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A leitura no mundo digital / RBE

A leitura no mundo digital / RBE

As práticas de leitura das crianças e jovens mudaram profundamente ao longo da última década. Entre manuais digitais, plataformas educativas, pesquisas online, redes sociais, jogos e mensagens instantâneas, o contacto com textos digitais tornou-se parte integrante do quotidiano. A escola, e muito particularmente a biblioteca escolar, é hoje chamada a compreender este novo ecossistema e a preparar os alunos para ler, compreender e avaliar a informação num ambiente cada vez mais complexo e dinâmico.

A evolução acelerada da tecnologia tornou a leitura digital mais presente, mas também mais exigente. A partir dos contributos de Teaching Reading Comprehension in a Digital World, é possível identificar linhas essenciais que ajudam a compreender este novo território de literacia.

#LeituraDigital #LeituraEscritaECultura

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/a-leitura-no-mundo-digital-3026953

Como a Inteligência Artificial virou disciplina obrigatória para alunos no Piauí / G1

Como a Inteligência Artificial virou disciplina obrigatória para alunos no Piauí / G1

Implementado no início de 2024, o programa “Piauí Inteligência Artificial” colocou o estado ao lado de países como China, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, nações que vem apostando no ensino de IA. Segundo o governo do Piauí, o projeto alcança, atualmente, mais de 120 mil estudantes da rede pública, resultado da capacitação de aproximadamente 800 professores em 540 unidades escolares.

O programa foi desenvolvido em parceria com o Instituto Federal Farroupilha (IFFar), a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), instituições com experiência na formação docente e na elaboração de referenciais curriculares alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

#IALiteracy #EducaçãoBásica #BNCC

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2025/12/01/como-a-inteligencia-artificial-virou-disciplina-obrigatoria-para-alunos-no-piaui.ghtml

Google Scholar Metrics e OpenAlex: construção de indicadores para medir impacto e visibilidade de periódicos / PPGCI – UFSC

Google Scholar Metrics e OpenAlex: construção de indicadores para medir impacto e visibilidade de periódicos / PPGCI – UFSC

O Google Scholar Metrics apresenta-se como uma alternativa para a avaliação de impacto de periódicos, especialmente por sua ampla cobertura em áreas como Ciências Humanas e Sociais. No entanto, o sistema possui limitações significativas, como a ausência de uma API, a falta de uma lista mestre de periódicos que dificulta sua utilização em análises de larga escala. Diante desse cenário, a presente pesquisa teve como objetivo propor um framework (GSM-ALEX_metrics) para análise em grande escala dos periódicos indexados no Google Scholar Metrics, fundamentado na integração com dados bibliográficos abertos do OpenAlex. O método combinou procedimentos de extração automatizada de dados do Google Scholar Metrics com técnicas de integração de metadados provenientes do OpenAlex. Foram desenvolvidos scripts para coleta, tratamento e validação das informações. 

#GoogleAcadêmico #OpenAlex #FerramentasOnline #Bibliometria

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270439

O que os estudantes universitários perdem quando as bibliotecas são ignoradas? / The Scholarly Kitchen

O que os estudantes universitários perdem quando as bibliotecas são ignoradas? / The Scholarly Kitchen

Com muita frequência, a biblioteca não é totalmente incluída nas discussões que orientam a aprendizagem dos alunos e o apoio acadêmico. Seja no planejamento curricular, na implementação de tecnologias acadêmicas ou em iniciativas de apoio ao estudante, as bibliotecas e os bibliotecários são, por vezes, deixados de lado. Quando a biblioteca é tratada como infraestrutura de fundo, em vez de um ambiente ativo de aprendizagem, toda a missão acadêmica fica enfraquecida. Os alunos perdem o acesso ao ensino da pesquisa. Os docentes perdem colaboradores que podem reforçar o pensamento crítico e a avaliação de fontes. As instituições perdem um espaço fundamental onde a integridade acadêmica, a inclusão e a curiosidade intelectual são cultivadas, e a comunidade de pesquisa em geral perde uma base vital para sustentar esses princípios.

#BibliotecasUniversitárias

via The Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2025/12/02/guest-post-what-do-college-students-lose-when-libraries-are-ignored/

A Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa / ABC

A Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa / ABC

A principal tensão nessa área diz respeito ao uso da “cientometria”: em que medida a avaliação da pesquisa pode estar baseada em métricas quantitativas como o número de citações dos artigos científicos ou o fator de impacto dos periódicos em que são publicados?

