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A montanha-russa emocional da publicação acadêmica / Scholarly Kitchen

A montanha-russa emocional da publicação acadêmica / Scholarly Kitchen

Os autores não são os únicos membros da cadeia de valor da comunicação acadêmica com emoções envolvidas. Para editores e publicadores, a alegria está em obter a primeira classificação de Fator de Impacto da revista. Pessoalmente, lembro-me vividamente de quando o Bangladesh Journal of Plant Taxonomy , onde atuei como Editor Executivo, obteve sua primeira classificação em junho de 2010. Que validação emocionante de todo o trabalho árduo!

A melhoria das classificações futuras nos deixa ainda mais satisfeitos e motivados. Por outro lado, existem muitos periódicos, frequentemente publicações nacionais e regionais, que se contentam em ter artigos suficientes para publicar uma edição. As caixas de entrada e pastas de spam dos autores continuam sendo inundadas com solicitações desses periódicos, que nem sempre são os chamados periódicos predatórios.

O medo para editores e publicadores pode surgir da retratação de artigos após alguma falha no processo de publicação ou de ataques desenfreados de publicações que visam apenas a produção em massa de artigos. Vivemos tempos de ansiedade, enquanto nossa comunidade luta para lidar com artigos e resenhas escritos por IA e para responder a mudanças drásticas nas políticas nacionais.

#Publicação #Periódicos #Emoção

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/07/06/the-emotional-rollercoaster-of-scholarly-publishing/

Claude Science

Claude Science

A pesquisa científica é frequentemente trabalhosa. Os pesquisadores precisam lidar com dezenas de bancos de dados — cada um com seu próprio esquema —, enfrentar formatos de arquivo que exigem pipelines de dados e visualizadores personalizados, e alternar entre diversas ferramentas: PubMed, Jupyter, R, terminal de cluster, entre outras.

O Claude Science reúne essas ferramentas fragmentadas em um único ambiente de pesquisa, onde os cientistas podem realizar todas as etapas do seu trabalho. Ele auxilia na análise de literatura e na execução de pesquisas de múltiplas etapas, gera artefatos detalhados e permite o refinamento iterativo de figuras e manuscritos até que estejam prontos para publicação. Cada resultado gerado traz um histórico auditável de sua criação, possibilitando a validação e a reprodução dos resultados. Assim como um Jupyter Notebook, o Claude Science pode ser acessado onde você já trabalha: localmente no macOS ou Linux, ou em uma máquina remota via SSH ou nó de login de HPC.

#Claude #PesquisaCientífica #IA

Disponível em: https://www.anthropic.com/news/claude-science-ai-workbench

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP

Para ser ética, a pesquisa precisa:

  • Respeitar o participante da pesquisa em sua dignidade e autonomia, reconhecendo sua vulnerabilidade, assegurando sua vontade de contribuir e permanecer, ou não, na pesquisa, por intermédio da manifestação expressa, livre e esclarecida;
  • Ponderar entre riscos e benefícios, tanto conhecidos como potenciais, individuais ou coletivos, comprometendo-se com o máximo de benefícios e o mínimo de danos e riscos;
    Garantir que danos previsíveis sejam evitados; e
  • Ter relevância social, o que garante a igual consideração dos interesses envolvidos, não perdendo o sentido de sua destinação sócio humanitária.

via CONEP

#IntegridadeEmPesquisa #IntegridadeCientífica #CONEP

Disponível em: https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/camaras-tecnicas-e-comissoes/conep

Aplicações de inteligência artificial em bibliotecas universitárias brasileiras / Informação e Sociedade

Aplicações de inteligência artificial em bibliotecas universitárias brasileiras / Informação e Sociedade

O bibliotecário contemporâneo precisa, além do domínio técnico, compreender algoritmos, lidar com vieses e garantir a integridade da informação. Seu papel tornase mais estratégico: supervisionar a IA validar conteúdos e promover o acesso equitativo e ético à informação. Como destacam Araújo, Handke e Debastiani (2024), ao automatizar tarefas repetitivas, a IA possibilita que o bibliotecário se concentre em funções mais criativas, como o desenvolvimento de serviços personalizados, a formação digital e a inovação. Dessa forma, esse profissional, na era da IA, não é substituído, mas sim fortalecido em sua relevância. Torna-se curador de significados e guardião da qualidade e ética da informação no século XXI (Oliveira et al., 2024)

#IA #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/view/74167

Bibliotecas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: contributos, evidências e narrativas na década de ação (2020-2030) / Evora

Bibliotecas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: contributos, evidências e narrativas na década de ação (2020-2030) / Evora

ste estudo analisa o contributo das bibliotecas públicas portuguesas para a Agenda 2030 a partir dos projetos distinguidos pelo Prémio “Bibliotecas: Desenvolvimento e a Agenda 2030”, promovido pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. Os projetos premiados constituem um conjunto representativo de práticas inovadoras e de estratégias de intervenção alinhadas com os princípios do desenvolvimento sustentável. A investigação segue uma abordagem qualitativa, apoiada em referenciais da IFLA e em instrumentos orientados para o alinhamento e evidência do contributo bibliotecário para os ODS. A análise centra-se particularmente na forma como os impactos são estruturados e comunicados através de narrativas institucionais. Os resultados destacam o potencial das bibliotecas enquanto agentes de transformação social e demonstram a relevância do storytelling na valorização e visibilidade do seu impacto sustentável.

