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A Comunidade de Madrid lidera o primeiro estudo científico em Espanha sobre redes sociais e menores: impacto direto na sua insegurança e ansiedade / Madrid

A Comunidade de Madrid lidera o primeiro estudo científico em Espanha sobre redes sociais e menores: impacto direto na sua insegurança e ansiedade / Madrid

  • Pesquisadores das Universidades Rey Juan Carlos e Pontifícia Comillas alertam que o design do TikTok gera ansiedade em 42% dos menores quando não recebem uma resposta imediata.
  • 67% das meninas e 39% dos meninos de 16 e 17 anos expressam altos níveis de insegurança se não conseguem acessar o Instagram.
  • 76,5% das meninas e 57% dos meninos de 15 a 17 anos sentem ansiedade se não recebem respostas instantâneas às mensagens.
  • Os Ministérios da Educação e da Saúde estão coordenando um programa para detectar comportamentos de risco nas escolas.
  • O Ministério da Família mantém campanhas de conscientização e, desde 2018, oferece um Serviço de Apoio ao Vício Tecnológico.

#MídiasSociais #Ansiedade #PráticasInformacionais #Espanha #Jovens #Crianças

via Madrid

Disponível em: https://www.comunidad.madrid/sites/default/files/doc/servicios-sociales/260209_np_fjas_estudio_cientificio_redes_sociales.pdf

Colaboração científica sem voos: a adaptação da Ucrânia em tempos de guerra / Scientometrics

Colaboração científica sem voos: a adaptação da Ucrânia em tempos de guerra / Scientometrics

Apesar do fechamento total do espaço aéreo ucraniano e das severas restrições à mobilidade, o número de publicações internacionais em coautoria afiliadas a instituições ucranianas aumentou 14% no período pós-2022. Com base em dados do SciVal de 2019 a 2024, este comentário explora as mudanças no volume, na estrutura disciplinar e no alcance geográfico da colaboração internacional da Ucrânia. Os resultados sugerem que a resiliência institucional, as práticas herdadas de colaboração remota e o apoio global sem precedentes compensaram a perda da mobilidade física. Em vez de contradizer as conclusões de Ploszaj, o caso ucraniano as complementa, demonstrando que, quando as infraestruturas convencionais desaparecem, mecanismos alternativos podem sustentar e até mesmo expandir a cooperação científica global. O caso da Ucrânia oferece, portanto, uma perspectiva única sobre a colaboração em contextos de restrição.

#GuerraNaUcrânia #ColaboraçãoCientífica

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05576-3

Publique seus artigos sem custos ! / ABC

Publique seus artigos sem custos ! / ABC

Expectativa é de que sejam publicados 6 mil artigos nos periódicos da Springer, 12 mil na Elsevier e 600 artigos na ACM por ano, ampliando a quantidade de papers em acesso aberto escritos por autores brasileiros nessas revistas.

No caso da Springer e Elsevier, o convênio é válido apenas para títulos que adotam o chamado modelo híbrido, no qual as revistas, embora cobrem assinaturas, abrem a possibilidade de publicação de estudos em acesso aberto se os autores desembolsarem uma taxa. Agora, pesquisadores brasileiros não precisarão pagar nada.

Não há limite para o número de papers a serem publicados, mas alguns títulos importantes estão fora do acordo, como as da coleção Nature, disponíveis apenas para leitura. Segundo a Capes, atualmente a editora não contempla a publicação ilimitada nas revistas da marca Nature nesse tipo de acordo, e o volume de artigos de autores brasileiros nesses títulos ainda é reduzido.

#APC #CAPES

via ABC

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/noticias/publicar-sem-custos/

O que é integridade científica hoje em dia? / The Conversation

O que é integridade científica hoje em dia? / The Conversation

Num contexto em que a produção científica está sujeita a múltiplas pressões e em que teorias pseudocientíficas circulam nas redes sociais, a integridade científica surge, mais do que nunca, como um dos pilares da confiança na ciência. Convidamos você a descobrir as conclusões do livro Integridade Científica: Sociologia das Boas Práticas, de Catherine Guaspare e Michel Dubois, publicado pela PUF em 2025.

A integridade científica é uma prioridade institucional amplamente reconhecida. Para além da detecção e do tratamento de condutas científicas inadequadas, a maioria das instituições de ensino superior e de pesquisa partilha hoje o objetivo comum de promover uma cultura de boas práticas de pesquisa.

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/quest-ce-que-lintegrite-scientifique-aujourdhui-273594

Revistas predatórias: um fenômeno global que afeta a comunidade científica de forma desigual / Open Science

Revistas predatórias: um fenômeno global que afeta a comunidade científica de forma desigual / Open Science

Em dezembro passado, três pesquisadores — Kyle Siler, Philippe Vincent-Lamarre e Vincent Larivière — publicaram um estudo no servidor de pré-publicações SocArXiv, com o objetivo de mapear as práticas de publicação em periódicos científicos duvidosos em todo o mundo. O estudo revela que pesquisadores de países em desenvolvimento publicam proporcionalmente mais em editoras predatórias, mas que são os países ricos que financiam esse mercado.

