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Desenvolvimento de acervo na biblioteca escolar / SCIS

Desenvolvimento de acervo na biblioteca escolar / SCIS

Pergunte aos alunos o que eles querem!

A maneira mais fácil de comprar livros relevantes para a comunidade que você atende é perguntar a ela o que deseja! Você pode fazer isso de várias maneiras:

  • Mantenha um livro ou caixa de sugestões onde os alunos possam anotar seus pedidos – minha principal dica é pedir que eles usem o catálogo da biblioteca para verificar se a biblioteca já possui o item antes de adicioná-lo à lista!
  • Semelhante a isso, mas em versão digital – um formulário online de pedido de livros no Microsoft Forms, no Google Forms ou em qualquer plataforma de formulários que sua escola possa acessar.
  • Peça aos professores que, em sala de aula, façam um brainstorming com suas turmas sobre tópicos ou títulos específicos que gostariam de encontrar na biblioteca; ou, se você for um bibliotecário escolar que atende a todos, pode fazer isso em uma sessão na biblioteca.
  • Se você tiver monitores ou líderes de biblioteca, ou um grupo interessado de amantes de bibliotecas, vocês podem formar um “grupo consultivo da biblioteca” que represente seus pares com o objetivo de desenvolver o acervo e realizar reuniões para discutir o acervo e quais lacunas precisam ser preenchidas.

#BibliotecasEscolares #FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://scis.edublogs.org/2026/08/27/collection-development-in-the-school-library/

Responsabilidade e Integridade: Política de IA em Bibliotecas Públicas / Public Library Quarterly

Responsabilidade e Integridade: Política de IA em Bibliotecas Públicas / Public Library Quarterly

À medida que a inteligência artificial remodela tanto o trabalho nas bibliotecas quanto o ambiente de informação, as bibliotecas públicas precisam decidir se e como incorporar a IA, preservando, ao mesmo tempo, os valores da biblioteca. Até onde sabemos, não existe nenhuma análise publicada sobre como as políticas de IA de bibliotecas públicas dos EUA e do Canadá relacionam os valores da biblioteca à adoção de tecnologia. Para suprir essa lacuna, realizamos um levantamento nos sites de bibliotecas públicas a fim de identificar e analisar declarações de políticas de IA. Nossa análise de mais de 200 sites de bibliotecas identificou 32 políticas de IA. Todas elas fazem referência a pelo menos dois valores, sendo privacidade, segurança e responsabilidade os mais frequentemente citados.

#PolíticasDeIA #BibliotecasPúblicas #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://doi.org/10.1080/01616846.2026.2725502

Preocupado com notícias geradas por IA? / Statista

Preocupado com notícias geradas por IA? / Statista

Em uma pesquisa realizada pela Statista Consumer Insights em 32 países , a maioria dos entrevistados indicou não estar muito preocupada com notícias geradas por inteligência artificial. Houve variação entre os países, no entanto, com 16% a 45% dos entrevistados afirmando, em uma questão de múltipla escolha, que gostariam de saber se as notícias que consumiam eram geradas por IA. Na mesma pesquisa, os entrevistados foram questionados, entre outras coisas, se se preocupavam com a manipulação de notícias pela mídia tradicional, e entre 24% e 51% responderam afirmativamente.

O menor interesse em descobrir a possível origem das notícias geradas por IA foi detectado em países da América Latina, como Argentina e Colômbia, além da Coreia do Sul e do Japão. Nesses locais, entre 16% e 26% das pessoas disseram que gostariam de saber se as notícias foram escritas por IA. Em seguida, vieram França, Holanda, Bélgica e México, com 26% a 29%. A maior preocupação foi registrada no Vietnã, com 45%, Malásia e Filipinas, com 41% a 42%, e também no Brasil, com 41%.

#Notícias #Jornalismo #IA

via Statista

Disponível em: https://www.statista.com/chart/36327/share-of-respondents-concerned-about-ai-generated-news/

A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

O desafio consiste justamente em combinar presença, circulação e enraizamento.