#Agenda2030 #Bibliotecas #DesenvolvimentoSustentável

Disponível em: https://dspace.uevora.pt/rdpc/handle/10174/42275

A importância de uma boa rotina de segurança / Preservabiblio

A importância de uma boa rotina de segurança / Preservabiblio

Quando falo em “segurança preventiva”, estou me referindo àquelas rotinas mais básicas da biblioteca: registro de quando o usuário entra e sai, proibição de bolsas e mochilas, portas e janelas que fecham da maneira correta, chaves bem guardadas e um controle de onde estão, coisas assim. Aliás — como estão essas rotinas na sua biblioteca?

No artigo da Revista ABDF, argumento o uso de medidas de segurança preventiva a partir do processo de gerenciamento de riscos, considerando um foco nos processos e rotinas que podem nos auxiliar a não depender apenas das câmeras e alarmes.

A segurança preventiva a partir do gerenciamento de riscos foca em ações de tratamento que considerem os 5 estágios de controle de riscos (Evitar, Bloquear, Detectar, Responder, Recuperar — principalmente os 3 primeiros) e os 6 níveis de envoltório do acervo (Região, Entorno, Edifício, Sala, Mobiliário, Embalagem/Suporte), e no artigo o tratamento sugerido são as “boas práticas de segurança preventiva” (…)

#FormaçãoDeColeções #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://preservabiblio.substack.com/p/a-importancia-de-uma-boa-rotina-de

O que um autor deve fazer? Bibliotecas paralelas na era da IA / Slaw

O que um autor deve fazer? Bibliotecas paralelas na era da IA / Slaw

Processos judiciais contra bibliotecas paralelas não são novidade – editoras e criadores vêm tentando remover obras criativas pirateadas da internet desde que ela existe, como demonstra a lista quase interminável de processos judiciais publicada no blog Torrentfreak . O que emergiu nos últimos anos é que esses processos agora enfatizam o papel que sites como o Anna’s Archive desempenham no treinamento de grandes modelos de linguagem (LLMs), visto que “a atuação das editoras é agora especialmente crítica à luz de relatos de que o Anna’s Archive está ativamente anunciando que fornecerá acesso de alta velocidade – e de fato já forneceu – a desenvolvedores de sistemas de IA de modelos de linguagem de grande porte (“LLMs”) e corretores de dados.”

#Pirataria #AnnasArchive #Bots #CreativeCommons #DireitosAutorais

via Slaw

Disponível em: https://www.slaw.ca/2026/05/08/whats-an-author-to-do-shadow-libraries-in-the-age-of-ai/

Escrever artigos e projetos de pesquisa exige habilidades diferentes / Science Arena

Escrever artigos e projetos de pesquisa exige habilidades diferentes / Science Arena

O artigo situa o problema em um cenário de pressão crescente: a competição por financiamento externo nos Estados Unidos aumentou nas últimas duas décadas, com queda nas taxas de aprovação de propostas tanto no NIH (Institutos Nacionais de Saúde) quanto na NSF (Fundação Nacional de Ciência) em relação a vinte anos atrás, ainda que o número de propostas submetidas tenha recuado um pouco desde o pico registrado em 2021.

As autoras também recuperam um estudo de referência, que identificou uma incongruência entre os objetivos dos doutorandos, o treinamento recebido e as carreiras que de fato seguem — dentro ou fora da academia.

#EscritaCientífica #Pesquisadores #Desigualdade

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/escrever-artigos-e-projetos-de-pesquisa-exige-habilidades-diferentes/

China desestimula publicação de estudos em revistas científicas de fora do país / Folha de S. Paulo

China desestimula publicação de estudos em revistas científicas de fora do país / Folha de S. Paulo

Artigos de autores baseados na China representaram quase um terço do total global no SCI – um banco de dados dos principais periódicos científicos internacionais – em 2024, contra 5% duas décadas antes.

Mas a ênfase em publicações indexadas no SCI também criou incentivos que alimentam má conduta acadêmica, incluindo registros de publicação inflados e artigos baseados em dados manipulados ou fabricados.

