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Sob o domínio das big techs: plataformização, colonialismo digital e a experiência literária no Bookstagram / Liinc

Sob o domínio das big techs / Liinc

A análise evidencia que a visibilidade midiática nas plataformas é distribuída de forma desigual, favorecendo formatos e narrativas alinhadas aos interesses comerciais e ao desempenho algorítmico. Isso gera tensões entre autenticidade, engajamento performático e estratégias de monetização. A revisão teórica reflete sobre os efeitos da plataformização, da datificação e da economia da atenção sobre as práticas culturais. Os resultados indicam que, embora os criadores de conteúdo literário desenvolvam estratégias de resistência e valorização de repertórios locais, suas atuações seguem moduladas por infraestruturas algorítmicas que limitam sua autonomia criativa e sua inserção no mercado cultural digital.

#BigTechs #ColonialismoDigital #Bookstagram #MediaçãoAlgorítmica

Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/7607

Publicação de artigos em acesso aberto exige Orcid e vínculo à plataforma da CAPES / CAPES

Publicação de artigos em acesso aberto exige Orcid e vínculo à plataforma da CAPES / CAPES

Ter o Orcid, incluí-lo nas publicações e registrá-lo nos sistemas da CAPES agiliza o pagamento das APC, pois facilita a atualização automática da produção científica e acelera a validação dos artigos elegíveis à publicação nas editoras parceiras.

Antes de submeter seu artigo, é importante verificar algumas condições essenciais para que a CAPES possa autorizar o pagamento da Taxa de Processamento de Artigo (APC).

#APC #CAPES

via CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/publicacao-de-artigos-em-acesso-aberto-exige-orcid-e-vinculo-a-plataforma-da-capes

O complexo ecossistema dos autores hiperprolíficos / Scientometrics

O complexo ecossistema dos autores hiperprolíficos / Scientometrics

Este artigo apresenta uma revisão sistemática da literatura sobre autoria hiperprolífica para examinar como ela é definida, investigada e percebida em diferentes disciplinas. Identificamos 18 artigos que abordam a autoria hiperprolífica e 79 outras contribuições que discutem comportamentos acadêmicos relacionados. Os resultados mostram que não há consenso sobre os limiares ou metodologias para identificar autores hiperprolíficos, com abordagens que variam de análises bibliométricas a avaliações qualitativas. O fenômeno é reconhecido em diversos domínios científicos, mas suas interpretações divergem, desde ser visto como um resultado natural da pesquisa colaborativa até ser enquadrado como uma anomalia estatística ou um sinal de alerta de má conduta. Suas ligações com práticas inadequadas permanecem ambíguas, moldadas por normas disciplinares, estágios de publicação e a intencionalidade dos atores. Ao situar a autoria hiperprolífica dentro de um ecossistema mais amplo de (más) condutas acadêmicas, concluímos que ela não deve ser reduzida a uma única categoria de má conduta, mas sim compreendida como um fenômeno multifacetado e dependente do contexto, com importantes implicações para a integridade e avaliação da pesquisa.

#Autoria #MásCondutasCientíficas

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05563-8

Quadrinhos entram em cena para divulgar ciência / ComCiência

Quadrinhos entram em cena para divulgar ciência / ComCiência

Quando o assunto é a divulgação científica, Vergueiro vê nos quadrinhos uma ferramenta poderosa. “Eles facilitam a compreensão, tornam a comunicação mais direta e ajudam a esclarecer pontos que, em outros formatos, seriam mais difíceis de entender”, explica. Para ele, o caráter lúdico da linguagem visual é um diferencial importante tanto na educação básica quanto na comunicação com o grande público. Mas alerta para a necessidade de explorar de fato os recursos da mídia: muitas vezes, cientistas e divulgadores se limitam a usar os quadrinhos apenas para representar um professor na lousa ou um cientista explicando conceitos, perdendo o potencial narrativo que a linguagem oferece.

Segundo Vergueiro, o caminho mais interessante é explorar a narrativa dos quadrinhos sem depender da “voz de autoridade”, permitindo que os conceitos científicos sejam transmitidos de forma mais criativa e envolvente. Já existem exemplos bem-sucedidos nesse sentido, tanto no Brasil quanto no exterior. Internacionalmente, figuram nomes como o norte-americano Larry Gonick, autor das séries The Cartoon History of… e The Cartoon Guide to…, além da coleção Graphic Guides, publicada pela editora inglesa Icon Books. No Brasil, observa-se um movimento igualmente expressivo: “Temos trabalhos muito bons no país, inclusive ligados à divulgação científica”, reforça Vergueiro, citando o quadrinista Jão (João Garcia), criador da série de tirinhas Os Cientistas em Quadrinhos e o cartunista Marco Merlin, autor das Cientirinhas.

