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Quando a biblioteca não aceita uma doação / Biblogtecários

Quando a biblioteca não aceita uma doação / Biblogtecarios

É louvável que pessoas que desejam se desfazer de seus livros considerem as bibliotecas; no entanto, nem sempre é possível recebê-los sem comprometer a qualidade dos serviços. Oferecer uma solução aos usuários nesses casos também é parte obrigatória do serviço de biblioteca. Uma boa solução são sites que aceitam doações para fins sociais, ou mesmo aqueles que compram livros, permitindo-lhes obter uma certa quantia inesperada. Ter uma lista de alternativas para oferecer aos doadores facilita o trabalho diário das bibliotecas e melhora sua imagem entre os usuários, bem como seu nível de satisfação.

(Uma pena não ter iniciativas de recebimento de doação como as indicadas: DonarLibros.es, Los livros del Norte, Libros Hércules, Reciclibros, Momox, Releo… )

#Doação

Disponível em: https://www.biblogtecarios.es/robertosoto/cuando-la-biblioteca-no-acepta-una-donacion/

Utilizar cubos de perguntas para aumentar o envolvimento na leitura / RBE

Utilizar cubos de perguntas para aumentar o envolvimento na leitura / RBE

Sugestões de escrita para cubos de perguntas: Ao fazer cubos de perguntas, costumo usar perguntas que incluem uma combinação dos níveis da Taxonomia de Bloom. Por exemplo, num curso de inglês, essas perguntas poderiam pedir aos alunos que identificassem temas ao longo do texto, analisassem o seu desenvolvimento durante o curso do texto e tirassem conclusões, citando evidências relevantes para apoiar as respostas. Em cursos de ciências ou estudos sociais, essas perguntas podem pedir aos alunos que se lembrem de detalhes específicos, discutam o impacto global ou identifiquem implicações para pesquisas futuras.

#MediaçãoDeLeitura

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/utilizar-cubos-de-perguntas-para-2998495

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

A expressão “cultura do estupro” não é um slogan, mas um arcabouço que nos permite compreender melhor como as produções culturais contribuem para a perpetuação de um imaginário que promove a violência de gênero, ao mesmo tempo que a invisibiliza. Ela convida a um novo olhar, crítico, mas não ascético, sobre nossa herança cultural. Também nos permite, por contraste, destacar as obras que frustram essa cultura do estupro hoje como ontem, e explorar as estratégias estéticas que elas empregam para tornar a violência visível como tal, mas também para promover outros imaginários eróticos e emocionais baseados na liberdade, na igualdade e na reciprocidade do desejo e do prazer para todos.

#ViolênciaContraAMulher #CulturaDoEstupro

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/lexpression-culture-du-viol-est-elle-exageree-263573

A história do movimento antivacina no mundo, que repete mesmos argumentos há séculos / BBC

A história do movimento antivacina no mundo, que repete mesmos argumentos há séculos / BBC

Por mais contemporâneo que o movimento antivacina possa parecer hoje em dia, muitos dos seus argumentos repetem as mesmas falácias da era vitoriana — desde o argumento de que todos os apoiadores das vacinas seriam financiados pela indústria farmacêutica até a falsa informação de que outros avanços da saúde pública teriam tornado as vacinas desnecessárias.

#Vacinação

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cddm9vgdgj0o

70% dos alunos do Ensino Médio que usam internet já utilizam IA para pesquisas / Núcleo

70% dos alunos do Ensino Médio que usam internet já utilizam IA para pesquisas / Núcleo

Sete em cada 10 estudantes do Ensino Médio que usam internet no Brasil já utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, fora da escola para buscar informações na hora de fazer pesquisas para trabalhos escolares. Já nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, a proporção do uso de IA fora da escola foi, respectivamente, de 15% e 39%.

No estudo, apenas 19% de todos os estudantes disseram que receberam orientação de professores sobre como usar essas tecnologias em atividades escolares. No caso apenas do Ensino Médio, essa porcentagem vai a 32%.

#PráticasInformacionais #EnsinoMédio #IA

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2025-09-16-70-dos-alunos-do-ensino-medio-que-usam-internet-ja-utilizam-ia-para-pesquisas/

O impacto do ensino norte-americano na formação de bibliotecários no Brasil (1929-1961) / Encontros Bibli

O impacto do ensino norte-americano na formação de bibliotecários no Brasil (1929-1961) / Encontros Bibli

O modelo norte-americano de Biblioteconomia, embora aplicado de forma indiscriminada no Brasil, provocou transformações significativas na formação dos bibliotecários ao longo do tempo. A falta de adaptação inicial às realidades sociais, econômicas e culturais do Brasil gerou um distanciamento entre o ensino e as necessidades locais. No entanto, com o tempo, a implementação do ensino superior na área e a eliminação das escolas de nível técnico permitiram a criação de um perfil mais qualificado e proativo de bibliotecários. A expansão do ensino fora do eixo Rio-São Paulo nas décadas de 1950 e 1960 e a formação de novas lideranças regionais foram marcos importantes, refletindo mudanças nas demandas profissionais. (…) A partir dessa evolução, a Biblioteconomia brasileira conseguiu consolidar uma identidade própria, mais adaptada às necessidades do país.

#EnsinoDeBiblioteconomia

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/103558

9º Seminário de Informação em Arte

9º Seminário de Informação em Arte

A Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte no Estado do Rio de Janeiro (REDARTE/RJ), atuante desde 1995, tem como objetivo principal promover, compartilhar e incentivar o uso de recursos que possam contribuir para a produção e/ou disseminação da Informação em Arte.

