Arquivos de 7 de junho de 2025

Oficina “Discurso e representação: lendo palavras e imagens em Dom Casmurro” / UFG

Oficina “Discurso e representação: lendo palavras e imagens em Dom Casmurro”

Oficina promovida pelo Laboratório de Processos, Produtos e Instrumentos de Tratamento Temático da Informação (LAPPITTI) da Universidade Federal de Goiás, junto ao projeto de extensão universitária “Capacitação em Análise Temática da Informação e Estruturação de Resumos”.

#Cursos #UFG #MachadoDeAssis

via UFG

Disponível em: https://ufg.br/e/37770-oficina-discurso-e-representacao-lendo-palavras-e-imagens-em-dom-casmurro

Recurso para universidade pública é investimento, não privilégio / ABC

Recurso para universidade pública é investimento, não privilégio

As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da produção científica do Brasil e ampla formação de quadros profissionais. Ao classificá-las como parte de “modelo custoso, iníquo e de baixo incentivo à eficiência”, o editorial desconsidera sua contribuição inestimável para o desenvolvimento econômico e social do país.

Apesar do pouco investimento, o Brasil ocupa a 13ª posição no ranking global de publicações científicas, sendo a maioria vindas de universidades públicas. Índice da Nature sobre líderes na ciência mostra que, de 137 instituições acadêmicas brasileiras listadas, metade são federais, distribuídas por todas as regiões.

#UniversidadesPúblicas

via Academia Brasileira de Ciências

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/06/04/recurso-universidade-publica-investimento-nao-privilegio/

Os verdadeiros arquitetos do debate público: o império das big techs / Jornal da USP

Os verdadeiros arquitetos do debate público: o império das big techs

No livro Big Tech: A ascensão dos dados e a morte da política, o autor Evgeny Morozov examina como essas corporações estão redefinindo as relações de poder e questiona se ainda há espaço para a política tradicional em um mundo governado por algoritmos e dados. A ascensão das big techs se deve à capacidade de coletar, processar e monetizar dados em uma escala sem precedentes. Os dados se tornaram o novo petróleo, mas seu valor reside na habilidade de analisá-los e transformá-los em predições comportamentais.

#BigTechs

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/os-verdadeiros-arquitetos-do-debate-publico-o-imperio-das-big-techs/

As contribuições de Adelaide Hasse para a Biblioteconomia na primeira metade do Século XX / PPGCI-UFSC

As contribuições de Adelaide Hasse para a Biblioteconomia na primeira metade do Século XX

Adelaide R. Hasse, iniciou sua carreira na biblioteconomia, em 1889, momento em que as discussões em torno dos sistemas de classificação haviam atingido seu ápice. No entanto, esses sistemas não abrangiam todo o acervo de uma biblioteca. Havia uma certa coleção que não poderia ser classificada e catalogada de acordo com as regras padrões utilizadas, a Série do Congresso, composta de documentos governamentais. Kelso, então, incubiu a Hasse a organização dessa série. É neste momento que o interesse por documentos governamentais é despertado em Hasse. No decorrer de sua carreira, ela se debruça nesta tipologia e produz material com o intuito de auxiliar os bibliotecários que encontrassem a mesma dificuldade.

#FundamentosDaCI #Bibliotecárias #HistóriaDaCatalogação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265550

Procedimentos para avaliação do MEC / UFRGS

Procedimentos para avaliação do MEC

Esta página informa procedimentos e orientações para auxiliar as bibliotecas setoriais a atenderem os critérios utilizados na avaliação de cursos de graduação realizadas pelo Ministério da Educação (MEC).

É importante que as bibliotecas observem os procedimentos relacionados ao suporte oferecido pela Biblioteca Central.

(Passo a passo das Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

#VisitaDoMEC

via UFRGS

Disponível em: https://www.ufrgs.br/documenta/d/procedimentos-para-avaliacao-de-curso-pelo-mec/

Tópicos sobre dados abertos para editores científicos / IBICT

Tópicos sobre dados abertos para editores científicos

Entre os temas desenvolvidos nesta publicação, estão: data papers e as novas possibilidades de editoração científica; gestão e abertura de dados em uma variedade de contextos; o papel dos repositórios de dados; web de dados, web semântica e linked data na Ciência Aberta; propriedade intelectual e direito autoral para dados de pesquisa; a interface entre dados abertos e o processo de indexação; princípios FAIR na Ciência Aberta; políticas editoriais e de Ciência Aberta; entre outros tópicos atuais e de interesse da comunidade editorial científica.