#DivulgaçãoCientífica #Quadrinhos

via ComCiência

Disponível em: https://www.comciencia.br/quadrinhos-entram-em-cena-para-divulgar-ciencia/

Revista da Biblioteconomia do Brasil – nº 92 – Edição temática – Bibliotecas sustentáveis

Revista da Biblioteconomia do Brasil – nº 92 – Edição temática – Bibliotecas sustentáveis

O Manifesto para as Bibliotecas Públicas, atualizado em 2022 pela Federação Internacional das Associações de Bibliotecários e de Bibliotecas (IFLA), em cooperação com o Programa de Informação para Todos (IFAP), da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), afirma que “[…] as bibliotecas públicas contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e para a construção de sociedades mais igualitárias, humanas e sustentáveis”.

#BibliotecasSustentáveis #BibliotecasVerdes #MeioAmbiente #MudançasClimáticas

Disponível em: https://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1464

Política e o posicionamento das bibliotecas acadêmicas / The Journal of Academic Librarianship

Política e o posicionamento das bibliotecas acadêmicas / The Journal of Academic Librarianship

O engajamento político para um posicionamento ideal dentro do ambiente universitário é vital para as bibliotecas acadêmicas, com consequências para o reconhecimento, influência, recursos e perspectivas. Pode haver, no entanto, uma relutância entre os funcionários da biblioteca em participar da política universitária, às vezes por sentimentos de desprezo e pela sensação de que isso entra em conflito com os valores da biblioteca. A falha em abraçar a dimensão política da vida universitária acarreta alto risco, pois a política é central para a tomada de decisões, especialmente sobre recursos cuja escassez gera intensa competição entre muitos atores poderosos. Os riscos são altos e o Journal of Academic Librarianship reconheceu a importância da política por meio de uma coluna regular há uma década. (…) Conclui que o esforço político é inevitável e proeminente no campus, gerando muitos engajamentos políticos para as bibliotecas acadêmicas que impactam seu posicionamento e aos quais elas trazem uma mistura de fatores vantajosos e desvantajosos. O posicionamento é tanto político quanto prático, e a equipe da biblioteca acadêmica pode desenvolver as habilidades, os instintos e os hábitos necessários para o sucesso.

#Política #Bibliotecas #BibliotecasUniversitárias #GestãoDeBibliotecas #GestãoUniversitária

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.acalib.2026.103224

Impactos cognitivos do uso excessivo das redes sociais: atenção, memória e emoção / Encontros Bibli

Impactos cognitivos do uso excessivo das redes sociais: atenção, memória e emoção / Encontros Bibli

Resultados: Os achados indicam que o uso excessivo das redes sociais está associado a prejuízos na atenção, à sobrecarga e redução da capacidade de memória e a alterações emocionais, como ansiedade e baixa tolerância à frustração. Tais efeitos repercutem na produtividade, na qualidade das interações sociais e no bem-estar geral.

Conclusões: O estudo oferece subsídios para compreender os impactos cognitivos do uso intensivo das redes sociais e para fundamentar estratégias que minimizem efeitos negativos, incentivando práticas digitais mais equilibradas.

#MidiasSociais #Cognição #Memória #Emoção

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/108315

Debate sobre polilaminina poderia elucidar fronteiras da ciência / Folha de S. Paulo

Debate sobre polilaminina poderia elucidar fronteiras da ciência / Folha de S. Paulo

Querendo ou não, Sampaio foi parar numa posição em que justamente a lógica e as fronteiras da ciência –o que é honesto ou não afirmar com base nela– precisam ser discutidas, com compaixão, mas também com a mais absoluta clareza, diante de toda a população.

Quando ela diz que não vê a ciência como o valor humano supremo, sou capaz de assinar embaixo com tranquilidade. Mas ela ainda é de longe o melhor mecanismo para elucidar como o mundo funciona.

Seria uma enorme contribuição se a pesquisadora se dispusesse a liderar o debate, sem desmerecer a fé das pessoas (com cruz e tudo), mas também ajudando-as a entender que a fé não pode ser vista como mágica. No longo prazo, seria um legado tão importante quanto o de um possível novo tratamento.

