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Modelos de serviço em evolução em bibliotecas acadêmicas / Journal of Access Services

Modelos de serviço em evolução em bibliotecas acadêmicas: consolidação, contratação de pessoal e treinamento na Biblioteca Addlestone. / Journal of Access Services

Este artigo apresenta um estudo de caso da Biblioteca Addlestone do College of Charleston e o processo de transição de dois balcões de atendimento separados para um único Balcão de Acesso e Instrução. Com base na literatura sobre equipes de apoio e modelos de balcões de atendimento, bem como em estudos de instituições similares, o estudo documenta o processo de planejamento da biblioteca, a reestruturação organizacional e a parceria com a TI do campus. (…) No entanto, surgiram desafios relacionados ao treinamento contínuo, às práticas de encaminhamento e à gestão de funcionários com formação acadêmica avançada. Os resultados do estudo de caso sugerem que, embora a consolidação estrutural possa otimizar as operações, o sucesso a longo prazo depende do investimento contínuo no desenvolvimento da equipe, em procedimentos adaptáveis ​​e na atenção ao contexto local da instituição.

#GestãoDeBibliotecas #ServiçoDeReferência

Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/15367967.2025.2605952

Inteligência Artificial Soberana: o novo território que as nações devem explorar / DPL News

Inteligência Artificial Soberana: o novo território que as nações devem explorar / DPL News

A inteligência artificial (IA) é uma faca de dois gumes: tem o potencial de ajudar as nações a se desenvolverem, mas também pode ser a tecnologia que coloca em risco as economias e a segurança nacional quando sua infraestrutura não é soberana e depende de outras nações.

A dependência tecnológica está gerando uma onda de investimentos em infraestrutura de IA soberana. Segundo a Gartner, até 2027, 35% dos países estarão limitados ao uso de plataformas de IA específicas para sua região, que empregam seus próprios dados contextuais.

Esse fenômeno, impulsionado por pressões geopolíticas, exigências regulatórias e preocupações com a segurança, marca uma mudança significativa na forma como os governos abordam o desenvolvimento tecnológico.

via DPL News

#SoberaniaDigital #IA

Disponível em: https://dplnews.com/inteligencia-artificial-soberana-el-nuevo-territorio-que-deben-explorar-las-naciones/

Defender a liberdade de leitura não é radical — é americano / Hill

Defender a liberdade de leitura não é radical — é americano / Hill

Como diretora do documentário “The Librarians” e bibliotecária residente e atuante no norte do Texas, que participou do filme, testemunhamos como os direitos da Primeira Emenda ainda são uma questão que preocupa os pais e influencia seu voto. A vitória de Rehmet demonstra uma aversão a permitir que grupos de ação política externos e políticos extremistas neguem às famílias o direito de determinar o que seus filhos podem ou não ler.

Esperamos que os eleitores percebam que essa questão está longe de ser resolvida. Rehmet e Wambsganss se enfrentarão novamente em novembro para o mandato completo. E o Texas não é uma exceção, mas sim uma prévia. No norte do Texas e em comunidades por todo o país, vimos como nossos direitos à liberdade intelectual podem ser facilmente cerceados. Devemos permanecer vigilantes para garantir que a história não se repita.

#LiberdadeIntelectual

via Hill

Disponível em: https://thehill.com/opinion/education/5731506-defending-the-freedom-to-read-is-not-radical-its-american/

As deeptechs e o desenvolvimento do Brasil / Science Arena

As deeptechs e o desenvolvimento do Brasil / Science Arena

Nos últimos anos, as agências de fomento passaram a atuar como indutoras da inovação.

Elas têm apoiado a manutenção e a expansão dos parques instrumentais das universidades — conjuntos de equipamentos e laboratórios de pesquisa de alto custo —, assim como disponibilizado recursos para alavancar empresas, viabilizado a criação e o crescimento de startups e constituído fundos de investimento, entre outras iniciativas.

O Brasil tem atualmente quase mil deeptechs, ou seja, empresas que desenvolvem inovações disruptivas com base em avanços científicos e de engenharia para resolver problemas complexos por meio de alta tecnologia.

