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Recomendação para visualização de dados: Revisão da literatura e perspectivas futuras / Information Visualization

Recomendação para visualização de dados: Revisão da literatura e perspectivas futuras / Information Visualization

Este trabalho visa aprimorar a compreensão das recomendações de visualização de dados, sintetizando a literatura atual para identificar lacunas de pesquisa e delinear os requisitos iniciais para o desenvolvimento de protótipos e ferramentas nessa área. Para tanto, realizamos um mapeamento sistemático da literatura, seguido de uma busca em cadeia progressiva, abrangendo o período de 2017 a 2025, por meio do qual selecionamos e analisamos cuidadosamente 89 artigos sobre recomendações de visualização de dados. Apresentamos uma visão geral dos sistemas de recomendação de visualização, identificando as técnicas empregadas e categorizando os estudos com base em diferentes abordagens de recomendação. Também orientamos a seleção de algoritmos e métodos para o desenvolvimento de sistemas de recomendação automáticos e semiautomáticos, além de apresentar lições aprendidas e possibilidades para pesquisas futuras.

#VisualizaçãoDeDados

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/14738716251409351?mi=ehikzz

261 mil pesquisas sobre câncer têm características similares às de artigos fraudulentos / Acessa

261 mil pesquisas sobre câncer têm características similares às de artigos fraudulentos / Acessa

Um total de 261 mil textos científicos sobre câncer que saíram entre 1999 e 2024 contêm características similares a publicações produzidas por fábricas de artigos, de acordo com um novo estudo. Ou seja, podem ter sido feitos de forma fraudulenta. O saldo representa 10% dos trabalhos a respeito da doença mantidos no PubMed, que reúne uma grande quantidade de literatura biomédica.

#FábricasDePapers #MásCondutasCientíficas #InformaçãoEmSaúde

via Acessa

Disponível em: https://www.acessa.com/noticias/2026/02/310614-261-mil-pesquisas-sobre-cancer-tem-caracteristicas-similares-as-de-artigos-fraudulentos.html?utm_source=chatgpt.com

Universidades precisam se reinventar na era da inteligência artificial / Jornal da USP

Universidades precisam se reinventar na era da inteligência artificial / Jornal da USP

Segundo o TIC Educação, aqui no Brasil, 70% dos estudantes do ensino médio, 40% do ensino fundamental e 85% dos estudantes brasileiros universitários utilizaram ou utilizam a inteligência artificial em seus estudos. Esses investimentos para levar a inteligência artificial nos sistemas de educação crescem exponencialmente no mundo todo, impulsionados pelas big techs, que querem atrair os alunos desde os primeiros anos escolares. Não é à toa que muitos professores resistem a essa adoção massificada da inteligência artificial e orientada pelas grandes empresas. O problema é que é muito difícil recusar, ignorar ou contornar a expansão da inteligência artificial. A IA realiza muitas atividades que as universidades tradicionalmente ensinam: analisa informações complexas, escreve ensaios, resume em textos, programa, traduz, gera imagens, vídeos, áudios.”

#IA #Universidades #Educação

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/universidades-precisam-se-reinventar-na-era-da-inteligencia-artificial/

Geração Z lidera temor sobre IA no trabalho, diz pesquisa / Giz

Geração Z lidera temor sobre IA no trabalho, diz pesquisa / Giz

O estudo da Randstad, uma das maiores agências de recrutamento do mundo, entrevistou 27 mil trabalhadores e 1.225 empregadores em 35 mercados globais. Além disso, analisou mais de 3 milhões de anúncios de emprego para compor o relatório.

“A Geração Z é a geração mais preocupada. Enquanto os Baby Boomers mostram maior autoconfiança e são os menos preocupados com o impacto da IA e sua capacidade de adaptação”, destaca o documento.

A pesquisa revelou que quase metade dos trabalhadores teme que as novas tecnologias beneficiem mais as empresas do que os próprios funcionários. Há também uma diferença significativa na percepção sobre o desempenho dos negócios: cerca de 95% dos empregadores preveem crescimento para 2026, enquanto apenas 51% dos funcionários compartilham essa visão otimista.

#IA #Trabalho #GeraçãoZ

Disponível em: https://gizbr.uol.com.br/impacto-ia-mercado-trabalho/

Seriam os bibliotecários a chave para ensinar IA Literacy? / CBC

Seriam os bibliotecários a chave para ensinar IA Literacy? / CBD

Bibliotecários escolares e de instituições de ensino superior já auxiliam estudantes com estratégias de pesquisa e alfabetização midiática, direitos autorais e novas tecnologias. Isso os torna profissionais ideais para ensinar sobre o poder e os riscos da IA ​​e como utilizá-la de forma ética para impulsionar, em vez de comprometer, o aprendizado.