Talvez tenha chegado o momento de uma segunda geração das políticas de interiorização. A primeira cumpriu uma tarefa histórica extraordinária: colocou universidades e institutos federais em lugares onde eles simplesmente não existiam. A próxima precisa enfrentar uma questão mais difícil: como transformar presença institucional em desenvolvimento territorial sem transformar trabalhadores em colonos encarregados de ocupar uma fronteira?

Isso exige políticas de desenvolvimento das cidades e regiões que recebem instituições federais; infraestrutura; transporte; cultura; conectividade; incentivos; redes de pesquisa; integração entre municípios; cooperação entre universidades, institutos federais e governos locais; e mecanismos capazes de fazer circular conhecimento entre centro e interior em ambas as direções. Sobretudo, exige abandonar uma concepção segundo a qual interiorizar significa apenas fixar.

#UniversidadesPúblicas #CiênciaBrasileira

via A Terra é redonda

Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/a-interiorizacao-da-universidade-brasileira/

O que a ascensão das universidades chinesas tem a nos ensinar / Pesquisa Fapesp

O que a ascensão das universidades chinesas tem a nos ensinar / Pesquisa Fapesp

Em 2003, a Universidade Tsinghua estava no grupo das 201-250 melhores universidades do mundo, de acordo com a classificação do ARWU, que também é conhecido como Ranking de Shanghai (a listagem foi feita inicialmente por uma equipe de acadêmicos da Shanghai Jiao Tong). A Universidade de Pequim figurava na sequência, no grupo das 251-300 melhores universidades globais. Ambas ficavam “atrás” da USP, que estava no grupo das 152-200 melhores do mundo naquela época.

Na última edição do ranking, publicada em setembro, no entanto, a China contava com três universidades no chamado primeiro quartil da listagem: Tsinghua (18º lugar no mundo), Pequim (23°) e Zhejiang (24°) — uma ascensão sem paralelos. A USP ainda é a única instituição brasileira entre as 200 melhores universidades do mundo: no último ARWU, figura no grupo das 101-150 melhores universidades globais.

#Universidades #China

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-que-a-ascensao-das-universidades-chinesas-tem-a-nos-ensinar/

“Ciência” vendida, “ciência comprada”: uma investigação sobre a comercialização de autoria e coautoria em artigos científicos no Brasil / Research Gate

“Ciência” vendida, “ciência comprada”: uma investigação sobre a comercialização de autoria e coautoria em artigos científicos no Brasil / Research Gate

Os resultados permitem reconstruir um movimento estruturado em seis etapas processuais, da aquisição do manuscrito à reverberação pública do fenômeno, hierarquizado pela classificação Qualis e sustentado por retórica interna que distingue, sem amparo ético, “venda de autoria” de “oferta de vagas de coautoria”. Identificam-se três ordens de efeito: dano epistemológico, pela infiltração de conteúdo sem avaliação por pares efetiva em periódicos formalmente indexados; dano institucional, pela exploração dos próprios critérios oficiais de avaliação de carreira e conclusão de curso; e dano à percepção social da ciência, explicitado por reações profissionais, cobertura jornalística e iniciativa legislativa. Conclui-se que o fenômeno investigado desloca o foco analítico do periódico predatório isolado para a dinâmica processual do mercado de autoria, contribuindo à Ciência da Informação com reconstrução empírica ainda pouco sistematizada pela literatura nacional.

#FábricasDePapers #MásCondutasCientíficas #CiênciaBrasileira #RevistasPredatórias

Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/413888851_Ciencia_vendida_ciencia_comprada_uma_investigacao_sobre_a_comercializacao_de_autoria_e_coautoria_em_artigos_cientificos_no_Brasil

Ataques russos destroem 12 milhões de livros antes da primeira semana de volta às aulas na Ucrânia / BBC

Ataques russos destroem 12 milhões de livros antes da primeira semana de volta às aulas na Ucrânia / BBC

A Rússia atacou gráficas e editoras em toda a Ucrânia em uma série de atentados recentes, destruindo 12 milhões de livros e danificando outros ícones da história e cultura ucranianas. A mídia local relata que a Rússia destruiu um terço de todos os livros impressos na Ucrânia este ano.

