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Repositório digital fortalece a memória e amplia o acesso ao conhecimento produzido no Colégio Pedro II / CI Express

Repositório digital fortalece a memória e amplia o acesso ao conhecimento produzido no Colégio Pedro II / CI Express

O artigo “Implantação do Repositório Institucional Petrus no Colégio Pedro II: história, desenvolvimento e perspectivas”, de Priscila de Assunção Barreto Côrbo, Tatyana Marques de Macedo Cardoso, Douglas Felipe de Andrade, Simone Alves da Silva e Cristiane Almeida Rodrigues, apresenta a trajetória de criação do Repositório Institucional Petrus, plataforma lançada oficialmente em dezembro de 2024 para preservar, organizar e ampliar a visibilidade da produção intelectual do Colégio Pedro II. O estudo demonstra como a implantação do repositório representa um avanço estratégico para a preservação da memória institucional e para o fortalecimento das práticas de Ciência Aberta e Acesso Aberto no Brasil.

#Repositórios

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/reposit%C3%B3rio-digital-fortalece-a-mem%C3%B3ria-e-amplia-o-acesso-ao-conhecimento-produzido-no-col%C3%A9gio-pedro

Legitimada, mas não amada: o que os bibliotecários acadêmicos pensam sobre a IA / Scholarly Kitchen

Legitimada, mas não amada: o que os bibliotecários acadêmicos pensam sobre a IA / Scholarly Kitchen

Quando quase 90% dos bibliotecários acadêmicos dizem que a IA agora é reconhecida como uma ferramenta legítima em sua instituição, pode parecer que o debate foi resolvido. Em nossa recente pesquisa global com 311 bibliotecários em 31 países, esse foi de fato o número principal. Mas a legitimidade, ao que parece, não é o mesmo que entusiasmo – e os dados abaixo desse número contam uma história muito mais complicada. A aceitação no nível institucional não se traduz em convicção no nível pessoal.

De fato, em várias regiões, os bibliotecários se descreveram como mais cautelosos sobre a IA do que os administradores e a equipe acadêmica. Isso talvez não seja surpreendente: ao contrário dos administradores focados na implantação ou pesquisadores entusiasmados com novos recursos, os bibliotecários estão exclusivamente posicionados para ver os benefícios potenciais e as desvantagens práticas da tecnologia.

#IA #Bibliotecários

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/06/23/guest-post-legitimate-but-not-loved-what-academic-librarians-think-about-ai/

Práticas de ciência aberta em humanidades digitais: um estudo de caso na Universidade de Colônia / Acervo

Práticas de ciência aberta em humanidades digitais: um estudo de caso na Universidade de Colônia / Acervo

A ciência aberta é uma proposta alternativa a modelos tradicionais de produção científica, enquanto as humanidades digitais se configuram como um campo que combina métodos computacionais com humanidades. Descrevemos como as práticas de pesquisa em ciência aberta se relacionam com as de humanidades digitais. Os dados foram coletados por meio de questionários, entrevistas e observação direta. Os resultados sugerem que as práticas abertas estão disseminadas, mas ainda há que se avançar na adoção de seus valores.

#CiênciaAberta #HumanidadesDigitais

Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/2753

Sua faculdade precisa de um bibliotecário de IA? / The Chronicle of Higher Education

Sua faculdade precisa de um bibliotecário de IA? / The Chronicle of Higher Education

“Todos nós sabemos que temos uma responsabilidade muito especial neste momento”, disse Daniel D. Chamberlain, vice-diretor de bibliotecas, pesquisa e estratégias digitais do Dartmouth College. Ele contratou recentemente um “bibliotecário de inteligência artificial crítica” focado em apoiar estudantes e promover a alfabetização em IA, além de ajudar “nossas comunidades a compreender a mudança epistêmica decorrente de fontes de informação inferenciais e incertas”, segundo a descrição do cargo.

Somos os responsáveis ​​por garantir o acesso a recursos acadêmicos confiáveis. Refletimos muito sobre o que significa preservar o patrimônio cultural ao longo de décadas e séculos”, afirmou Chamberlain. Todas essas questões, segundo ele, ganham maior relevância neste momento em que a inteligência artificial se configura como uma transformação social, cultural, política e tecnológica mais ampla.