Pequim revelou nos últimos anos regras destinadas a reduzir a dominância do SCI na avaliação acadêmica, que tem sido descrita na China como “culto ao SCI”.

Em agosto passado, a Fundação Nacional de Ciências Naturais da China exigiu pela primeira vez que pelo menos 20% dos artigos representativos produzidos por seus projetos financiados fossem publicados em periódicos chineses.

#Ciência #China #ScienceCitationIndex

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2026/07/china-desestimula-publicacao-de-estudos-em-revistas-cientificas-de-fora-do-pais.shtml

Inteligência artificial, ética e pesquisa em comunicação e informação na sociedade digital, por Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Milton Shintaku / Divulga-CI

Inteligência artificial, ética e pesquisa em comunicação e informação na sociedade digital, por Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Milton Shintaku / Divulga-CI

“Na pesquisa em comunicação e informação, a IA pode reconfigurar objetos e metodologias de investigação. Algoritmos, plataformas, cultura de dados, desinformação e comunicação automatizada consolidam-se como novos objetos de estudo em uma sociedade orientada por dados.” propõem os pesquisadores Profa. Dra. Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Prof. Dr. Milton Shintaku, do Grupo de Pesquisa “Estudos sobre ferramentas para gestão de redes de participação social”/IBICT.

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/inteligencia-artificial-etica-e-pesquisa-em-comunicacao-e-informacao-na-sociedade-digital-por-rosilene-paiva-marinho-de-sousa-e-milton-shintaku/

Comunicação entre bibliotecários e usuários: estamos conseguindo nos conectar? / Soy Bibliotecario

Comunicação entre bibliotecários e usuários: estamos conseguindo nos conectar? / Soy Bibliotecario

No universo das bibliotecas, não apenas utilizaremos tecnologias diversas, mas também precisaremos garantir que nosso estilo de comunicação e nosso conteúdo sejam concisos, claros, precisos e acessíveis. Isso levanta uma série de questões relacionadas a bibliotecas e museus:

Já temos uma ideia clara de como comunicamos ou disseminamos informações? Faremos isso por meio de interações diretas entre pessoas? Que canais utilizaremos para garantir que os usuários recebam o que precisam? Dispomos de um cadastro de contatos ou como faremos essa gestão? A comunicação ocorrerá via redes sociais ou pelo nosso site institucional? As informações serão transmitidas por meio de webinars, blogs, podcasts, newsletters ou outros formatos? Qual é o melhor meio para garantir que, uma vez online, o conteúdo possa ser acessado por qualquer usuário? As redes de bibliotecas desempenharão algum papel na disseminação para assegurar que a mensagem chegue ao seu destino? Todas as bibliotecas estão equipadas para receber comunicações online? Elas conseguem interagir, colaborar ou receber informações em tempo real? Como levaremos as informações até as bibliotecas mais remotas? A IA intervirá e alterará o conteúdo durante o processo de comunicação? A biblioteca está preparada para combater a desinformação? Será capaz de eliminar ou reduzir vieses e manter a ética da informação?

via MarketingEmBibliotecas

via Soy Bibliotecario

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2026/07/la-comunicacion-entre-bibliotecarios-y.html

Chegou a hora da IA ​​na revisão por pares, e as políticas de publicação precisam reconhecer isso / Scholarly Kitchen

Chegou a hora da IA ​​na revisão por pares, e as políticas de publicação precisam reconhecer isso / Scholarly Kitchen

As consultas e discussões em curso na WCRI oferecem uma oportunidade importante para começar a estabelecer um consenso em torno dos princípios fundamentais que já estão surgindo em todo o setor: transparência, responsabilidade, confidencialidade, supervisão e limites claros sobre onde a IA pode — e onde não pode — apoiar a revisão por pares. Essas discussões não devem se limitar a tópicos de debate em conferências; elas devem servir de base para diretrizes práticas e expectativas harmonizadas que periódicos, editores e revisores possam aplicar de forma eficaz.

Se o setor não agir, a lacuna entre política e prática continuará a aumentar. O uso de IA na revisão por pares não desaparecerá; ele simplesmente permanecerá desigual, insuficientemente visível e regido por normas inconsistentes. Isso representa um risco para a confiança. O objetivo não é tratar a IA como uma solução ou como uma ameaça à revisão por pares, mas sim definir onde ela pode apoiar adequadamente o processo, onde deve haver restrições e como a responsabilidade humana pode ser preservada em todas as etapas. O que se faz necessário agora são diretrizes práticas e oportunas que reflitam a evolução real da revisão por pares e ajudem o setor a responder com consistência e confiança.

#RevisãoPorPares #IA

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/06/30/guest-post-now-is-the-time-for-ai-in-peer-review-and-publishing-policies-need-to-recognize-this/