#LivrosCI #Editoração #CiênciaAberta #FAIR #PolíticasEditoriais #DadosDePesquisa

Disponível em: https://labcotec.ibict.br/omp/index.php/edcotec/catalog/book/114

Nonada em inglês? A saga de uma década para traduzir o ‘intraduzível’ ‘Grande Sertão: Veredas’ / Folha de S. Paulo

Nonada em inglês? A saga de uma década para traduzir o ‘intraduzível’ ‘Grande Sertão: Veredas’

“Grande Sertão: Veredas” é o Monte Everest do mundo da tradução. Como verter para outro idioma um romance experimental de 600 páginas sem divisão por capítulos, narrado por um jagunço que conta uma epopeia no sertão de Minas Gerais com neologismos, onomatopeias, paranomásias, aliterações e assonâncias?

Foi essa a pergunta que a australiana Alison Entrekin se fez em 2014, quando aceitou tocar um projeto para traduzir o clássico de Guimarães Rosa para o inglês.

#Tradução #Literatura

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/03/nonada-em-ingles-a-saga-de-uma-decada-para-traduzir-o-intraduzivel-grande-sertao-veredas.shtml

Morre Niède Guidon, arqueóloga, aos 92 anos / Café e História

Morre Niède Guidon, arqueóloga, aos 92 anos

Nascida em Jaú (SP), em 1933, Guidon formou-se em História Natural pela USP e concluiu doutorado em arqueologia pré-histórica na Sorbonne, em Paris. A partir da década de 1970, liderou escavações no Piauí que desafiaram paradigmas científicos ao apresentar evidências de presença humana nas Américas há mais de 50 mil anos, muito antes do que indicavam as teorias tradicionais.

#Arqueologia

via Café e História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/morre-niede-guidon/

Memoricídio: perspectivas sob a ótica da Ciência da Informação / PPGCI – UFF

Memoricídio: perspectivas sob a ótica da Ciência da Informação

Assim, traçamos uma investigação arqueológica sobre o conceito de memoricídio, explorando contextualmente os processos pelos quais este se consolidou, analisamos seu arcabouço teórico e o exploramos por um viés dos estudos de memória no âmbito da Ciência da Informação. Como resultado identificamos que o conceito se estabeleceu no contexto dos conflitos nos Bálcãs, por volta dos anos 1990; destacamos os principais elementos que constituem sua base teórica, como a memória; o patrimônio; a destruição/esquecimento; e a intencionalidade; propomos uma nova categorização para o conceito, o distinguindo entre memoricídio extremo e cotidiano; e verificamos a proximidade entre os estudos de memória com a biblioclastia na Ciência da Informação

#Memoricídio #Biblioclastia #MemóriaSocial

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/38503

A Biblioteca Nacional e a censura à literatura erótica na Ditadura Militar / RIC

A Biblioteca Nacional e a censura à literatura erótica na Ditadura Militar

o levantamento realizado, identificamos um déficit no envio das obras publicadas no período, mas não detectamos a sua ocorrência por interferência governamental, contudo, constatamos que ocorreu uma censura a posteriori, executada com a visita de militares realizando fiscalizações in loco, oficialmente, nos armazéns onde se acondicionavam as publicações periódicas, e camufladamente, como pesquisadores habituais buscando publicações bibliográficas desaprovadas pelo governo. Também identificamos ações realizadas por bibliotecários, visando à proteção de obras proibidas, tais como: ocultamento em cofre e armário, retirada de fichas de identificação do catálogo dicionário, mudança física de obras de estantes e seção. Concluímos que houve ação governamental de tentativa de subtração de acervo, embora não tenha havido interferência direta no Depósito Legal. Houve também, uma reação dos bibliotecários à essas tentativas de eliminação, aplicando técnicas silenciosas de salvaguarda às publicações censuradas.

#Censura #DitaduraMilitar #LiteraturaErótica

Disponível em: https://periodicos.ufersa.edu.br/ric/article/view/14087

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO) / RBBD

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO)

O objetivo deste trabalho é investigar a promoção do conhecimento amazônico e da informação étnico-racial científica no âmbito das obras publicadas pela EDUFRO. Para tanto, foi contextualizada a EDUFRO, a partir de seu Regimento interno e sua Política Editorial, abordada a informação étnico-racial científica e o combate às injustiças epistêmicas no campo editorial. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva. Foram mapeadas e avaliadas as obras publicadas pela EDUFRO entre 2001 e 2023. Como resultados, foram encontradas 61 obras distribuídas entre os enfoques temáticos que atendem ao objetivo da pesquisa: Amazônia e Rondônia, Povos indígenas, Povos imigrantes e Estudos de Gênero e sexualidade.

#EditorasUniversitárias #UNIR #Amazônia #Representatividade #PovosIndígenas

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2129