Para realizar este estudo, os autores utilizaram o Lacuna, um banco de dados que haviam iniciado em 2021 para um estudo anterior publicado na Nature. Esse recurso reúne quase 910.000 artigos publicados até 2020 por editoras provavelmente predatórias (Austin, MedCrave, OMICS, SciencePG, SCIRP e Serials) ou editoras de “zona cinzenta” (Frontiers, Hindawi, MDPI e Academic Journals), além de, para comparação, 54 milhões de artigos “convencionais” indexados na Web of Science entre 2008 e 2020.

#RevistasPredatórias

via Open Science

DIsponível em: https://openscience.pasteur.fr/2026/02/12/les-revues-predatrices-un-phenomene-mondial-qui-touche-inegalement-la-communaute-scientifique/

Um framework para avaliar a confiabilidade das descobertas da pesquisa científica / PNAS

Um framework para avaliar a confiabilidade das descobertas da pesquisa científica / PNAS

Um intenso debate surgiu sobre a confiabilidade dos resultados de pesquisas científicas em diversas áreas. A pergunta “o que torna os resultados de uma pesquisa confiáveis?” suscita respostas diferentes dependendo da ênfase dada à integridade e ética da pesquisa, aos métodos de pesquisa, à transparência, à inclusão, à avaliação e revisão por pares ou à comunicação acadêmica. Cada uma dessas perspectivas oferece uma visão parcial. Propomos uma abordagem sistêmica que se concentra em verificar se a pesquisa é responsável, avaliável, bem formulada, se foi avaliada, se controla vieses, se reduz erros e se as afirmações são justificadas pelas evidências. Vinculamos cada um desses componentes a indicadores mensuráveis ​​de confiabilidade para avaliar a própria pesquisa, os pesquisadores que a conduzem e as organizações que a apoiam. Nossos objetivos são oferecer uma estrutura que possa ser aplicada a diferentes métodos, abordagens e disciplinas e fomentar a inovação no desenvolvimento de indicadores de confiabilidade. O desenvolvimento de indicadores válidos aprimorará a condução e a avaliação da pesquisa e, em última análise, a compreensão e a confiança do público.

#FontesDeInformação #PesquisaCientífica #IntegridadeEmPesquisa #ÉticaNaPesquisa

Disponível em: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2536736123

Métodos de revisão em publicações em educação no Brasil: usos e silêncios (2000-2016) / Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos

Métodos de revisão em publicações em educação no Brasil: usos e silêncios (2000-2016) / Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos

Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa que problematizou os estudos de revisão na área de Educação e que foi referenciada pela revisão sistemática, cujo objetivo é identificar e analisar as evidências das pesquisas, em um conjunto pré-determinado de fontes, conforme critérios específicos. (…) Os critérios para a composição do corpus incluíram a presença de termos alusivos à revisão e/ou análise bibliográfica no título e nas palavras-chave dos textos fontes. Ao todo foram mapeadas 113 publicações e, nesse universo, o recorte proposto deu relevo a 37 delas, em face do distanciamento observado quanto aos regramentos compartilhados pela literatura especializada que balizou a pesquisa relatada. Evidenciou-se que, apesar do uso crescente dos métodos de revisão, nem todas as produções compartilham os aspectos sinalizados em parte importante da bibliografia, inclusive quanto às tipologias, suas diferenças e seus usos no campo da Educação. Isso resulta em níveis diferentes de profundidade, notadamente quanto à problematização das concepções de pesquisa em disputa.

#RevisãoBibliográfica

Disponível em: https://doi.org/10.24109/2176-6681.rbep.106.6482

Exercício de narcisismo acadêmico / Pesquisa Fapesp

Exercício de narcisismo acadêmico / Pesquisa Fapesp

Altos índices de autopromoção de editores convidados comprometem a integridade de números especiais de revistas científicas, mostra estudo

A multiplicação de números especiais de periódicos foi uma forma adotada por muitas editoras para gerar receita extra – a taxa de publicação de cada paper vai de € 2.000 a € 3.400 (R$ 12 mil a R$ 21 mil). “O aspecto mais valioso das edições especiais, quando elas são verdadeiramente especiais, é que podem oferecer um formato mais descontraído para artigos de opinião, textos em tom coloquial e oportunidades para convidar grandes nomes da área para fazer revisões da literatura”, disse Mark Hanson, um dos coautores do estudo, à Times Higher Education. “É uma tragédia que as coletâneas editadas por convidados tenham sido sequestradas para fins lucrativos por certos grupos editoriais.”