Nada pode ser aproveitado nesta gráfica de Kiev. Até mesmo as páginas que sobreviveram às chamas sucumbiram aos danos causados ​​pela água, proveniente do combate ao incêndio ou da exposição às intempéries devido ao desabamento do telhado.

“Acredito que seja uma ação deliberada por parte da Federação Russa”, afirma Haidai, diretor comercial da editora Konvi. “Nos últimos dois meses, algumas das maiores editoras perderam seus centros de distribuição, onde estavam armazenadas grandes quantidades de livros.”

“Os russos também estão destruindo gráficas numa tentativa de apagar a Ucrânia como nação. Mas, francamente, eles não vão conseguir.”

#Bibliocídio

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/news/articles/cly5v8qmy64o

Portfólio: proposta de serviços para a biblioteca Sr. José Fernando Carneiro / PPGCI – UFRN

Portfólio: proposta de serviços para a biblioteca Sr. José Fernando Carneiro / PPGCI – UFRN

Este portfólio se constitui como parte da avaliação das disciplinas “Estudos de Usuários da Informação” e “Serviços de Informação e Referência”, ofertadas pelo Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) tendo como ministrante a Professora Doutora Ilaydiany Cristina Oliveira da Silva do Departamento de Ciência da Informação. Sendo desenvolvido por seus discentes, o estudo teve como objetivo analisar os dados coletados em pesquisa realizada na Sociedade Espírita Gotas de Esperança (Sege), visando mapear o perfil dos frequentadores da Biblioteca da entidade. A partir desse diagnóstico, foram desenvolvidas estratégias para atrair novos leitores e otimizar os serviços oferecidos. Com base nos resultados obtidos, propôs-se a implementação de novas ações e serviços de informação, planejados para potencializar a frequência do público no espaço e ampliar os serviços oferecidos pela Sege.

#GestãoDeBibliotecas #ProdutosEServiçosDeInformação

Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/items/59ad22d0-b5c4-4dc1-be3b-52474d42c706

Pesquisadores apresentaram 6.000 trabalhos em um grande congresso. A IA conseguiria reproduzir suas descobertas? / Science

Pesquisadores apresentaram 6.000 trabalhos em um grande congresso. A IA conseguiria reproduzir suas descobertas? / Science

O hackathon, organizado pelas plataformas de computação e pesquisa Hugging Face e alphaXiv, propôs uma questão ambiciosa: agentes de IA podem tornar possível a verificação de trabalhos científicos em uma escala cada vez mais impossível para revisores humanos? Em outras palavras, se fornecidos os dados, o código e os métodos de um artigo, a IA pode reproduzir os experimentos de forma independente e chegar aos mesmos resultados?

A competição foi a maior tentativa até o momento de usar IA para replicar artigos apresentados em uma grande conferência técnica . Muitos dos participantes, como Tang, não são especialistas em IA por formação. Mesmo assim, eles analisaram mais de 2.000 artigos e descobriram centenas de resultados que os agentes de IA não conseguiram reproduzir ou consideraram sem respaldo em evidências, incluindo 21 dos assistentes de Tang. Até o momento, os organizadores do hackathon confirmaram que pelo menos uma dúzia de artigos contém erros reais que passaram despercebidos pelos revisores humanos da conferência.