No entanto, estudantes — da educação infantil ao ensino superior — perdem essa valiosa expertise se os bibliotecários forem negligenciados enquanto o setor educacional se adapta à IA.

#Bibliotecas #IALiteracy

Disponível em: https://www.cbc.ca/news/canada/librarians-teach-ai-9.7055661

Taxonomia e metadados / Leitura e Contexto

Taxonomia e metadados / Leitura e Contexto

Portanto, diante da complexidade informacional, quando a taxonomia se esgota, quando não é mais suficiente para filtrar a busca, entram em cena os metadados. Isso porque chega-se a um estágio em que não cabe mais essa hierarquia, ou seja, quando já não consegue abarcar todas as possibilidades de recuperação e contextualização.

Eles ampliam o horizonte, são “dados sobre dados”, atributos específicos anexados ao arquivo que permitem buscas transversais, independentemente de onde o arquivo esteja guardado. Podemos dizer que os metadados são o DNA da Informação.

Os metadados permitem buscas cruzadas, filtros refinados, interoperabilidade entre sistemas e maior precisão na recuperação da informação, especialmente em ambientes digitais e repositórios eletrônicos. Eles vão na especificidade do documento, porque cada um é único, tem seus próprios dados, ou seja, a característica da unicidade do documento arquivístico.

#Metadados #Taxonomia

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/02/taxonomia-e-metadados.html

O objetivo foi desmistificar: como uma biblioteca colonial de Nairóbi foi restaurada e devolvida ao povo / The Guardian

O objetivo foi desmistificar: como uma biblioteca colonial de Nairóbi foi restaurada e devolvida ao povo / The Guardian

O único edifício no Quênia protegido por uma lei do parlamento, a biblioteca tem raízes coloniais, construída por Lucie McMillan em memória de seu marido, Sir William Northrup McMillan, um colono nascido nos Estados Unidos. Foi inaugurada em 1931 como um espaço “somente para brancos”, e a segregação racial persistiu até 1958, quando a prefeitura assumiu sua administração.

Estamos construindo um acervo de nível internacional, com foco especial no fortalecimento da seção africana.

O edifício inspirou Wachuka e Koinange a fundarem a Book Bunk, um projeto dedicado à restauração de bibliotecas negligenciadas. Agora, quase uma década depois de terem passado pela primeira vez por aqueles seis pilares imponentes e enxergado além da deterioração, seu trabalho foi registrado em How to Build a Library (Como Construir uma Biblioteca), um filme de dois cineastas quenianos, Maia Lekow e Christopher King.

#Bibliotecas #ImpactoDasBibliotecas

via The Guardian

Disponível em: https://www.theguardian.com/global-development/2026/feb/16/the-goal-has-been-to-demystify-how-a-colonial-nairobi-library-was-restored-and-given-back-to-the-people

Museu Britânico, em Londres, retira palavra “Palestina” de exposição sobre antigo Médio Oriente / CCA

Museu Britânico, em Londres, retira palavra “Palestina” de exposição sobre antigo Médio Oriente / CCA

O Museu Britânico, em Londres, retirou a palavra “Palestina” do percurso expositivo dedicado ao antigo Médio Oriente, na sequência de queixas sobre a sua utilização para descrever uma região e civilização, noticiou o jornal The Telegraph.

Segundo o jornal, hoje citado pelas agências internacionais, os mapas e painéis informativos do museu referentes ao antigo Egito e aos navegadores Fenícios tinham escrita a palavra “Palestina” para designar a costa oriental do Mediterrâneo, e alguns povos estavam descritos como “de ascendência palestiniana”.

O Museu Britânico decidiu fazer alterações no seguimento de uma carta que recebeu da associação UK Lawyers for Israel (Advogados do Reino Unido por Israel), segundo a qual “aplicar um único nome – Palestina – retrospetivamente a toda uma região, ao longo de milhares de anos, apaga as mudanças históricas e cria uma falsa ideia de continuidade”.