O modelo já havia sido associado a outras formas de má conduta. Em 2023, 19 revistas da editora Hindawi e 2 da MDPI foram excluídas temporariamente do Journal Citation Report (JCR), plataforma que determina o fator de impacto de periódicos, devido a indícios de falhas ou manipulação no processo de avaliação por pares em edições especiais que levaram à publicação de trabalhos fraudulentos (ver Pesquisa FAPESP nº 327).

#GestãoEditorial #MásCondutasCientíficas

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/exercicio-de-narcisismo-academico/

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência e o compromisso com o futuro / Jornal da Ciência

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência e o compromisso com o futuro / Jornal da Ciência

“Promover a presença plena de mulheres e meninas na ciência exige políticas educacionais consistentes, condições de permanência, ambientes seguros e critérios de avaliação sensíveis às desigualdades reais. É uma condição para que o Brasil utilize de forma integral o seu potencial humano e avance de maneira sustentável e democrática”, escreve Francilene Garcia, presidente da SBPC

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, é um marco para lembrarmos que o desenvolvimento científico depende de oportunidades reais para todos e todas. Em 2026, nessa mesma data, a SBPC realizou a cerimônia de entrega do 7º Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher, reforçando seu compromisso com a valorização de pesquisadoras que transformaram suas áreas e geraram impacto concreto na sociedade. Ao reconhecer essas trajetórias, a SBPC celebra conquistas importantes, ao mesmo tempo em que chama a atenção para os desafios que ainda limitam a participação feminina na ciência brasileira.

#MulheresNaCiência

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-dia-internacional-das-mulheres-e-meninas-na-ciencia-e-o-compromisso-com-o-futuro/

“Na ditadura o Brasil era melhor”: práticas de desinformação como forma de disputa pela memória / PPGCI – UFC

“Na ditadura o Brasil era melhor”: práticas de desinformação como forma de disputa pela memória / PPGCI – UFC

Durante a análise do documentário foram identificadas o uso de práticas de desinformação como descontextualização de fatos, negacionismo histórico, fake news, uso de imagens fora de contexto, mal-informação, bem como elementos cinematográficos que buscam conquistar o público por meio dos sentimentos e crenças. Conclui-se que o documentário produzido pelo “Brasil Paralelo” funciona como uma “propaganda” que prega a neutralidade, mas busca principalmente munir seu público de argumentos sem fundamentação criteriosa ou fiel aos fatos, que vão ser propagados nas redes sociais, gerando debates vazios, tendo a desinformação como premissa e por consequência vão se instalar no imaginário social e criar uma nova narrativa sobre os fatos que levaram ao acontecimento da ditadura militar no Brasil e as consequências desse processo.

#Memória #Desinformação #Ditadura #BrasilParalelo

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/84706

Entre o museu algorítmico e a falsificação da memória: IA no centro da crise da historicidade do Holocausto / Jornal da USP

Entre o museu algorítmico e a falsificação da memória: IA no centro da crise da historicidade do Holocausto / Jornal da USP

A inteligência artificial não é, em si, incompatível com práticas de memória, educação e preservação histórica. Ao contrário, pode oferecer instrumentos valiosos para análise, acesso e mediação de acervos. O desafio contemporâneo consiste em impedir que essas tecnologias sejam integralmente capturadas por lógicas de mercado e engajamento, em detrimento da historicidade.

Preservar a memória do Holocausto em tempos de IA exige mais do que combater imagens falsas. Exige repensar criticamente os regimes algorítmicos que organizam o visível, restituir à curadoria seu caráter ético e político e reafirmar a singularidade histórica contra sua diluição estatística. Em última instância, trata-se de decidir se a memória coletiva será orientada pela responsabilidade histórica ou pela lógica indiferente do cálculo.

#Memória #IA # #MediaçãoAlgorítmica #Holocausto

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/entre-o-museu-algoritmico-e-a-falsificacao-da-memoria-ia-no-centro-da-crise-da-historicidade-do-holocausto/

UNESCO: Bibliotecas motores-chave da inclusão digital / RBE

UNESCO: Bibliotecas motores-chave da inclusão digital / RBE

O 3.º Relatório Temático do IFAP (Information for All Programme) – UNESCO, Rede Global de Bibliotecas e Impacto Local: Um Roteiro Político para Construir um Futuro Digital Inclusivo [1], elaborado com a IFLA, insere-se na Coligação Dinâmica do IGF (Internet Governance Forum) sobre Medição da Inclusão Digital das Nações Unidas, que procura desenvolver métricas e políticas baseadas em evidências para reduzir desigualdades digitais.

Estima que haja 2,6 mil milhões de pessoas sem ligação à internet e um aumento da desigualdade digital: “80% das pessoas nos países de alto rendimento têm acesso à Internet, em comparação com apenas 35% nas economias de baixo rendimento” (p. 5). Sem ligação à internet, não podem aceder a oportunidades de educação, de emprego e de outros aspetos da vida quotidiana.

#Bibliotecas #IFLA #InclusãoDigital

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/unesco-bibliotecas-motores-chave-da-3050013