#Ciência #Polilaminina

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldojoselopes/2026/02/debate-sobre-polilaminina-poderia-elucidar-fronteiras-da-ciencia.shtml

O início das HQs no Brasil / Pesquisa Fapesp

O início das HQs no Brasil / Pesquisa Fapesp

Republicado em 2013 pelo Senado Federal, Nhô Quim antecipou recursos formais que os quadrinhos norte-americanos só viriam a apresentar no início do século XX, como a utilização de um mesmo cenário em quadros consecutivos. No âmbito mundial, a obra tida pela crítica como a primeira HQ moderna é Yellow Kid, do cartunista norte-americano Richard Felton Outcault (1863-1928). Surgida em 1895, quase três décadas após Nhô Quim, Yellow Kid fazia uso de balões de fala, ao contrário da série brasileira, que apresentava legendas posicionadas abaixo de cada quadro.

No Brasil, o estabelecimento de um marco zero das HQ tem gerado controvérsias, uma vez que não existe consenso a respeito do que define uma história em quadrinhos. Em 2024, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro organizou uma exposição em homenagem ao “autor da primeira história em quadrinhos do Brasil”, o artista francês Sébastien Sisson (1824-1898). Sua narrativa pioneira, O namoro, quadros ao vivo, saiu em 15 de outubro de 1855 no jornal O Brasil Ilustrado, 14 anos antes de Nhô Quim.

#HistóriasEmQuadrinhos

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-inicio-das-hqs-no-brasil

O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? / SCiELO

O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? / SciELO

Em Navigating the landscape of AI literacy education: insights from a decade of research (2014–2024)6, a revisão integrativa, conduzida por pesquisadores e publicada na Humanities and Social Sciences Communications, mapeou a evolução do campo de letramento em IA na última década (2014–2024) e identificou uma lacuna persistente: apesar do crescimento exponencial de publicações sobre IA na educação, a formação conceitual permanece secundária em relação ao treinamento técnico-instrumental. O campo evoluiu em volume, mas não necessariamente em profundidade.

Essa constatação tem implicações diretas para as instituições de ensino e pesquisa. Se o letramento em IA é, como sugere a literatura, condição para o uso eficaz e responsável dessas ferramentas, então sua promoção não pode depender apenas de iniciativas individuais de professores sensibilizados. Precisa ser tratada como uma questão institucional integrada a currículos, programas de pós-graduação e políticas de formação docente.

#IALiteracy

via SciELO

Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2026/02/25/o-dilema-do-professor-na-era-da-ia-ensinamos-o-prompt-ou-o-processo-cientifico/

Guia para prevenir e lidar com o assédio sexual em bibliotecas / IberBibliotecas

Guia para prevenir e lidar com o assédio sexual em bibliotecas / IberBibliotecas

O Guia para Abordar e Prevenir o Assédio Sexual em Bibliotecas foi criado em resposta à necessidade de contribuir para a proteção dos direitos de meninas, adolescentes e mulheres, bem como de outros grupos vulneráveis, no âmbito das ações realizadas em espaços culturais, particularmente em bibliotecas.
Duas questões foram levadas em consideração: o entendimento de que outras instituições e autoridades estatais em cada país são diretamente responsáveis ​​por abordar essa questão; e a criação de um documento que não seja um protocolo definitivo, mas sim uma ferramenta com recursos para ajudar cada biblioteca a estabelecer seus próprios mecanismos de resposta a casos de assédio sexual em seus espaços.

#AssédioSexual #Bibliotecas #Guias

Disponível em: https://travesia.mcu.es/items/63a2efeb-540a-407c-91c6-d2dc0a2d48bb

Weak Signals Report 2026: Desenvolvimentos emergentes que podem influenciar o futuro imediato das bibliotecas e seu ambiente / IFLA

Weak Signals Report 2026: Desenvolvimentos emergentes que podem influenciar o futuro imediato das bibliotecas e seu ambiente / IFLA

“Weak Signals” é um termo da área de Pensamento Futuro, usado para descrever tendências em estágio inicial. Diferentemente de uma “tendência”, um sinal fraco é um desenvolvimento ou fenômeno que ainda não se generalizou e pode nunca vir a se generalizar. No entanto, se isso acontecer, poderá ter impactos significativos no tema em estudo — em nosso caso, bibliotecas e o ambiente mais amplo de conhecimento e informação.

Buscamos identificar sinais fracos para levar em consideração possíveis desenvolvimentos futuros que possam afetar a adequação e o sucesso de nossos planos e estratégias. Alguns — a maioria — não se transformarão em tendências consolidadas, mas se tivermos considerado aqueles que se consolidarem, estaremos mais bem preparados para um mundo moldado por eles.

via IFLA

#Tendências #Bibliotecas #IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/2a9a423b-9038-4cb2-b98e-af7b1d919971