Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação / RISC

Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação / RISC

Os resultados indicam um aumento recente nas publicações, com pico entre 2020 e 2022, período associado a transformações sociopolíticas que ampliaram a visibilidade global dos debates antirracistas. É evidente a proeminência de pesquisadoras negras em posições de liderança tanto em nível internacional quanto nacional, assim como uma forte concentração geográfica da produção científica em instituições estadunidenses, com o Brasil como um dos principais centros do Sul Global. Os artigos científicos predominam em bases de dados internacionais, enquanto no Brapci, destacam-se também os anais da ENANCIB, evidenciando seu papel na circulação de agendas críticas no contexto brasileiro. A análise temática revela diferenças entre os circuitos de publicação: as bases de dados internacionais apresentam abordagens mais transversais ligadas à diversidade e inclusão, enquanto o Brapci enfatiza perspectivas críticas e decoloniais. Conclui-se que essa agenda, embora em expansão, ainda possui representatividade relativamente baixa na produção científica da área.

#ProduçãoCientífica #Branquitude #Raça #BiblioteconomiaNegra

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42222

Justicia informacional antirracista / Revista Interamericana De Bibliotecología

Justicia informacional antirracista / Revista Interamericana De Bibliotecología

A justiça informacional baseia-se no princípio de que as pessoas são fontes de informação, sujeitos informacionais e buscadores de informação, como infere Kay Mathiesen. Nesse sentido, para que a justiça informacional exista, pressupõe-se a necessidade de acesso justo à informação, independentemente da filiação étnica ou racial, religião, identidade de gênero, orientação sexual e outros marcadores sociais dos sujeitos. Partindo da tese de que as vidas de pessoas negras são influenciadas pela branquitude, racismo e ideologia racial como instrumentos de poder racial, esta pesquisa questiona como bibliotecários podem abordar a justiça informacional antirracista em sociedades afro-latino-americanas, como o Brasil.

#JustiçaInformacional #BiblioteconomiaNegra

Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/RIB/article/view/360800

Da formação à pesquisa: uma jornada antirracista em Biblioteconomia e Ciência da Informação / Divulga-CI

Da formação à pesquisa: uma jornada antirracista em Biblioteconomia e Ciência da Informação

“Minha dedicação segue no sentido de incluir o debate sobre questões raciais na formação de estudantes de Biblioteconomia, Gestão e Ciência da Informação, tanto na graduação quanto na pós-graduação, com o propósito de contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.” afirma o professor e pesquisador Dr. Erinaldo Dias Valério, da Universidade Federal de Pernambuco.

via Divulga-CI

#BiblioteconomiaNegra #EducaçãoAntirracista

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-11-nov-2024/da-formacao-a-pesquisa-uma-jornada-antirracista-em-biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao-por-erinaldo-dias-valerio/

Por quê construir uma Biblioteconomia brasileira interseccional? Pontos preliminares para pensarmos num campo (encruzilhada) social / Divulga-CI

Por quê construir uma Biblioteconomia brasileira interseccional? Pontos preliminares para pensarmos num campo (encruzilhada) social

“Temos, aí, a missão de construir um campo, com perspectiva e atuação anticapitalista, antirracista, antipatriarcal, anticapacitista, para a promoção de um mundo mais habitável para todo mundo. Então, qual papel você irá assumir para a implementação de uma Biblioteconomia Interseccional?” apresenta a pesquisadora e professora Andreia Sousa da Silva, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina.

via Divulga-CI

#BiblioteconomiaInterseccional

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-11-nov-2024/por-que-construir-uma-biblioteconomia-brasileira-interseccional-pontos-preliminares-para-pensarmos-num-campo-encruzilhada-social-por-andreia-sousa-da-silva/

Manifestações de microagressões raciais na educação bibliográfica: enfoque no trauma racial / Palabra Clave

Manifestações de microagressões raciais na educação bibliográfica: enfoque no trauma racial

As microagressões mais frequentes ocorrem nas categorias de Deslegitimação/Invalidação e Amenaza/Intimidação, e as formas de opressão se cruzam com a opressão de gênero, racial e sexual na experiência educativa dos estudantes negros na educação superior. Com a escalada, descobriu-se que as microagressões raciais tiveram consequências traumáticas e, junto com as categorias de opressão observadas, tiveram um impacto duradouro na vida dos estudantes negros observados.

#Racismo #Interseccionalidade #BiblioteconomiaNegra

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe228

Biblioteconomia negra e teoria racial crítica: entrevista com Franciéle Garcês

Biblioteconomia negra e teoria racial crítica: entrevista com Franciéle Garcês

No curso aprendemos desde disciplinas que vão desde Fundamentos da Biblioteconomia até Tecnologias da Informação e Comunicação sem nem entender qual foi a contribuição negra na área, mesmo sem entender como os bibliotecários foram preparados para atender as demandas da população negra do Brasil, que representam mais de 54% da população brasileira.

#BiblioteconomiaNegra #Entrevista

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/bibliotecologia-negra-y-teoria-critica-racial-entrevista-a-franciele-garces-da-silva/

Do incômodo nasceu o caminho: do ensino bibliotecário às epistemologias negro-africanas em Biblioteconomia e Ciência da Informação

Do incômodo nasceu o caminho: do ensino bibliotecário às epistemologias negro-africanas em Biblioteconomia e Ciência da Informação

Minha tese, hoje livro intitulado “Biblioteconomia Negra: das epistemologias negro-africanas à Teoria Crítica Racial” (Malê, 2023), nasceu do incômodo. Esse incômodo me acompanhou durante a vida inteira enquanto mulher negra nascida no Rio Grande do Sul e no Brasil, ambos, estado e país, forjados no insidioso racismo estruturante e estruturador das vidas, relações sociais e experiências de sujeitos negros.

via Divulga-CI

#BiblioteconomiaNegra #EpistemologiasNegraAfricanas

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-1-n-9-nov-2023/do-incomodo-nasceu-o-caminho-do-ensino-bibliotecario-as-epistemologias-negro-africanas-em-biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao-por-franciele-garces/

Lançada nova edição da Bibliomar, da Universidade Federal do Maranhão l #Inovaçã…

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Lançada nova edição da Bibliomar, da Universidade Federal do Maranhão l #Inovação #AtuaçãoProfissional #Tendências #Informação #Filmes #Biblioterapia #GestãoDoConhecimento #LiteraturasAfricanas #FormaçãoProfissional #BiblioteconomiaNegra #RevistasCI periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibl… https://t.co/XdOpazwzAZ
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Acesse o item em: http://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/issue/view/859

#Biblioteconomia Negra Brasileira, por Franciéle Garcês |“[…] apesar da existê…

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Fonte : Projeto Informe-CI