A posição da agência europeia é cristalina: tal como a NSF, o ERC aderiu formalmente à Dora (Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa), a qual bane o uso de tais métricas, apontando que “o conteúdo científico de um artigo é muito mais importante do que as métricas da publicação ou o nome do respectivo periódico científico”. Assim, seus julgamentos estão baseados exclusivamente em avaliações qualitativas (subjetivas!) do conteúdo de cada projeto realizadas por especialistas renomados. Foi assim que o ERC construiu um padrão de excelência respeitadíssimo, um dos raros consensos no complexo cenário europeu.

#AvaliaçãoDaCiência #DORA #DeclaraçãoDeSãoFranscisco

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/12/03/a-declaracao-de-sao-francisco-sobre-avaliacao-de-pesquisa/

Pesquisa: LLMs respondem de forma diferente em inglês e chinês / Harvard Business Review

Pesquisa: LLMs respondem de forma diferente em inglês e chinês / Harvard Business Review

Encontramos tendências culturais consistentes em modelos de IA generativa quando solicitados em diferentes idiomas. Especificamente, quando solicitados em inglês (em comparação com o chinês), tanto o GPT quanto o ERNIE exibiram uma orientação social mais independente (em comparação com a interdependente) e um estilo cognitivo mais analítico (em comparação com o holístico). Por exemplo, pedimos aos modelos de IA que explicassem por que uma pessoa se comportava de determinada maneira em situações cotidianas. Quando solicitados em inglês, os modelos tendiam a atribuir o comportamento à personalidade da pessoa. Em contraste, quando solicitados em chinês, o mesmo modelo tendia a atribuir o comportamento ao contexto social. Como um exemplo hipotético, imagine que você, como líder, peça à IA para diagnosticar a causa da falha de um projeto. Um comando em inglês pode direcionar o modelo para explicações centradas na responsabilidade individual, enquanto um comando em chinês pode apontar para influências externas, como restrições de recursos. Essas tendências culturais se mantiveram em uma ampla gama de tarefas, parâmetros de modelo e formatos de comando.

#MediaçãoAlgorítmica #ChatGPT #ERNIE #Cultura

via Harvard Business Review

Disponível em: https://hbr.org/2025/12/how-two-leading-llms-reasoned-differently-in-english-and-chinese

‘Palavras do ano’ já não dizem nada / Folha de S. Paulo

‘Palavras do ano’ já não dizem nada / Folha de S. Paulo

Os dicionários até têm lutado para transcender o plano dos modismos digitais, mas não é fácil. Onde mais se movimenta discurso em larga escala nos dias de hoje? Todas as principais escolhas de 2025 são desse campo semântico. O Cambridge elegeu “parasocial”, nome das relações unilaterais que algumas pessoas travam com celebridades e chatbots.

O Collins optou por “vibe coding”, o ato de pedir a IAs que criem aplicativos e sites em vez de programá-los você mesmo. São escolhas honestas, tentativas de nomear o inominável mundo novo. No entanto, incapazes de transcender e comentar a realidade.

É como se a sobra de linguagem necessária para produzir sentido crítico-histórico tivesse sido abduzida pela máquina discursiva engendrada pelas big techs, que simula a novidade sem sair do lugar.

#Palavras

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/12/palavras-do-ano-ja-nao-dizem-nada.shtml

Como a imprensa brasileira avaliou a COP30: tensões, omissões e avanços limitados / Observatório de Imprensa

Como a imprensa brasileira avaliou a COP30: tensões, omissões e avanços limitados / Observatório de Imprensa

A cobertura da COP30 pela imprensa brasileira expôs uma fratura clara entre o discurso político que buscava apresentar a conferência como um marco de implementação e a percepção jornalística de que o encontro terminou com mais promessas do que caminhos concretos. Ao analisar o conjunto de reportagens, percebe-se que jornalistas privilegiaram explicitar tensões, contradições e omissões do texto final, especialmente num contexto em que a COP ocorria na Amazônia e sob grande expectativa global.

A leitura conjunta das matérias revela que a imprensa brasileira optou por um enquadramento crítico da COP30, privilegiando a identificação de omissões e inconsistências do acordo final. Em vez de se limitar a reproduzir o discurso diplomático, os veículos se dedicaram a situar o encontro em seu contexto político e territorial. Realizada na Amazônia, território-símbolo das tensões climáticas, a conferência foi acompanhada por um jornalismo que buscou medir a distância entre anúncio e ação, promessa e entrega.