(…) Transformar ciência em soluções concretas exige mais do que descobertas relevantes: requer apoio contínuo, ambientes favoráveis à inovação e políticas que estimulem a aplicação do conhecimento gerado nas universidades.

via Science Arena

#Deeptechs #Universidades #Patentes

Disponível em: https://www.sciencearena.org/ensaios/as-deeptechs-e-o-desenvolvimento-do-brasil/

A mediação na leitura como uma prática de liberdade: entre o suporte cognitivo e a autoconstrução / CERLALC

A mediação na leitura como uma prática de liberdade: entre o suporte cognitivo e a autoconstrução / CERLALC

Para Petit, a leitura vai além da simples aquisição de habilidades cognitivas; envolve a criação de um espaço pessoal e íntimo onde o indivíduo pode definir seus limites e desenvolver o pensamento independente. A leitura permite que os jovens criem um espaço alternativo de autonomia, tornando-se uma prática transgressora que abre novas possibilidades de pertencimento e identidade.

Essa dimensão subjetiva é fundamental porque reconhece que os leitores não são receptores passivos de textos impressos mecanicamente, mas sujeitos ativos que se engajam em intensa atividade psíquica, apropriando-se criativamente do que leem, interpretando o texto a partir de sua própria experiência e projetando seus desejos, fantasias e ansiedades na leitura (Petit, 2001). Aqui reside a diferença crucial entre promoção e facilitação da leitura, visto que, enquanto a primeira busca conduzir atividades de leitura com abordagens direcionadas à eficiência imediata, a segunda cria condições para um encontro pessoal e transformador com o texto. Correto!

Segundo Petit (2001), essa dimensão não é um luxo, mas um direito cultural fundamental, uma questão básica de dignidade humana. Sua crítica àqueles que limitam pessoas de origem operária a leituras “úteis” ou práticas revela uma compreensão política da mediação da leitura, já que o acesso a textos que permitem a reflexão sobre a própria existência é condição necessária para a construção da subjetividade e da cidadania crítica.

#MediaçãoDeLeitura

via CERLALC

Disponível em: https://cerlalc.org/la-mediacion-de-lectura-como-practica-de-libertad-entre-el-andamiaje-cognitivo-y-la-construccion-del-si-mismo/

Revisão por robôs: Qual o papel da IA ​​na avaliação de nossos artigos? / Open Science

Revisão por robôs: Qual o papel da IA ​​na avaliação de nossos artigos? / Open Science

O último ano testemunhou uma explosão dessas ferramentas, talvez porque os próprios pesquisadores estejam utilizando cada vez mais IA para realizar suas revisões por pares. Um relatório recente da editora Frontiers revelou que mais de 50% dos 1600 pesquisadores entrevistados utilizam IA em suas revisões.

  • 29% para gerar um resumo do artigo,
  • 28% para detectar práticas fraudulentas (por exemplo, dados falsificados ou manipulação de imagens),
  • 19% para avaliar a metodologia e o conteúdo,
  • 59% escreveram cartas aos autores.

De forma geral, os pesquisadores relatam um aumento de 24% no uso de IA em suas revisões por pares no último ano.

#RevisãoPorPares #IA #FerramentasOnline #Tendências

via Open Science

Disponível em: https://openscience.pasteur.fr/2026/02/16/robot-reviewing-quelle-place-pour-lia-dans-levaluation-de-nos-articles/

Recomendação para visualização de dados: Revisão da literatura e perspectivas futuras / Information Visualization

Recomendação para visualização de dados: Revisão da literatura e perspectivas futuras / Information Visualization

Este trabalho visa aprimorar a compreensão das recomendações de visualização de dados, sintetizando a literatura atual para identificar lacunas de pesquisa e delinear os requisitos iniciais para o desenvolvimento de protótipos e ferramentas nessa área. Para tanto, realizamos um mapeamento sistemático da literatura, seguido de uma busca em cadeia progressiva, abrangendo o período de 2017 a 2025, por meio do qual selecionamos e analisamos cuidadosamente 89 artigos sobre recomendações de visualização de dados. Apresentamos uma visão geral dos sistemas de recomendação de visualização, identificando as técnicas empregadas e categorizando os estudos com base em diferentes abordagens de recomendação. Também orientamos a seleção de algoritmos e métodos para o desenvolvimento de sistemas de recomendação automáticos e semiautomáticos, além de apresentar lições aprendidas e possibilidades para pesquisas futuras.

#VisualizaçãoDeDados

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/14738716251409351?mi=ehikzz

261 mil pesquisas sobre câncer têm características similares às de artigos fraudulentos / Acessa

261 mil pesquisas sobre câncer têm características similares às de artigos fraudulentos / Acessa

Um total de 261 mil textos científicos sobre câncer que saíram entre 1999 e 2024 contêm características similares a publicações produzidas por fábricas de artigos, de acordo com um novo estudo. Ou seja, podem ter sido feitos de forma fraudulenta. O saldo representa 10% dos trabalhos a respeito da doença mantidos no PubMed, que reúne uma grande quantidade de literatura biomédica.