#BibliotecáriosDeIA #IALiteracy

via The Chronicle of Higher Education

Disponível em: https://www.chronicle.com/article/does-your-college-need-an-ai-librarian

Acesse em: https://archive.ph/SxxqT

As políticas públicas de incentivo à leitura e à leitura literária no Brasil / Biblos

As políticas públicas de incentivo à leitura e à leitura literária no Brasil / Biblos

Observa-se que, embora programas de incentivo tenham ampliado o acesso ao livro e à leitura, a formação de leitores literários ainda enfrenta desafios estruturais, especialmente no que se refere à valorização da literatura, à formação de mediadores de leitura e à continuidade das políticas públicas. Conclui-se que a democratização do acesso ao livro, embora necessária, não é suficiente para garantir a formação de leitores críticos, sendo imprescindível a articulação entre políticas públicas consistentes, práticas pedagógicas significativas e valorização da leitura literária no contexto escolar.

#PolíticasPúblicas #Leitura

Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/21359

Mitologia Bibliotecária: Sobre a Autoria do Primeiro Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas (1949) / Infonomy

Mitologia Bibliotecária: Sobre a Autoria do Primeiro Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas (1949) / Infonomy

Esta nota de pesquisa analisa a origem e a persistência desse erro historiográfico por meio de uma revisão de fontes primárias e secundárias. O texto examina o contexto institucional da colaboração entre a IFLA e a UNESCO no pós-guerra; apresenta evidências documentais que confirmam a autoria coletiva do documento — produzido pela Seção de Bibliotecas da UNESCO em cooperação com o Comitê de Bibliotecas Públicas da IFLA; propõe uma hipótese que atribui a confusão ao ensaio sobre bibliotecas que Maurois de fato escreveu para a UNESCO em 1961; e apresenta os resultados de um experimento com sistemas de IA generativa que ilustra como esse erro tem sido perpetuado no ecossistema de informação contemporâneo. A pesquisa conclui que restaurar a autoria coletiva e institucional do Manifesto de 1949 não é apenas um exercício de rigor historiográfico, mas um ato de justiça simbólica para a própria profissão bibliotecária.

#BibliotecasPúblicas #IFLA

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/146

Gestão de dados de pesquisa e Ciência Aberta / Código 31

Gestão de dados de pesquisa e Ciência Aberta / Código 31

Conclui-se que a gestão de dados pelos pesquisadores deve ocorrer por meio do PGD, que orienta as ações ao longo de todo o ciclo de vida dos dados, assegurando preservação, compartilhamento, acesso e reuso. Como contribuição, o estudo oferece orientações conceituais para a gestão de dados de pesquisa, ao detalhar as etapas do ciclo de vida e sua aplicação por meio do PGD, além de fornecer subsídios tanto para a prática de profissionais da informação quanto para o desenvolvimento de políticas institucionais.

#GestãoDeDadosDePesquisa #PlanoDeGestãoDeDados

Disponível em: https://revista.fumec.br/index.php/codigo31/article/view/10699

Todo mundo já usa IA na escola. Quase ninguém usa como método / Revista Educação

Todo mundo já usa IA na escola. Quase ninguém usa como método / Revista Educação

O Brasil é o país onde os estudantes mais usam inteligência artificial no mundo. Não é força de expressão: segundo o Adobe Digital Insights de 2025, lideramos a adoção global de IA entre estudantes, à frente até da Índia. Internamente, a pesquisa da Fundação Itaú confirma a escala — 84% dos estudantes brasileiros já usaram ferramentas de IA.

E não é só o aluno. A mesma pesquisa da Fundação Itaú aponta que 79% dos professores brasileiros já recorreram à IA.

Olhando esses números, parece que vencemos. Não vencemos. Lemos errado.