#COP30

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/observatorio-de-jornalismo-ambiental/como-a-imprensa-brasileira-avaliou-a-cop30-tensoes-omissoes-e-avancos-limitados/

Corpo, memória cultural e informação no Quilombo do Cafundó – Entrevista com Thais Pereira da Silva / Divulga-CI

Corpo, memória cultural e informação no Quilombo do Cafundó – Entrevista com Thais Pereira da Silva / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Thais Pereira da Silva, doutora em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo. Em sua tese, Thais evidenciou que narrativas, danças, língua, gestos e expressões corporais funcionam como suportes informacionais que sustentam e perpetuam saberes, identidades e heranças ancestrais. Na entrevista, conheça a construção da tese, o processo de pós-graduação e as expectativas da pesquisadora.

#Entrevistas #Memórias #SaberesAncestrais

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/corpo-memoria-cultural-e-informacao-no-quilombo-do-cafundo-entrevista-com-thais-pereira-da-silva/

Bibliotecas na Era da IA: Salvaguardando o Patrimônio Cultural e a Confiança

Bibliotecas na Era da IA: Salvaguardando o Patrimônio Cultural e a Confiança

As bibliotecas são pilares vitais das sociedades democráticas e, no mundo atual em rápida transformação, seu papel na promoção de uma comunidade informada e engajada é mais crucial do que nunca. Como provedoras essenciais de serviços públicos, as bibliotecas estão bem equipadas para enfrentar os desafios sociais emergentes, como a transformação digital por meio da adoção da Inteligência Artificial (IA).

Nossas evidências de bibliotecas nacionais mostram que a adoção da IA ​​nos serviços bibliotecários é predominantemente uma questão de governança, ética e resiliência institucional. Se as bibliotecas permanecerem invisíveis nas estratégias de Inteligência Artificial, a Europa corre o risco de perder uma oportunidade única de usar instituições públicas confiáveis ​​como impulsionadoras de uma transformação digital equitativa e democrática. Sua experiência destaca tanto as oportunidades (maior acesso, eficiência e inovação) quanto os riscos (viés, exclusão, dependência de provedores de serviços externos e subfinanciamento).

#Bibliotecas #IA #Tendências #Patrimônio

Disponível em: https://librarin.eu/download/23036

Princípios do monitoramento da ciência aberta / Open Science Monitoring Initiative

Princípios do monitoramento da ciência aberta / Open Science Monitoring Initiative

Estes Princípios se concentram em três pilares fundamentais: (1) relevância e significância, (2) transparência e reprodutibilidade e (3) autoavaliação e uso responsável. Foram elaborados considerando diferentes contextos, capacidades e recursos das partes interessadas, levando em conta, de forma consistente, tanto os resultados qualitativos quanto os quantitativos. É importante ressaltar que os Princípios não se destinam à avaliação de pesquisadores individuais. Além disso, têm um caráter mais inspirador do que prescritivo. Esperamos que estes Princípios sirvam como estrutura para sistemas de monitoramento da ciência aberta, tanto passados ​​quanto futuros, e que sejam endossados ​​mundialmente.

via Open Science Monitoring Initiative

#CiênciaAberta

Disponível em: https://open-science-monitoring.org/principles/

Acesse também em: https://zenodo.org/records/17760149

Um megafone para pesquisa / Research Information

Um megafone para pesquisa / Research Information

O momento da divulgação também reforça significativamente o impacto. Publicar as conclusões quando são relevantes para os debates atuais multiplica sua influência. Isso exige o acompanhamento de discussões políticas, ciclos de notícias e conversas entre profissionais. Quando surgirem oportunidades, ter materiais prontos para distribuição imediata é fundamental.

A indústria editorial e a comunidade científica estão começando a perceber a conexão entre a visibilidade da pesquisa e seu impacto social, mas, frequentemente, os pesquisadores precisam atuar como comunicadores também. Nem todos têm o perfil adequado para esse papel. Surgem provedores de comunicação científica, mas poucos possuem a expertise necessária para amplificar a ciência ao longo de todo o ciclo de pesquisa. Em um ecossistema onde milhões de estudos competem por atenção, uma pesquisa excelente sem comunicação estratégica não atingirá seu potencial. A lacuna entre descoberta e aplicação não se fechará sozinha. Para superá-la, é preciso tratar a comunicação como parte integrante do processo de pesquisa, e não como um mero complemento.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

via Research Information

Disponível em: https://www.researchinformation.info/viewpoint/a-megaphone-for-research/