#FábricasDePapers #MásCondutasCientíficas #InformaçãoEmSaúde

via Acessa

Disponível em: https://www.acessa.com/noticias/2026/02/310614-261-mil-pesquisas-sobre-cancer-tem-caracteristicas-similares-as-de-artigos-fraudulentos.html?utm_source=chatgpt.com

Universidades precisam se reinventar na era da inteligência artificial / Jornal da USP

Universidades precisam se reinventar na era da inteligência artificial / Jornal da USP

Segundo o TIC Educação, aqui no Brasil, 70% dos estudantes do ensino médio, 40% do ensino fundamental e 85% dos estudantes brasileiros universitários utilizaram ou utilizam a inteligência artificial em seus estudos. Esses investimentos para levar a inteligência artificial nos sistemas de educação crescem exponencialmente no mundo todo, impulsionados pelas big techs, que querem atrair os alunos desde os primeiros anos escolares. Não é à toa que muitos professores resistem a essa adoção massificada da inteligência artificial e orientada pelas grandes empresas. O problema é que é muito difícil recusar, ignorar ou contornar a expansão da inteligência artificial. A IA realiza muitas atividades que as universidades tradicionalmente ensinam: analisa informações complexas, escreve ensaios, resume em textos, programa, traduz, gera imagens, vídeos, áudios.”

#IA #Universidades #Educação

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/universidades-precisam-se-reinventar-na-era-da-inteligencia-artificial/

Geração Z lidera temor sobre IA no trabalho, diz pesquisa / Giz

Geração Z lidera temor sobre IA no trabalho, diz pesquisa / Giz

O estudo da Randstad, uma das maiores agências de recrutamento do mundo, entrevistou 27 mil trabalhadores e 1.225 empregadores em 35 mercados globais. Além disso, analisou mais de 3 milhões de anúncios de emprego para compor o relatório.

“A Geração Z é a geração mais preocupada. Enquanto os Baby Boomers mostram maior autoconfiança e são os menos preocupados com o impacto da IA e sua capacidade de adaptação”, destaca o documento.

A pesquisa revelou que quase metade dos trabalhadores teme que as novas tecnologias beneficiem mais as empresas do que os próprios funcionários. Há também uma diferença significativa na percepção sobre o desempenho dos negócios: cerca de 95% dos empregadores preveem crescimento para 2026, enquanto apenas 51% dos funcionários compartilham essa visão otimista.

#IA #Trabalho #GeraçãoZ

Disponível em: https://gizbr.uol.com.br/impacto-ia-mercado-trabalho/

Seriam os bibliotecários a chave para ensinar IA Literacy? / CBC

Seriam os bibliotecários a chave para ensinar IA Literacy? / CBD

Bibliotecários escolares e de instituições de ensino superior já auxiliam estudantes com estratégias de pesquisa e alfabetização midiática, direitos autorais e novas tecnologias. Isso os torna profissionais ideais para ensinar sobre o poder e os riscos da IA ​​e como utilizá-la de forma ética para impulsionar, em vez de comprometer, o aprendizado.

No entanto, estudantes — da educação infantil ao ensino superior — perdem essa valiosa expertise se os bibliotecários forem negligenciados enquanto o setor educacional se adapta à IA.

#Bibliotecas #IALiteracy

Disponível em: https://www.cbc.ca/news/canada/librarians-teach-ai-9.7055661

Taxonomia e metadados / Leitura e Contexto

Taxonomia e metadados / Leitura e Contexto

Portanto, diante da complexidade informacional, quando a taxonomia se esgota, quando não é mais suficiente para filtrar a busca, entram em cena os metadados. Isso porque chega-se a um estágio em que não cabe mais essa hierarquia, ou seja, quando já não consegue abarcar todas as possibilidades de recuperação e contextualização.

Eles ampliam o horizonte, são “dados sobre dados”, atributos específicos anexados ao arquivo que permitem buscas transversais, independentemente de onde o arquivo esteja guardado. Podemos dizer que os metadados são o DNA da Informação.

Os metadados permitem buscas cruzadas, filtros refinados, interoperabilidade entre sistemas e maior precisão na recuperação da informação, especialmente em ambientes digitais e repositórios eletrônicos. Eles vão na especificidade do documento, porque cada um é único, tem seus próprios dados, ou seja, a característica da unicidade do documento arquivístico.

#Metadados #Taxonomia

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/02/taxonomia-e-metadados.html