#Exposição #Museus #Palestina

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/museu-britanico-em-londres-retira-palavra-palestina-de-exposicao-sobre-antigo-medio-oriente/

A França retirará seus dados científicos da Microsoft / TRT Français

A França retirará seus dados científicos da Microsoft / TRT Français

A França decidiu deixar de hospedar seus dados científicos em servidores da Microsoft. O governo francês anunciou que o Health Data Hub, um repositório de dados de saúde lançado em 2019, deixará os data centers da empresa americana e migrará para um novo operador soberano, evitando assim a legislação dos EUA. Essa decisão foi comunicada em um comunicado oficial divulgado na sexta-feira.

A partir de segunda-feira, o governo iniciará um processo para selecionar um novo provedor de hospedagem qualificado, designado sob o selo “ScNumCloud”. Esse selo garante que o operador escolhido não estará sujeito à legislação não europeia, excluindo assim gigantes da computação em nuvem como Microsoft, Amazon Web Services e Google, que estão sujeitos às leis extraterritoriais dos EUA. (…)

A decisão da França de deixar de usar a Microsoft para seus dados científicos reflete uma tendência mais ampla na Europa, onde as preocupações com a segurança de dados e a soberania digital são cada vez mais urgentes. Os governos europeus buscam reduzir sua dependência das gigantes americanas da tecnologia, priorizando soluções locais e fortalecendo as regulamentações de proteção de dados.

#SoberaniaDigital #DadosDePesquisa

via TRT Français

Disponível em: https://www.trtfrancais.com/article/7177050fa633

O problema da percepcão pública da universidade pública / Questão de Ciência

O problema da percepcão pública da universidade pública / Questão de Ciência

Tanto o IPC quanto a percepção sensorial do vinho e as opiniões sobre universidades, ainda que não correspondam diretamente à realidade dos objetos avaliados, influenciam decisões e reputações, como a imagem institucional do país, a posição de um rótulo num catálogo de vinhos e o grau de apoio da população ao ensino superior público. Em qualquer dessas situações, reagir com arrogância e desmerecer o observador não é a melhor maneira de fortalecer a própria marca.

As universidades públicas, ao se apresentarem cada vez mais como agentes políticos-morais, tratando a promoção direta de uma perspectiva particular de justiça social como parte da sua missão principal, e não apenas como instituições dedicadas ao ensino, à pesquisa e à extensão, mudam o cenário em que são avaliadas. Para uma parcela do público, o juízo deixa de incidir sobre os resultados científicos e a qualidade da formação oferecida, e passa a se organizar em torno de valores identitários e ideologias.

#UniversidadesPúblicas

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/02/16/o-problema-da-percepcao-publica-da-universidade-publica

Ações inclusivas do bibliotecário multiplicador da competência em informação / Ciência da Informação em Revista

Ações inclusivas do bibliotecário multiplicador da competência em informação / Ciência da Informação em Revista

Entre os resultados, constatou-se que a deficiência visual é a condição mais estudada nos trabalhos identificados. Em relação aos recursos acessíveis, são utilizados o sistema DosVox e Jaws. Em muitos casos, os bibliotecários não recebem treinamentos para lidar com os recursos de acessibilidade, que, de forma geral, não são promovidos pelo ambiente de trabalho. Os bibliotecários estão se mobilizando para promover ações e práticas inclusivas no âmbito de sua atuação como multiplicadores da competência em informação, assim também para fomentar o desenvolvimento das ações inclusivas. Além disso, notou-se que a acessibilidade atitudinal e a realização de pesquisas e ações sobre as deficiências são necessárias e imprescindíveis no sentido de incluir as pessoas com deficiência nesses processos e não apenas promover ações para elas.

#Inclusão #CoInfo #PessoasComDeficiência #Acessibilidade

Disponível em: https://periodicos.ufal.br/cir/article/view/20153

Relatório de Monitoramento de Marrakech 2026 / IFLA

Relatório de Monitoramento de Marrakech 2026 / IFLA

O Tratado foi acordado em Marraqueche em 2013 e representa um marco por seu foco nos interesses dos usuários, ou seja, pessoas com deficiência visual – cegueira, baixa visão e outras condições que impossibilitam o uso de livros e outros materiais impressos da mesma forma que as demais pessoas.

Ele aborda a falha de mercado criada pelo sistema internacional de direitos autorais vigente, que deixava a responsabilidade de decidir sobre a conversão de livros e outros materiais em formatos acessíveis a cargo das editoras e demais detentores de direitos. Essa situação também significava que não havia segurança jurídica para o compartilhamento desses materiais além-fronteiras.

#IFLA #TratadoDeMarraqueche

via IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/f2aeb144-9830-4592-a1a5-6888b0a354e5