblioteca ECA/USP

Os cuidados com o uso da Inteligência Artificial na pesquisa acadêmica / Biblioteca ECA/USP

Existem diversas tarefas da pesquisa que podem ser otimizadas (ou mesmo feitas) com o auxílio de ferramentas que utilizam Inteligência Artificial Generativa: coleta, análise e visualização de dados, transcrição de entrevistas, suporte na elaboração de resumos, revisão ortográfica etc. Portanto, não se trata de estabelecer uma proibição total, mas de discutir formas adequadas e éticas de uso. Como não existe um consenso (no sentido de regra única a ser seguida) a respeito do assunto, vamos sugerir algumas diretrizes que podem auxiliar a comunidade acadêmica.

#PesquisaCientífica #IA

via Biblioteca ECA-USP

Disponível em: https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2025/10/06/os-cuidados-com-o-uso-da-inteligencia-artificial-na-pesquisa-academica/

Ilustradores denunciam uso de IA em capas finalistas do Prêmio Candango da Literatura / PublishNews

Ilustradores denunciam uso de IA em capas finalistas do Prêmio Candango da Literatura / PublishNews

Logo após o Prêmio Candango de Literatura anunciar os finalistas em sete categorias, nesta quarta-feira (1˚), o PublishNews recebeu denúncias, por parte de ilustradores, de que quatro livros indicados na categoria de Melhor Capa, da editora Mondru, descumpriram o regulamento do prêmio, que expressa a proibição do uso de inteligência artificial.
O coletivo se posiciona: “A capa apresenta diversos indícios de criação por Inteligência Artificial. A composição mistura elementos visuais de naturezas distintas — o cão em estilo realista, mãos, taça de vinho e coração humano — combinados a chamas e símbolos religiosos estilizados. Essa justaposição de estilos e texturas é típica de criações em IA, especialmente em ferramentas como o MidJourney, que frequentemente produzem imagens híbridas com aparência de colagem. Além disso, a integração dos elementos revela transições com aspecto de pinceladas digitais, lembrando o efeito de brush painting característico desses modelos de geração de imagem.

#IA #CapasDeLivros #Editoração

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/10/02/ilustradores-denunciam-uso-de-ia-em-capas-finalistas-do-premio-candango-da-literatura

Da internet que nos prometeram à distopia em que vivemos / Outras Palavras

Da internet que nos prometeram à distopia em que vivemos / Outras Palavras – The Guardian

“Em algum ponto entre minha visão original para a web 1.0 e a ascensão das mídias sociais como parte da web 2.0, tomamos o caminho errado. Agora estamos em uma nova encruzilhada, na qual devemos decidir se a IA será usada para melhorar ou prejudicar a sociedade. Como podemos aprender com os erros do passado? Em primeiro lugar, devemos garantir que os formuladores de políticas não acabem repetindo o mesmo erro de “correr atrás do prejuízo” de uma década atrás, o que ocorreu com as mídias sociais. O momento de decidir o modelo de governança para a IA foi ontem, por isso devemos agir com urgência”, diz Tim Berners-Lee

#Internet #IA

via Outras Palavras – The Guardian

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/da-internet-que-nos-prometeram-a-distopia-em-que-vivemos/

LLM é uma camada de apresentação na pesquisa de IA / DEJAN

LLM é uma camada de apresentação na pesquisa de IA / DEJAN

Existe um mito persistente de que os modelos de linguagem de grande porte (LLMs) substituíram fundamentalmente a busca. Na verdade, os LLMs não rastreiam a web, não mantêm índices e não impõem algoritmos de classificação em escala da internet. Eles operam como camadas de apresentação e raciocínio sobre o pipeline clássico de recuperação de informação (RI).

O artigo recente “Por que os Modelos de Linguagem Alucinam” (Kalai, Nachum, Vempala, Zhang, 2025) mostra por que essa distinção é importante: os LLMs inevitavelmente alucinam devido a limites estatísticos e incentivos de avaliação. Sem base em sistemas de recuperação reais, eles não podem fornecer buscas confiáveis.

#IA #LLMs #RecuperaçãoDaInformação

Disponível em: https://dejan.ai/blog/llm-is-a-presentation-layer-in-ai-search/

Meta Lança o Vibes e Foca em Democratizar a Criação de Vídeos com Inteligência Artificial / Forbes

Meta Lança o Vibes e Foca em Democratizar a Criação de Vídeos com Inteligência Artificial / Forbes

A Meta anunciou, nesta quinta-feira, 25, o Vibes, um novo feed de vídeos centralizado no aplicativo Meta AI. O recurso visa não apenas a descoberta, mas a criação de vídeos curtos utilizando ferramentas de Inteligência Artificial. O Vibes funciona como um hub da Meta dedicado a vídeos gerados por IA. Ao navegar nele, o usuário encontrará uma variedade de vídeos criados por IA, seja por artistas, criadores ou comunidades. A Meta promete que o feed se tornará cada vez mais personalizado ao longo do tempo.

O usuário também pode criar a partir de uma ideia do zero, utilizando ferramentas visuais de IA. Alternativamente, pode-se remixar qualquer vídeo existente no feed, adicionando músicas, mudando o estilo visual ou inserindo novos elementos para que o resultado final seja único.

via Forbes

#IA #MídiasSociais #MídiasGenerativas #Vibes

Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/09/meta-lanca-o-vibes-e-foca-em-democratizar-a-criacao-de-videos-com-inteligencia-artificial/