#EducaçãoBásica #Escolas #IA

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/19/todo-mundo-ja-usa-ia-na-escola/

Quando a ciência sai da estante / Jornal da USP

Quando a ciência sai da estante / Jornal da USP

Portanto, o que frequentemente faz a diferença não está apenas na ciência em si, mas também na eficiência das cadeias de tradução. Quando essas cadeias funcionam bem, ideias que poderiam passar despercebidas podem gerar consequências materiais de proporções consideráveis. Quando falham, mesmo as descobertas importantes permanecem incapazes de promover uma reorganização social significativa.

A pandemia de covid-19 mostrou isso de forma dramática. Nunca a humanidade produziu tanta informação científica em tão pouco tempo. Sequenciamento genético, epidemiologia, imunologia e modelagem matemática avançaram de forma extraordinária. Mas a circulação desse conhecimento encontrou sistemas sociais profundamente fragmentados.

(…) Talvez seja justamente aqui que a ciência da informação, a semiótica e os sistemas complexos se tornem fundamentais para o século 21.

#DivulgaçãoCientífica #Ciência #Universidades

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/quando-a-ciencia-sai-da-estante/

Questões de gênero no catálogo do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará / Palabra Clave

Questões de gênero no catálogo do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará: uma proposta de revisão de termos / Palabra Clave

A análise dos dados foi constituída por 31 termos que abrangem uma variedade de questões elacionadas aogênero homem no catálogo SiBi-UFC e realizada a partir da busca no catálogo SiBi-UFC e na ferramenta Linked Data Service, em que os LCSH estão integrados, e possibilitou a construção das seguintes categorias: Seres humanos (15); Disciplinas (9); Mista (4); Outros (3). (…)

Há as seguintes constatações e recomendações para implantação na política e/ou manual de indexação:

– não usar termos genéricos de gênero, a exemplo de “homem”, substitua por seres humanos, humana, humano, homens, mulheres, gays, lésbicas, conforme o caso;

– evitar a adjetivação dos termos por meio do uso de feminino, de masculino, a exemplo de: em vez de Infratoras femininas, usar “Mulheres Infratoras”, para mulheres e “Homens Infratores”, para homens; utilizar “Enfermeiras”, para mulheres e “Enfermeiros”, para homens, e não enfermeiros do sexo masculino, tampouco enfermeiros masculinos;

#ListasDeCabeçalhoDeAssunto #Gênero #Indexação #PolíticaDeIndexação

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe285

Manual de catalogação da Biblioteca Nacional de Brasília em Marc21 / BN

Manual de catalogação da Biblioteca Nacional de Brasília em Marc21 / BN

Este manual foi elaborado por bibliotecários da Biblioteca Nacional de Brasília e visa a ajudar, de forma rápida e concisa, os profissionais bibliotecários que não possuem experiência em catalogação no formato MARC 21 nos principais campos adotados na catalogação de livros na BNB e quais as regras da AACR2 que são utilizadas nos respectivos campos. Baseado no AACR2 e adaptado para o formato MARC, as recomendações para uso neste manual, não excluem a consulta a outros instrumentos de descrição bibliográfica. Além dos campos descritos neste manual, existem várias outras possibilidades, entretanto, neste documento estão relatados apenas os frequentemente utilizados.

#Catalogação #Marc21 #Manuais

Disponível em: https://bnbdigital.cultura.df.gov.br/wp-content/uploads/tainacan-items/7/2094/Manual-de-catalogacao-atual.-2014.pdf

Avaliação de desempenho em biblioteca universitária – Entrevista com Edonéia Miranda / Divulga-CI

Avaliação de desempenho em biblioteca universitária – Entrevista com Edonéia Miranda / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Edonéia Sampaio da Silva Miranda, mestra em Administração Pública – PROFIAP pela Universidade Federal de Rondônia. Em sua dissertação, Edonéia propôs um modelo de avaliação de desempenho para bibliotecas universitárias, com indicadores voltados à qualidade dos serviços e ao impacto acadêmico. Na entrevista, conheça mais sobre a construção da dissertação e as contribuições da pesquisadora, que recém avançou para o doutorado.

#Entrevista #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/wp-content/uploads/2026/06/ENTREVISTA-Edoneia-Miranda.pdf