Editora é criticada após citações “falsas” serem encontradas em guia de ética em IA / The Sunday Times

Editora é criticada após citações “falsas” serem encontradas em guia de ética em IA / The Sunday Times

O livro — Aspectos Sociais, Éticos e Legais da IA ​​Generativa — é anunciado como uma análise definitiva dos dilemas éticos apresentados pela tecnologia e está à venda por £125. Pelo menos dois capítulos incluem notas de rodapé que citam publicações científicas que parecem ter sido inventadas.
Em um dos capítulos, 8 das 11 citações não puderam ser verificadas, sugerindo que mais de 70% podem ter sido fabricadas.
As descobertas surgem em meio à crescente preocupação no meio acadêmico com citações e até mesmo artigos de pesquisa inteiros sendo gerados por ferramentas de IA que tentam imitar trabalhos acadêmicos genuínos.
Em abril, a Springer Nature retirou outro título sobre tecnologia — Dominando o Aprendizado de Máquina: Do Básico ao Avançado — depois que se descobriu que ele continha inúmeras referências fictícias.

#MásCondutasCientíficas #Springer #IA

via The Sunday Times

Disponível em: https://www.thetimes.com/uk/science/article/ai-ethics-guide-citations-nsnjmz25b

Alternativo: https://archive.ph/1eiSN

Uma grande pesquisa revela que a maioria das pessoas usa IA regularmente no trabalho, mas quase metade admite fazê-lo de forma inadequada / The Conversation

Uma grande pesquisa revela que a maioria das pessoas usa IA regularmente no trabalho, mas quase metade admite fazê-lo de forma inadequada / The Conversation

As ferramentas de inteligência artificial (IA) estão transformando rapidamente o mundo do trabalho. Divulgado hoje, nosso estudo global com mais de 32.000 trabalhadores de 47 países mostra que 58% dos funcionários usam IA intencionalmente no trabalho – sendo que um terço a utiliza semanalmente ou diariamente. A maioria dos funcionários que a utilizam afirma ter obtido benefícios reais em termos de produtividade e desempenho com a adoção de ferramentas de IA.

No entanto, um número preocupante está utilizando IA de maneiras altamente arriscadas – como o envio de informações sensíveis para ferramentas públicas, a confiança em respostas de IA sem verificá-las e o ocultamento do seu uso.

#Trabalho #IA

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/major-survey-finds-most-people-use-ai-regularly-at-work-but-almost-half-admit-to-doing-so-inappropriately-255405

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Os efeitos para o jornalismo já tem sido profundos, com quedas de audiência em veículos que chegam à casa dos 60%, principalmente pelas mudanças do Google. O problema é que a maior parte dos veículos construiu modelos de negócio alicerçados exatamente na audiência proveniente de plataformas. Sem elas, a sustentabilidade financeira dessas empresas tende a ruir de forma acelerada.

Fang pontua que, em geral, as empresas têm seguido dois caminhos para combater esse cenário. O primeiro é realizar inovações incrementais, incorporando a própria IA generativa nos seus fluxos de trabalho e produtos em busca de redução de custos e ganho de eficiência. Ou seja, fazer mais com menos sem ter uma perda significativa de qualidade.

#IA #Jornalismo

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/inteligencia-artificial/jornalismo-nao-vai-sobreviver-a-era-da-ia-sem-um-novo-modelo-de-negocio/

Recomendações para o uso de IA na Universidade de Granada / Universidad de Granada

Recomendações para o uso de IA na Universidade de Granada / Universidad de Granada

O objetivo fundamental deste processo e deste documento foi refletir os sentimentos da comunidade universitária em relação às mudanças emergentes no atual panorama educacional no que diz respeito ao uso da IA. Essa reflexão parte do reconhecimento das oportunidades oferecidas por essas ferramentas e de seu enorme potencial inovador, analisando também os possíveis riscos e ameaças que elas acarretam, a fim de delinear uma abordagem ética e responsável. É importante ressaltar que este documento de recomendações não é um documento regulatório que estabelece o que é permitido e o que não é. Ele deve servir de inspiração para os diversos órgãos, centros, unidades e membros da Universidade de Granada (UGR), para que, dentro de suas respectivas áreas de responsabilidade, possam estabelecer medidas que permitam à Universidade de Granada avançar no uso responsável da IA.