A nona edição do Seminário será realizada nos dias 8 e 9 de outubro de 2025 e abordará o tema ARTE E ACERVOS EM MUTAÇÃO: DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DAS BIBLIOTECAS DE ARTE.

A Conferência de abertura será proferida por Glòria Pérez-Salmerón, Presidente da Stichting IFLA Global Libraries.

O evento será realizado presencialmente no auditório do Instituto Cervantes, Rio de Janeiro (Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo). Sujeito à lotação.

Também haverá transmissão online.

#EventosCI

Disponível em: https://doity.com.br/9-seminario-de-informacao-em-arte

Bibliotecas NÃO são “mais que livros”! / Hannah Shelley

Bibliotecas NÃO são “mais que livros”! / Hannah Shelley

Mesmo se olharmos além das coleções e para outros serviços que as bibliotecas oferecem – sejam eventos e aulas, serviços de pesquisa especializada, espaços criativos, hora da história, ajuda com a lição de casa, engajamento comunitário ou apenas Wi-Fi e uma mesa – todas essas atividades giram em torno de empoderar os usuários com acesso à informação. São livros.

Quando você diz “mais do que livros” para se distanciar de algum estereótipo ultrapassado, você está acidentalmente se distanciando da sua missão principal. É como um médico dizendo que é “mais do que apenas tratar doenças” — tecnicamente verdade, mas por que você começaria com isso? É uma mensagem dispersa e defensiva. Tenta definir o que você NÃO é em vez do que você É, e nem isso faz de forma eficaz. O que é mais do que livros? O que é mais do que o emblema do conhecimento, das histórias, da alfabetização e de tudo o que as bibliotecas representam?

#Livros #Bibliotecas #FundamentosDeBibloteconomia

via Hannah Shelley

Disponível em: https://hannahshelley.neocities.org/blog/2025_09_26_Morethanbooks

E-learning como estratégia para o desenvolvimento de equipes em editora especializada / Paidéia

E-learning como estratégia para o desenvolvimento de equipes em editora especializada / Paidéia

Este artigo introduz o e-learning como estratégia para o desenvolvimento de equipes. Propõe-se, como objetivo geral, um modelo de e-learning para uma editora especializada em publicações biográficas nas formas de livro, e-book e audiolivro. Como objetivos específicos, discute-se o e-learning como estratégia de educação continuada a distância voltada para as organizações, definem-se as competências e habilidades necessárias para a formação de equipes em editora especializada na publicação de biografias, e se apresentam as plataformas digitais que podem ser utilizadas na produção e gestão de conteúdo para e-learning.

#Editoras #ELearning #EaD

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/82715

Paracetamol e vacinas não são as causas do autismo / Jornal da UNESP

Paracetamol e vacinas não são as causas do autismo / Jornal da UNESP

Pronunciamento de Presidente dos Estados Unidos e do Secretário de Saúde divulgou informações incorretas sobre eventuais causas para o Transtorno do Espectro Autista. Consulta aos artigos científicos evocados para embasar falas revela evidências frágeis e resultados inconclusivos. Postura negacionista ameaça conquistas alcançadas na saúde pública do país. (…)

Temo pelo que possa vir a ocorrer. Se, em menos de um ano, tanto estrago já foi feito na saúde, variando de explosões nos casos de doenças decorrentes da falta de vacinas, passando pela tentativa de ressuscitar uma “alimentação ancestral” e, agora, prescrevendo medicamentos não comprovados para um transtorno cuja causa alegam conhecer, não consigo sequer imaginar o que o futuro reserva.

Mas uma coisa fica clara: coloque um negacionista da ciência no comando de um órgão cujo principal instrumento de trabalho é a própria ciência e, surpresa, ele consegue destruir anos de esforço e conquistas duramente alcançadas.

#Autismo #GovernoTrump #Negacionismo

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2025/09/24/paracetamol-e-vacinas-nao-sao-as-causas-do-autismo/

Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP

Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP

O presente livro é resultado de um processo iniciado nas discussões da disciplina Feminismos e Teoria Crítica, ofertada no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo. Decorrência de uma construção coletiva da turma, este trabalho surgiu em resposta a uma dupla necessidade, sintetizada como os dois objetivos da obra: por um lado, a ideia de propor um registro das discussões que possibilitasse a ampliação das interlocuções, com vistas a evitar que os debates ali iniciados restassem retidos no espaço da sala de aula; e por outro, para contribuir com a disseminação de discussões feministas, antirracistas e decoloniais contemporâneas.

#Dicionários #Feminismo #EducaçãoAntirracista #Decolonialidade

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1711

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

A proporção de doutores pretos subiu de 1,8% do total em 1996 para 6,2% em 2021, enquanto a dos pardos cresceu de 9,7% para 23,3% no período. O antropólogo Pedro Jaime, autor do livro “Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial”, ficou surpreso com o crescimento observado entre os pardos. Esperava um aumento maior no contingente de pretos. “É que temos observado, do ponto de vista antropológico, um deslocamento identitário ao longo do tempo no Brasil com um número maior de pessoas que se viam como pardas passando a se autodeclarar pretas”, explica.

Entre os homens, os brancos com título de doutor recebiam uma remuneração média de R$ 17.657,98, R$ 1.842 mais do que os pretos e R$ 373 mais do que os pardos. Entre as mulheres, o patamar salarial era significativamente inferior: as brancas com título de doutorado têm remuneração média de R$ 14.756,64, quase o mesmo valor recebido pelas pardas e R$ 483 mais do que as pretas.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira #DesigualdadeRacial #DesigualdadeDeGênero

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/