#IA #Ciência #AvaliaçãoDaCiência

via Science

Disponível em: https://www.science.org/content/article/researchers-presented-6000-papers-major-meeting-could-ai-reproduce-their-findings

Patrimônio afro-brasileiro: preservar é reconhecer o Brasil / Ciência e Cultura

Patrimônio afro-brasileiro: preservar é reconhecer o Brasil / Ciência e Cultura

A preservação do patrimônio afro-brasileiro é também uma forma de reconhecer a própria identidade do Brasil. Quilombos, terreiros de candomblé, rodas de capoeira, samba, acarajé e festejos populares são parte de uma herança cultural construída ao longo de séculos e que reúne dimensões materiais e imateriais. Para Carlos Moura, advogado, ativista de direitos humanos e fundador e primeiro presidente da Fundação Cultural Palmares, reconhecer e proteger esses bens é fundamental para enfrentar o racismo estrutural e valorizar a contribuição da população negra para a formação da sociedade brasileira.

(…) A preservação do patrimônio também desempenha um papel importante na educação. Conhecer a história da resistência negra, das lutas contra a escravidão e das formas de organização e expressão desenvolvidas pela população negra permite confrontar versões do passado que durante muito tempo minimizaram ou ocultaram essa participação. Nesse sentido, iniciativas educacionais, como as previstas pela Lei 10.639, que estabelece o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana, podem contribuir para formar novas gerações mais conscientes sobre a diversidade e a história do país.

#PatrimônioCulturalNegro

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=10740

ONU aprova mudança do mapa-múndi para corrigir distorções que fazem continentes parecerem menores / G1

ONU aprova mudança do mapa-múndi para corrigir distorções que fazem continentes parecerem menores / G1

A alternativa apoiada pela iniciativa é o modelo chamado “Terra Igual”, adotado pela União Africana.

A projeção procura preservar melhor as proporções entre os continentes e dar uma representação mais próxima das áreas reais das diferentes regiões do planeta.

A aprovação da ONU, porém, não significa que o mapa-múndi de Mercator será imediatamente abandonado. A resolução incentiva governos, organizações internacionais e outras instituições a considerar modelos mais precisos.

Antes da votação, o ministro das Relações Exteriores de Togo, Robert Dussey, país que lidera a iniciativa, afirmou que a decisão representa uma defesa da “verdade científica”.

via G1

#Mapas #Representatividade

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/09/04/onu-aprova-resolucao-para-mudar-mapa-mundi-e-corrigir-distorcoes-que-fazem-continentes-parecerem-menores.ghtml

O que acontece quando uma criança autista encontra a biblioteca certa? / Princh

O que acontece quando uma criança autista encontra a biblioteca certa? / Princh

Ao lembrar que cada criança entra pela porta carregando mais do que uma mochila, é importante lembrar que crianças autistas podem enfrentar desafios que vão muito além da comunicação ou das situações sociais. Algumas podem ter dificuldades com sobrecarga sensorial, coordenação, cansaço, alimentação, sono ou com a rotina diária. Para algumas crianças, necessidades físicas como dificuldades para usar o banheiro e incontinência podem tornar a visita a novos lugares estressante. Os pais podem se perguntar se há um banheiro acessível por perto, se terão tempo suficiente para ajudar seus filhos ou como as pessoas reagirão em caso de acidente. Essas preocupações podem ser muito pesadas. Às vezes, as famílias evitam lugares que adorariam visitar simplesmente porque não têm certeza se as necessidades de seus filhos serão compreendidas.

É aqui que as bibliotecas podem fazer uma diferença real. Uma biblioteca acolhedora não espera que todas as crianças se encaixem no mesmo padrão. Ela cria espaço para diferentes necessidades, diferentes maneiras de aprender e diferentes formas de participar. Instalações acessíveis, programas flexíveis, funcionários pacientes e comunicação simples podem ajudar as famílias a se sentirem pertencentes, em vez de sentirem que precisam se explicar ou se desculpar. Quando uma criança sabe que é aceita como é, ela tem mais liberdade para explorar, descobrir e aproveitar tudo o que uma biblioteca tem a oferecer.

#Autismo #Bibliotecas

via Princh

Disponível em: https://princh.com/blog-autism-friendly-library