#IA #PolíticasDeInteligênciaArtificial

via Universidad de Granada

Disponível em: https://ceprud.ugr.es/sites/centros/ceprud/public/ficheros/Recomendaciones_IA_en_UGR.pdf

Os modelos de IA estão usando material de artigos científicos retratados / MIT Technology Review

Os modelos de IA estão usando material de artigos científicos retratados / MIT Technology Review

Já se sabe que ferramentas de busca com IA e chatbots podem fabricar links e referências. Mas respostas baseadas em material de artigos científicos reais também podem induzir ao erro se esses artigos tiverem sido retratados. O chatbot está “usando um artigo científico real, material real, para te dizer algo”, afirma Weikuan Gu, pesquisador médico da Universidade do Tennessee em Memphis e um dos autores de um dos estudos recentes. Mas, segundo ele, se as pessoas olharem apenas para o conteúdo da resposta e não clicarem para acessar o artigo e verem que ele foi retratado, isso é um problema sério.

#LLMs #Retração

Disponível em: https://www.technologyreview.com/2025/09/23/1123897/ai-models-are-using-material-from-retracted-scientific-papers/

Bibliotecários estão cansados ​​de serem acusados ​​de esconder livros secretos criados por inteligência artificial / Gizmodo

Bibliotecários estão cansados ​​de serem acusados ​​de esconder livros secretos criados por inteligência artificial / Gizmodo

Todo mundo sabe que chatbots de IA como ChatGPT, Grok e Gemini podem frequentemente inventar fontes. Mas para as pessoas encarregadas de ajudar o público a encontrar livros e artigos acadêmicos, essa baboseira de IA falsa está causando um grande desgaste. Bibliotecários parecem absolutamente exaustos com os pedidos de títulos que não existem, de acordo com uma nova publicação da Scientific American.

A revista conversou com Sarah Falls, chefe de engajamento de pesquisadores da Biblioteca da Virgínia, que estima que cerca de 15% de todas as perguntas de referência enviadas por e-mail que recebem são geradas por chatbots de IA como o ChatGPT. E as solicitações frequentemente incluem perguntas sobre citações falsas.

#Bibliotecários #IA

via Gizmodo

Disponível em: https://gizmodo.com/librarians-arent-hiding-secret-books-from-you-that-only-ai-knows-about-2000698176

Claro, aqui está a informação / Brajis

Claro, aqui está a informação / Brajis

As bibliotecas se encontram atravessadas pela euforia de incorporar Inteligências Artificiais aos serviços, incluindo no Serviço de Referência. Para aferir a tendência do assunto, foi realizado um estudo bibliométrico a partir de uma busca na Scopus, somada a uma busca na Base de Dados em Ciência da Informação. A análise feita permitiu avaliar que o Brasil ainda não está integrado aos principais fluxos de pesquisa global sobre o tema, sem estabelecer vínculos interinstitucionais mais expressivos com outros países do bloco Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Permanecem controvérsias: o custo-benefício para bibliotecas brasileiras, a necessidade de mais estudos sobre a realidade local e questões sobre soberania nacional frente à interesses de Big Techs do Norte Global. Destaca-se a urgência de maior engajamento que contemple as especificidades e interesses do Sul Global.

#IA #Bibliotecas #Tendências

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/17900

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de IA / Dosdoce

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de IA / Dosdoce

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de inteligência artificial para criar materiais de comunicação, escrever paratextos e metadados, desenhar capas e ilustrações, entre outros conteúdos.

Essa é uma das principais conclusões de um estudo realizado pela Associação Italiana de Editores (Associazione Italiana Editori) e apresentado no evento Più libri più liberi, que ocorreu de 4 a 8 de dezembro.

#MercadoEditorial #IA

via Dosdoce

Disponível em: https://www.dosdoce.com/2025/12/11/tres-de-cada-cuatro-editoriales-italianas-ya-utilizan-herramientas-de-ia/

Testamos qual IA deu as melhores respostas sem inventar nada — One Beat ChatGPT / The Washington Post

Testamos qual IA deu as melhores respostas sem inventar nada — One Beat ChatGPT / The Washington Post

Principais Descobertas:

– Ferramenta Mais Confiável: O Modo IA do Google foi a IA que forneceu as respostas mais precisas e consistentes, especialmente em relação a informações recentes e curiosidades pouco conhecidas.
– Alucinações e Erros: Diversas IAs, incluindo o ChatGPT, geraram respostas incorretas com um ar de certeza, às vezes citando fontes que não abordavam a questão.
– Limitações com Informações Especializadas: Nenhuma IA respondeu corretamente em todos os casos que exigiam conhecimento específico ou fontes de difícil acesso.

#LLMs #IA

via The Washington Post

Disponível em: https://www.washingtonpost.com/technology/2025/08/27/ai-search-best-answers-facts/

Os perigos do uso da IA na revisão por pares / Hora Campinas

Os perigos do uso da IA na revisão por pares / Hora Campinas

Embora existam vários bons casos de uso para IA no suporte à revisão por pares, os humanos continuam sendo indispensáveis para fornecer uma avaliação rigorosa de conteúdo. Enquanto a IA Gen detecta e calcula a média de conteúdo preexistente, os humanos inovam e avaliam. Introduzimos novas ideias e perspectivas, trazemos criatividade, curiosidade e intelectualidade, e somos capazes de sintetizar, contextualizar, interpretar e criticar com base em conhecimento que abrange múltiplos domínios.

Em suma, as máquinas estão longe de serem capazes de replicar a cognição humana e, portanto, os humanos podem se envolver na revisão por pares e no discurso científico de uma forma que as máquinas não conseguem. Em termos práticos, isso significa que as pessoas podem identificar problemas que não seriam evidentes para um leitor de máquina ou algoritmo, e que podem ser cruciais para a validade e integridade científicas.

#RevisãoPorPares #IA #GestãoEditorial

via Hora Campinas

Disponível em: https://horacampinas.com.br/os-perigos-do-uso-da-ia-na-revisao-por-pares-por-carmino-de-souza/

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Jornalismo não vai sobreviver à era da IA sem um novo modelo de negócio / Observatório de Imprensa

Os efeitos para o jornalismo já tem sido profundos, com quedas de audiência em veículos que chegam à casa dos 60%, principalmente pelas mudanças do Google. O problema é que a maior parte dos veículos construiu modelos de negócio alicerçados exatamente na audiência proveniente de plataformas. Sem elas, a sustentabilidade financeira dessas empresas tende a ruir de forma acelerada.

Fang pontua que, em geral, as empresas têm seguido dois caminhos para combater esse cenário. O primeiro é realizar inovações incrementais, incorporando a própria IA generativa nos seus fluxos de trabalho e produtos em busca de redução de custos e ganho de eficiência. Ou seja, fazer mais com menos sem ter uma perda significativa de qualidade.

O segundo é a proteção de conteúdo, travando batalhas com as empresas de tecnologia para a proteção de direitos autorais. A estratégia é variável, indo desde acordos comerciais com essas empresas até bloqueio de acesso a sites e processos judiciais para compensação.

#Jornalismo #IA

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/inteligencia-artificial/jornalismo-nao-vai-sobreviver-a-era-da-ia-sem-um-novo-modelo-de-negocio/

Bibliotecas na Era da IA: Salvaguardando o Patrimônio Cultural e a Confiança

Bibliotecas na Era da IA: Salvaguardando o Patrimônio Cultural e a Confiança

As bibliotecas são pilares vitais das sociedades democráticas e, no mundo atual em rápida transformação, seu papel na promoção de uma comunidade informada e engajada é mais crucial do que nunca. Como provedoras essenciais de serviços públicos, as bibliotecas estão bem equipadas para enfrentar os desafios sociais emergentes, como a transformação digital por meio da adoção da Inteligência Artificial (IA).

Nossas evidências de bibliotecas nacionais mostram que a adoção da IA ​​nos serviços bibliotecários é predominantemente uma questão de governança, ética e resiliência institucional. Se as bibliotecas permanecerem invisíveis nas estratégias de Inteligência Artificial, a Europa corre o risco de perder uma oportunidade única de usar instituições públicas confiáveis ​​como impulsionadoras de uma transformação digital equitativa e democrática. Sua experiência destaca tanto as oportunidades (maior acesso, eficiência e inovação) quanto os riscos (viés, exclusão, dependência de provedores de serviços externos e subfinanciamento).

#Bibliotecas #IA #Tendências #Patrimônio

Disponível em: https://librarin.eu/download/23036